sábado, 15 de abril de 2017

O Vaticano e as Sociedades Secretas em Busca da Nova Ordem Mundial





O plano dos Mestres dos Illuminati, os criadores e principais promotores do Plano da Nova Ordem Mundial é infiltrar o Vaticano e fazer com que um de seus homens chegue a papa, torne-se líder de uma Religião Global Unificada e depois destrua a Igreja Católica e todo o cristianismo. Evidências alarmantes que esse objetivo já pode ter sido atingido e que diversos ocupantes de cargos da alta hierarquia católica sejam membros de sociedades secretas ocultistas!

Poucas pessoas compreendem por que falimos moralmente. No entanto, quando olhamos para a sociedade com os olhos de Deus, por meio da Bíblia, podemos facilmente compreender a razão de estarmos enfrentando problemas sem precedentes. O estudo da nossa sociedade por meio dos olhos de Deus é o que sempre tentaremos fazer aqui; fique conosco para aprender algumas verdades esclarecedoras.

Vimos anteriormente os vínculos entre as sociedades secretas e a implementação da Nova Ordem Mundial. Estudaremos hoje como o Vaticano está sendo controlado por essas sociedades secretas, à medida que agem para completar a Religião da Nova Ordem Mundial, que acreditam ser uma parte indispensável da Nova Ordem Mundial. Os escritos da Nova Era deixam bem claro que essa Religião da Nova Ordem Mundial, como a chamam, será uma religião ocultista, que restaurará as Antigas Religiões de Mistério da Babilônia e do Egito e que destruirá totalmente o cristianismo. O Vaticano está agora liderando a investida.
  • The Broken Cross, de Peirs Compton, 1981. Esse autor é um sacerdote católico que tornou-se totalmente desanimado com o estado atual da Igreja Católica.
  • A Conspiração Ocultista: A História Secreta dos Místicos, Templários, Maçons e das Sociedades Ocultistas, de Michael Howard, editora Campus, Série Somma, tradução para o português de Ivo Korytowski. Howard é um autor de Nova Era (leia a resenha).
  • Behold a Pale Horse, livro do autor cristão de Nova Era Bill Cooper, publicado em 1991 (leia a resenha).
Compton é um ex-editor de um jornal católico, The Universe. Ele rastreia a alegada infiltração de igreja romana pelos Iluministas. O autor é um católico tradicional e ainda praticante, que escreveu esse livro como um protesto pelo fato de a Igreja Católica abandonar seus ensinos sobre a doutrina cristã. "Há uma sensação que nossa civilização está correndo perigo mortal... A civilização declina quando a razão é virada de cabeça para baixo, quando o egoísmo e a depravação, o feio e o corrupto são promovidos como as normas das expressões sociais e culturais... quando o mal, sob diversas máscaras toma o lugar do bem."
"... Nunca antes o homem foi deixado sem um guia, uma bússola... divorciado da realidade... sem religião." [págs. 1-3].
  • Declínio na crença nos absolutos [págs. 2-3].
  • Sua prontidão para contemporizar com a perversidade neste mundo (pág. 3).
  • Pregação do humanismo em nome da caridade cristã [pág. 3].
  • Deixar de ser a inimiga inflexível do comunismo e começar a participar em diálogos de contemporização, contribuindo assim para a ruína da sociedade.
  • Abrir mão do credo em um Único Deus Verdadeiro nos céus pelo falso credo que existem muitos deuses nos céus e na Terra [pág. 3].
Compton então faz a pergunta crítica — "O que causou as mudanças na Igreja?" Após reconhecer que a maioria das pessoas naturalmente rejeita a idéia de uma "conspiração", o autor afirma:
"Vemos... a operação de um longo e deliberado esquema para destruir a Igreja a partir de dentro. Todavia, existem mais provas de todo tipo para a existência dessa conspiração do que há para alguns dos fatos comumente aceitos da história... Esquemas secretos, ocultos... dos acadêmicos... e da mente pública, foram a... força de direção de grande parte da história." [pág. 4].
"O desejo pelo domínio mundial, seja pela força das armas, da cultura ou da religião, é tão antiga quanto a história..." [pág. 5].
Após rastrear algumas tentativas da tomada do controle do papado por elementos não-cristãos, Compton começa a falar sobre Adam Weishaupt, o sacerdote jesuíta que criou os Mestres dos Illuminati. Compton diz: "... Adam Weishaupt podia ver as possibilidades diante de si com uma mente militar. Ele tinha ímpeto e visão. Conhecia o valor da surpresa, que está firmada nos segredos... Ele podia misturar a humanidade em um todo... suprimir o dogma... O estado ideal que Weishaupt tinha em mente estava... fundado no sonho impossível da perfeição humana... Em 1 de maio de 1776, a sociedade secreta que iria afetar profundamente grande parte da história subseqüente veio a existência com o nome de Illuminati". [Iluministas].
"Os Illuminati tinham um plano... decidiram em uma linha de conduta muito ambiciosa. Ela iria formar e controlar a opinião pública. Combinaria as religiões, dissolvendo todas as diferenças de crença e ritual que as mantinham separadas; tomaria o controle do papado e colocaria um agente seu no Trono de Pedro." [págs. 7-8].
Em 1818, um membro dos Illuminati, Nubius, disse que o objetivo dos Illuminati era "a aniquilação total do catolicismo e, posteriormente, de todo o cristianismo". Se o cristianismo sobrevivesse, mesmo que fosse sobre as ruínas de Roma, tempos depois, poderia renascer e viver." [pág. 13] Posteriormente, examinaremos os mesmos objetivos, conforme expressos no livro de Nova Era de Michael Howard, A Conspiração Ocultista. Compton continua a citar as explicações de Nubius sobre a necessidade de os Illuminati infiltrarem-se no papado:
Isso nada mais é do que a decisão dos Iluminati de se infiltrarem no papado. O objetivo desde o princípio (1776) era plantar umIluminista jurado no papado, sem que o povo católico saiba que isso aconteceu. Nubius então reconheceu que esse processo pode levar muitos, muitos anos. Ele previu a necessidade de infiltração e tomada do controle dos conventos e dos seminários, para ganhar as mentes das freiras e, especialmente, dos sacerdotes, que ascendem depois ao cardinalato. São os cardeais que elegem o papa. [págs. 12-15].
Como Weishaupt foi financeiramente apoiado em seus planos de estabelecer os Mestres dos Illuminati? Compton explica:
Lembre-se da nossa discussão anterior em outro artigo, sobre as iniciações realizadas na sociedade secreta norte-americana Caveira e Ossos, da qual o ex-presidente George Bush é membro? [Nota de A Espada do Espírito: Veja os detalhes lendo o artigo Sociedades Secretas Mataram o Senhor Jesus Cristo, Parte 2 de 2] Ela também realiza suas iniciações em uma cripta, no meio da noite.
"A força peculiar das sociedades secretas sempre foi o segredo... Algumas vezes elas tinham um significado ocultista afetado, que... geralmente levava-os a introduzir... ritos absurdos e desagradáveis de iniciação. Havia um círculo de Iluministas que persuadia os candidatos a entrar em uma banheira com água... puxando-os por meio de um cordão que era amarrado em seus genitais... Era essa obsessão sexual pervertida que fez alguns dos discípulos de Weishaupt se submeterem à autocastração." [pág. 11].
Trevor Ravenscroft, em seu livro The Spear of Destiny [leia a resenha] informa que o último ato oficial de Eckart, da Sociedade de Thule, foi castrar magicamente Adolf Hitler. Esse ritual teve o efeito de tornar Hitler em um dos maiores assassinos sadistas da história. Bill Cooper, em seu livro Behold a Pale Horse, diz que a sociedade Caveira e Ossos inicia seus membros por meio de uma fita colocada em volta de seus genitais. Isso novamente vincula os Mestres dos Illuminati, a Sociedade de Thule e a Caveira e Ossos.
Compton registra mais da influência ocultista dos Mestres dos Illuminati: "... Alguns ritos e símbolos derivavam de um significado inegável daquilo que geralmente é chamado Magia Negra, ou da invocação de um poder satânico cuja potência é como um raio sinistro..."
"Por meio dos símbolos... um homem é guiado e comandado... Os Iluministas faziam uso de... uma pirâmide, outriângulo, que há muito tempo é conhecido entre os iniciados como um sinal da fé mística, ou solar. No topo da pirâmide, ou algumas vezes, na base, havia, ou na verdade, ainda há, a imagem de um olho humano separado, que é chamado de olho aberto de Lúcifer, a estrela da manhã..."
E quando isso aconteceu? Em 1976, exatamente 200 anos após Weishaupt iniciar seu plano de infiltrar o papado, colocando um Iluminista como papa. Compton continua:
O autor cristão de Nova Era, Bill Cooper, confirmou esse fato chocante para mim em uma conversa telefônica.
"O Olho, que pode ser rastreado até os adoradores da lua na Babilônia, ou astrólogos, veio a representar a Trindade Pagã Egípcia de Osíris, o sol; Ísis, a deusa da lua; e o filho deles, Hórus..." [págs. 11-12].
A pirâmide e o Olho Que Tudo Vê são realmente antigos símbolos ocultistas. O livro satânico Magic Symbols [Símbolos Mágicos], demonstra claramente esse fato na página 140-141. Para comprovar o fato que a Igreja Católica Romana tinha utilizado o Olho Que Tudo Vê e a Pirâmide em seus escritos, viajei até Filadélfia, na Pensilvânia, e visitei o Seminário Católico de São Carlos. Na Biblioteca Memorial Ryan, encontrei um livro intitulado Symbols in the Church (Símbolos na Igreja). Os autores descrevem o propósito do livro, "Este livro tem o objetivo de orientar os artistas e artífices eclesiásticos de todos os gêneros... que estejam interessados... na decoração das igrejas e dos objetos litúrgicos..." Em outras palavras, era um livro oficial dos símbolos autorizados que poderiam ser usados para criar literatura ou obras pictóricas que seriam aceitáveis para a liderança católica romana. Assim, fiquei chocado ao descobrir o Olho que Tudo Vê dentro de uma pirâmide, na página 27. Esse Olho Que Tudo Vê estava na seção de símbolos que representam Deus, o Pai. No entanto, esse símbolo não era o símbolo pagão de Deus olhando dos céus para os assuntos humanos; em vez disso, era o símbolo pagão do homem aperfeiçoando-se para chegar aos céus. Era o símbolo dos Mestres do Illuminati, em um livro oficial de arte da Igreja Católica Romana!!
Isso confirmou que Pierre Compton estava absolutamente correto, os Iluministas estavam infiltrados na Igreja Católica. Mas, ao estudar esse livro dos símbolos católicos, fiquei chocado ao ver que havia muitos símbolos que os católicos estavam usando que eram ou diretamente copiados daqueles encontrados no livro dos símbolos satânicos, Magic Symbols, ou que tinham sido modificados apenas ligeiramente. O tempo não nos permite examinar todas essas ocorrências agora, mas voltaremos a um estudo futuramente.
Assim, desde o início do século 19, os Iluministas e a Maçonaria começaram a se infiltrar na Igreja Católica Romana, começando inicialmente a infiltração pelos seminários e colégios, colocando sacerdotes e freiras que eram secretamente iluministas. O objetivo final era conquistar o Colégio de Cardeais e, em seguida, o papado. Por volta de 1846, já havia sido feito um progresso suficiente na infiltração da Igreja Católica, desse modo enfraquecendo-a a partir de dentro, e os Iluministas sentiram que era hora de criar a Força de Antítese que batalharia contra a Força Ocidental da Tese, liderada pelos EUA. A batalha entre essas duas forças produziria no fim o desejado Sistema de Síntese, a Nova Ordem Mundial. Compton registra como esse novo Sistema de Antítese foi criado.
"Em 1846, havia uma sensação de mudança no ar, uma mudança que seria estendida além das fronteiras da Igreja e transformaria muitas facetas da existência... Dois anos mais tarde, um corpo altamente secreto de inicia dos, que chama a si mesmo de Liga dos Doze Justos dos Illuminati, financiou Karl Marx para escrever o Manifesto Comunista..." [pág. 16].
Esse fato histórico também é citado por Ralph Epperson em seu livro The Unseen Hand (A Mão Invisível), e por Anthony Sutton, em seu livro Wall Street and the Bolshevik Revolution (Wall Street e a Revolução Bolchevique). A maioria das pessoas fica chocada com esse conceito por três simples razões: Primeiro, nossos livros de História tiveram o cuidado de nos ensinar que a história é apenas uma série de acidentes não-relacionados e não o resultado de uma conspiração. Segundo, muitos de nós não conseguem compreender que seres humanos possam executar um plano global para dominação por um período tão extenso de tempo. Terceiro, a maioria das pessoas ainda acredita, ingenuamente, que nossos representantes eleitos exercem seus mandatos com nossos melhores interesses em vista.
No entanto, o ofício religioso do papado estava fora do controle deles. Neste ponto, devemos lembrar que o papado e toda a Igreja Católica Romana estavam sendo fatalmente enfraquecidos pela inclusão de falsas doutrinas pagãs. Era somente uma questão de tempo antes que os Iluministas pudessem derrubar o papado, implantando um de seus homens. O papado estava condenado a cair como uma árvore que tinha sido apodrecida ao longo de séculos, antes de subitamente cair sob o ímpeto de um vento persistente. Esse objetivo de infiltrar Iluministas no Vaticano é melhor detalhado em um livro ocultista intitulado A Conspiração Ocultista, de Michael Howard. Os livros ocultistas sempre são muito instrutivos, pois os autores não têm nada a esconder e porque muitos escrevem sob a influência de seus "espíritos-guia" Ademais, os ocultistas são muito abertos sobre essa conspiração.
O objetivo supremo dos Iluministas de colocar um de seus homens como papa não foi bem-sucedido até o início dos anos 60, quando o Concílio Vaticano II foi convocado. Compton diz:
"Os liberais ou progressistas, seguros por terem trazidos os desígnios das sociedades secretas a uma conclusão bem sucedida, estavam exultantes... Todo o mundo da religião estava agora permeado por sua influência..." [pág. 62].
"Em menos de uma década, a Igreja tinha sido transformada de uma inimiga implacável do comunismo em um advogado ativo e poderoso da co-existência com Moscou e com a China. Ao mesmo tempo, mudanças revolucionárias nos ensinos mantidos por séculos moveram Roma mais para perto daquele neopaganismo humanista, do Conselho Nacional de Igrejas [EUA] e do Conselho Mundial de Igrejas". [págs. 62-63].
"Quando os efeitos do Concílio Vaticano II tornaram-se aparentes, o bispo de Regensburg foi levado a observar que as principais idéias da Revolução Francesa, "que representam um importante elemento no Plano de Lúcifer, estava sendo adotado em muitas esferas do catolicismo". Embora conduzido grandemente atrás dos bastidores... a luta entre a Igreja e as sociedades secretas tinha sido mais amarga e prolongada que qualquer conflito internacional..." [pág. 75].
Agora que o Concílio Vaticano II tinha implementado o Plano de Lúcifer, como o bispo de Regensburg observou, "restava conjugar uma visita verdadeiramente histórica com um rito iniciatório que colocasse um selo nessa recém-admitida realização..." Assim, "o papa Paulo VI, em 4 de outubro de 1965, visitou a Assembléia das Nações Unidas. " [pág. 67] e proferiu um discurso em que "propagou o evangelho social tão querido pelos revolucionários, sem uma única referência às doutrinas religiosas que eles achavam tão perniciosas." [pág. 68].
Após o discurso, o papa Paulo VI foi levado à Sala de Meditação das Nações Unidas. "Um boletim, cuidadosamente editado, que supostamente discutia o significado e propósito da sala, foi produzido pela Lucis Press, que publica material impresso para as Nações Unidas." O fato de a Lucis Press ser a editora que publica e dissemina materiais para as Nações Unidas é uma indicação devastadora da natureza de Nova Era e satânicas da ONU. A Lucis Trust foi fundada em 1922, originalmente com o nome de Lucifer Trust, por Alice Bailey, como uma firma editorial para disseminar os livros de Alice Bailey e de Helena Blavatsky. Em 1923, Bailey alterou o nome da editora para Lucis Trust, pois Lucifer Trust revelava de forma clara demais a verdadeira natureza do movimento de Nova Era. [Constance Cumbey, The Hidden Dangers of the Rainbow (leia a resenha), pág. 49] Uma rápida visita a uma livraria especializada em livros de Nova Era, revela que a Lucis Trust publica muitos livros ocultistas.
Esse ritual de iniciação ocultista do papa Paulo VI na Sala de Meditação das Nações Unidas "representou o estágio inicial de um esquema, o cumprimento do qual seria... a construção do Templo da Compreensão, em uma área de cinqüenta acres perto do rio Potomac, em Washington DC... O propósito subjacente do Templo era revelado claramente por seu... Olho Que Tudo Vê... que representava as seis fés mundiais — budismo, hinduísmo, islamismo, judaísmo, confucionismo e cristianismo. "O palco está assim armado para a formação e anúncio da Religião da Nova Ordem Mundial. Essa nova religião será uma combinação de todas as religiões do mundo, o que representa os sinos do enterro para o Isolamento do Verdadeiro Cristianismo. As palavras de Jesus: "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." [João 14:6] significam que nenhuma outra religião, inclusive a Religião da Nova Ordem Mundial pode oferecer o caminho ao céu. Satanás terá obtido uma grande vitória e o palco estará armado para o desdobramento dos eventos previstos no livro do Apocalipse.
Agora, considere o próximo passo do papa Paulo VI. "Ele também fazia uso de um símbolo sinistro, criado pelos satanistas no século VI, que tinha sido revivido ao tempo do Concílio Vaticano II. Esse símbolo era a cruz vergada, em que era exibida uma figura repulsiva e distorcida de Cristo, que os feiticeiros e praticantes de magia negra na Idade Média fizeram para representar o termo "Marca da Besta". No entanto, não apenas Paulo VI, mas seus sucessores, os dois papas João Paulo carregavam esse objeto e o seguravam para ser reverenciado pelas multidões, que não tinham a menor idéia que representava o Anticristo. [pág. 72] Na página 56, Compton imprime uma foto do papa atual, João Paulo II, segurando essa cruz vergada.
Quão chocante que um papa católico romano possa utilizar um objeto satânico conhecido, que representa o Anticristo, e fazer os fiéis na multidão se ajoelharem diante dele e reverenciá-lo! Isso nos faz lembrar da profecia em Apocalipse 13:12, que ele [o Falso Profeta] fará aqueles que habitam na Terra adorarem ao Anticristo.
O papa Paulo VI compareceu ao Estádio Yankee "vestindo uma alva", um traje antigo... vestido por Caifás... que pediu a crucificação de Cristo." (Ibidem).
Em certa manhã de verão, os jovens seminaristas católicos ficaram grandemente alarmados por uma revelação em um jornal chamado "Borghese... pois trazia uma lista detalhada de clérigos, alguns dos quais ocupavam posições de destaque, que, dizia-se, eram membros de sociedades secretas. Era uma notícia inacreditável, pois... os alunos conheciam a Lei Canônica 2335, que proíbe expressamente que um católico ingresse em qualquer sociedade secreta, sob pena de excomunhão... e a Lei Canônica 2336, que prescreve medidas disciplinares a serem impostas contra qualquer clérigo que venha a aderir a uma sociedade secreta. Michael Howard, autor de A Conspiração Ocultista: A História Secreta dos Místicos, Templários, Maçons e das Sociedades Ocultistas, fala a respeito dessa mesma lista, mas vai além, revelando que a maioria desses altos funcionários eram membros da Maçonaria. [pág. 191]. Howard afirma que alguns desses funcionários graduados do Vaticano eram:
  • O secretário particular do papa Paulo VI
  • O diretor-geral da Rádio Vaticano
  • O arcebispo de Florença
  • O prelado de Milão
  • O editor-assistente do jornal do Vaticano
  • Sete bispos italianos
  • O abade da Ordem de São Bento.
Os alunos ficaram chocados com essa revelação, pois diversas bulas papais tinham sido promulgadas contras as sociedades secretas.
Esse artigo foi negado com veemência por um escritor em L´Aurora, M. Jacques Plonchard, que assegurou que nenhum prelado tinha sido afiliado a uma sociedade secreta desde 1830. Entretanto, investigadores determinados, alguns apresentando-se como membros do Governos, obtiveram acesso ao Registro Italiano das Sociedades Secretas e compilaram uma lista de cardeais, arcebispos e bispos que eram membros de sociedades secretas. Essa lista incluía 125 prelados. Em seguida, Compton relaciona esses nomes nas páginas 78-84. Ele diz: "O Registro Francês das Sociedades Secretas é melhor guardado do que o italiano, de modo que os detalhes das iniciações recentes não podem ser citados. A lista mais sustentada de clérigos que pertencem às sociedades secretas francesas cobre algumas décadas anteriores à Revolução Francesa (1785) e chegava [então], mesmo em um tempo em que a infiltração da igreja por seus inimigos estava em uma escala menor que logo seria atingida, a algo em torno de 256 membros."
O palco ficou armado para a plena aprovação papal da participação em sociedades secretas. Em 27/11/1983, o papa João Paulo II promulgou uma bula que legalizou a participação dos católicos romanos nas sociedades secretas.
Agora podemos compreender como o papa João Paulo II, com uma cara tão limpa, pode exibir a cruz vergada ocultista. Agora podemos compreender como ele pode buscar com afinco o domínio da Nova Ordem Mundial, conforme garante Malachi Martin em seu livro The Keys of this Blood [leia a resenha]. Martin é um sacerdote jesuíta aposentado, que lecionou no Pontifício Instituto Bíblico do Vaticano.
Finalmente, após mais de 200 anos, a sociedade secreta Mestres dos Illuminati — os originadores da Nova Ordem Mundial, alcançaram um de seus principais objetivos, a infiltração de um de seus homens como Sumo Pontífice da Igreja Católica Romana. Esse marco ocorreu, como já dissemos, no início dos anos 60, com a ascensão de Paulo VI ao papado. Esse período de tempo também encaixa-se com o período geral de degradação espiritual e apostasia que observamos em programas anteriores e nos nossos Seminário em fita cassete. Interessantemente, o autor cristão de Nova Era, Bill Cooper, em seu livro Behold a Pale Horse [leia a resenha], afirma: "Em 1952, uma aliança foi formada trazendo... juntos pela primeira vez na história: As Famílias Negras (nobreza européia, que historicamente sempre praticaram o espiritismo e o ocultismo), Os Illuminati, o Vaticano e a Maçonaria, agora trabalhando em conjunto para implementar a Nova Ordem Mundial." [pág. 80].
Hoje, é muito evidente que o papa João Paulo II é um Iluminista. Podemos ver isso concretamente pelo uso da cruz vergada. Podemos ver isso por seus discursos em favor do programa da Nova Era e por suas muitas viagens internacionais. No entanto, a confirmação final para nós ocorreu em 1990, quando participei de um seminário de quatro horas de duração em Boston, ministrado pelo diretor da Casa da Teosofia na Nova Inglaterra. Ele afirmou que no momento certo na história mundial, o papa viajará a Jerusalém para presidir uma Conferência Espiritual Ecumênica. Nessa conferência, o papa anunciará que todas as religiões do mundo estão agora unificadas. Assim, disse o diretor, a Religião da Nova Ordem Mundial está estabelecida. Essa informação, dada por um homem que conhece perfeitamente os planos dos Illuminati, porque trabalha com eles, revela que o Plano prevê que o papa católico romano será o líder da Religião da Nova Ordem Mundial.
  1. O plano para substituir o papa católico por um Iluminista foi atingido, após 200 anos.
  2. O papa católico romano provavelmente será o Falso Profeta descrito no livro do Apocalipse.
Finalmente, acrescente a isso o fato que os líderes-chave no Plano da Nova Ordem Mundial já identificaram publicamente o papa católico romano como o planejado líder da Religião da Nova Ordem Mundial. Esse será o papel do Falso Profeta, que trabalhará com o Anticristo para enganar o mundo e que terá os mesmos poderes ocultistas que o Anticristo.


Você está preparado espiritualmente? Sua família está preparada? Você está protegendo seus amados da forma adequada? Esta é a razão deste ministério, fazê-lo compreender os perigos iminentes e depois ajudá-lo a criar estratégias para advertir e proteger seus amados. Após estar bem treinado, você também pode usar seu conhecimento como um modo de abrir a porta de discussão com uma pessoa que ainda não conheça o plano da salvação. Já pude fazer isso muitas vezes e vi pessoas receberem Jesus Cristo em seus corações. Estes tempos difíceis em que vivemos também são tempos em que podemos anunciar Jesus Cristo a muitas pessoas.
Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. Se quiser saber como nascer de novo, vá para nossa Página da Salvação agora.
Esperamos que este ministério seja uma bênção em sua vida. Nosso propósito é educar e advertir as pessoas, para que vejam a vindoura Nova Ordem Mundial, o Reino do Anticristo, nas notícias do dia-a-dia.

 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

O dinheiro em papel não vai existir em 10 anos – o FMI e os grandes banqueiros sabem

Em painel no Fórum Econômico Mundial, líderes discutiram o futuro do universo financeiro. E ele é muito incerto
POR ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE
Painel sobre o futuro do mundo financeiro, em Davos (Foto: Reprodução/ YouTube)
Uma sala cheia de banqueiros e profissionais do mercado financeiro preocupados com o futuro. Quando Gillian R. Tett, editora do jornal britânico Financial Times, pergunta quem ali dentro acredita que o dinheiro de papel vai acabar, várias mãos se levantam. Mas uma delas chama mais a atenção: é a deChristine Lagarde, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI). Em um painel intitulado "A transformação das finanças", no Fórum Econômico Mundial, em Davos, grandes nomes debateram nesta quarta-feira (20/01) o incerto futuro das transações financeiras.
Fintechs, moeda virtual e novas regulações. Foi um consenso que o setor está em transformação — mas é difícil saber qual é o impacto de tantas mudanças. Lagarde ressaltou que, entre os mais jovens, muitos não têm relação alguma com os bancos tradicionais. Mesmo assim, usam serviços financeiros.

Ela destaca que ainda se sabe pouco sobre moedas virtuais. De um lado, podem ser muito práticas e eficientes para o cliente. Por outro, podem ser "um grande instrumento para o crime" e "uma ameaça à estabilidade financeira e às políticas monetárias". É preciso repensar tudo. Recentemente, o FMI divulgou um documento no qual faz seus primeiros estudos em relação a essas mudanças. Com tantas acontecendo, existe uma urgência para que reguladores e instituições federais enxerguem esse movimento. Mas todos reconhecem o problema: não dá para saber muito bem o que regular. Tudo é novo.

Parcerias entre as instituições financeiras tradicionais e as disruptivas também são importantes, diz Dan Schulman, CEO do PayPal. O executivo aponta que "o maior impedimento do sucesso futuro é o sucesso do passado". Ou seja, é perigoso ficar apegado a antigos modelos. Ele defende a criação de ambientes de teste, em que seja possível "inovar com responsabilidade". Lagarde gostou da ideia: "Muito interessante, sobretudo porque bancos lidam com os bens do público e com a confiança". Ambos, devem ser protegidos, segundo ela.


Para John Cryan, co-CEO do Deutsche Bank, o dinheiro de papel não vai existir daqui 10 anos.

"É terrível e ineficiente", afirma. Segundo ele, o dinheiro é só um meio de troca. Existirão outros — e talvez não seja o Bitcoin. Ele aponta o quanto essa moeda virtual é complicada e não provou ser uma boa alternativa. Cryan diz ainda que bancos não têm aproveitado as possibilidades do big data como poderiam.

Os colegas concordam. "As chances de usar big data são enormes", diz Tom de Swaan, presidente do conselho do Zurich Insurance Group. Muita coisa teria de ser regulada, no entanto, reconhece. Ainda de acordo com ele, é difícil comandar um banco com tanta imprevisibilidade. O banqueiro sabe que algo novo está vindo, mas sem esquecer o que está acontecendo agora.

"Temos que olhar para o futuro", diz James P. Gorman, chairman e CEO do Morgan Stanley. Segundo ele, o banco passa muito tempo se dedicando a isso. Para Gorman, se você não está considerando como essas ferramentas podem mudar o setor, "não está fazendo seu trabalho". Mas faz ressalvas. Não acha que a mudança — principalmente no que se refere à moeda virtual — será imediata. "Não é ignorância, é pragmatismo."

Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis.
Apocalipse 13:16-18

sábado, 2 de janeiro de 2016

Show desvenda fundo oculto do ambientalismo




Em numerosos posts deste blog temos documentado e comentado a existência de um fundo panteísta e evolucionista que crepita dissimuladamente no ecologismo radical.

Essa visão do mundo afino com o evolucionismo marxista e o de certas escolas teológicas, como a de Teilhard de Chardin ou místicos pagãos islâmicos, por exemplo.

Infelizmente, ela irrompeu num texto de grande repercussão mundial.

Esse texto que se apresenta como uma encíclica embora não pretenda sê-lo e virtualmente ignore o nome de Jesus Cristo é a Laudato Si’.

Também em numerosos posts publicamos autorizados comentários sobre a ausência de fundamentos científicos sólidos e a consonância ideológica desse quilométrico escrito com a teologia da libertação, na sua versão mais atualizada.

A Laudato Si’ versou sobre matéria para a qual – no parecer altamente autorizado do Cardeal Pell – a Igreja Católica não recebeu mandato de Jesus Cristo para pregar.

À luz dessa afirmação, a Laudato Si’ assume o caráter de opinião de um doutor privado falando a título pessoal.

Entretanto, a projeção do show “Fiat Lux” sobre a basílica de São Pedro que pretende ilustrar essa encíclica, estarreceu a um número incontável de romanos, civis e eclesiásticos, que amam entranhadamente o templo máximo do catolicismo.

O show aprovado por autoridades vaticanas e financiado pelo Banco Mundial foi apresentado como uma forma de pressionar a COP21 nesses dias reunida em Paris para tentar aprovar uma governança mundial radical.

No show o ambientalismo mais radical se exprimiu com imagens e sons que revelam essa religiosidade panteísta que propugna um regime anarco-tribalista para a humanidade.

Até admiradores do pontificado atual, como o vaticanista Andrea Tornielli do jornal “La Stampa”, escreveram que se deles dependesse o enviesado show não deveria ter sido projetado de tal maneira desvenda pressupostos para os quais o público comum não estaria preparado.

A continuação oferecemos um comentário do catedrático de História Roberto de Mattei, autor de inúmeros livros e ganhador de alguns dos mais prestigiosos prêmios acadêmicos da Itália.

Ele descreve e comenta com equilíbrio, respeito e competência o revelador espetáculo exibido nessa noite de 8 de dezembro no Vaticano, sob a bandeira da ecologia.



SÃO PEDRO: uma basílica ultrajada
Roberto de Mattei
(1948 - )
professor de História,
especializado nas ideias
religiosas e políticas no
pós-Concilio Vaticano II.


Basilica de Sao Pedro profanada
A imagem que ficará associada à abertura do Jubileu extraordinário da Misericórdia não é a cerimônia antitriunfalista celebrada pelo Papa Francisco na manhã de 8 de dezembro, mas o retumbante espetáculo Fiat lux: Illuminating Our Common Home, que concluiu a referida jornada, inundando de sons e de luzes a fachada e a cúpula de São Pedro.

Ao longo do show, patrocinado pelo Grupo do Banco Mundial, imagens de leões, tigres e leopardos de proporções gigantescas se projetavam sobre a fachada de São Pedro, que se eleva precisamente sobre as ruínas do circo de Nero, onde as feras devoravam os cristãos.

Graças ao jogo de luzes, a basílica dava a impressão de estar de cabeça para baixo, de dissolver-se e submergir-se. Sobre a fachada apareciam peixes-palhaço e tartarugas marinhas, quase evocando a liquefação das estruturas da Igreja, privada de qualquer elemento de solidez.

Uma enorme coruja e estranhos animais voadores sobrevoavam em torno da cúpula, enquanto monges budistas caminhando pareciam indicar uma via de salvação alternativa ao Cristianismo. Nenhum símbolo religioso, nenhuma referência ao Cristianismo; a Igreja cedia lugar à natureza soberana.

Basilica de Sao Pedro profanada
Andrea Tornielli escreveu que não é preciso escandalizar-se porque, como documenta o historiador da arte Sandro Barbagallo em seu livro Gli animali nell’arte religiosa. La Basilica di San Pietro (Libreria Editrice Vaticana, 2008), foram muitos os artistas que no decurso dos séculos representaram uma luxuriante fauna em torno da sepultura de Pedro.

Mas se a Basílica de São Pedro é um “zoo sagrado”, como a define com irreverência o autor dessa obra, não é porque os animais ali representados estejam recluídos num recinto sagrado, mas porque o significado que a arte atribuiu àqueles animais é sagrado, isto é, ordenado a um fim transcendente.

Com efeito, no Cristianismo os animais não são divinizados, mas valorizados em função do fim para o qual foram criados por Deus: o serviço do homem.

Diz o Salmista: “Deste-lhe o mando sobre as obras das tuas mãos, sujeitaste todas as coisas debaixo de seus pés: Todas as ovelhas e todos os bois e, além destes, os outros animais do campo” (Ps 8, 7-9).

O homem foi posto por Deus como vértice e rei da criação, e tudo deve ser ordenado em função dele, para que, por sua vez, ele ordene tudo a Deus como representante do universo (Gn 1, 26-27).

Deus é o fim último do universo, mas o fim imediato do universo físico é o homem. “De certo modo, nós somos o fim de todas as coisas”, afirma Santo Tomás (In II Sent., d. 1, q. 2, a. 4, sed contra), porque “Deus fez todas as coisas para o homem” (Super Symb. Apostolorum, art. 1).

Por outro lado, a simbologia cristã atribui aos animais um significado emblemático. Não preocupa ao Cristianismo principalmente a extinção dos animais ou o seu bem-estar, mas o significado último e profundo de sua presença.

O leão simboliza a força e o cordeiro a benignidade, para nos lembrar a existência de virtudes e perfeições diversas, que só Deus possui por inteiro.

Na Terra, uma gama prodigiosa de seres criados, da matéria inorgânica até o homem, possui uma essência e uma perfeição íntima, que se expressa mediante a linguagem dos símbolos.

Basilica de Sao Pedro profanadaO ecologismo apresenta-se como uma visão do mundo que transtorna essa escala hierárquica, eliminando Deus e destronando o homem.

Este último é posto em pé de absoluta igualdade com a natureza, numa relação de interdependência não só com os animais, mas também com os componentes inanimados do ambiente que o circunda: montanhas, rios, mares, paisagens, cadeias alimentares, ecossistemas. O pressuposto dessa cosmovisão é a dissolução de toda linha divisória entre o homem e o mundo.

A Terra forma com a sua biosfera uma espécie de entidade cósmica geoecológica unitária. Ela se torna algo mais que uma “casa comum”: representa uma divindade.

Há cinquenta anos, quando se encerrou o Concílio Vaticano II, o tema dominante naquela quadra histórica era um certo “culto ao homem”, contido na fórmula “humanismo integral” de Jacques Maritain.

O livro do filósofo francês, com esse título, é de 1936, mas sua maior influência foi sobretudo quando um leitor entusiasta, Giovanni Battista Montini, eleito Papa com o nome de Paulo VI, quis fazer dele a bússola de seu pontificado.

Na homilia da Missa de 7 de dezembro de 1965, Paulo VI recordou que no Vaticano II se produziu o encontro entre “o culto de Deus que quis ser homem” e “a religião — porque o é — que é o culto do homem que quer ser Deus”.

Cinquenta anos depois, assistimos à passagem do humanismo integral à ecologia integral; da Carta internacional dos direitos do homem à dos direitos da natureza. No século XVI, o humanismo havia recusado a civilização cristã medieval em nome do antropocentrismo. 

A tentativa de construir a Cidade do Homem sobre as ruínas da Cidade de Deus fracassou tragicamente no século XX, e baldas foram as tentativas de cristianizar o antropocentrismo sob o nome de humanismo integral.

A religião do homem é substituída pela da Terra: o antropocentrismo, criticado por seus “desvios”, é substituído por uma nova visão ecocêntrica.

A Ideologia de Gênero, que dissolve toda identidade e toda essência, insere-se nessa perspectiva panteísta e igualitária.

É um conceito radicalmente evolucionista, que coincide em grande medida com o de Teilhard de Chardin. Deus é a “autoconsciência” do universo que, evoluindo, torna-se consciente de sua evolução.

Não é casual a citação de Teilhard no parágrafo 83 da Laudato sì, encíclica do Papa Francesco na qual filósofos como Enrico Maria Radaelli e Arnaldo Xavier da Silveira salientaram pontos em desacordo com a Tradição Católica.

E o espetáculo Fiat Lux foi apresentado como um “manifesto ecologista” que pretende traduzir em imagens a encíclica Laudato sì.

Antonio Socci o definiu no jornal “Libero” como “uma encenação gnóstica e neopagã com uma inequívoca mensagem ideológica anticristã”, observando que “em São Pedro, na festa da Imaculada Conceição, em vez de celebrar a Mãe de Deus, preferiram a celebração da Mãe Terra, para propagar a ideologia dominante, a da ‘religião do clima e da ecologia’, neopagã e neomalthusiana, apoiada pelas potências do mundo. É uma profanação espiritual (porque aquele lugar — lembremo-nos — é um lugar de martírio cristão)”.

Por sua vez, escreveu Alessandro Gnochi em “Riscossa Cristiana”: “Portanto, não foi o ISIS que profanou o coração da Cristandade, nem foram os extremistas do credo laico os que danificaram o credo católico, nem os artistas blasfemos e coprolálicos os que contaminaram a fé de tantos cristãos.

Não era preciso perquisição ou detectador de metal para impedir o ingresso dos vândalos na cidadela de Deus: eles estavam no interior das muralhas e já tinham acionado a sua bomba multicolor de transmissão via satélite no calor da sala de controle.”

Basilica de Sao Pedro profanadaOs fotógrafos, os desenhistas gráficos e os publicitários que realizaram o Fiat Lux sabem o que representa para os católicos a Basílica de São Pedro, imagem material do Corpo Místico de Cristo que é a Igreja.

Os jogos de luz que iluminaram a Basílica tinham uma meta simbólica, antitética àquela expressa por todas as luzes, lâmpadas e fogos que transmitiram ao longo dos séculos o significado da luz divina. Esta luz estava ausente no dia 8 de dezembro. Entre as imagens e luzes projetadas na Basílica, faltavam as de Nosso Senhor e da Imaculada Conceição, cuja festa se celebrava.

São Pedro foi imersa na falsa luz trazida pelo anjo rebelde, Lúcifer, príncipe deste mundo e rei das trevas.

A palavra “luz divina” não é apenas uma metáfora, mas uma realidade, como realidade são as trevas que envolvem hoje o mundo. E nesta vigília de Natal a humanidade aguarda o momento em que a noite se iluminará como o dia, “nox sicut dies illuminabitur” (Salmo 11), quando se cumprirão as promessas feitas pela Imaculada em Fátima.

(Fonte: Corrispondenza Romana. 11.12.2015. Este texto foi traduzido do original italiano por Hélio Dias Viana.)

domingo, 11 de outubro de 2015

10 operações de Falsa Bandeira que moldaram o nosso Mundo



De Nero ao 11 de Setembro de 2001, via Pearl Harbor e ao incidente do Golfo de Tonkin… Joe Crubaugh fornece “os maiores sucessos de sempre” de operações clandestinas, em que um cenário repete-se: como o mundo continua a cair sempre na mesma mentira.

As Operações de Falsa Bandeira mais comummente conhecidas consistem numa agência do governo a encenar um ataque terrorista, segundo o qual uma entidade não envolvida é culpada pelo massacre.

Como pelo menos dois milênios provam, operações clandestinas, com doses saudáveis de propaganda e de ignorância é uma grande receita para a Guerra.

Em "War is a Racket" o major general, vencedor de duas medalhas de honra Smedley Butler escreveu: “Passei 33 anos e quatro meses de serviço militar ativo e durante esse período passei a maior parte do meu tempo como homem forte ao serviço de grandes empresas de Wall Street e para os banqueiros
Em suma, eu era um mafioso, um gangster para o capitalismo.”
Ajudei a fazer do México e especialmente a Tampico segura para os interesses petrolíferos americanos em 1914.

Eu ajudei a fazer do Haiti e Cuba lugares decentes para os rapazes do National City Bank recolherem receitas.

Ajudei no estupro de uma meia dúzia de repúblicas da América Central para o benefício de Wall Street. Ajudei a purificar a Nicarágua para a Casa Bancária Internacional da Brown Brothers entre 1902 e 1912.

Trouxe luz para a República Dominicana para os interesses açucareiros americanos em 1916. Ajudei a tornar Honduras apropriada para as empresas de frutas americanas em 1903. Na China, em 1927, ajudei a fazer com que a Standard Oil continuasse o seu caminho sem ser molestada.”

Não deixe de ler também o post "Ataques de Falsa Bandeira".

Você pode não ter ouvido falar dessas operações, mas talvez já tenha ouvido falar das seguintes?


1.) Nero, os Cristãos, e o grande incêndio de Roma

[Imagem: Nero.jpg]

Roma, na noite de 19 de Julho de 64 depois de Cristo. O grande incêndio irrompeu sobre os telhados de lojas perto do local de entretenimento massivo e corridas de carruagem chamados Circus Maximus.

As chamas, forjadas por um vento forte, rapidamente engoliram áreas da cidade densamente povoadas. Após o incêndio não controlado por cinco dias, quatro dos 14 distritos romanos foram queimados totalmente, e mais sete foram severamente danificados. Não era segredo que Nero queria construir uma série de palácios que ele planejou nomear “Nerópolis".
Mas, a localização foi planeada dentro da cidade e para que pudesse construir Nerópolis, um terço de Roma teria de ser demolida. O senado rejeitou a ideia. Então, por coincidência, o fogo limpou a própria zona imobiliária onde se tencionava construir Nerópolis.

Apesar do benefício óbvio, ainda se considera a probabilidade de que não tenha sido Nero a iniciar o fogo. Cerca de uma centena de pequenos incêndios irromperam regularmente em Roma todos os dias.

Além disso, o incêndio destruiu o próprio palácio de Nero e parece que Nero fez tudo o que podia para acabar com o fogo. Relatos da altura afirmam que quando Nero ouviu falar sobre o incêndio, correu de volta a partir de Antium para organizar um esforço de relevo, utilizando o seu próprio dinheiro.

Ele abriu os palácios para deixar entrar os desabrigados e abasteceu os sobreviventes com alimentos. Nero também concebeu um novo plano de desenvolvimento urbano que faria Roma menos vulnerável ao fogo.

Mas, embora tenha estabelecido regras para garantir uma reconstrução segura, também deu a si mesmo uma grande extensão da propriedade da cidade com a intenção de lá construir o seu novo palácio.

As pessoas sabiam dos planos de Nero para Nerópolis, e todos os seus esforços para ajudar a cidade não conseguiram contrariar os rumores desenfreados de que ele ajudou a iniciar o incêndio.

Quando a sua popularidade caiu, o governo de Nero percebeu a necessidade de empregar a Falsa Bandeira 101: Quando alguma coisa qualquer coisa de ruim acontece consigo, mesmo que seja acidental, apontar o dedo ao seu inimigo.

Felizmente, havia um novo culto de religioso bastante apropriado. O culto era impopular porque os seus seguidores recusaram adorar o imperador, denunciavam as posses, realizavam reuniões secretas e estavam sempre a falar sobre a destruição de Roma e do fim do mundo.

Mais felizmente para Nero, dois dos maiores líderes do culto, Pedro e Paulo, estavam atualmente na cidade. Nero espalhou a palavra que os cristãos tinham começado o grande incêndio. Os cidadãos de Roma “compraram” a sua mentira.

Pedro foi crucificado e Paulo decapitado. Centenas de outras pessoas do jovem culto foram lançadas aos leões ou untados com alcatrão e incendiados para se tornarem lâmpadas de rua humanas.

2.) Lembre-se do Navio Maine – que se dane a Espanha

[Imagem: Maine.jpg]

O império espanhol foi o primeiro império verdadeiramente global, atingindo o seu auge territorial no final de 1700.

Em 1898, a Espanha estava a perder territórios regularmente. Cuba também se estava a tornar cada vez mais difícil de controlar e uma pequena revolução eclodiu

Esta não foi uma boa notícia para as pessoas nos Estados Unidos que possuíam o açúcar cubano, tabaco e propriedades da indústria de ferro, avaliadas em mais de 50 milhões dólares americanos.

Os principais meios de comunicação, então dominados por magnatas de jornais, Joseph Pulitzer e William Randolph Hearst, exageraram, e sem rodeios fabricaram histórias de condições horríveis sob o domínio espanhol.

Seguindo a máxima milenar: “if it bleeds, it leads“, os jornais publicaram histórias sobre campos de extermínio espanhol, canibalismo espanhol e tortura desumana. Os jornais enviaram repórteres para Cuba.

No entanto, quando lá chegaram, encontraram uma história diferente. O artista e correspondente Frederick Remington escreveu de volta para Hearst: “Não há Guerra. Pedindo para ser lembrada a “famosa resposta de Hearst“: “por favor, permaneçam. Você fornece as imagens, eu vou fornecer a Guerra“.

E ele assim o fez. O seu jornal, continuamente gritando como a Cuba espanhola estava a caminhar em direção ao inferno, convenceram as grandes empresas nos EUA a colocar pressão sobre o presidente anti-Guerra William McKinley para proteger os seus investimentos cubanos.

McKinley, em resposta, enviou o navio de guerra USS Maine ao porto de Havana como uma pequena amostra da sua força.

Três semanas depois de chegar, na noite de 15 de Fevereiro de 1898, o USS Maine explodiu, matando 266 homens. Há duas teorias para a explosão: alguns acreditam que a explosão foi causada por uma mina externa que detonou os paióis de munições do navio.

Outros dizem que foi causado por um incêndio espontâneo no depósito de carvão que atingiu os paióis de munição. Atualmente, as evidências parecem favorecer a teoria da mina externa.

Sem esperar por uma investigação, os principais Meios de Comunicação da América culparam a Espanha da tragédia e “bateram os tambores” para a Guerra.

Em Abril, McKinley cedeu à pressão da opinião pública e assinou uma resolução do congresso que declarava Guerra à Espanha. Para ajudar a pagar a guerra Hispano-Americana, o congresso aprovou um imposto “temporário” de 3 por cento nas contas de telefone de longa distância.

Este era essencialmente um imposto sobre os ricos, já que apenas cerca de 1300 americanos possuíam telefones em 1898. Embora a guerra Hispano-Americana terminasse em 1898, o imposto temporário só foi abolido em… 2005. Durante a sua vigência, de 107 anos gerou quase 94 trilhões de dólares – mais de 230 vezes o custo da guerra Hispano-Americana.

A guerra Hispano-Americana colocou um grande prego no caixão do império mundial da Espanha. E até ao final de 1898, os Estados Unidos, que foi fundado em oposição ao imperialismo, encontrou-se no controlo não só de Cuba, mas das Filipinas, Porto Rico, Guam e das ilhas havaianas também.

3.) O Incidente da Manchúria

[Imagem: Manchurian_Incident.jpg]

A crise econômica na sequência de 1929 que quase obliterou Wall Street atingiu essencialmente o Japão: as exportações caíram, o desemprego aumentou. O Japão, não sendo rico em recursos naturais, petróleo e carvão necessário para ter como colocar em funcionamento as máquinas para produzir bens para vender a outros países e assim gerar receitas, para comprar comida e ter energia suficiente.

O Manchúria, uma província da China, tinha o seu quinhão de petróleo e carvão. Após o Japão decidir que precisava invadir a Manchúria, eles precisavam de um pretexto para justificar a invasão.

Escolheram criar um ataque de Falsa Bandeira numa estrada de caminho de ferro perto de Liutiao Lake… uma grande área plana que não tinha nenhum valor militar quer para os japoneses ou chineses.

O principal motivo para o local ter sido escolhido foi pela sua proximidade (cerca de 800 metros) das tropas chinesas estacionadas em Beidaying.

A Imprensa japonesa marcou o sitio “sem nome” da explosão Liutiaogou, que significava em japonês para ponte Liutiao. Não havia nenhuma ponte ali, mas o nome ajudou a convencer alguns que a sabotagem foi um ataque estratégico chinês.

O coronel Itagaki Seishiro e o tenente-coronel Kanji Ishiwara ordenaram aos oficiais do regimento de Shimamoto que colocassem uma bomba debaixo dos carris. A bomba original falhou ao detonar e uma substituta tinha de ser encontrada.

Então, às 22h20min, do dia 18 de Setembro de 1931, os carris foram rebentados. Surpreendentemente, a explosão foi menor. Apenas um lado dos carris foi danificado, e os danos foram tão leve que um comboio que seguia para Shenyangpassou por estes apenas alguns minutos mais tarde. Mas era uma desculpa boa o suficiente para invadir…

Os japoneses acusaram imediatamente os soldados chineses da destruição, e em seguida,invadiram a Manchúria. Um governo fantoche conhecido como Manchukuo foi instalado.

A Liga das Nações investigou um relatório de 1932 e negou que a invasão tenha sido um ato de defesa, como o Japão informou. Mas ao invés de desocupar a Manchúria, o Japão decidiu abandonar a Liga das Nações, a precursora da Organização das Nações Unidas(ONU).

4.) Segredos do incêndio de Reichstag

[Imagem: Fogo_Reichstag.jpg]

Em 1933, apenas uma semana antes das eleições gerais que poderiam colocar Nazis suficientes no poder para fazer de Hitler ditador, o Reichstag, que abrigava o parlamento do Império Alemão, foi incendiado. Adolf Hitler assegurou a todos que os terroristas comunistas provocaram o incêndio.

Hermann Göring membro do partido de Hitler afirmou que ele tinha provas secretas que em breve seriam tornadas públicas, evidencias que provavam que os comunistas teriam sido os autores.

Estas proclamações vieram ao de cima em semanas de violência nas ruas, organizadas pelos Nazis concebidas para condicionar o público a gerar um medo patológico dos comunistas.

No dia seguinte nazis convenceram o senil presidente Von Hindenburg a assinar o decreto de Reichstag.

O decreto utilizava a defesa contra o terrorismo como uma desculpa, suspendendo quase todos os grandes conjuntos de de liberdades civis na constituição de Weimar: habeas corpus (o direito de saber por que se é preso) desapareceu.

A liberdade de opinião? Desapareceu. A liberdade de Imprensa? Deixou de existir.

A liberdade para organizar e reunir? Desapareceu. O decreto Reichstag permitiu até mesmo ao governo espiar conversas pessoais de correio e telefone dos seus próprios cidadãos sem um mandado judicial… algo que é comum atualmente aos americanos: foi um precursor para o presidente George W. Bush numa ordem secreta em 2002, ordenar à Agência de Segurança Nacional (NSA) para fazer exatamente a mesma coisa.

Então e em relação ao incêndio? A única coisa que os historiadores parecem concordar é que Marinus van der Lubbe, um ex-comunista holandês e incendiário mentalmente perturbado com fome de fama, foi encontrado no interior do edifício.

Apesar da tentativa Nazi de culpar um grupo de comunistas pelo incêndio, estes foram posteriormente absolvidos pelo próprio governo Nazi. Depois de anos de extensa investigação, a maioria dos historiadores acreditam que os próprios hitlerianos incendiaram o Reichstag usando van der Lubbe como seu bode expiatório.

Eles sabiam que um louco iria tentar incendiar o prédio e eles não só deixá-lo-iam fazer isso, como também o podem ter ajudado, encorajando-o e ajudando na propagação do fogo ao espalhar gasolina e bombas incendiárias.

A maioria dos alemães, sentindo-se novamente seguros contra o terrorismo, não se importava que a sua liberdade lhes tivesse sido roubada, ou que muito das suas vidas e obras se tornasse tão estritamente controladas.

Pelo contrário, sentiram-se muito entusiasmados e patrióticos com o novo governo, que ignorante mente acreditavam que se preocupava muito com o seu povo.

E, enquanto o cidadão médio trabalhasse arduamente, mantivesse a sua boca fechada e deixasse os seus filhos participarem na organização da Juventude Hitleriana, ficariam fora dos campos de concentração.

5.) A falsa invasão de Gleiwitz

[Imagem: Invasao_Gleiwitz.jpg]

No final da noite de Quinta-Feira, 31 de Agosto de 1939, agentes secretos alemães que fingiram serem terroristas polacos invadiram a estação de rádio Gleiwitz na região fronteiriça, entre a Alemanha e a Polônia: na Silésia.

O programa de música da emissora sofreu um fim abrupto, seguido por vozes alemãs frenéticas anunciando que as formações polacas estavam a marchar em direção à cidade. A Alemanha estava a ser invadida pela Polônia!

Então, como uma má imitação do ano anterior da infame transmissão da Guerra dos Mundos, a transmissão foi morta por um momento de silêncio dramático.

Em breve, as ondas de rádio apareceram e crepitaram para a vida novamente, e desta vez com vozes polacas a chamar por todos polacos na área de transmissão para pegarem em armas e atacar a Alemanha.

Em pouco tempo, as estações de rádio em toda a maioria da Europa divulgaram a história. A BBC transmitiu esta declaração: “Há relatos de um ataque a uma estação de rádio em Gleiwitz, que fica do outro lado da fronteira polaca na Silésia”.

A agência de notícias alemã relata que o ataque ocorreu por volta das 20h dessa noite, quando os polacos abriram caminho para o estúdio e começaram a transmitir uma declaração em polaco.

Dentro de um quarto de hora, dizia o relatório, os polacos foram dominados pela polícia alemã, que abriram fogo contra eles. Muitos dos polacos foram mortos, mas os números ainda não são conhecidos E assim, Hitler inventou uma desculpa para invadir a Polônia, que foi o que fez no dia seguinte, a 1 de Setembro de 1939, dia do inicio da Segunda Guerra Mundial.

O que realmente aconteceu? Alfred Helmut Naujocks recebeu as ordens de Heinrich Müller, chefe da Gestapo, para levar adiante um ataque terrorista encenado junto da estação de Gleiwitz.

À disposição do Naujock estiveram os que foram batizados pelos alemães com o cognome “enlatados”, que eram os dissidentes e criminosos que mantiveram vivos em campos de detenção até que a Gestapo precisasse de um corpo morto ainda quente.

Para adicionar peso ao ataque de Gleiwitz, Naujocks trouxe um bom “enlatado”, Franciszek Honiok. Honiok, um alemão da região da Silésia, que era um simpatizante polaco conhecido.

Antes de chegar à estação, a Gestapo deu-lhe uma injeção letal. De seguida, vestiram-no como um terrorista polaco e trouxeram-no para frente da estação de rádio.
Naujocks depois testemunhou que o homem estava inconsciente, mas que ainda não tinha morrido, quando foi baleado em cheio por rajadas de pistola.

Quando a polícia e a Imprensa encontraram o corpo de Honiok, assumiram que ele tinha sido um dos terroristas polacos fictícios que atacaram a estação de rádio.

Ao todo, foram efetuada 21 ações terroristas falsas ao longo da fronteira, naquela mesma noite, muitos deles utilizando “enlatados” das prisões alemãs para que houvesse abundância de corpos na manhã, para evidenciar os atacantes polacos que tinham sido filmados em legítima defesa.

No dia seguinte, depois de uma longa noite cheia de falso terror, Hitler fez um discurso para o exército alemão, com uma raiva sintética: O estado polaco recusou-se a uma solução pacífica das relações e fez um apelo às armas. Os alemães na Polônia são perseguidos com terror sanguinário e expulsos das suas casas.

Uma série de violações da fronteira, intoleráveis para uma grande potência, provam que a Polônia não está mais disposta a respeitar a fronteira do Reich.

A fim de pôr término a essa loucura, não tenho outra escolha senão combater a força com força a partir de agora. O exército alemão vai lutar a batalha pela honra e pelos direitos vitais da Alemanha renascida, com grande determinação. Espero que todos os soldados, conscientes das grandes tradições da eterna guerreira alemã, nunca permaneçam inconscientes de que é uns representantes da nacional-socialista grande Alemanha.

Longa vida ao nosso povo e ao nosso Reich! Se não fosse pelos julgamentos de Nuremberg, em 1945, a verdadeira história por trás do ataque de Gleiwitz poderia nunca ter sido descoberta. Foi lá que o líder da operação, Alfred Naujocks, “abriu o jogo” numa declaração escrita.

6.) O mito de Pearl Harbor

[Imagem: Mito_Pearl_Harbor.jpg]

Na manhã de domingo, 7 de Dezembro de 1941, os japoneses lançaram um ataque surpresa em Pearl Harbor, que dizimou a frota do Pacífico dos Estados Unidos e forçou estes a entrar na Segunda Guerra Mundial.

Isso é o que à maioria de nós foi ensinado como se faz às crianças da escola… Mas, com exceção da data, tudo o que acabou de ler é um mito. Na realidade, não houve ataque furtivo.

A frota do Pacífico ficou longe de ter sido destruída. E, além disso, os Estados Unidos efetuaram um grande esforço para provocar o ataque. Em 27 de Janeiro de 1941, Joseph C. Grew, o embaixador dos EUA no Japão, ligou para Washington avisando de que tomara conhecimento dos planos para um ataque surpresa que o Japão estava a preparar para Pearl Harbor. Em 24 de Setembro, um despacho dos serviços secretos navais japoneses para o cônsul geral do Japão em Honolulu foi decifrado.

A transmissão foi um pedido de uma grelha de localizações exatas dos navios em Pearl Harbor. Surpreendentemente, Washington optou por não compartilhar essas informações com os oficiais em Pearl Harbor.

De seguida, em 26 de Novembro, o corpo principal da força de ataque japonês (que consiste em seis porta-aviões, dois navios de Guerra, três cruzadores, nove destroyers, oito navios-tanque, 23 submarinos da frota, e cinco mini-submarinos) partiram do Japão para o Hawaii.

Apesar do mito de que a força de ataque manteve um rigoroso silêncio de rádio, os serviços secretos navais dos EUA interceptaram e traduziram muitos despachos.

E, não havia escassez de despachos, Tóquio enviou mais de mil transmissões para a frota de ataque antes de este chegar ao Hawaii.

Alguns desses despachos, em particular esta mensagem do almirante Yamamoto, não deixou dúvidas de que Pearl Harbor seria alvo de um ataque japonês: O grupo de trabalho, ao manter o seu movimento estritamente secreto e mantendo estreita guarda contra submarinos e aviões, deve avançar para as águas hawaiianas, e sobre a própria abertura das hostilidades deve atacar a principal força da frota dos Estados Unidos e dar-lhe um golpe mortal.

O primeiro ataque aéreo estava previsto para a madrugada do dia-x. A data exata será dada por ordem mais tarde.

Mesmo na noite anterior ao ataque, os serviços secretos dos EUA descodificaram uma mensagem que apontava para domingo de manhã como sendo o prazo para algum tipo de ação perpetrada pelos japoneses.

A mensagem foi entregue ao alto comando Washington mais de quatro horas antes do ataque a Pearl Harbor. Mas, como muitas mensagens anteriores, foi ocultada dos comandantes em Pearl Harbor.

Embora muitos navios tenham sido danificados em Pearl Harbor, tratavam-se todos eles de navios velhos e lentos. Os principais alvos da frota de ataque japonês foram os porta-aviões da frota do Pacífico, mas Roosevelt fez com que estes estivessem a salvo do ataque.

Em Novembro, mais ou menos ao mesmo tempo em que a frota de ataque japonesa deixou o Japão, Roosevelt enviou o navio Lexington e o Enterprise para o mar. Enquanto isso, o Saratoga estava em San Diego. Porque é que Pearl Harbor aconteceu? Roosevelt queria uma fatia “do bolo” da guerra.

Tendo falhado o isco a Hitler dando 50,1 milhões dólares em abastecimento de guerra à Grã-Bretanha, à União Soviética, França e China, como parte do programa Lend Lease, Roosevelt mudou o foco para o Japão.

Porque o Japão tinha assinado um pacto de defesa mútua com a Alemanha e com a Itália, Roosevelt sabia que a guerra com o Japão era uma porta traseira legítima para se juntar à guerra na Europa.

Em 7 de Outubro de 1940, um dos conselheiros militares de Roosevelt, o tenente-comandante Arthur McCollum, escreveu um memorando detalhando um plano de 8 passos que provocaria o Japão a atacar os Estados Unidos. Durante o ano seguinte, Roosevelt implementou todas os oito ações recomendadas.

No verão de 1941, os EUA juntaram-se à Inglaterra num embargo de petróleo contra o Japão. O Japão precisava de petróleo para a sua guerra com a China, e não tinha outra opção senão a de invadir as Índias Orientais e o Sudeste Asiático para obter novos recursos.

E isso exigiria livrar-se da frota do Pacífico dos Estados Unidos primeiro. Embora Roosevelt possa ter conseguido mais do que esperava, deixou primeiro que o ataque a Pearl Harbor acontecesse, e até ajudou o Japão a fazer com que o seu ataque fosse uma surpresa.

Tê-lo ao ocultar informações dos comandantes de Pearl Harbor e até mesmo assegurando que a força de ataque não fosse descoberta acidentalmente por tráfego marítimo comercial. Como o contra-almirante Richmond K.

Turner afirmou em 1941: “Estávamos preparados para desviar o tráfego quando acreditamos que a guerra era iminente. Enviamos o tráfego para sul através do Estreito de Torres, de modo que a faixa do grupo de trabalho japonês estivesse livre de todo o tráfego”.

7.) Célula terrorista israelita descoberta no Egito

[Imagem: Celula_Terrorista_Israelita.jpg]

Em Julho de 1954, uma célula terrorista foi ativada dentro do Egito. Os ataques que se seguiram, inteligentemente concebidos para parecerem como tendo origem árabe, explodiram e incendiaram alvos norte-americanos e britânicos.

Em primeiro lugar, os terroristas bombardearam a agência de correios de Alexandria.

Em seguida, bombardearam as bibliotecas da agência de informação dos EUA: uma em Alexandria, e outra no Cairo. Em seguida, bombardearam o teatro Metro-Goldwyn Mayer de propriedade britânica, um terminal ferroviário, a agência central dos correios, e mais alguns teatros…

Para contrabandear as suas bombas no interior dos edifícios, os terroristas usaram dispositivos em forma de livros, escondendo-os dentro das capas de livros. Uma vez dentro, os sacos cheios com ácido foram colocados em cima das bombas de nitroglicerina.

Após várias horas, o ácido “corroeu” através dos sacos e acendeu a nitroglicerina, causando explosões e infernos ardentes.

No início dos anos de 1950, os Estados Unidos estavam a estabelecer relações de amizade com o Egito, aproveitando o novo governo pan-árabe egípcio de Gamal Abdel Nasser.

A relação quente entre os EUA e Egito provocou um Israel muito inseguro, sentindo-se ameaçado. Nassar também tinha planos para nacionalizar o Canal do Suez, que tinha sido controlado pelos britânicos durante décadas.

O Egito tinha ficado conhecido por bloquear a navegação israelita através do canal e Israel temia que Nassar fizesse um bloqueio permanente.

Depois de o presidente norte-americano Eisenhower começar a incentivar os britânicos a deixar a zona do Canal do Suez, Israel começou a procurar uma maneira para fazer com que os britânicos ficassem, e uma maneira de se manterem os melhores amigos da América.

E que melhor maneira de tratar o seu melhor amigo do que a apunhalá-los nas costas e dizer-lhes que um dos seus outros amigos o fez?

David Ben Gurion, primeiro-ministro fundador de Israel, pensou que os ataques terroristas egípcios contra os americanos seriam uma maneira perfeita para esfriar a crescente relação EUA / Egito.

Como não havia egípcios a planear ataques contra os americanos, os protegidos de Ben Gurion tomaram a melhor opção de seguida: recrutaram agentes israelitas para fingir serem terroristas egípcios.

A célula terrorista israelita ultra secreta, Unidade 131, existia desde 1948. Em 1950, a direção de serviço secreto militar israelita Aman foi criada e Israel enviou um agente disfarçado, o coronel Avraham Dar (apelido: John Darling, cidadão britânico da ilha de Gibraltar), para recrutar mais membros para a Unidade 131.

Ele também os treinou em como construir bombas e aterrorizar os americanos e civis britânicos que trabalhavam e viviam no Egito. Antes de a célula terrorista ser ativada, outro agente israelita chamado Avraham (Avraham Seidenberg) foi enviado para assumir o controlo de Avraham Dar.

Seidenberg primeiro foi para a Alemanha para criar um apelido: ele assumiu a identidade de Paul Frank, um ex-oficial da SS, com conexões secretas Nazis. Por volta de 1954, a sua nova identidade estava em vigor e ele foi para o Egito para assumir o comando da Unidade 131.

Tudo estava a ir bem para os terroristas israelitas como parecia. Mas, havia algo que os membros da Unidade 131 não sabiam: a sua célula dormente terrorista tinha sido infiltrada pelos serviços secretos egípcios. O novo líder da Unidade 131, Seidenberg, tinha-os traído para os egípcios.

Então, quando o membro da Unidade 131, Philip Nat Hanson se dirigiu para bombardear o teatro Rio de propriedade britânica em Alexandria, não só estava a serem seguidos, como os serviços secretos egípcios tinham um carro de bombeiros à espera para apagar as chamas.

Como Nathanson ficou na fila do bilhete, a sua má sorte piorou quando uma das bombas no bolso inflamou e depois explodiu. Nathanson ficou queimado, mas não morreu.

Como os pedestres nas proximidades gritavam por socorro e perguntava-se se ele seria um bombista suicida, os policias egípcios entraram em cena, acalmaram a multidão, e identificaram Nathanson como sendo um dos terroristas que tinham explodindo edifícios americanos e britânicos. Nathanson foi interrogado pelos serviços secretos militares do Egito e confessou todo o enredo, o que levou a mais detenções.

Quando os espiões israelitas receberam um julgamento público, todos os detalhes da sua formação terrorista em Israel vieram ao de cima. O antigo primeiro-ministro israelita Ben Gurion e chefe da Aman de Israel, Binyamin Gibli, tentaram acusar o seu próprio ministro da defesa, Pinhas Lavon.

Até apresentaram documentos falsos como prova. A acusação funcionou por algum tempo, tanto que todo o incidente ainda é popularmente conhecido como o Caso Lavon. Lavon renunciou e Ben Gurion acabou por substituí-lo como ministro da defesa de Israel. No entanto, a verdade acabou por emergir.

Em 1960, uma revisão da investigação descobriu os documentos falsos, bem como o perjúrio de Seidenberg. Uma comissão de sete membros do gabinete retirou as culpas de Lavon. Embora Ben Gurion nunca tenha admitido à culpa, renunciou ao cargo de ministro da defesa.

8.) Operação Northwoods

[Imagem: Operacao_Northwoods.jpg]
Em 1962, os chefes do estado maior das forças armadas dos Estados Unidos propuseram por unanimidade atos de terrorismo patrocinados pelo estado em solo americano, contra cidadãos americanos.

O chefe de todos os ramos das forças armadas dos Estados Unidos deu autorização por escrito para afundar navios dos EUA, abater aviões americanos sequestrados e abater e bombardear civis nas ruas de Washington, e Miami.

A ideia era culpar o terrorismo auto-infligido pelo líder de Cuba, Fidel Castro, de modo a que o público norte-americano implorasse e “gritasse” para que os fuzileiros navais invadissem Havana.

O público aprendeu sobre a Operação Northwoods 35 anos depois, quando o documento extremamente secreto foi desclassificado pela John F. Kennedy Assassination Records Review Board. Entre outras coisas, a Operação Northwoods propôs:

Fingir a queda de um avião de passageiros americano. O desastre era para ser realizado falsificando um voo comercial dos EUA para a Jamaica, e tendo sido o avião embarcado num aeroporto público por agentes da CIA disfarçados de estudantes universitários que iam a férias.

Um avião vazio conduzido através de controlo remoto iria seguir o voo comercial, quando este deixou a Flórida.

Os pilotos do voo comercial utilizariam o rádio para pedi-la ajuda, mencionando que tinham sido atacados por um guerrilheiro cubano, sendo que então aterraria em segredo em Eglin AFB.

O avião vazio conduzido por controlo remoto, então, iria explodir em pleno voo e ao público seria dito que todos os pobres estudantes universitários a bordo estavam mortos. Utilizando um possível desastre da NASA (a morte do astronauta John Glenn) como pretexto para lançar a Guerra.

O plano apelou para a “produção de diversos elementos de provas que sustentaria a interferência eletrônica por parte dos cubanos” se algo de errado acontecesse com o terceiro lançamento espacial tripulado, da NASA.

Ao explodir prédios em Washington e Miami, agentes cubanos (agentes da CIA disfarçados) seriam presos, e iriam confessar os atentados. Além disso, os documentos falsos que comprovariam o envolvimento de Castro nos ataques seriam “encontrados” e entregues à Imprensa.

Atacariam a base militar americana em Guantánamo com recrutas da CIA disfarçados de mercenários cubanos. Tal envolvia explodir o depósito de munições e, obviamente, resultaria em danos materiais e muitos soldados americanos mortos.

Como último recurso, o plano mencionou subornar um dos comandantes de Castro para iniciar o ataque a Guantánamo. Isso merece relevo: o Pentágono considerou o uso de dinheiro dos impostos para subornar militares de outro país para atacar as suas próprias tropas, a fim de instigar uma Guerra em grande escala.

A Operação Northwoods foi apenas um dos vários planos sob a tutela da Operação Mongoose. Pouco depois os chefes do estado maior assinaram e apresentaram o plano em Março de 1962.

O presidente Kennedy, ainda a sofrer com o fiasco da Baía dos Porcos, declarou que ele nunca iria autorizar a invasão militar de Cuba. Em Setembro, Kennedy negou ao chefe do estado maior, o general Lyman Lemnitzer, um segundo mandato como mais alto oficial militar no ranking da nação.

E no Inverno de 1963, Kennedy foi morto… morto, aparentemente, por um simpatizante de Cuba nas ruas de uma cidade americana.

9.) Fantasmas no Golfo de Tonkin
[Imagem: Golfo_Tonkin.jpg]

Em 2 Agosto de 1964, três navios torpedeiros norte vietnamitas atacaram um navio destroyer dos EUA, o USS Maddox.

Os barcos supostamente dispararam torpedos contra o navio americano em águas internacionais no Golfo de Tonkin, a cerca de 30 milhas ao largo da costa do Vietnam.

A 4 de Agosto, a marinha dos EUA informou um outro ataque não provocado ao navio USS Maddox e ao navio USS Turner Joy. Poucas horas depois, o presidente Lyndon B. Johnson ordenou um ataque de retaliação.

Como as bases para os navios torpedeiros norte vietnamita foi bombardeado, Johnson foi à televisão e disse à América:

“Atos repetidos de violência contra as forças armadas dos Estados Unidos devem ser atendidos não só com alerta de defesa, mas com uma resposta positiva. Essa resposta está a ser dada enquanto falo hoje à noite.”

No dia seguinte, o secretário de defesa Robert McNamara assegurou na Colina do Capitólio que só o Maddox tinha realizado uma missão de rotina do mesmo tipo que é realizada em todo o mundo e a qualquer momento.

McNamara afirmou que os dois navios não estavam de nenhuma maneira envolvidos com os recentes ataques de navios sul-vietnamitas contra alvos norte vietnamitas.

O pedido de Johnson, o congresso aprovou a Resolução do Golfo de Tonkin. A resolução pré-aprovava quaisquer ações militares que Johnson fosse tomar. Deu a Johnson um “bilhete grátis” para fazer uma guerra no Vietnam tão grande quanto o presidente quisesse.

E, fiel às suas grandes raízes texana, Johnson obteve uma grande Guerra: em 1969, mais de meio milhão de soldados norte-americanos estavam a lutar na Indochina.

Apesar do testemunho de McNamara ser contrário, o USS Maddox vinha a prestar apoio de inteligência para barcos sul-vietnamitas que realizavam ataques contra o Vietnam do Norte. McNamara também tinha demonstrado que não havia “prova inequívoca” de uma “provocação” no segundo ataque contra o USS Maddox. De fato, o segundo ataque nunca ocorreu.

Na altura do segundo incidente, os dois destroyers americanos interpretaram mal os sinais de radar e rádio como sendo ataques da marinha norte vietnamitas. É sabido que não havia barcos norte vietnamitas na área.

Então, durante duas horas, os dois destroyers americanos realizaram tiros de distância contra alvos de radar inexistentes e manobraram vigorosamente para evitar navios norte vietnamitas fantasmas.

Embora o segundo “ataque” apenas tenha envolvido dois navios americanos que se defenderam contra um inimigo inexistente, o presidente e o secretário de defesa utilizaram-no para forçar o congresso e o povo americano a começar uma Guerra que eles não queriam nem necessitavam. Após a Guerra do Vietnam “ter-se transformado num atoleiro”, o congresso decidiu colocar limites sobre a autoridade do presidente para unilateralmente empreender a Guerra.

Assim, em 7 de Novembro de 1973, o congresso derrubou o veto do presidente Nixon, e passou a War Powers Resolution. A resolução exige que o presidente tenha de consultar-se com o congresso antes de tomar decisões que envolvem as forças armadas americanas nas hostilidades. Está em vigor até hoje.

10.) Os ataques de 11 de Setembro de 2001

[Imagem: 11_Setembro.jpg]

Como muitos edifícios construídos na década de 1970, as torres gêmeas foram construídas com grandes quantidades de amianto causador de cancro. O custo da remoção do amianto das torres gêmeas?

O valor de um ano das receitas, no mínimo, possivelmente tanto como o valor dos próprios edifícios. O custo de desmontar torres gêmeas andar a andar deveria ultrapassar os bilhões de dois dígitos.

Além disso, a autoridade portuária proibiu a demolição das torres porque o pó de amianto resultante cobriria toda a cidade, o que fez quando entrou em colapso, resultando em muitos tipos de cancro com uma ligação confirmada à poeira oriunda do World Trade Center.

Apesar da sua condição questionável, em Janeiro de 2001, Larry Silverstein fez uma oferta de 3,2 milhões dólares para comprar o World Trade Center.

Em 24 de Julho, a autoridade portuária aceitou a oferta. Silverstein fez então uma apólice de seguro que, compreensivelmente, cobria contra atentados terroristas que aconteceram sete semanas mais tarde.

Até ao momento, Silverstein foi “premiado” em quase 5 bilhões de dólares de nove companhias de seguros diferentes.

O que era um pesadelo de amianto transformou-se num lucro de 1,8 bilhões de dólares no prazo de sete semanas.

Donald Rumsfeld no Pentágono, afirmou na manhã de 10 de Setembro de 2001: “De acordo com algumas estimativas, não podemos verificar onde andam cerca de 2,3 trilhões de dólares americanos nas transações.”

Veja também: [VIDEO] 11 de Setembro: Uma Teoria da Conspiração (em cinco minutos)

Essa notícia bombástica foi praticamente esquecida na manhã seguinte. Então, como uma recompensa pelo fato de se perder cerca de 8 mil dólares por cada homem, mulher e criança na América, os contribuintes patrioticamente ajudaram em 370 bilhões de dólares para invadir o Iraque. Fiel à sua forma, o Pentágono rapidamente perdeu 9 bilhões de dólares desse dinheiro, também.

Oito dias após os ataques, as 342 páginas do Patriot Act foram dadas ao congresso. Na mesma semana, cartas “armadas” com antrax de um laboratório militar dos EUA entraram em caixas de correio. Posteriormente, enquanto os gabinetes do congresso foram evacuados, inspecionados, limpos e as fossas nasais esfregadas, o Patriot Act permaneceu praticamente sem alterações.

Então, com pouco debate, o Patriot Act tornou-se lei, dando ao governo de Bush poder sem precedentes para aceder aos registos médicos das pessoas, registos fiscais, informações sobre os livros que compraram ou pediram emprestados e o poder de conduzir pesquisas residenciais secretas sem notificar os proprietários de que as suas casas foram investigadas.

No início de 2001, os executivos da Shell, BP, e Exxon reuniram-se com o grupo de trabalho do sector energético de Dick Cheney enquanto ele estava a desenvolver a sua nova Política energética nacional.

Mais tarde, as empresas admitiram livremente interesse em lucrar com os campos de petróleo do Iraque, antes mesmo dos EUA terem-no invadido. E agora? A nova lei de hidrocarbonetos do Iraque esperada para ser aprovado em Março de 2007 abriu a porta aos investidores internacionais, liderados pela BP, Exxon e Shell, para desviar 75 por cento da riqueza do petróleo do Iraque nos próximos 30 anos.

De acordo com declarações de Anthony Shaffer, tenente-coronel receptor da estrela de bronze com 22 anos de experiência em operações de inteligência, um programa de inteligência classificada com nome de código Able Danger tinha descoberto duas das três células terroristas do 11 de Setembro um ano antes dos ataques e tinha identificado quatro dos piratas do ar.

Shaffer alertou o FBI em Setembro de 2000, mas as reuniões que ele tentou estabelecer com funcionários do departamento foram repetidamente bloqueados por advogados militares.

Quatro testemunhas credíveis apresentaram-se para confirmar as alegações de Shaffer. Em Agosto de 2001, um instrutor da Pan Am Flight International Academy alertou o FBI de que um aluno (Zacarias Moussaoui) poderia utilizar um avião comercial carregado com combustível como arma.

O instrutor perguntou: “Você compreende que um Boeing 747 carregado com combustível pode ser usado como uma bomba?” Moussaoui foi preso sob a acusação de imigração, mas, apesar da insistência repetida da escola e agente local, a sede do FBI recusou efetuar uma investigação mais profunda.

Os Estados Unidos da América também receberam dezenas de avisos detalhados (nomes, locais, datas) das agências de inteligência da Indonésia, Grã-Bretanha, Alemanha, Itália, Egito, Jordânia, Índia, Argentina, Marrocos, Rússia, Israel, França e até mesmo do Talibã.

Parece que o mundo inteiro estava a estragar o trabalho dos sequestradores sauditas e um pouco perplexos por os EUA não estarem a tomar ações preventivas. Mas em cada um dos casos os EUA optaram por não investigar.

Em vez disso Condoleezza Rice, a 16 de Maio de 2002, declarou: “Eu não acho que ninguém poderia ter previsto que essas pessoas iriam tomar de assalto um avião e embatê-lo contra o World Trade Center, sequestrar ainda outro e embatê-lo contra o Pentágono.”

Também se sabe que na manhã de 11 de Setembro, vários jogos e exercícios de Guerra da força aérea estavam a decorrer.

Os sequestradores nunca teriam chegado aos seus alvos sem esses jogos de Guerra. A operação Northern Vigilance garantiu que muitas caças a jacto que normalmente patrulham a costa leste voavam sobre o Alasca e norte do Canadá num exercício que simulava um ataque aéreo russo, completado com falsos blips de radar.

Notavelmente, a operação Vigilant Guardian simulava aviões sequestrados no sector oriental norte, enquanto piratas do ar reais estavam no mesmo espaço aéreo.

Este exercício teve a NORAD e a força aérea a reagir a falsos blips sobre as telas de radar da FAA. Alguns destes blips corresponderam a aeronaves militar reais no ar a agir como aviões sequestrados. Por isso, quando oficial de controlo de bordo da NORAD, o tenente-coronel Dawne Deskins, ouviu Boston afirmar que tinha havido um avião sequestrado, as suas primeiras palavras foram: “Deve ser parte do exercício.”

Alterando as cores

Se seguir o dinheiro, pode verificar-se que as pessoas que tinham mais a ganhar com a situação, ocuparam as posições militares e civis fundamentais para ajudar a que o evento de 11 de Setembro acontece se, assim como para encobrir o crime.

Essa é a marca das operações de Falsa Bandeira ao longo da História. Mas a incrível escala da farsa do 11 de Setembro, e o grande número de pessoas que ainda se recusam a admitir ver a montanha de aspectos não explicados à frente dos seus olhos… isso é o que faz com que os ataques do11 de Setembro de 2001 sejam a maior operação de Falsa Bandeira de todos os tempos.

Hermann Göring declarou: Naturalmente, as pessoas comuns não querem a Guerra, nem na Rússia, nem na Inglaterra, nem na América, nem na Alemanha. Isto é bem compreendido.

Mas afinal de contas, são os líderes do país que determinam a Política, e é sempre uma simples questão de arrastar o povo, seja numa democracia ou numa ditadura fascista, ou num parlamento ou numa ditadura comunista…

Com voz ou sem voz, as pessoas sempre podem sempre ser trazidas de encontro à vontade dos seus líderes. É fácil. Tudo que se tem a fazer é dizer-lhes que estão a ser atacados, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo, expondo o país ao perigo. Isto funciona da mesma forma em qualquer país.

Adolf Hitler no Mein Kampf, livro ainda proibido em alguns países, escreveu: “No tamanho da mentira está sempre contido um determinado fator de credibilidade, uma vez que para as grandes massas do povo… será mais fácil serem vítimas de uma grande mentira do que de uma pequena”.

Fontes:
via Fórum Anti-NOM: 10 operações de Falsa Bandeira que moldaram o nosso Mundo

domingo, 6 de setembro de 2015

Agenda da Nações Unidas 2030: um Modelo para a Escravização Global da Humanidade


Você sabia que a ONU está planejando lançar uma "nova agenda universal" para a humanidade em setembro de 2015? Este documento da ONU "Agenda 2030" empurra um modelo para o chamado "desenvolvimento sustentável" no mundo inteiro.

Este documento descreve nada menos do que uma tomada maioritária de todas as nações do planeta pelo governo mundial. As "metas" deste documento não são nada mais do que palavras de código para uma agenda fascista do governo corporativo que vai prender a humanidade em um ciclo devastador de miséria enquanto enriquece as corporações globalistas mais poderosas do mundo, como Monsanto e DuPont.

No interesse de ajudar despertar a humanidade, "traduzimos" os 17 pontos desta agenda 2030 para que os leitores em todos os lugares possam entender o que este documento está realmente planejando. Para fazer esta tradução, você tem que entender como globalistas disfarçam suas agendas monopolistas no idioma "sinta-se bem".

Aqui é a tradução ponto-a-ponto. Observe cuidadosamente que em nenhum lugar desse documento fala que "alcançar a liberdade humana" é uma de suas metas. Também não explica como essas metas serão alcançadas. Como você verá aqui, cada ponto nesta agenda das Nações Unidas deve ser alcançado através do controle centralizado e mandato de um governo totalitários que se assemelha ao comunismo.

Tradução de "Agenda 2030 da ONU modelo para o governo mundial" (controlado por interesses corporativos)


Meta 1) Acabar com a pobreza em todas as suas formas em todos os lugares

Tradução: Coloque todos na previdência do governo, vale-refeição, subsídios de habitação e bolsas que os tornam escravos obedientes ao governo global. Nunca permita que as pessoas tenham mobilidade social ascendente para ajudar a si mesmos. Em vez disso, ensinar a vitimização em massa e obediência a um governo que fornece bolsas mensais, um "subsídio" para fundamentos básicos, como alimentos e medicamentos. Rotule isso como "acabar com a pobreza".
Meta 2) Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável

Tradução: invadir o planeta inteiro com transgênicos e sementes patenteadas da Monsanto, aumentando o uso de herbicidas mortais sob a falsa alegação de "aumento da produção" de culturas alimentares. Criação de plantas geneticamente modificadas para aumentar químicos vitamínicos específicos, enquanto não se tem nenhuma idéia das conseqüências de longo prazo destas experiências de poluição genética ou de cruzamento de espécies genéticas realizadas abertamente em um ecossistema frágil.
Meta 3) Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos em todas as idades

Tradução: Obrigar à mão armada mais de 100 vacinas para todas as crianças e adultos, ameaçando os pais com detenção e prisão se eles se recusarem a cooperar. Empurre o uso de medicação pesada sobre as crianças e adolescentes, e ao mesmo tempo lançando programas de "testes". Chamar programas de medicação em massa de "prevenção" e afirmar que estes melhoram a saúde dos cidadãos.
Meta 4) Assegurar a educação inclusiva e eqüitativa de qualidade e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos

Tradução: Empurre uma falsa história e uma educação emburrecida sob os padrões de educação que produzem trabalhadores obedientes ao invés de pensadores independentes. Nunca deixe as pessoas aprender história real, ou então elas podem perceber que elas não querem repetí-la.
Meta 5) Conseguir a igualdade de género e capacitar as mulheres e meninas

Tradução: Criminalizar o cristianismo, marginalizar a heterossexualidade, demonizar os homens e promover a agenda LGBT em todos os lugares. O objetivo real nunca é "igualdade", mas sim a marginalização e envergonhar quem exprimir quaisquer características masculinas. O objetivo final é para feminilizar a sociedade, criando uma aceitação generalizada de "obediência suave", juntamente com as idéias de auto-enfraquecimento da propriedade comunal e o compartilhamento de todas as coisas. Porque só a energia masculina tem a força para levantar-se contra a opressão e luta pelos direitos humanos, a supressão da energia masculina é fundamental para manter a população em estado de aquiescência eterna.
Meta 6) Assegurar a disponibilidade e a gestão sustentável da água e saneamento para todos

Tradução: Permitir que corporações poderosas assumam o controle do abastecimento de água do mundo e cobrem preços de monopólio para "construir novas infra-estruturas de distribuição de água", que "garantam a disponibilidade".
Objetivo 7) Assegurar o acesso à energia acessível, confiável, sustentável e moderna para todos

Tradução: Penalizar o uso do carvão, gás e petróleo, enquanto empurram energia "verdes" subsidiadas e condenada ao fracasso para startups com morte cerebral chefiadas por amigos da Casa Branca, que irão à falência em cinco anos ou menos. As startups verdes fazem discursos impressionantes e ganham ampla cobertura da mídia, mas porque essas empresas são dirigidas por idiotas corruptos em vez de empresários capazes, elas sempre irão falência. (E a mídia espera que você não se lembre de todo o alarde em torno do seu lançamento original).
Objetivo 8) Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, o emprego pleno e produtivo e do trabalho digno para todos

Tradução: Regular o pequeno negócio para fora da existência com salários mínimos impostos pelo Governo que irão falir setores inteiros da economia. Forçar empregadores a atender a contratação de quotas de trabalhadores LGBT, enquanto determina níveis salariais sob uma economia de trabalho centralmente planificada ditada pelo governo. Destrua a economia de mercado livre e negue autorizações e licenças para as empresas que não obedecem ordens do governo.
Meta 9) Construir infra-estrutura resiliente, promover a industrialização inclusiva e sustentável e promover a inovação

Tradução: Coloque as nações em dívida extrema com o Banco Mundial, gastando dinheiro da dívida para contratar empresas americanas corruptas para construir projetos de infra-estrutura de grande escala que colocam nações em desenvolvimento nessa armadilha de espiral interminável de dívida. Veja as "Confissões de um Assassino Económico" por John Perkins para entender os detalhes de como esse esquema foi repetido inúmeras vezes ao longo das últimas décadas.
Meta 10) Reduzir as desigualdades dentro e entre países

Tradução: Punir os ricos, os empresários e os inovadores, confiscando quase todos os ganhos por aqueles que optam por trabalhar e atingir a excelência. Redistribuir a riqueza confiscada para as massas de parasitas humanos não-úteis que se alimentam de uma economia produtiva ao mesmo tempo que não contribuem para nada... tudo ao mesmo tempo que clamam por "igualdade!"
Meta 11) Tornar as cidades e assentamentos humanos inclusivos, seguros, flexíveis e sustentáveis

Tradução: proibir todas as posses de armas por cidadãos particulares, concentrando as armas nas mãos da polícia governamental obediente que reina sobre uma classe desarmada, escravizando trabalhadores empobrecidos. Criminalizar a vida na maioria das áreas rurais, instituindo "áreas protegidas" no estilo "Jogos Vorazes", onde o governo irá reivindicar que são de propriedade "do povo", mesmo que não seja permitido às pessoas viver lá. Forçar todos os seres humanos a viver em cidades superlotadas, rigidamente controlados onde eles estarão sob vigilância 24 horas 7 dias por semana, e sujeitos à fácil manipulação pelo governo.
Meta 12) Garantir o consumo e produção sustentáveis

Tradução: Comece a cobrança de impostos punitivos sobre o consumo de eletricidade e combustíveis fósseis, forçando as pessoas a viver em condições de deterioração dos padrões de vida que se assemelham cada vez mais condições do Terceiro Mundo. Use campanhas de influência social em TV, filmes e mídia social para envergonhar as pessoas que usam gasolina, água ou electricidade, estabelecendo uma construção social de idiotas manipulados que deduram os seus vizinhos em troca de recompensas de crédito alimentar.
Meta 13) Tomar medidas urgentes para combater as mudanças climáticas e seus impactos

Tradução: Definir quotas de consumo de energia para cada ser humano e começar a punir ou mesmo criminalizar decisões de "estilo de vida" que excedam os limites de uso de energia estabelecidas pelos governos. Instituir a vigilância total de indivíduos, a fim de rastrear e calcular o seu consumo de energia. Penalizar a propriedade de veículo privado e forçar as massas ao transporte público, onde a TSA (a totalitária agência de segurança de transporte dos EUA, estabelecida após o 11 de setembro) e câmeras de reconhecimento facial podem monitorar e gravar o movimento de cada pessoa na sociedade, como uma cena direta do filme Minority Report.
Meta 14) Conservar e usar de forma sustentável os oceanos, mares e os recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável

Tradução: Proibição da maior parte da pesca do oceano, mergulhando o fornecimento de alimentos em uma extrema escassez e causando inflação dos preços dos alimentos que colocará ainda mais pessoas em desespero econômico. Criminalizar a exploração de navios de pesca privados e colocar todas as operações de pesca do oceano sob o controle do planejamento central do governo. Só permitir que empresas favorecidas realizem operações de pesca oceânica (e tomar essa decisão baseado inteiramente no critério de contribuições de campanha para a maioria dos legisladores corruptos).
Meta 15) Proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater à desertificação, e deter e reverter a degradação da terra e travar a perda de biodiversidade

Tradução: Estender a Agenda 21 e forçar os seres humanos para fora da terra em cidades controladas. Criminalizar a propriedade privada da terra, incluindo fazendas e setores agrícolas. Controlar rigorosamente toda a agricultura através de uma burocracia do governo corrompido pelas corporações, cujas políticas são determinados quase inteiramente pela Monsanto e autorizadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). Banir fornos a lenha, coleta de águas pluviais e jardinagem doméstica, a fim de criminalizar a auto-confiança e forçar a total dependência do governo.
Meta 16) Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis ​​e inclusivas em todos os níveis
Tradução: Conceder imunidade legal aos imigrantes ilegais e "proteger" grupos minoritários, que estarão livres para se engajar em qualquer atividade ilegal. "Instituições inclusivas" significa a concessão de estruturas fiscais favoráveis ​​e subsídios do governo para as empresas que contratam trabalhadores LGBT ou qualquer outro grupo favorecidos em um determinado momento pelos planejadores centrais no governo. Use o IRS (Receita Federal dos EUA) e outras agências federais para punir seletivamente grupos desfavoráveis ​​com auditorias punitiva e assédio regulamentar, ao mesmo tempo ignorando as atividades criminosas das empresas favorecidas que são amigas da elite política.
Meta 17) Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável

Tradução: Decretar leis comerciais globais que substituem as leis nacionais, garantindo poderes irrestritos ao imperialismo de empresas como a Monsanto, Dow Chemical, RJ Reynolds, Coca-Cola e Merck. Aprovar pactos comerciais globais que ignoram os legisladores de uma nação e substituir leis de propriedade intelectual para se certificar de corporações mais poderosas do mundo mantenham total monopólio sobre medicamentos, sementes, produtos químicos e tecnologia. Anular leis nacionais e exigir obediência total global aos acordos comerciais de autoria de corporações poderosas e carimbados pela ONU.

Escravização total do planeta em 2030

Como o documento da ONU diz: "Comprometemo-nos a trabalhar incansavelmente para a plena implementação desta Agenda em 2030".
Se você ler o documento na íntegra além das firulas e frases de relações públicas, você vai perceber rapidamente que esta agenda da ONU vai ser forçada em cima de todos os cidadãos do mundo através da invocação de coerção governamental. Em nenhum lugar neste documento fala que os direitos do indivíduo serão protegidos. Nem sequer reconhece a existência de direitos humanos concedidos aos indivíduos pelo Criador. Até mesmo a chamada "Declaração Universal dos Direitos Humanos" nega totalmente aos indivíduos o direito de auto-defesa, o direito de escolha médica e o direito de controle parental sobre os seus próprios filhos.
A ONU está planejando nada menos do que uma governo global tirânico que escraviza toda a humanidade ao chamar o esquema de "desenvolvimento sustentável" e "igualdade".
1984 finalmente chegou. E claro, tudo está sendo implementado sob o rótulo fraudulento de "progresso".

Este computador composto por 16 mini-cérebros humanos mostra uma eficiência impressionante Publicado por Cédric - Há 11 h...