Empresa passará a avisar seus
usuários quando identificar que o governo está tentando acessar
seus dados
Pode parecer algo tirado diretamente das páginas de
'1984', o clássico distópico do escritor George Orwell onde o
governo espiona toda e qualquer atividade íntima de seus cidadãos,
mas é a realidade: O Google
passou a exibir avisos no topo da tela a cada vez que conseguir
rastrear que o governo está espionando algum cidadão de seu país e
tentando acessar os seus dados.
A nova ferramenta será
especialmente útil para usuários que vivem em países autoritários
ou que monitoram a internet, como a China e diversas nações do
Oriente Médio. O aviso não significa que a conta do usuário tenha
sido hackeada, mas que pode estar sendo alvo de phishing ou
malware.
"Estamos
constantemente em busca de malware em nossos sistemas, em particular
de tentativas por parte de terceiros de ingressar nas contas dos
usuários sem autorização. Quando temos informação específica –
seja diretamente dos usuários ou de nossos próprios esforços de
vigilância – mostramos sinais claros de alerta e instalamos
proteções adicionais para combater esta atividade maliciosa",
explicou o vice-presidente de engenharia de
segurança do Google, Eric Grosse, em post em um blog do Google.
A
advertência – uma barra de cor rosa e letras azuis, no topo da
tela – será disparada toda vez que existirem evidências de um
ataque, e mostrará de maneira clara se a tentativa de invasão foi
feita pelo Estado.
"Você pode se perguntar como sabemos
que esta atividade é patrocinada pelo Estado. Não podemos entrar em
detalhes sem revelar informações que possam ser úteis a estes
malfeitores, mas nossa análise detalhada – assim como os
relatórios das vítimas – sugere fortemente a participação de
Estados ou grupos patrocinados pelo Estado", finaliza Grosse.
De
13 a 22 de junho de 2012, o Rio de Janeiro abrigará a Conferência das
Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Por se tratar
de um evento inserido em uma agenda que visa transformar a cosmovisão
de toda humanidade, fundar uma nova economia e aprofundar a agenda da Nova Ordem Mundial, cabe aos conservadores e às pessoas dotadas de bom senso refletir sobre o mesmo.
O evento Rio+20
recebe esse nome porque marca os vinte anos da realização da
Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a
chamada Rio 1992.
O site da Rio+20 destaca que o evento “deverá contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas”. Mas o que seria o desenvolvimento sustentável?
Até meados de 1960, o desenvolvimento era sinônimo de crescimento econômico e industrialização: desenvolvidos eram os países industrializados e subdesenvolvidos
aqueles que não possuíam uma atividade industrial significativa ou que
apresentavam uma industrialização tardia. A aferição da riqueza e,
portanto, do desenvolvimento, não levava em conta a realidade sobre o
acesso da população a determinados bens (materiais e culturais), mas
dava-se pelo Produto Interno Bruto de um país em relação à sua
distribuição abstrata per capita.
A distinção entre o
desenvolvimento e o crescimento econômico só começou a ganhar corpo com a
consolidação da industrialização dos países ricos e com a
industrialização, tardia, das nações mais pobres, a partir do que se
desenvolveram estudos - amiúde intoxicados pelo dependentismo e pela
ortodoxia marxista - no sentido de comparar as diferenças existentes
entre os países de industrialização precoce e os países de
industrialização tardia no tocante ao acesso dos pobres a determinados
bens materiais e culturais (saúde e educação, etc.).
O tratamento sinonímico entre desenvolvimento e crescimento econômico permaneceu até meados da década de 1960.
O subdesenvolvimento passou a ser identificado pela presença das seguintes características: insuficiência de renda per capita
anual; subalimentação de parte significativa da população; altas taxas
de mortalidade infantil; alto índice de analfabetismo; baixo nível de
indicadores que caracterizam a economia moderna (v.g. geração de energia
elétrica, consumo de aço, etc.); falta de líderes[1]; baixos padrões médios de consumo e de qualidade de vida; mau funcionamento das instituições políticas[2].
Em 1990, criou-se, por meio da ONU, um índice que consolidou alguns critérios para a verificação do desenvolvimento: o Índice de Desenvolvimento Humano
(IDH). Desde o IDH, praticamente abandonou-se a ideia de que o
desenvolvimento significa tão somente crescimento econômico. O IDH leva
em conta três critérios, a saber: educação, renda e longevidade. O IDH
não exclui a ideia de crescimento econômico, mas passou a tratá-lo como
um meio a serviço do desenvolvimento.
Vale destacar que as variáveis não econômicas do desenvolvimento ganharam novo vigor e novos contornos com a obra Development as freedomde Amartya Sen, lançada em 1999.Sen lançou uma nova dimensão sobre as variáveis não econômicas, mormente pela construção teórica das liberdades instrumentais.
A instrumentalidade da liberdade na obra de Sen faz com que o
desenvolvimento seja visto para além do IDH. Sen destaca o papel das
instituições e dos direitos humanos, reforçando a ideia de que o
desenvolvimento não pode ser reduzido ao crescimento econômico, sob pena
de se acabar relativizando as instituições democráticas e de se
desconsiderar a importância das liberdades e dos direitos civis para o
progresso econômico[3].
Na concepção de Sen, portanto, o desenvolvimento se caracteriza por um
processo de remoção das fontes de privação de liberdade, tais como a
negação das liberdades civis, econômicas e políticas por regimes
tirânicos, a pobreza extrema, a carência de oportunidades econômicas,
negligência e(ou) insuficiência dos serviços públicos (v. g. saneamento
básico, assistência médica e segurança pública)[4].
O termo “sustentável” por sua vez, decorre do desenvolvimento teórico da ideia de sustentabilidade,
a qual implica, segundo José Eli da Veiga, no “duplo imperativo ético
de solidariedade sincrônica com a geração atual e de solidariedade
diacrônica com as gerações futuras”[5].
A noção primeira de sustentabilidade surgiu com o Relatório Brundtland (também chamado de Our Common Future), publicado em 1987. O Relatório conceitua desenvolvimento sustentável como sendo “o
desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer
a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”[6].
Vale destacar que o termo sustentabilidade ganhou maior notoriedade com a ideia do tripé da sustentabilidade (ou triple bottom line),surgida em 1994 com a obra Cannibals with Forks: the Triple Bottom Line of 21st Century Business
de John Elkington. Nessa obra, Elkington propõe que as organizações
devem buscar criar valor em três dimensões: a econômica, a social e a
ambiental. Na esteira de John Elkington, José Eli da
Veiga afirma que a sustentabilidade busca “soluções triplamente
vencedoras (Isto é, em termos sociais, econômicos e ecológicos),
eliminando o crescimento selvagem obtido ao custo de elevadas
externalidades negativas, tanto sociais quanto ambientais”[7].
Poderia se pensar que o desenvolvimento sustentável une o desenvolvimento (entendido sob o prisma de Amartya Sen e do IDH) e a ideia de sustentabilidade.
Pensar assim, no entanto, demanda uma construção teórica aparte, um
estudo propositivo. Em verdade, o conteúdo que a expressão desenvolvimento sustentável
paulatinamente vem ganhando parece distanciar-se cada vez mais da
valorização do ser humano, das liberdades civis e econômicas e da busca
honesta pela resolução de problemas sociais e ambientais como o
analfabetismo, a falta de saneamento básico (um dos mais graves
problemas ambientais!) e a miséria. As liberdades públicas, as propostas
de combate à miséria e a resolução de problemas básicos que afetam a
humanidade até fazem parte da “agenda” do desenvolvimento sustentável,
mas cada vez mais servem como “bois-de-piranha” para a passagem uma
“boiada” de conceitos, valores e políticas globalistas. Para
um intérprete incauto a expressão desenvolvimento sustentável soa como
uma coisa boa, pois afinal quem há de se opor ao desenvolvimento
econômico aliado a uma melhoria das condições sociais e de quebra
preservando o meio ambiente? Ademais, tendo em vista que a expressão
tornou-se um mantra, repetido em todo lugar, torna-se difícil para o
cidadão comum ver aí qualquer coisa ruim.
Ocorre, no entanto, que
o discurso do desenvolvimento sustentável pouco preza pela harmonização
dos “pés” da sustentabilidade. O discurso muda conforme o auditório.
Para um público composto por empresários, ruralistas, estudantes de
administração, economia, engenharia e direito ainda há certa moderação e, por isso mesmo, ainda subsiste
um discurso que diz que o desenvolvimento sustentável deve harmonizar
fatores econômicos, sociais e ambientais. Para os cientistas sociais e
para todos aqueles que ainda bebem na fonte do marxismo ortodoxo o “pé”
mais importante ainda é o social: a degradação ambiental é um detalhe no
meio da opressão social causada pelo capitalismo. Para as demais
pessoas prevalece o “pé” do meio ambiente. A existência de um discurso
moldável ao público a que se destina mostra, por si só, que há uma
distorção na suposta harmonização de variáveis alegada pelos defensores
mais honestos da sustentabilidade.
Os
discursos intelectualmente honestos nas propostas de desenvolvimento
sustentável só atingem um público pequeno e por serem raros, não surtem
um efeito neutralizador em relação ao hegemônico discurso
ambientalista.
Recentemente o filósofo Olavo de Carvalho trouxe à tona o conceito jornalístico do termo suíte. Na linguagem jornalística, há o suíte quando um jornal ou diversos jornais dão prosseguimento a um assunto noticiado, ou seja, quando há repercussão. Assim, de nada adianta a Band entrevistar José Carlos Molion ou o Programa do Jô entrevistar Ricardo Augusto Felício,
permitindo que esses cientistas apresentem argumentos contrários à
hipótese do aquecimento global antropogênico e ao ambientalismo radical,
se os argumentos aí mostrados não serão repercutidos e colocados na
pauta do debate público. Prevalece a hipótese aquecimentista e o
falatório ambientalista.
Os programas de TV, as
campanhas e as políticas pró-sustentabilidade, e a educação infantil
sobre a sustentabilidade privilegiam o meio ambiente e colocam a
humanidade como uma espécie de vírus que assola o planeta. Mas por que
isso acontece? Por causa das teorias globalistas, novordistas e new agers que são, quase que necessariamente, o preâmbulo de toda discussão sobre o desenvolvimento sustentável.
O discurso moderno da sustentabilidade encontra suas raízes no Clube de Roma,
que foi fundado em 1968. O Clube de Roma reúne celebridades políticas,
acadêmicas e empresariais para debater temas como política, economia e
meio ambiente. O Clube ganhou notoriedade em 1972, com a publicação do
relatório intitulado The limits of growth (Os Limites do Crescimento) ou Relatório do Clube de Roma.
Dentre os temas abordados pelo relatório estão: energia, poluição,
saneamento, saúde, meio ambiente, tecnologia e crescimento populacional.
O relatório trabalha contra dois tipos de crescimento, o econômico (no
sentido industrial) e o populacional, o quais levariam a um esgotamento
dos recursos e a níveis de poluição que a Terra não seria capaz de
suportar.
No
mesmo ano em que se publicou o Relatório do Clube de Roma realizou-se,
por meio da ONU, a Conferência de Estocolmo, que versou sobre a relação
entre a humanidade e a natureza, adotando um discurso contrário à
industrialização.
Também em 1972, o químico James Lovelock apresentou ao mundo a Hipótese de Gaia, a qual resgata o conceito pagão da deusa-mãe, a Mãe Natureza, a Mãe Terra, e concebe
a Terra como um ser vivo que busca seu equilíbrio, por assim dizer,
“homeostático”. Na obra de Lovelock a humanidade é colocada como
elemento desestabilizor desse equilíbrio.
Sete anos após a publicação do Relatório do Clube de Roma foram erigidas as famosas Pedras Guia da Geórgia, um monumento que traz uma espécie de decálogo novordista escrito em oito idiomas. Dentre
os mandamentos vale destacar o primeiro e o décimo. Alinhado com o
Relatório do Clube de Roma, o primeiro mandamento diz “Maintain
humanity under 500,000,000 in perpetual balance with nature”. Já o
décimo mandamento traz todo o desprezo dos planejadores globais pela
humanidade, pois vê em cada ser humano um câncer potencial: “Be not a cancer on the earth - Leave room for nature”.
Os passos seguintes foram o Relatório Bruntland e a Rio-92 (também chamada de Cimeira da Terra), a qual globalizou de vez a questão ambiental.
Não se pode negar que o Relatório Bruntland defende medidas interessantes, como a reciclagem
de materiais reaproveitáveis, incentivo ao planejamento urbano (no
sentido de proteger mananciais e diminuir os impactos negativos das
atividades industriais sobre a sua vizinhança) e adoção de políticas
governamentais que atendam necessidades básicas da população. Contudo, o
Relatório também propôs a limitação do crescimento populacional, o banimento das guerras e concebeu a ONU como protagonista e coordenadora de um programa global de desenvolvimento sustentável.
A
Rio 92, por sua vez, resultou numa série de documentos e convenções,
tais como a Carta da Terra, a Convenção Sobre Mudanças Climáticas e a
Agenda 21. A Carta da Terraexulta o surgimento de uma sociedade civil global que servirá para “construir um mundo democrático e humano” e, alinhada com a espiritualidade da Nova Era, propõe a promoção de uma “cultura de tolerância, não-violência e paz” (para tanto, propõe, por exemplo,adesmilitarização dos sistemas de segurança nacional[8]). A Carta da Terra ainda enfatiza a
necessidade de se “adotar estilos de vida que acentuem a qualidade de
vida e subsistência material num mundo finito” (quem definirá esse
“estilo de vida”?). Já a Convenção Sobre Mudanças Climáticas preparou o
terreno para a elaboração do Protocolo de Kyoto e para o fortalecimento
da hipótese do aquecimento global antropogênico. E a Agenda 21, por sua
vez, estabelece que o desenvolvimento sustentável deve ser
arquitetado em âmbito global com o apoio dos países. Embora cada país
tenha sua própria Agenda 21, as diretrizes para a elaboração da agenda
vêm da cúpula globalista.
De certa forma, a construção teórica do desenvolvimento conseguiu neutralizar as propostas revolucionárias da teoria da dependência e o discurso anti-industrialização do Clube de Roma. Já o desenvolvimento sustentável,
por ser parte de uma agenda globalista, dificilmente se afastará do
radicalismo ambientalista, das pretensões novordistas e do seu elemento,
por assim dizer, “espiritual”, o movimento da Nova Era.
A
precariedade de abordagens sinceras sobre a relação entre economia,
sociedade e meio ambiente e a preferência pelos referenciais teóricos
globalistas e neopagãos torna a defesa do desenvolvimento sustentável
uma mera engrenagem de um projeto globalista.
Os totalitaristas
sabem que não podem implantar a Nova Ordem Mundial de supetão, por isso
se valem de propostas aparentemente bem intencionadas para camuflar seus
mais macabros projetos. O processo de justificação da Nova Ordem
Mundial está em marcha e conta com o apoio da mídia, de governos, de
diversas empresas, de ONGs e de inúmeras instituições renomadas de
ensino superior.
O evento Rio+20 não é apenas a continuação da
Rio-92. As raízes da Rio+20 são bem mais profundas; é a continuidade de
uma estratégia lançada pelo Clube de Roma. Embora a Rio+20 se proponha a “definir a agenda
do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas”, cumpre
destacar que essa agenda já existia e o evento, na verdade, é apenas
mais um item dessa agenda. A agenda na qual a Rio+20 seinsereé
chamada de agenda do desenvolvimento sustentável, mas na verdade é a
agenda da Nova Ordem Mundial, a qual propõe uma espiritualidade
anti-cristã, o abortismo, a supressão gradual das liberdades civis e da
soberania dos Estados. Referências:
[1] BARRE, Raymond. Economia política vol. 1. Rio de Janeiro – São Paulo: Difel, 1978, p. 100-102.
[2] Cf. NUSDEO, Fábio. Curso de economia. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2001, p. 347.
[3]
SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. Tradução de Laura
Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2000, p. 19-20.
[4] Idem, p. 17-18.
[5] VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável – o desafio do século XXI. Rio de Janeiro: Garamond, 2005, p. 171.
A rigor, Poder Global e Religião Universal (Ecclesiae,
2012), do Monsenhor Juan Claudio Sanahuja, não traz informações novas
nem secretas, mas traz informações fundamentais expostas de forma
ordenada, o que lhes dá uma inteligibilidade que geralmente lhes falta,
ainda as reputando a personagens e iniciativas bastante concretas – com o
que dá nome aos bois. O leitor brasileiro que opina sobre política já
não tem desculpas para ignorar ou dar de ombros diante do projeto
totalitário de governo mundial que canta como sereia à elite do
ocidente: isso, porque tanto A verdadeira história do Clube Bilderberg (Planeta, 2006), do jornalista espanhol Daniel Estulin, como Corporação (Cultrix, 2008), do scholar
inglês Nicholas Hagger, estão publicados no Brasil – claro, são só uma
ponta do iceberg, mas pelo menos são uma ponta que abre caminho em nosso
mercado editorial.
Caminho esse, enfim, que é o mesmo do livro de Mons.
Sanahuja, que ainda acrescenta uma peculiaridade aos estudos da
matéria: o enfoque da “espiritualidade” que há décadas vem sendo forjada
e promovida como caixa de ressonância na qual, para o cidadão comum,
fará sentido a destruição sistemática de tudo que de mais honrado temos.
Livros como False Dawn,
de Lee Penn, interessam-se mais pela “doutrina” (Helena Blavatsky,
Alice Bailey, Barbara Hubbard, Teilhard de Chardin etc.), se assim
podemos chamá-la, e pelos grandes promotores da religião universal que
se quer baixar como decreto. Já ao Mons. Sanahuja interessam os
estratagemas com os quais se baixam o decreto: o desenvolvimento de
novos “paradigmas éticos” e “paradigmas religiosos” em uma operação
multilateral – e cujo controle foge até mesmo aos grandes engenheiros
sociais – de imposição de definições sempre mutáveis de “direitos
humanos”, “desenvolvimento sustentável” e outras belas palavras que o
leitor bem conhece, e cuja fonte irradiadora próxima o autor localiza
nas grandes conferências internacionais da década de 1990, inspiradas no
Relatório Kissinger (1974). Mas vamos por partes.
Primeiro:
em que consiste o projeto de uma nova religião universal? Consiste na
tentativa de “dar uma resposta única e universal a todas as questões que
possam ser propostas pelos seres humanos, em qualquer situação em que
se encontrem e onde quer que estejam. Para tanto, é necessário, como é
lógico, colonizar a inteligência e o espírito de todos e de cada um dos
habitantes do planeta”, especificamente através de um “credo religioso”,
de todo oposto ao cristianismo (“a ética judaico-cristã não poderá ser
aplicada no futuro”, afirmou Hiroshi Nakajima, ex-diretor geral da OMS).
O leitor mais precavido poderá fazer um muxoxo ao tentar se lembrar de
quando viu, se viu, algum João Batista a pregar o novo Messias da ONU.
De fato, são raros os sacerdotes de um novo culto paramentados em praça
pública a anunciar seu credo. Mas existem muitos burocratas, ongueiros e
professores simpáticos a distribuir, como se fez em setembro do ano
passado, em Recife, 50 mil exemplares da Carta da Terra (documento
oficial da ONU) em forma de cordel a crianças de escolas públicas (http://www.recife.pe.gov.br/2011/09/30/prefeitura_do_recife_lanca_carta_da_terra_em_literatura_de_cordel_179066.php
). É um dos principais documentos da “espiritualidade ecologista” que
põe homem e besta no mesmo nível, ao estilo de um panteísmo verde
grosseiro à la Mikhail Gorbachev e sua Cruz Verde Internacional, cujos agentes defendem publicamente a substituição dos Dez Mandamentos pelo decálogo da Carta. É
tortuoso o percurso até a elaboração de um documento como esse. Em
1991, aponta Mons. Sanahuja, uma das agendas de trabalho da UNESCO dava
conta da elaboração de uma “ética universal de vida sustentável”. De
forma muito clara ali era posta a pedra fundamental do discurso
ambiental alarmista que hoje conhecemos bem: “É necessário lembrar a
verdade indiscutível de que os recursos disponíveis e o espaço da Terra
são limitados” (UNESCO, Diez Problemas Prospectivos de Población, Documento de Trabajo, Caracas, Febrero 1991, pp. 6-9). Vale a pena aqui citar mais extensamente Poder Global e Religião Universal: “Nestes
documentos de trabalho, a nova ética aparece quase como um paradigma
messiânico: um ‘chamado a viver uma nova ética que terá que iluminar as
interrelações complexas entre os fatores econômicos, o meio-ambiente e a
população’. Seus preceitos, afirmam, deverão guiar a tomada de decisões
dos governos, já que estas ‘não deverão ser consideradas como medidas
sobre assuntos nacionais, mas sobre assuntos de interesse
internacional’, pois, por exemplo, o alto crescimento demográfico de um
país pobre cria necessariamente um fluxo migratório para países com
melhor nível de desenvolvimento, os quais não têm capacidade de acolher
novos imigrantes.”
Apontava-se,
no mesmo documento, a necessidade de frear o desenvolvimento industrial
em países do terceiro mundo (“o progresso industrial dos países
desenvolvidos não se estenderá aos Países do Terceiro Mundo”) com vistas
a preservar o meio ambiente; mas, de modo incompreensível, chama
atenção Mons. Sanahuja, “o documento acrescenta que a única causa de
degradação ambiental nesses países é o fator demográfico, e que é
intolerável que ‘os pobres, que serão a maioria no futuro, prejudiquem
os ecossistemas do mundo para conseguir se desenvolver a qualquer
preço’”. O que ali se plantava depois se colheria nos Princípios para viver de forma sustentável
(Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA, 1991), em que
se lê que “deve-se alcançar o equilíbrio entre a capacidade de carga da
Terra, o volume da população e os estilos de vida de cada indivíduo”.
Poucos poderiam, à época da apresentação desses princípios, imaginar que
a massificação do aborto e do gayzismo seriam meios de salvar o
planeta... É que não se pode perder de vista o que Mons. Sanahuja chama
de “paradigma da reinterpretação dos direitos humanos”, assentado sobre a
idéia de que os direitos humanos são “evolutivos”. Por exemplo, a Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher
(CEDAW, 1979) reivindicara programas de “planejamento familiar”.
Posteriormente o comitê de monitoramento dessa convenção “interpretaria”
tal reivindicação como referência ao estímulo à esterilização, à
contracepção e ao aborto, sem que nada disso constasse no texto
original. Mais absurdo é o caso do comitê de monitoramento do Tratado Internacional contra a Tortura, que, por uma hermenêutica jurídica feérica, interpretaria o impedimento ao aborto como um ato de tortura contra a mulher.
Notem que isso não se limita a discussões chiques em salões da ONU: em 2009, o Comitê contra a Tortura efetivamente aplicou tal interpretação ao julgar que a Nicarágua, ao proibir o aborto terapêutico, violava o tratado. Aliás,
muitos desses documentos sequer necessitam ter vigência no direito
internacional para que “painéis intergovernamentais” se ponham a
trabalhar no que em curto prazo já será matéria universitária
respeitável e, em seguida, política de governo. Um exemplo são os
“Princípios de Yogyakarta”, que, embora não contem com o aval da
“comunidade internacional”, vão pouco e pouco divulgando os “direitos
humanos em perspectiva homossexual” através de estudos acadêmicos e
cumplicidade de autarquias governamentais. Como se vê, atira-se de todos
os lados, mas o alvo é um só: pois a destruição dos modelos correntes
de sociabilidade (casamento gay, etc.) e a completa desvalorização da
vida humana (aborto, etc.) são aríetes a abrir caminho para um novo
projeto civilizacional, cujo esteio popular é o bom-mocismo da devoção
ecológica à “Terra como Grande Mãe, Magna Mater, Inana e Pachamama”,
como disse Leonardo Boff – sim: o homem é ainda hoje muito influente –
na Assembléia Geral das Nações Unidas em 2009.
Os capítulos 5 e 6 de Poder Global e Religião Universal,
“A confusão dentro da Igreja” e “Notas para uma conduta cristã”,
endereçam-se especialmente ao leitor católico, delineando estratégias de
oposição ao presente estado de coisas. Curiosíssima é a resenha
apresentada, no capítulo quinto, de um livro pouco conhecido, o romance Os três diálogos e o relato do Anticristo,
escrito em 1900, do filósofo russo Vladimir Soloviev. Trata-se de uma
distopia em que o diabo, no fim dos tempos, apresenta-se como
“pacifista”, “ecologista” e “ecumenista”... O leitor há de julgar o que
vai ou não de profético aí.
O livro do Mons. Sanahuja se
encerra com dois apêndices: o artigo “Obama e Blair. O messianismo
reinterpretado”, do filósofo belga Michel Schooyans (que inclusive viveu
no Brasil), tratando do governo Obama no que diz respeito, por exemplo,
a políticas abortistas; e a conferência “A Terra e seu Caráter
Sagrado”, que a irmã canadense Donna Geernaert apresentou no Plenário da
União Internacional de Superioras Gerais (UISG, Roma, 2007), e a qual
ilustra bem o modo como pessoas de dentro da Igreja pervertem a verdade
de Cristo e a põem a serviço da adoração da “Mãe Terra” do novo culto
sem altar.
As
crianças também são doutrinadas a acreditar que reciclar irá
reduzir a poluição. Mas a elas não é dito que o processo de
reciclagem é, em si, extremamente poluente.
Quer
salvar árvores e diminuir a poluição? Enfie seus papeis em
uma grande sacola plástica e jogue-a fora.
A
reciclagem adquiriu um status moral quase que inquestionável, em
grande parte porque crianças e adolescentes, doutrinados pela
propaganda ambientalista continuamente regurgitada pelas escolas e
universidades, chegam às suas casas munidos de informações
falaciosas e as utilizam para intimidar seus pais.
Não seria
exagero algum dizer que mais de 70% da juventude quer que seus pais
reciclem.
Porém,
aqui vai meu humilde conselho aos pais: não se envergonhem e não se
deixem intimidar! Joguem fora todo e qualquer lixo. Não há
nenhuma virtude em reciclar algo que o mercado não está disposto a
lhe pagar. Se reciclagem fosse realmente uma necessidade
premente, tal ato teria um enorme preço de mercado, e as pessoas
seriam pagas para incorrer em tal atividade. O que nossas
crianças e adolescentes estão aprendendo nada mais é do que
ideologia esquerdista, sem nenhum respaldo em fatos ou na ciência.
Um
dos argumentos utilizados em prol da reciclagem é que o mundo está
ficando sem aterros sanitários, pois o espaço para eles estaria
acabando. Os meios de comunicação se esmeram em propagandear,
principalmente em canais voltados para o público infantil, imagens
sombrias de cidades soterradas sob seu próprio lixo. É
exatamente isto o que se passa por educação ambientalista no mundo
atual.
Porém,
a realidade é que não há e nem nunca houve qualquer escassez de
espaço para a construção de aterros.
Se houvesse de fato tal
escassez, o preço de mercado para tal espaço seria tão
astronômico, que as pessoas estariam demolindo suas próprias casas
para construir aterros em seus lugares. Ato contínuo, elas
iriam embolsar o lucro e comprariam mansões. No entanto, a
verdade é que se todo o lixo sólido a ser produzido nos próximos
mil anos fosse concentrado em um único lugar, ele ocuparia
apenas 114 quilômetros quadrados — o equivalente a 0,001% de toda
a área dos EUA.
E
o que dizer sobre a tão propalada alegação de que a reciclagem,
principalmente a de papel, irá "salvar a vida" de várias
árvores? Toda criança tem este mantra na ponta da língua.
O papel, afinal, é feito da madeira das árvores. Por que não
produzir papel novo utilizando papel antigo e, assim, evitar que mais
árvores sejam derrubadas? Simplesmente porque não é assim
que funciona a lógica econômica. A oferta sempre será
comandada pela demanda. Se amanhã repentinamente pararmos de
utilizar trigo para fazer pão, haveria menos trigo no mundo daqui a
um ano. A oferta de trigo cairia drasticamente. Não mais
haveria incentivos de mercado para se cultivar trigos, seus preços
despencariam e o cultivo de trigo seria uma atividade totalmente
deficitária.
Da mesma forma, se todo o mundo parasse de comer
frango, a população de frango diminuiria, e não aumentaria, como
supõem quase todos os ambientalistas.
A
mesma lógica se aplica à relação entre papel e árvores. Se
pararmos de utilizar papel, menos árvores seriam plantadas.
Não haveria incentivos de mercado para a conservação de
florestas. Na indústria papeleira, 87% das árvores utilizadas
são plantadas para a produção de papel. Isto significa que,
de cada 13 árvores que seriam "salvas" pela reciclagem, 87
jamais seriam plantadas. É exatamente por causa da demanda por
papel que o número de árvores plantadas no mundo aumentou nos
últimos 60 anos. Eis, portanto, uma lição incômoda para os
ambientalistas: se o seu objetivo é maximizar o número de árvores,
não recicle papel. Outra lição: se você quer aumentar o
número de árvores, defenda o capitalismo e a propriedade privada.
Quando se é dono da sua própria terra, há vários incentivos
econômicos para se cuidar muito bem desta sua terra. Sua
preocupação é com a produtividade de longo prazo. Assim, o
proprietário de uma floresta, por exemplo, irá permitir que uma
madeireira ceife apenas um número limitado de árvores, pois ele não
apenas terá de replantar todas as que foram ceifadas, como também
terá de deixar um número suficiente para a colheita do próximo
ano.
Outras
declarações feitas por defensores da reciclagem são igualmente
problemáticas. Reciclar não poupa recursos. Pelo
contrário, desperdiça recursos valiosos. Em geral, reciclar é
mais caro do que construir aterros, com a única exceção para esta
regra sendo o alumínio. As crianças também são doutrinadas
a acreditar que reciclar irá reduzir a poluição. Mas a elas
não é dito que o processo de reciclagem é, em si, extremamente
poluente. A reciclagem de jornais, por exemplo, requer que a
tinta velha utilizada nos jornais seja retirada das páginas.
Este é um processo quimicamente intensivo que gera enormes
quantidades de lixo tóxico. Muito mais "ambientalmente
saudável" seria simplesmente jogar os jornais fora.
Adicionalmente,
um programa de coleta de recicláveis exige o uso de caminhões
diferentes dos caminhões utilizados para a coleta de lixo
comum. Isto, por sua vez, significa mais caminhões circulando
diariamente (ou semanalmente) nas cidades. E isto, por sua vez,
significa mais poluição do ar. Em Nova York, por exemplo,
após instituir a reciclagem compulsória, a prefeitura teve de
acrescentar duas coletas adicionais por semana. Já em Los Angeles, a
prefeitura teve de duplicar sua frota de caminhões de lixo.
Mas
o fato é que os recicladores têm uma agenda muito mais ambiciosa do
que aquela com que doutrinam as crianças e os adolescentes. No
livro Waste
Management: Towards a Sustainable Society,
seus autores, O.P.
Kharband and E.A. Stallworthy, chegam a reclamar
que as construtoras descartam pregos envergados e que os hospitais
utilizam seringas descartáveis. "O chamado 'padrão de
vida'", concluem os autores, "terá de ser reduzido".
Eis
aí o real objetivo da elite defensora de programas compulsórios de
reciclagem. E, tragicamente, esta redução no padrão de vida
já foi alcançada em várias cidades que construíram monstruosas e
caras fábricas de reciclagem, o que levou a desperdícios
inacreditáveis, impostos mais altos, e prefeituras financeiramente
estropiadas.
A
realidade econômica do debate ambientalista
Debates
sobre questões ambientais nada mais são do que debates sobre como
estamos precificando o futuro.
Em economês, diz-se que estamos
atribuindo ao futuro um valor presente muito descontado.
Questões sobre "o mundo que estamos deixando para nossos
filhos" e reclamações sobre a suposta miopia das gerações
atuais são, em última instância, alegações de que estamos
precificando o futuro de maneira incorreta e inapropriada — ou,
mais especificamente, que estamos descontando acentuadamente o valor
presente do futuro.
Em
seu livro The
Armchair Economist,
Steven Landsburg apresentou um excelente ponto sobre a alegação de
que temos de conservar a terra para as gerações futuras. Ele
pergunta como podemos saber com total certeza se nossos filhos e
netos irão preferir uma floresta a toda a renda e riqueza que seriam
geradas por, digamos, um estacionamento ou um shopping. E a
resposta é que nós simplesmente não sabemos, pois, novamente
recorrendo ao economês, é impossível fazer comparações
interpessoais de utilidade. Mas podemos utilizar o princípio
da preferência temporal para nortear nossas decisões.
Alguns
dizem que não podemos precificar o futuro de maneira tão baixa —
ou que, se o fizermos, deveríamos descontar seu valor presente de
uma maneira extremamente ínfima. Tais pessoas argumentam que,
ao fazermos nossos cálculos ambientais de hoje, as gerações
futuras deveriam ser incluídas nele e consideradas como tendo o
mesmo peso da geração atual. Certo, mas qual a consequência
real e lógica de tal postura? Ora, se realmente fizermos isso
para todos os assuntos envolvendo o ambiente, então qualquer questão
sobre a proteção do planeta irá se tornar irrelevante por causa de
um fato incômodo e perturbador já apontado pelo economista Walter
Block: em algum momento futuro, o sol irá desaparecer, e o planeta
com o qual estamos tão preocupados hoje irá simplesmente
desaparecer. E isso é um fato para o qual não há
alternativas.
Logo,
se estamos tão preocupados com a preservação das espécies, e se
já sabemos de antemão que, um dia, o planeta Terra irá
inevitavelmente desaparecer, então temos de buscar um conjunto de
ideias radicalmente distintas e uma abordagem radicalmente diferente
da atual maneira de se pensar o ambiente. Temos de levar em
conta que haverá um momento em que o principal problema ambiental a
ser enfrentado pela humanidade não será como reduzir a poluição
da terra, do ar e do mar, mas sim como sair deste planeta ou como
alterar sua posição no sistema solar, duas tarefas que estão muito
além das fronteiras da nossa atual capacidade tecnológica, mas que
podem ser alcançadas, pelo menos em princípio.
Uma
solução para este inevitável problema seria o acúmulo de recursos
e capital, algo que requer um nível muito maior de criatividade e
engenho humano, e uma divisão do trabalho muito mais acentuada que a
atual, de modo que as pessoas possam se concentrar nos problemas e
desafios gerados por uma viagem interplanetária. Isto
significa que seriam necessárias mais pessoas habitando o planeta, e
elas teriam de ser muito mais ricas do que são hoje, e teriam de
enriquecer de maneira bem mais acelerada, pois isso liberaria o
recursos necessários para solucionar todos estes problemas.
Embora
isto — aumento populacional e enriquecimento acelerado — seja
algo que vá exatamente contra as ideias ambientalistas
convencionais, trata-se exatamente da consequência lógica de se
dizer que as gerações futuras devem ser consideradas como tendo o
mesmo valor da nossa geração atual. A tese de que não
devemos dar ao futuro — e às gerações futuras — um valor
presente descontado implica que todos os outros problemas atuais
devem ser relegados a segundo plano, dando-se prioridade ao urgente
problema de como impedir a inevitável extinção humana que irá
ocorrer quando o sol morrer.
Conclusão
À
primeira vista, o objetivo de se reciclar mais e de se conservar mais
pode parecer muito apropriado, até mesmo desejável. No
entanto, os defensores de tais práticas não possuem as informações
econômicas necessárias para se tomar as decisões corretas nestas
questões, pois não há direitos de propriedade claramente definidos
sobre os recursos naturais escassos. Não há propriedade
privada sobre aterros sanitários e não há livre mercado para a
reciclagem de lixo. Adicionalmente, como mostra o exemplo de
Block, se realmente nos importamos com as gerações futuras, se
dermos a ela exatamente a mesma importância que damos a nós mesmos
e, consequentemente, se estamos dispostos a nos sacrificar por ela —
pois, afinal, damos a ela o mesmo valor que damos a nós mesmos —,
então o inevitável fato de que o sol irá morrer um dia significa
que, em vez de estarmos hoje preocupados com a reciclagem de lixo,
deveríamos, isto sim, estar preocupados em construir colônias
planetárias, exatamente como no seriado Battlestar
Galáctica. Quem
for contra isso, ou achar que se trata de um exagero, então tal
pessoa realmente não está preocupada com as gerações futuras que
presumivelmente irão habitar a terra daqui a vários bilhões de
anos.
Recicladores
e ambientalistas não são cidadãos melhores ou mais bem
intencionados. São apenas mal informados. Quer salvar
árvores e diminuir a poluição? Enfie seus papeis em uma
grande sacola plástica e jogue-a fora.
Colaborou
para este artigoArt
Carden.
Roy
Cordatoé
vice-presidente para pesquisas e acadêmico residente da John Locke
Foundation. É também pesquisador adjunto do Mises
Institute.
English: A participant of a Zombie walk, Asbury Park NJ, USA. (Photo credit: Wikipedia)
apocalipse zumbi se torna realidade em
Miami, enquanto a polícia atira em homem maluco e nu, literalmente
comendo a face de outro homem
Por Mike Adams
O há muito tempo temido "apocalipse
zumbi" já pode estar em andamento em Miami, onde um zumbi
humano, um homem maluco e nu, foi encontrado por oficiais de polícia
que o descobriram literalmente se banqueteando da face de um outro
homem nu. Esse é um evento real e foi relatado pela CBS Miami
(http://miami.cbslocal.com/2012/05/26/miami-police-confrontation-men-l...)
que diz:
"A polícia de Miami atirou e
matou um homem na estrada MacArthur sábado a tarde, e fontes da
polícia disseram a CBS4 que eles não tiveram escolha: O homem nu
que eles balearam estava tentando mastigar a face de outro homem nu,
e se recusou a obedecer as ordens dos policiais para parar sua
terrível refeição. Os policiais encontraram um homem mordendo a
face do outro, no que uma fonte da polícia chamou de a coisa mais
horrível que ele já tinha visto".
Nesse ponto, os policiais atiraram no
zumbi uma vez, mas ele continuou se alimentando da face do outro
homem. Eles foram forçados a atirar nele outra vez, o que
misericordiosamente o matou.
Depois eles procuraram ajudar a vítima
cuja face já estava comida na maior parte.
"Com o atacante morto, jazendo nu
na calçada, os policiais e paramédicos foram capazes de chegar até
a vítima e levá-la depressa para o hospital Jackson Memorial.
Fontes da polícia dizem que o homem não tinha virtualmente nenhuma
face e estava irreconhecível. Uma vez que a confrontação bizarra
chegou ao fim, aos policiais foi deixada a tarefa de descobrir o que
tinha acontecido..."
0 Miami Herald também relatou: "De
acordo com fontes da polícia, um policial rodoviário viu um homem
nu mastigando a face de um outro homem e gritou para ele com o
alto-falante para ele se afastar.
Como ele continuou o ataque, o
policial atirou nele, as fontes policiais disseram. O atacante não
parou o ataque depois de ser baleado, forçando o policial a
continuar atirando. Testemunhas disseram que ouviram pelo menos meia
dúzia de tiros."
O apocalipse zumbi começa
Estamos nós agora testemunhando o
surgimento de zumbis? Humanos que se submetem a flúor, aspartame,
drogas psiquiátricas, vacinas e drogas de rua acabam lobotomizando
suas faculdades superiores. Vacinas, para começar, causam extremos
danos neurológicos, e algumas vacinas são na verdade feitas de
vírus agressivos projetados para "comer" regiões alvo do
cérebro, resultando em uma lobotomia biológica.
O que resta é a região primitiva do
cérebro, algumas vezes chamada de "cérebro reptiliano".
Ou o "cérebro zumbi", para usar um termo da cultura pop.
Esse cérebro zumbi não tem moral nem lógica. Ele só conhece fome,
sexo, violência e medo. Ele está inteiramente concentrado em
necessidades egoistas e não na habilidade de considerar o bem estar
dos outros.
"A América está se tornando uma
nação zumbi", o premidado jornalista investigativo Jim Marrs
recentemente me contou em uma entrevista por telefone. De fato, ele
queria chamar seu livro mais recente de "nação zumbi",
mas o editor rejeitou e invés disso o chamou "A Conspiração
de Um Trilhão de Dólares", o que também não faz muito
sentido dada a ampla cobertura de tópicos do livro. A palavra
"zumbi", contudo, apareceu no subtítulo. Aqui está o
título completo: "A Conspiração de Um Trilhão de Dólares:
Como a Nova Ordem Mundial, doenças produzidas pelo homem, e bancos
zumbis estão destruindo a América."
(http://www.amazon.com/The-Trillion-Dollar-Conspiracy-Man-Made-Destroy...)
Ainda não conseguiu sua munição
zumbi?
Um dos meus instrutores de armas de
fogo, um ex-atirador fuzileiro naval que viu a ação da linha de
frente no Iraque, recentemente me contou, "Você sabe por que o
apocalipse zumbi realmente não acontecerá?"
"Não, diga-me," eu
respondi, porque sei que ele tem um senso de humor doentio.
"Porque eu quero," ele
gracejou.
Ele é barra pesada. E ele não está
só. Entre a comunidade dos possuidores de armas de fogo e atiradores
desportivos, a ideia de uma aproximação do apocalipse zumbi já
está entrelaçada na cultura. Tanto é assim que um famoso
fabricante de munição, Hornady, até mesmo já apresentou sua
própria linha de munição especificamente projetada para estourar o
cérebro dos zumbis.
É chamada de "Zombie Max Ammo",
e até tem um vídeo promocional que divulga a balística superior da
munição Zombie Max, descrevendo uma real invasão zumbi da
sociedade, onde cidadãos donos de armas de fogo lutam contra eles
com esta munição especial:
http://www.youtube.com/watch?v=bQWb-5nblx4
O vídeo segue com o intrigante texto:
"A munição Hornady Zombie Max
não é um briquedo, mas ela é destinada apenas para ser usada em
... zumbis, também conhecidos como mortos vivos, não mortos, etc."
A zumbificação da América
Eu suponho que em algum nível
profundo da intuição, a maioria das pessoas compreendem que nosso
mundo civilizado está desmoronando. O abandono da lei e do senso
comum nos Estados Unidos (e, claro, o Reino Unido também) é apenas
um sinal, mas outros sinais incluem:
O crescimento do número de relatos de
pessoas que andam direto para carros e caminhões em movimento
enquanto escrevem em seus dispositivos móveis. Isso frequentemente
resulta em suas mortes.
(http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/northamerica/usa/9265401/Da...)
Crescimento nos relatos bizarros de
"motoristas adormecidos" e como eles de repente acordam
para se descobrirem dirigindo pela cidade em seus próprios carros no
meio da noite.
(http://www.cbc.ca/news/health/story/2007/04/19/sleep-drug-warning.htm...)
Do PubMed para a NIH: "Motoristas com deficiência da droga Z
podem demonstrar função cognitiva em baixos nívis com os
motoristas ainda capazes de compreender e responder a perguntas
enquanto sonâmbulos são completamente incapazes de entender ou
interagir com a polícia. Motoristas com deficiência da droga Z são
frequentemente severamente deficientes fisicamente, incapazes de se
levantar ou manter o equilíbrio enquanto sonâmbulos são capazes de
se levantar e andar sem ajuda."
(http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21367628)
A completa falta de questionamento
inteligente sobre eventos onde a explicação oficial do governo não
faz absolutamente nenhum sentido: 11/9, a morte de Bin Laden, ect.
(http://www.naturalnews.com/033684_911_truth_WTC_7.html)
A aceleração da propaganda da vacina
contra a gripe que agora inclui estimular a vacina da gripe em
mulheres grávidas também. Vacinas contra a gripe contêm aditivos
químicos que lobotomizam o tecido do cérebro, fazendo com que você
não pense racionalmente.
O surgimento de toda uma nova geração
de crianças murmurantes, neurologicamente prejudicadas que são
agora rotineiramente vistas em público. Muitas dessas crianças são,
é claro, prejudicadas por vacinas.
Aspartame, que "conserva" o
cérebro em formaldeído, continua a ser consumido em quantidades
ridiculamente altas através de refrigerantes diet. Você já notou
que pessoas que bebem muito refrigerante diet são também as mais
mentalmente entorpecidas por aí?
(www.naturalnews.com/aspartame.html)
O aumento nas vendas de produtos feitos
de bebês humanos. Recentemente na Coreia, uma empresa foi proibida
de vender "bebês humanos em pó" em cápsulas como pílulas
da longevidade. E mais recentemente, um homem no Reino Unido foi
preso na Tailândia com seis fetos humanos assados em sua bagagem,
enrolados em folhas de ouro. Estes seriam vendidos como algum tipo de
fonte de poder de magia negra. Os consumidores aparentemente comem os
fetos sob a crença de que fazendo isso lhes será dado poder.
http://www.independent.co.uk/news/world/asia/briton-arrested-in-thail...)
Mesmo os Centros de Controle de Doenças
dos Estados Unidos (CDC) avisaram aos americanos para se prepararem
para o que eles chamam "a chegada do apocalipse zumbi".
(http://www.naturalnews.com/032454_zombie_apocalypse_CDC.htm). De
acordo com o anúncio de 16 de maio de 2011 do CDC, "... zumbis
tomarão o controle de países inteiros, perambulando pelas ruas das
cidades comendo qualquer coisa viva que passe pelo seu caminho. O CDC
providenciará assistência técnica para cidades, estados ou
parceiros internacionais lidarem com uma infestação zumbi. Essa
assistência poderia incluir consultoria, teste de laboratório e
análise, gerenciamento e cuidado de pacientes, rastreamento de
contatos e controle de infecção (incluindo isolamento e
quarentena)".
A página de apocalipse zumbi do CDC,
acredite se quiser, ainda está postada em:
http://blogs.cdc.gov/publichealthmatters/2011/05/preparedness-101-zom...
Mas a prova no. 1 de que o apocalipse
zumbi já começou não é outra senão a lista de funcionários da
TSA. Você já tentou ter uma conversa lógica com um funcionário da
TSA? Estas pessoas não têm funcionamento do cérebro superior e são
contratadas primariamente por causa das operações de seus "cérebros
primitivos" que gostam de molestar sexualmente crianças
pequenas. Que diabos, recentemente um padre que foi expulso da igreja
por alegações de abuso sexual de crianças foi descoberto que foi
contratado para um tabalho na TSA!
(http://www.prisonplanet.com/tsa-hired-serial-sex-abuse-priest-pedophi...)
(http://www.prisonplanet.com/tsa-outrage-agency-hires-defrocked-priest...)