sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

HAARP: O projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica

HAARP antenna arrayImage via WikipediaHAARP: o projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica

Futuro da comunicação ou arma de destruição em massa?

Saiba o que envolve um dos projetos mais polêmicos do governo americano.
  

Em 1993, começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, um projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”, visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.

Segundo relatos oficiais, o projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).

Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.

Por que no Alasca?

A criação das instalações foi possível graças a uma parceria entre a Força Aérea Americana, A Marinha dos Estados Unidos e também da Universidade do Alasca. Esta última foi escolhida a dedo, graças à localização: a ionosfera sobre o Alasca é pouco estável, o que garante uma maior gama de condições para os estudos.

Outro fator que pendeu para que os pesquisadores escolhessem o Alasca é a ausência de grandes cidades nas proximidades. Assim, não há ruídos na captura de imagens e sinais, pois os sensores ficam localizados ao alto de algumas montanhas.  Também há informações de que este local sofreria o menor impacto ambiental entre as áreas candidatas a receber o HAARP.

Ionosfera: íons e mais íons

Esta faixa recebe este nome porque é bastante ionizada, ou seja, perde e ganha elétrons com facilidade, o que a deixa em constante carregamento elétrico. O grande agente ionizador da ionosfera é o sol, que irradia muita carga na direção da Terra, mas meteoritos e raios cósmicos também influenciam bastante na presença dos íons.

Ionosfera fica entre 100 e 350 Km sobre a superfície

A densidade dos íons livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, hora do dia e estação do ano são os principais pontos de variação da ionosfera. Outro fenômeno interessante acontece a cada 11 anos, quando a densidade dos elétrons e a composição da ionosfera mudam drasticamente e acabam bloqueando qualquer comunicação em alta frequência.

Reflexão ionosférica

Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados atualmente.

O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o fato de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.

HAARP: um novo modo de estudo

Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozônio, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera.

Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contatar o setor: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.

Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.

As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projeto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interação entre o planeta e o sol.
Aquecendo a ionosfera: riscos?

O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.

Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.

O outro lado da moeda: as conspirações

Assim como boa parte de tudo o que é produzido sob tutela de alguma das forças armadas norte-americanas, o HAARP também gera uma série de desconfianças por parte das mentes mais conspiratórias. Ameaça global ou apenas melhorias nas tecnologias de comunicação? Confira as teorias de conspiração que envolvem este projeto.

Arma geofísica: a denúncia russa

E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.

O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleareas, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.

Todas estas possibilidades podem gerar uma série de problemas para as populações atingidas. Atingindo países inteiros, desastres naturais podem minar economias, dizimar concentrações populacionais e gerar instabilidade e insegurança em toda a Terra.

Terremoto no Haiti

Quais seriam os efeitos dos controles de frequência sobre as placas tectônicas? Segundo a imprensa venezuelana a resposta é: terremoto. O jornal “Vive” afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.

Caso esteja se perguntando os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria suicídio comercial.

Afinal de contas, terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial econômico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.
Bloqueio militar

Outra teoria bastante defendida diz que os Estados Unidos poderiam causar um completo bloqueio militar a todas as outras nações do mundo. Causando interferências nas ondas habituais, impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo que dispositivos de localização possam ser utilizados.

Para isso, a defesa norte-americana só precisaria aquecer a ionosfera com seus aquecedores HAARP. Com a potencia correta, todo o planeta ficaria em uma completa escuridão geográfica. Então, apenas quem possui o controle do aquecedor ionosférico poderia ter acesso aos dados de localização e navegação de seus veículos militares.

Radares poderiam ser bloqueados facilmente

Também se fala em mapeamentos de todo o planeta em pouco minutos, pois as ondas de frequências extremas poderiam criar relatórios completos de tudo o que existe na superfície terrestre. Elementos vivos ou não, tudo poderia ser rastreado pelas ondas do HAARP. Pelo menos é o que dizem as teorias conspiratórias.
Controle mental

Existem ondas de rádio em diversas frequências, por mais que não sintonizemos nossos rádios para captá-las, elas estão no ar. O som também é emitido em frequências e há amplitudes delas que os ouvidos humanos não são capazes de captar, mas isso não quer dizer que elas não existam. Somando estes dois pontos, temos mais uma teoria conspiratória.

Utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente coletiva para que algum ideal fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.

Ondas de controle mental estão no ar

Há quem diga que este tipo de manipulação será utilizado em breve no Irã. O governo atual não é favorável às políticas norte-americanas, portanto seria vantajoso que o povo se rebelasse contra os seus líderes. Mensagens antigoverno seriam incutidas na mente do povo iraniano com o auxílio das antenas HAARP.

Nota sobre as teorias conspiratórias

É necessário lembrar que estas teorias são originadas em fontes que, muitas vezes, não possuem informações concretas sobre os assuntos tratados. Logo, a utilização delas neste artigo possui fins ilustrativos e não devem ser encaradas com verdades absolutas.

Pura ficção?

No desenho G.I. Joe: Resolute, o programa HAARP é capturado por vilões que desejam transformar o potencial do projeto em uma arma de destruição em massa. Além dos danos que citamos nas teorias conspiratórias, nesta história as antenas transformavam-se também em canhões de energia.

Enviando enormes quantidades de energia para a ionosfera, que refletia toda a energia, os vilões poderiam acabar com qualquer lugar do planeta, apenas mirando e concentrando o poder energético das antenas de frequências altíssimas localizadas no Alasca.

Quando se fala no mundo real, tudo o que se tem de concreto sobre o HAARP é que estudos são feitos constantemente sobre a ionosfera terrestre para que ela possa ser transformada em uma antena de transmissão de informações, beneficiando as comunicações e sistemas de navegação.

Mas será que é somente para isso que os investimentos bilionários do governo norte-americano estão sendo utilizados? Nunca foram revelados dados concretos sobre o dinheiro empregado no projeto, mas há especulações de que mais de 200 milhões de dólares sejam gastos por ano com as antenas do HAARP.

Leia mais no Baixaki:

http://www.baixaki.com.br/tecnologia/8018-haarp-o-projeto-militar-dos-eua-que-pode-ser-uma-arma-geofisica.htm#ixzz1CBMyDmFl

Nota: Interessante artigo sobre o HAARP, pelo menos não nega que ele existe, mas por outro mostra-se bastante reticente quanto as implicações militares de tal projeto, como não poderia deixar de ser para quem não acompanha os debates das chamadas teorias conspiratórias, embora o documento russo citado acima seja bem lúcido.      

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Os Arquitetos da Nova Ordem Mundial

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Um mundo anticristão

Um mundo anticristão



Enquanto os cristãos são perseguidos implacavelmente nos países muçulmanos e só não são jogados aos leões por falta de leões, no Ocidente supostamente "cristão" também há uma perseguição, só que em nome do secularismo.

Às vezes essa perseguição é realizada em nome da "separação entre Igreja e Estado" e do "respeito às demais religiões". No outro dia, descobriu-se que uma agenda estudantil distribuída para quase quatro milhões de alunos da Comunidade Européia não mencionava os feriados cristãos de Natal e Páscoa, embora mencionasse feriados muçulmanos, judeus, chineses e até hindus. A desculpa do comitê que criou o calendário afirma que foi tudo "um simples engano". A agenda, que é distribuída gratuitamente mas custa bem caro ao contribuinte, é um festival de propaganda da Comunidade Européia. Suas páginas de conteúdo editorial podem ser lidas aqui, mas não consegui ter acesso ao calendário.

Alguns dirão que é um fato sem importância. Pode ser, mas observe que sempre que há críticas à "religião" por secularistas, quase sempre esta religião é a cristã. No outro dia houve até a notícia (depois desmentida) que Dilma teria retirado um crucifixo da sua sala. Várias vezes ocorreram casos similares nos EUA, de símbolos religiosos retirados de espaços públicos. Na arte moderna, então, a crítica aos símbolos religiosos é total. Só que tais símbolos são quase sempre cristãos. Com os muçulmanos, poucos têm coragem de mexer.

Praticantes das outras religiões podem dizer o que quiserem. Os cristãos são vigiados constantemente por qualquer lapso verbal.

Fosse apenas a questão simbólica, nem seria tão grave. Mas atos como a promoção do aborto irrestrito (em alguns casos realizados com tesouradas em bebês vivos de oito meses já saídos do útero), do casamento homossexual e da eutanásia, quando não a insinuação da validade moral do incesto e até da pedofilia, são certamente tentativas de ir contra a antiga moral cristã.

Eu disse pedofilia? Certamente. Embora hoje esta seja chamada mais corretamente de "contato sexual intergeneracional". Eis aqui um "estudioso" afirmando, não apenas que o sexo intergeneracional pode ser positivo, mas argumentando que as próprias crianças estariam sendo vítimas dos malvados antipedófilos ao terem negada a oportunidade de se desenvolver sexualmente... (Artigo publicado em importante periódico de educação sexual.)

Não é preciso ser cristão para horrorizar-se com os arautos "científicos" da pedofilia ou com os métodos abortistas de Kermit Gosnell, é claro. Trata-se de casos extremos. Mas os cristãos são os maiores críticos desse niilismo pós-moderno, e são também suas maiores vítimas.

Enquanto alguns deliram sobre a "opressão papista", o cristianismo é a religião mais perseguida no mundo, dentro e fora de seus países de origem.

(PS: Sou um mau cristão e nem vou à missa. Sou um reles pecador e nem sei se acredito em Deus. Mas, ao ler sobre certos horrores, quase passo a crer na existência do Diabo. No creo en brujas, pero que las hay, las hay.)

Excerpted from Mídia Sem Máscara - Um mundo anticristão

http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/perseguicao-anticrista/11794-um-mundo-anticristao.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+midiasemmascara+%28MSM%29

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Microchips em carros brasileiros por controle via satélite

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Consequências econômicas da Nova Ordem Mundial

DAVOS/SWITZERLAND, 27JAN10 - George Soros, Cha...Image via WikipediaConsequências econômicas da "Nova Ordem Mundial"

Por Giordano Bruno

Neithercorp Press

Um equívoco comum entre segmentos menos atentos da população americana é que a frase "Nova Ordem Mundial" foi preparada pelos "teóricos da conspiração" em busca de atenção em apartamentos escuros no subsolo e sinistros buracos de montanhas pelo país. Na realidade, anti-globalistas e constitucionalistas não tem nada a ver com a criação do termo (e a maioria de nós tem acomodações decentes, também). A verdade é que o resmungar da "Nova Ordem Mundial" tem flutuado ao redor de vários círculos elitistas por décadas, e de vez em quando esses resmungos são publicados na mídia tradicional. Os globalistas criaram a ideia deformada; nós apenas salientamos que ela existe. Ultimamente, não tivemos de tentar muito...

Como a maioria dos leitores aqui provavelmente já conhece o porta voz elitista George Soros (que por alguma razão me lembra do inchado flutuante barão harkonnen do filme 'Duna') recentemente deixou escapar todo tipo de fofoca da NOM em uma cândida entrevista no Financial Times. Se você ainda não viu, ou acredita que apenas idiotas falam sobre a Nova Ordem Mundial, eu sugiro que assista a entrevista abaixo duas vezes por via das dúvidas:



O que é mais interessante sobre essa entrevista é que Soros enfatiza o destino do dólar na Nova Ordem Mundial.

Ele confirma abertamente quase tudo que eu e muitos outros tem advertido a respeito nos últimos três a quatro últimos anos no espaço de apenas 10 minutos! Por que Soros faria tais admissões? Bem, eu suspeito que alguns elitistas acreditam que eles não deveriam ter de esconder seu projeto favorito para uma "nova ordem" de nós, humildes servos, enquanto a outros talvez tenha sido dada luz verde para começar a falar para as massas o suposto benefício de uma maior centralização. Soros literalmente tenta pintar o colapso da América como "necessário", e a devolução do dólar como "saudável", embora eu duvide que muitas pessoas serão seduzidas pelos seus encantos. É difícil de confiar em um cara que deixa um rastro de lodo...

Enquanto Soros pode não ser o melhor vendedor de carros usados no lote limão, há um bocado de lacaios dos estabelecimentos de mídia e especialistas fraudulentos que têm um talento especial para a refinação dos pontos de interesse globalistas e fazem eles mais palatáveis para o público. O que analistas alternativos de economia estão agora descobrindo é que há na realidade duas economias; aquela que a mídia tradicional e o governo apresenta, e aquela na qual realmente vivemos. O ano de 2010 foi altamente representativo do desenvolvimento dessa estranha dualidade. Assim, muitas disfunções em termos de emprego, dívida, inflação e bônus (especialmente municipais), e ainda, tantas "boas notícias" transbordando das redes. Isso é bastante semelhante ao frenesi da mídia pouco antes do mergulho final do mercado na Grande Depressão; os relatos do governo e as notícias da mídia tradicional eram esmagadoramente positivas, logo antes do sistema inteiro dar o último ardente mergulho de nariz na sarjeta e permanecer lá por uma década.

Se for para tirarmos alguma coisa da entrevista de Soros, seria que os globalistas estão fechando o cerco para a implantação da Nova Ordem Mundial, ou "nova ordem econômica", ou qualquer que seja o rótulo intercambiável que aconteça de usarem no momento. Mas o que isso significa para o resto de nós? Quando George Bush Sr., Bill Clinton, Barack Obama, Henry Kissinger, Nicolas Sarkozy, Vladimir Putin, Gordon Brown e tanto outros mencionam seu desejo por uma "Nova Ordem Mundial", a que exatamente eles estão se referindo? Em termos de economia, como essa filosofia elitista muda nossas vidas, e nossa nação?

Para saber nosso destino, nós devemos primeiro examinar o caminho que estamos no momento. Quais tem sido os resultados do Globalismo e da centralização até agora? Qual é o provável próximo passo? Vamos rever onde as elites nos levaram até agora, e onde eles proclamaram expressamente que gostariam de levar no futuro...

Harmonização: O enganador vigor econômico

"Harmonização" é um termo que soa muito agradável para práticas financeiras muito insidiosas, e é também algo que ouviremos muito sobre ele se o projeto da Nova Ordem Mundial for autorizado a continuar. A fim de entender o que implica a harmonização econômica, devemos pesquisar a mecânica e o propósito por trás dos monopólios.

Monopólios são formados em primeiro lugar para remover um fator particular do livre mercado; a competição. A competição permite o crescimento orgânico dos mercados baseando-se na população em geral para decidir quais modelos de negócios e financeiros funcionam melhor.

Aqueles modelos que não passam no teste social são ignorados e deixados para desaparecer, enquanto aqueles que passam são apoiados pelo público e permitidos continuar. Essa ordem natural do comércio é suplantada quando os grandes fornecedores (empresas ou países) formam sindicatos, fixam preços, e espremem os pequenos empreendedores antes que eles encontrem uma oportunidade de apresentar uma ideia ou modelo de negócio superior. Pela remoção da competição os monopólios tiram dos cidadãos a capacidade de escolher, ou até de participar na economia a qualquer título, a não ser no papel de consumidor irracional.   

A harmonização global funciona de uma maneira semelhante, só que neste caso o monopólio não é mais um produto específico ou recurso, mas os recursos de continentes inteiros. A competição entre nações é achatada. Como na União Europeia, mais países bem sucedidos são forçados através de acordos comerciais unilaterais a transferir suas riquezas para países débeis.

Não somente isso, mas as políticas econômicas que uma vez as fizeram mais competitivas são demolidas e substituídas com políticas que deliberadamente tolhem o crescimento nacional. Decisões sobre qual tipo de comércio funciona melhor não são mais tomadas pelos cidadãos, e em vez disso são centralizadas nas mãos de uns poucos escolhidos. Qualquer Estado que resistir ou se esforçar por soberania é rotulado de irresponsável, ou até mesmo perigoso; uma ameaça para o assim chamado "equilíbrio".

Enquanto globalistas como Soros persistem que há benefícios de longo prazo na harmonização, incluindo um melhor padrão de vida para todos, na realidade, a harmonização parece somente fazer todos os países igualmente pobres.

O FMI e o Banco Mundial são lacaios para trazer o compromisso da África quando vendiam a harmonização, e certamente os países africanos se beneficiariam temporariamente pela atração de capital das nações ricas, mas finalmente, é o FMI, o Banco Mundial, e as Nações Unidas que devastaram a África em primeiro lugar com sua agiotagem, roubo de recursos, e tentativas de interferir com a industrialização da África em nome dos argumentos insustentáveis do aquecimento global. (Ei, tão logo a NASA ou a Unidade de Pesquisa Climática em East Anglia tornar a fonte dos dados de suas experiências disponível para o público em vez de guardar e invocar privilégios de segurança nacional, eu estou perfeitamente disposto a dar a eles um tratamento justo.) Na entrevista ao Financial Times, Soros se gaba a respeito da alocação das SDR's para países africanos carentes, como se eles fizessem isso da bondade de seus corações. Qualquer um que tenha estudado a história do FMI sabe que eles não fazem caridade.

No final, as pobres nações e sujas poderiam progredir, mas nunca o suficiente para realmente prosperar, e tudo ao custo de descobrirem-se em dívida com FMI. Essa é a essência da Nova Ordem Mundial. Esse é o lado escuro que os elitistas nunca se aprofundam abertamente; centralização total; pobreza total, controle total, sem outras opções...

Classe média decapitada

Em uma economia centralizada, classes financeiramente seguras de pessoas comuns se tornam um problema. Quanto menos as massas têm de se preocupar com a sobrevivência diária, mais tempo elas têm para questionar a validade do sistema, ou sua liderança. Portanto, a hierarquia globalista se beneficia pela remoção de tais subseções da população como a classe média completamente. Esse processo já começou no meio da planejada crise de crédito, bem como a contínua desvalorização do dólar que Soros fala tão carinhosamente.

Salários privados caíram ao mínimo histórico no início de 2010. 

Preços de mercadorias essenciais e energia estão agora inflacionando, a despeito da queda da demanda.

O mercado habitacional dos EUA perdeu $1,05 trilhões em 2009, $1,75 trilhões em 2010, e é esperado perder $9 trilhões antes de chegar ao fundo.

O desemprego real permanece em implacáveis 20%, enquanto os benefícios de bem estar foram estendidos para 99 semanas. Tão grande proporção de americanos tem permanecido desempregados por tanto tempo que o departamento de estatística do trabalho tem agora aumentado o limite superior de quanto tempo alguém pode ser listado como desempregado de dois anos, para cinco anos.

Enquanto a globalização forçada continua, países "sortudos" verão uma completa desintegração da propriedade imobiliária privada, os dois pais trabalhando em todas as famílias, redução dos salários para combater a baixa demanda, e picos de preços de alimentos e energia. Em lugares como a China, com uma longa história de escravidão assalariada, isso é na verdade um avanço! Assim, tudo se equilibra, de acordo com George Soros.

Infelizmente, é mais provável que os Estados Unidos vejam a hiperinflação, do que uma mera redução em nosso padrão de vida. A destruição da moeda corrente dizimaria a classe média na América. Soros aponta para este provável futuro, mas, em seguida, escamoteia-o como uma "dolorosa, mas necessária", mudança.

Uma pergunta que nenhum entrevistador parece colocar para estes parasitas é, quem realmente "precisa" da Nova Ordem Mundial? Quem se beneficia com a proliferação dela? Certamente não a classe média, e certamente não os pobres. Então, quem é deixado para recolher o espólio? Pergunte a Soros. Ele sabe...

O dólar na estrada para o inferno

Não é repisar sobre o passado, mas em 2007/2008, afirmando que a China ia derrubar o dólar e esvaziar os tesouros durante a conversão para uma economia baseada no consumo, causando a perda do status de moeda de reserva mundial do dólar, enquanto o FMI apresentava as SDR's como a nova moeda global, não ganhou exatamente nenhum respeito nos círculos financeiros. Eu ainda tenho justificação de devotos deflacionistas e proponentes da recuperação econômica aleatória na ocasião. Agora, aqui está George Soros dizendo a você, em grande parte, o que vai acontecer ao dólar, e soando muito como Neithercorp. É o suficiente para me dar um extremo nervosismo. 

Soros menciona os acordos comerciais bilaterais pendentes a ser usados pela China para afugentar o dólar no Brasil e Argentina, mas por alguma razão deixa de apontar o acordo da Rússia para abandonar o dólar.  Ele também deixa de mencionar as numerosas subidas das taxas de juros da China ou as maiores alocações dos bancos que têm fracassado completamente em conter a inflação, deixando o governo somente com uma outra opção; esvaziar o tesouro americano, permitindo ao Yuan se apreciar rapidamente dando aos consumidores chineses maior poder de compra para competir com os preços em alta. Tudo o que resta para o Departamento do Tesouro é finalmente liberar aquele relatório atrasado acusando a China de manipulação da moeda. Segue a retaliação, e cai o dólar.  

Não é uma questão de Se isso acontecer, mas, Quando? Quanto tempo pode o dólar realmente aguentar enquanto as taxas de juros permanecem perto de zero, o privado Federal Reserve continua sua loucura do QE2 (quantitative Easing, afrouxamento na emissão de moeda), e nossa dívida nacional continua a crescer além da imaginação. Algo tem que dar, e esse algo será a paciência do resto do mundo com o dólar.

A tática de protelar está começando a perder seu efeito. Boatos ontem de um possível aumento na taxa de juros do FED causaram uma grande celeuma, e até atingiu as commodities, mas francamente, eu acreditarei nisso só quando eu ver. Um aumento significativo nos juros faria os programas de abrandamento quantitativo do FED bastante difíceis de prosseguir, considerando que a única coisa sustentando toda a farsa é o constante fluxo barato do faça-se (impressão de dinheiro). Quando os banqueiros centrais se voltam para fofocas da taxa de juros para manter os investidores excitados com o dólar, deve ser hora de perguntar se os bancos estrangeiros podem estar ou não se preparando para uma mudança de política concernente ao Tesouro americano em breve. Isso é, é claro, tudo planejado.

O fim da linha é que o dólar não tem lugar na Nova Ordem Mundial. Soros admite isso. A maioria dos outros globalistas tem exigido isso abertamente. Eu acho que nesse caso, eles não estão nos alimentando apenas com propaganda.

Moeda Global, Governo Global, Não é Mais Conto de Fadas 

Com toda a conversa na mídia de moeda global recentemente, eu ainda tenho de ver um argumento viável para sua utilidade. Assim como com o Globalismo, nenhum debate real é exercido sobre moeda global, só a presunção de que tal passo é 'inevitável'. Desculpe, mas o Globalismo não é inevitável, e nem é o surgimento dos Direitos Especiais de Saque (SDR's, em inglês). Estes são métodos e ferramentas econômicas que são executadas por um grupo relativamente pequeno de homens. Elas não são leis universais da física proferidas pelos deuses. 

Uma moeda global não muda nada em termos de problemas já associados com nosso atual colapso. Isso definitivamente não traz nenhum bem. Enquanto o FMI afirma ter amplas reservas de ouro para lastrear os SDR's, quase todo novo papel moeda começa ladeado por Títulos ou algum outro recurso. O problema é que toda moeda sob o controle dos banqueiros centrais e não do povo acaba perdendo apoio tangível e se torna ainda uma outra prisão de decreto. O único propósito por trás de uma moeda global seria racionalizar o processo de centralização; para perpetuar a psicologia do Globalismo nas massas, tornando mais fácil a apresentação da construção do governo global.

Seria o governo global tão impressionante e tão utópico como sempre é apresentado? Conseguiremos finalmente nossos uniformes de Star Trek e carros voadores? Sem nenhuma chance. A governança global não será utopia; não sob homens como Soros, e certamente não sob o FMI. A promessa do paraíso tem sempre sido usada para fazer as pessoas fazer coisas estúpidas e horríveis, dos assassinos do Irã de que falou Marco Polo, ao desastre comunista da Rússia de Lênin e Stálin, e além. Coletivismo e feudalismo cegos nunca levaram a paz, prosperidade, sabedoria ou espaçonaves impulsionadas por cristais de dilitium. Para o que tem levado, consistentemente, é morte, destruição, desordem, e ás vezes a perda de capítulos inteiros de conhecimento humano. Não leva a iluminação, mas a idade das trevas.

Uma vez que um sistema como esse é estabelecido, sua influência sobre as gerações mais jovens é viciosa. Todos nós crescemos no meio do experimento globalista, e enquanto muitos de nós se libertou mentalmente, nós ainda nunca experimentamos a vida sem o constante veneno da política e da tagarelice elitista. Imagine um colono da revolução americana visitando nosso tempo e testemunhando todas as liberdades, cultural e econômica, que foram roubadas de nós antes que tivéssemos nascido. Ele gritaria de absoluto horror e correria para seu mosquete. 

Há uma certa inocência e uma certa alegria inerente a verdadeira liberdade, não apenas liberdade de mente como nós temos até agora estabelecido para hoje, mas liberdade da vida diária. Para viver sem alguém sempre lá para dominar você ou sua família; que é algo que eu gostaria de presenciar um dia, ou pelo menos tornar possível para americanos do amanhã. Se a Nova Ordem Mundial não for confrontada e desmantelada, quem sabe quanto tempo será antes que outro homem comum viva livre? 

Quebrando o círculo, começando um novo

Parar o avanço da Nova Ordem Mundial, pelo menos em termos da economia, não requer o plano de uma "bala mágica", um ônibus cheio de advogados ou até uma auditoria do Federal Reserve (embora uma fosse ótima). O que requer, é uma alternativa. A maioria dos americanos participa do corrupto sistema estabelecido porque gostam? Não. Eles participam porque sentem que não há outras opções viáveis, e desde que muito poucos funcionários do governo parecem estar indo adiante com tais opções, não há nada a fazer, a não ser construir um sistema melhor por nós mesmos.

Isso significa pessoas comuns começando suas próprias economias alternativas em suas próprias comunidades baseadas no comércio, permuta, e dinheiro sonante (metais preciosos), em conjunção com uma sanção até que o fundo do poço, finalmente, caia sobre o dólar. Isso significa cortar as viagens semanais ao Wal-Mart e comprar tantas mercadorias quantas puder nos provedores baseados no movimento local da liberdade. Isso significa a criação de redes estaduais de micro-indústrias, de cooperativas de fazenda e jardim, e distribuidores de ouro e prata, e dar às costas a Nova Ordem Mundial completamente. Quer dizer um retorno aos verdadeiros mercados livres pertencentes e operados pelo povo, sem nenhuma interferência das corporações e do governo.

Se eles querem uma economia centralizada, então nós descentralizamos a economia. Se eles querem acabar a comunidade legítima, então nós apoiaremos a comunidade legítima. Se eles querem derrubar os direitos da 10a. emenda, então apoiaremos o imperativo constitucional dos Estados de determinar seus próprios assuntos internos. Se eles querem que confiemos somente no dólar, então converteremos nossos dólares em ouro e prata, e comercializaremos uns com os outros. Neithercorp está trabalhando agora em um projeto com os Oathkeepers que acreditamos que fará destas alternativas uma realidade.

Se nada vai mudar para melhor, sempre, essa mudança vai começar com pessoas comuns. Não há nenhuma outra maneira. Quando as colônias da Revolução Americana se rebelaram contra o Império Britânico, primeiro eles desfizeram-se do corrupto sistema econômico britânico, e estabeleceram seus próprios livre mercados. Eles não apenas declararam a independência; eles tomaram ações concretas que removeram sua dependência do inimigo deles. Eles forçaram os britânicos a escolher; aceitar que as colônias tivessem seus próprios sistemas e seguir em frente, ou atacar as colônias, tentar forçá-las a obedecer, e expor a tirania britânica para que o mundo todo pudesse ver. Os britânicos escolheram o último, morderam mais do que podiam mastigar, e o resto é história. A questão é que os colonos criaram um cenário de ganhar ou ganhar. Nós devemos fazer o mesmo.

Alguns poderão afirmar que os tempos mudaram e as circunstâncias são diferentes, mas isso é irrelevante. O conceito ainda se aplica, e está atualmente em uso pelo Movimento Liberdade já. A mídia alternativa é um perfeito exemplo de como o oferecimento de uma opção melhor para o público pode destruir o sistema controlado da mídia tradicional. Seus números estão em queda livre, enquanto os nossos estão subindo como foguetes. Eles estão se tornando obsoletos, enquanto nós nos tornamos mais necessários. E tudo o que tivemos de fazer foi oferecer a verdade, e participação livre. Imaginem isso...

Como Soros salienta na entrevista do Financial Times, agora é a hora de agir. Sabemos o que os globalistas planejam fazer com nossa moeda e nossa economia, então por que esperar para o navio furado afundar quando podemos estar usando esse tempo para construir um barco melhor? Agora é nossa vez de agir. Devemos definir o ritmo. Devemos tomar a questão em nossas próprias mãos, antes que alguém mais tome as decisões importantes por nós. Temos de determinar nossos próprios destinos. Há muito pouco a perder, e tudo a ganhar.

Fonte: www.prisonplanet.com (giordano@neithercorp.us   

   
                            
       


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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Conheça o novo chefe: A China possui os Estados Unidos

Hu JintaoImage via WikipediaConheça o novo chefe: A China possui os Estados Unidos

Transição para a tirania: A América foi engolida pelos globalistas e agora será governada de Beijing

Por Joseph Paul Watson

Prison Planet.com

As bandeiras ao longo da Avenida Constituição dizem a você tudo o que você precisa saber - A América foi vendida e nossos novos senhores chineses estão agora levando as ovelhas para o matadouro. Enquanto Barack Obama se inclina e bajula o presidente Hu Jintao, os globalistas para quem ele é a fachada estão afiando as facas e se preparando para desencadear o derramamento de sangue enquanto a carcaça moribunda da América é arrastada em linha para facilitar a governança global do planeta.

Não satisfeito com o hemorrágico déficit comercial com a China que continua a sangrar os empregos americanos a uma taxa de milhões, uma base industrial em ruínas sendo substituída pela importação interminável de produtos baratos feitos por escravos do estado comunista, e uma economia atrofiada sendo rapidamente ultrapassada pelo Dragão Vermelho, a administração Obama queria treinar mais os americanos em quem é o novo patrão ontem, colocando bandeiras chinesas por toda Washington DC antes da reunião bajuladora de Obama com o presidente não eleito Hu Jintao.   

Todos estão dolorosamente cientes do fato de que a China agora possui os Estados Unidos economicamente, com o banco central chinês sendo o maior detentor da dívida de aproximadamente $1 trilhão de dólares. A família média americana com duas crianças deve coletivamente ao redor de $12.000 dólares para a China. A posse de títulos de longo prazo do tesouro pelo Estado comunista significa que os Estados Unidos pagam mais de $100 milhões de dólares por dia para a China somente em termos de juros.  

A enorme acumulação de dólares americanos pela China dá a ela a influência para guiar os Estados Unidos pelo nariz como uma ovelha para o matadouro, segurando em suas mãos o poder para decidir o destino econômico do agora em declínio império americano. O auge desse processo moveu-se um passo mais perto esta semana quando Hu Jintao deixou claro que a China estava se preparando para afiar a faca para começar o banho de sangue, pela ridicularização do dólar como um "produto do passado" e sinalizando sua substituição com um novo sistema monetário global baseado em torno do Yuan chinês.

Essa transição está apenas se tornando mais séria com a contínua venda da infraestrutura crucial para o dragão vermelho. O primeiro filme documentário de Alex Jones América: Destruída de propósito, feito em 1997, advertia os americanos de que a venda para os chineses era o primeiro passo na estrada para o saque da economia americana e arrancar o plugue da infraestrutura chave americana no movimento em direção a administração global do planeta.

Os números não mentem - depois de 20 anos de liquidação supervisionada por Clinton, Bush e agora Obama - a China possui a América.

Contudo, para ter essa noção agressivamente reforçada por uma multidão de bandeiras chinesas que invadiram DC essa semana vai além de mera pompa e cerimônia. Isso se destinou a enviar uma mensagem aos americanos de que os Estados Unidos estão sendo esvaziados e engolidos pelos globalistas, e que o centro do império da Nova Ordem Mundial será transferido para a China comunista em um golpe sem derramamento de sangue.

E no centro de tudo está um bajulador, obediente e reverente Barack Obama, que ironicamente na mesma semana que Martin Luther King foi lembrado, desempenhou seu papel diligentemente como escravo doméstico para seus mestres globalistas, dando a Jintao um jantar privado em uma atuação que a Associated Press admite que foi planejado para "suavizar a suspeita do povo americano sobre a China," uma nação que admite que detém e tortura indivíduos por exercerem seus direitos de liberdade de associação, liberdade de religião e liberdade de expressão, enquanto sequestra, espanca e executa abortos forçados em mulheres que se recusam a se submeter a brutal política de filho único do país.

A adoração doentia e fidelidade mostrada para Jintao e a China essa semana tem tudo a ver com o treinamento dos americanos para reconhecer quem são seus novos senhores - os globalistas que tem exaltado o Estado comunista como um país modelo para a Nova Ordem Mundial - um mundo no qual ideias antiquadas sobre liberdade do indivíduo, prosperidade, autodeterminação, família e felicidade serão abolidas. 

Fonte: www.prisonplanet.com 

Nota: O que está acontecendo nos EUA é o que está planejado para acontecer em escala global.           

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