terça-feira, 4 de setembro de 2012

A escravidão consentida

Image representing Google Chrome as depicted i...Image via CrunchBase
A atual e futura escravidão têm este caráter: serão buscadas por desejo dos próprios escravos.

O jornal Le Figaro traz uma matéria que dá alguns detalhes da briga existente entre a Apple e a Google: Apple lance une application de plan face à Google Maps. Nela, o jornal francês apresenta a guerra que há, entre essas duas empresas de tecnologia, na busca de adquirir mais força no desenvolvimento de aplicativos que possuem a capacidade de colher dados de seus usuários. 


Em princípio, essa parece uma clássica batalha comercial. Com os dados em mãos, as empresas poderiam vender mais facilmente, e por um preço melhor, espaços de propaganda em sites e nos próprios aplicativos. Por exemplo, seria possível o envio de um comercial sobre determinada empresa no momento exato em que o usuário estivesse passando pelas redondezas de sua localização. No entanto, o que parece apenas uma questão de concorrência está se tornando um encarniçada luta por controle absoluto. Tanto a Google como a Apple estão se especializando em colhimento dos dados de seus clientes, de tal maneira que lhes é possível traçar um perfil quase completo de gostos, hábitos e até ideias dessas pessoas. Imagine o poder que essas empresas estão adquirindo com todas essas informações em mãos.

É importante ressaltar, ainda, que ambas as empresas são grandes defensoras de uma agenda global que inclui a promoção do homossexualismo, do aborto, redução populacional, das políticas ecológicas, da ideia do aquecimento global e tudo aquilo que faz parte do planejamento de dominação mundial que nasce dentro das Nações Unidas e outros grupos mais discretos, porém não menos poderosos.

Se torna fácil, então, para essas empresas, segundo suas próprias políticas, empreender qualquer tipo de perseguição, restrição e dificuldades contra aqueles que fazem parte dos grupos não agradáveis aos seus planejamentos. 

Julio Severo, incansável batalhador que denuncia há tempos o perigo da agenda homossexual que vem sendo imposta contra a sociedade já sofreu esse tipo de boicote, tendo ficado algum tempo com seu site fora do ar por causa de denúncias infundadas contra seu trabalho. Hoje mesmo, vemos tanto seu site, como o próprio Mídia sem Máscara tendo seu acesso dificultado para aqueles que utilizam o navegador Chrome, da Google. Seria isso já um princípio de demonstração do poder da empresa? Não sei, mas me faz questionar por que, logo dois sites que divulgam ideias contrárias às políticas globais estão sendo afetados por esse problema.


Eu mesmo sou um utilizador dos aparelhos da Apple. Porém, tenho consciência de como me torno vulnerável por isso. É possível, para essa empresa, sem grandes dificuldades, por meio de meus aparelhos, determinar minha localização, o que, convenhamos, não me parece o melhor exemplo de privacidade.

O que estamos vendo, portanto, é uma disputa entre duas grandes empresas de tecnologia que, aparentemente, estão empreendendo todos os seus esforços para se aproximarem da figura do Big Brother. O problema é que, diferente do imaginado por Orwell, essa tirania não está sendo exercida por meio de um poder imposto por algum governo soberano. Ela está ocorrendo dentro de uma liberdade plena de escolha. Isso quer dizer que apenas estamos trocando nossas consciências por um pouco de luxo e conforto.

A atual e futura escravidão têm este caráter: serão buscadas por desejo dos próprios escravos.

Quem conhece os nossos passos?

Mas não são apenas a Apple e a Google que buscam incessantemente a posição de grandes invasores da privacidade alheia. Não poderia ficar de fora dessa briga a toda poderosa Microsoft. Esta, que já foi a maior empresa de tecnologia do mundo e hoje disputa para manter sua fatia (ainda gorda) do mercado, está investindo milhões de dólares em um sistema de monitoração pública, na cidade de Nova York (veja matéria do jornal Le Figaro).

Por esse sistema, o poder público terá acesso, em tempo real, aos dados relativos à movimentação de pessoas pela cidade. Também terá acesso aos dados mantidos gravados no sistema. Placas de carro, número de telefones celular, e até identificação biométrica seria possível. Tudo em nome de quê? Da segurança, evidentemente.

Com esse tipo de acesso e controle de dados, o governo terá em suas mãos informações que possibilitariam encontrar qualquer pessoa, em qualquer momento, na área coberta pelo monitoramento. Apesar disso, as autoridades afirmam que a privacidade não será violada, já que as câmeras de monitoramento apenas captariam imagens dos espaços públicos. 

O interessante é que a cidade de Nova York, que outrora teve problemas sérios com violência, vive tempos de tranquilidade, com números baixíssimos de criminalidade. Isso, simplesmente, por causa de uma política de segurança duríssima, que não permite que criminosos, de qualquer tipo, tenham liberdade para agir em sua jurisdição.

Portanto, a que segurança os responsáveis pela criação desse sistema estão se referindo? Apenas pode ser a "sensação de segurança", tão almejada pelos cidadãos. Ainda que os números de ações criminosas sejam baixos, ainda que as chances de uma pessoa ser vítima de um bandido sejam praticamente nulas, sempre é possível invocar a necessidade de segurança. Isso quer dizer que, nessa matéria, toda proposta que prometa fortalecer a sensação de ausência de perigo, é bem aceita.

E assim, o Estado vai aumentando a extensão de seus tentáculos e, passo-a-passo, entra um pouco mais na vida privada de seus próprios cidadãos. Ontem, todo lugar onde alguém estivesse, ainda que público, deveria a privacidade ser respeitada. Hoje, essa privacidade apenas existe, relativamente, dentro de casa. Amanhã, quem sabe o que restará como refúgio?

A ideia que se propaga é que não há privacidade em lugares públicos. Como se privacidade fosse apenas relativa aos atos mais íntimos. Os que assim pensam, esquecem que há a necessidade de mantermos em sigilo também os nossos caminhos, nossas rotinas, nossas preferências, nossos gostos, nossos desejos. Ora, se o governo tem acesso a tudo o que eu faço durante o dia, ainda que não possa ler meus pensamentos, pode, facilmente, deduzir todas aquelas coisas que fazem parte da minha intimidade. Se isso não o torna Deus, pelo menos o faz muito próximo de Satanás.

Até aqui, aceitávamos que apenas Deus teria o poder de tudo ver e tínhamos a plena consciência de que somente Dele não haveria nada que pudéssemos resguardar. Hoje, essa convicção começa a ser destruída, quando vemos que o Estado passa a também ter o poder, que até aqui tínhamos como sobrenatural, de saber tudo o que fazemos. Isso é a destruíção de um imaginário construído em milhares de anos. 

O poder estatal tem se mostrado tão veemente que começa a apresentar obras que antes eram tidas como exclusividades divinas. Isso me lembra o texto bíblico que se refere à besta que "seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar..." (Apocalipse 13.14). Esta mesma besta é aquela que imporá uma marca sobre os homens "para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome" (Apocalipse 13.17). Quem, além do Estado, parece demonstrar tamanho poder?

Com a implantação de um sistema como esse, em relação ao qual não devemos nos iludir como algo que estará restrito apenas à cidade americana, já que a própria Microsoft afirma que seu plano é vendê-lo por todo o mundo, cabe-nos perguntar: de quem esperamos o socorro quando nos sentimos em perigo? A quem confiamos nossas vidas para que nos proteja? A quem devotamos grande parte de nosso tempo e recursos? A quem damos conta do que fazemos, compramos, vendemos e temos? Quem esperamos que nos eduque? E, também, quem sabemos que conhece todos os nossos passos? Obviamente, o deus-Estado!

Fábio Blanco, advogado e teólogo, edita o blog Discursos de Cadeira.

Fonte: www.midiasemmascara.org
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Cientistas provam que o DNA pode ser reprogramado por palavras e frequências

Animation of the structure of a section of DNA...Animation of the structure of a section of DNA. The bases lie horizontally between the two spiraling strands. (Photo credit: Wikipedia)Cientistas provam que o DNA pode ser reprogramado por palavras e frequências

Por Grazyna Fosar e Franz Bludorf

O DNA humano é uma internet biológica e superior em muitos aspectos a internet artificial. Pesquisa científica russa direta ou indiretamente explica fenômenos tais como clarividência, intuição, atos de cura espontâneos e remotos, técnicas de afirmação. auras/luzes incomuns ao redor de pessoas (especialmente mestres espirituais), influência mental sobre padrões de clima e muito mais. Além disso, há evidências de um tipo completamente novo de medicina na qual o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e frequências sem cortar e substituir genes individuais. 

Somente 10% do nosso DNA está sendo usado para construir proteínas. É este sub-sistema de DNA que é de interesse para os pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e agrupado. Os outros 90% são considerados "DNA lixo". Os pesquisadores russos, contudo, convencidos de que a natureza não era burra, juntaram linguístas e geneticistas em uma iniciativa para explorar aqueles 90% de "DNA lixo". Os resultados deles, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionárias!
De acordo com eles, nosso DNA não é somente responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e para comunicação. Os linguístas russos descobriram que o código genético, especialmente nos aparentemente inúteis 90%, segue as mesmas regras como todas as nossas línguas humanas. Para este fim eles compararam as regras de sintaxe (a maneira na qual as palavras são colocadas juntas para formar frases e sentenças), a semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras gramaticais básicas. Eles descobriram que os álcales de nosso DNA seguem uma gramática comum e tem regras exatamente como nossos idiomas. Dessa forma, as línguas humanas não apareceram por coincidência, mas são um reflexo natural de nosso DNA.

O biofísico e biólogo molecular russo Pjotr Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibracional do DNA. (Por uma questão de brevidade eu darei apenas um resumo aqui.) O resultado foi: "Os cromossomos vivos funcionam exatamente como computadores solitônicos/holográficos usando radiação laser endógena do DNA. "Isso significa que eles conseguiram, por exemplo, modular certos padrões de frequências em um raio laser e com ele influenciaram a frequência do DNA e assim a própria informação genética. Desde que a estrutura básica dos pares DNA-álcales e da linguagem (como explicado acima) são da mesma estrutura, nenhuma decodificação de DNA é necessária. Alguém pode simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana. Isso, também, foi provado experimentalmente! A substância do DNA vivo (no tecido vivo, não in vitro) sempre reagirá a raios laser modulados pela linguagem e até por ondas de rádio, se as frequências adequadas estiverem sendo usadas.

Isso explica finalmente e cientificamente porque afirmações, treinamento autógeno, hipnose e afins podem ter efeitos tão fortes sobre os humanos e seus corpos. É inteiramente normal e natural para nosso DNA reagir a linguagem. Enquanto pesquisadores ocidentais cortam fios de genes individuais do DNA e inserem em algum outro lugar, os russo entusiasticamente trabalhavam em dispositivos que podem influenciar o metabolismo celular através de frequências moduladas de rádio e luz adequadas e assim reparar defeitos genéticos.

O grupo de pesquisa de Garjajev foi bem sucedido em provar que com esse método que cromossomos danificados por raios X, por exemplo, podem ser reparados. Eles até mesmo capturaram padrões de informação de um DNA particular e transmitiram para um outro, deste modo reprogramando células para outro genoma. Assim eles transformaram com êxito, por exemplo, embriões de sapo para embriões de salamandra simplesmente pela transmissão de padrões de informação. Desse modo a informação inteira foi transmitida sem nenhum dos efeitos colaterais ou discordâncias encontradas quando há corte e reintrodução de genes individuais do DNA. Isso representa uma inacreditável, uma revolução transformadora mundial e uma sensação! Tudo isso simplesmente aplicando vibração e linguagem invés de procedimentos arcaicos de remoção. Este experimento aponta para o imenso poder das ondas genéticas, o que obviamente tem uma maior influência na formação dos organismos do que os processos bioquímicos das sequências alcalinas.

Professores esotéricos e espirituais tem conhecido há décadas que nosso corpo é programável pela linguagem, palavras e pensamento. Isso agora foi provado e explicado cientificamente. É claro que a frequência tem de ser a correta. E é por isso que nem todo mundo é igualmente bem sucedido ou pode fazê-lo sempre com a mesma força. A pessoa individual deve trabalhar nos processos internos e maturidade a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o DNA. Os pesquisadores russos trabalham em um método que não seja dependente desses fatores, mas que sempre funcionará, desde que a pessoa use a frequência correta.

Mas quanto mais desenvolvida a consciência é, menos necessidade há para algum tipo de dispositivo! Pode-se alcançar estes resultados por si mesmo, e a ciência finalmente parará de rir de tais ideias e confirmará e explicará os resultados. E não termina aí. Os cientistas russos também descobriram que nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, dessa forma produzindo buracos de vermes(wormholes) magnetizados. Buracos de verme são os equivalentes microscópicos das assim chamadas ponte Einstein-Rosen nos arredores dos buracos negros (deixados por estrelas extintas). Estes são tuneis de conexão entre áreas inteiramente diferentes do universo através dos quais a informação pode ser transmitida fora do espaço e do tempo. O DNA atrai estes pedaços de informação e os passa para nossa consciência. Esse processo de hiper comunicação é mais efetivo em um estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto hiperativo impedem uma hiper comunicação bem sucedida ou a informação será totalmente distorcida e inútil.

Fonte: www.zengardner.com                                             
                                

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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Cuidado com o que experimenta a Europa

Coat of arms of ComoCoat of arms of Como (Photo credit: Wikipedia)

Cuidado com o que experimenta a Europa

Escrito por Sandro Guidall
 
Na Suécia os ideólogos de gênero estão fazendo seus testes macabros com as crianças;
que ninguém se iluda: o objetivo é espalhar isso mundo afora.


A ideologia de gênero é satânica porque ela parte da ideia de que não precisamos crescer e viver de acordo com o sexo que temos. O comportamento humano, para seus criadores, portanto, não deve ser consequência da biologia fruto da vontade de Deus e sim algo que pode ser construído socialmente, de acordo com a vontade da pessoa. Ela afronta as leis do Criador e incentiva, manipulando crianças, a indisciplina e a rebeldia. Além de ser um odioso ataque à família cristã.

Nas escolas, por exemplo, meninos e meninas podem ser estimulados a serem o oposto do que são e manipulados pelo capricho de pais e professores irresponsáveis. Crescerão em desacordo com a própria natureza sofrendo consequências terríveis por causa disso.


Como quase toda ideologia revolucionária (vide o nazismo e o comunismo), quando implantada, seus efeitos são nefastos. Há casos como o de gêmeos masculinos nos Estados Unidos em que um deles foi criado como menina por pais delirantes. O resultado foi que ambos se suicidaram quando jovens. O irmão que cresceu normalmente não suportou o sofrimento do outro, criado como garota. E o criado como garota não suportou ver o irmão morrer. A história está no magistral "Ideologia de Gênero, o neototalitarismo e a morte da família" que este Portal vem comentando em notas e textos este mês. Aliás, o livro da editora Katechesis é imprescindível para entender esse fenômeno.

Agora, vemos que um colégio na Suécia trata garotos e garotas como se fossem iguais. Todos se vestem com as mesmas roupas, todos usam os mesmos banheiros, todos brincam com os mesmos brinquedos. E o pior: são diariamente doutrinados e estimulados a serem homossexuais, bissexuais ou transsexuais.

Diante desta escola do inferno, surge inevitavelmente a pergunta: quantas dessas crianças se tornarão adultos problemáticos e quantas acabarão buscando o suicídio? Quem será responsabilizado por isso?

Professores, pais e diretores? Ou o Estado sueco que permite o funcionamento de uma instituição dessas?

Mas os horrores não acabam por aí. Os países nórdicos, em geral, são respeitados pelo mundo todo pela alta tecnologia que possuem, pela riqueza e bem-estar gerados, pela paz que prevalece em seus territórios, pela civilidade do povo, enfim. É natural, portanto, que sejam tomados como bons modelos por outras sociedades.

Porém, assim como as "evoluídas" Holanda e Suiça exportam políticas públicas que só ampliam o sofrimento dos dependentes de drogas e degradam o ser humano, a Suécia pode ter seu modelo escolar de gênero importado por países como o Brasil, onde juristas, advogados, professores e ONG´s estão esfregando as mãos para em breve adotar algo similar neste país. Não tardará muito para as primeiras experiências começarem.

Acontece que esses países europeus jamais serão modelos para o Ocidente cristão, exceto talvez por soluções de mobilidade urbana. Na Suécia dos anos 70, por exemplo, o Estado já era o senhor da vida dos cidadãos. Detinha o controle da venda de bebidas alcoolicas em lojas estatais abertas apenas para isso e estimulava o sexo sem compromisso a fim de enfraquecer os laços familiares. Era comum, por exemplo, um avô morrer sozinho num apartamento e muitos dias depois ter sua ausência percebida por alguém da família. A fragmentação familiar, enfim, era uma política do Estado.

Essa Suécia, reportada pelo escritor e jornalista gaúcho, Janer Cristaldo, em livro infelizmente esgotado, mudou pouco e nada do que vem de lá em termos de "engenharia social" deve nos surpreender. Estes países parecem ter um compromisso não escrito em experientar atrocidades. Que o povo cristão brasileiro tome cuidado com os ideólogos de gênero. Esse alerta parece ser o único recado aproveitável dessa escola sueca macabra.

Sandro Guidalli é jornalista.
Publicado no site Fé em Jesus.
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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

As Regras da Desinformação: Vinte e Cinco Maneiras de Suprimir a Verdade

As Regras da Desinformação: Vinte e Cinco Maneiras de Suprimir a Verdade


Construído em cima das “Treze Técnicas para Suprimir a Verdade” de David Martin, a lista que se segue pode ser útil para o iniciado no mundo de verdades veladas e meias verdades, mentiras e supressão da verdade, que acontecem quando crimes graves são discutidos em fóruns públicos. 

Isto, infelizmente, inclui todos os meios de comunicação de hoje em dia, que são as maiores fontes de desinformação.

Sempre que o crime envolver uma conspiração, ou uma conspiração para encobrir um crime, haverá invariavelmente uma campanha de desinformação lançada contra aqueles que procuram descobrir e expor a verdade e/ou conspiração. Existem táticas específicas que artistas da desinformação tendem a aplicar, as quais apresentarei em seguida.

Os artistas da desinformação e aqueles que os controlam (aqueles que irão sofrer se o crime for resolvido) devem procurar evitar um exame completo e racional de qualquer cadeia de provas que fosse incriminá-los. 

Uma vez que fatos e verdades raramente caem por conta própria, eles devem ser superados com mentiras e enganos. Aqueles que são profissionais na arte da mentira e do engano, como a comunidade de inteligência, as autoridades governamentais e obviamente a mídia corporativa, tendem a aplicar neste processo ferramentas razoavelmente bem definidas e observadas. No entanto, o público em geral não é bem armado contra essas armas, e é muitas vezes facilmente enganado por essas táticas.

Surpreendentemente, nem os meios de comunicação nem as autoridades legais foram treinados para lidar com estas questões. Na maior parte do tempo, apenas os desinformantes compreendem as regras do jogo.

Espero que seja de grande valia para aqueles que estão começando a ver como as coisas realmente funcionam, bem como para aqueles que instintivamente já perceberam como estas táticas são utilizadas, conhecer exatamente cada uma das táticas e subterfúgios daqueles que pretendem esconder a verdade:
1. Não ouça o mal, não veja o mal, não fale do mal. Independentemente do que você sabe, não discuta, especialmente se você é uma figura pública, âncora de TV, etc. Se você não for informado é porque não aconteceu, e você nunca terá que lidar com os problemas.

2. Torne-se incrédulo e indignado. Evite discutir os principais problemas e ao invés foque em questões laterais que podem ser utilizadas para mostrar o tema como sendo crítico de algum grupo ou tema intocável. Este método é também é conhecido como o “Como você se atreve!“. Um bom exemplo é quando alguém questiona a versão oficial do 11 de setembro e a mídia diz isto é uma afronta às famílias das vítimas.

3. Crie boateiros. Evite discutir os problemas, descrevendo todas as acusações, independentemente das provas, como meros rumores e acusações selvagens. Outros termos depreciativos mutuamente exclusivos da verdade podem funcionar muito bem. Este método funciona especialmente bem com a silenciosa imprensa, porque a única maneira que o público poderá conhecer os fatos são através destes “boatos incertos”. Se você puder associar o material com a Internet, use isto para certificar a acusação como uma “fofoca” que não pode ter base na realidade. Isto foi muito usado pela rede globo durante a falsa pandemia da gripe suína.

4. Use um “espantalho”. Ache ou crie um elemento do argumento de seu oponente que você possa facilmente derrubar para você se sair bem e o seu adversário ficar em uma posição desfavorável. Ou então crie um problema que você possa implicar com segurança que exista com base na sua interpretação do adversário, nos argumentos do adversário ou da situação, ou então selecione o aspecto mais fraco das acusações mais fracas. Amplifique o seu significado e as destrua de uma forma que pareça desmentir todas as acusações, reais e as fabricada, enquanto na verdade evita a discussão das questões reais.

5. Desvie os adversários através de xingamentos e ridicularização. Isso também é conhecido como o estratagema do “ataque ao mensageiro” , embora outros métodos qualifiquem como variantes dessa abordagem. Associe adversários com títulos impopulares, como “malucos”, “de direita”, “liberal”, “esquerda”, “terroristas”, “teóricos da conspiração”, “radicais”, “milícias”, “racistas”, “religiosos fanáticos “, “drogados”, “desviados sexuais”, e assim por diante. Isso faz com que outros removam o seu apoio com medo de receber o mesmo rótulo, e assim você evita lidar com os problemas. Esta tática foi muito utilizada quando Charlie Sheen veio a público questionando a versão oficial do 11 de setembro.

6. Bata e Corra. Em qualquer fórum público, faça um breve ataque ao seu oponente ou a posição de adversário e em seguida pule fora antes de que uma resposta possa ser dada, ou simplesmente ignore qualquer resposta. Isso funciona muito bem em ambientes de internet e em cartas ao editor, onde um fluxo constante de novas identidades podem ser utilizadas sem ter que explicar o raciocínio crítico – simplesmente faça uma acusação ou outro ataque, nunca discutindo as questões, e nunca respondendo a qualquer resposta posterior, por que isto dignificaria o ponto de vista do oponente.

7. Questione os motivos. Distorça ou amplifique qualquer fato que possa insinuar que o adversário opera a partir de uma agenda oculta pessoal ou esteja sendo tendencioso de qualquer outra forma. Isso evita discutir as questões e força o acusador a ficar na defensiva.

8. Invoque autoridade. Reivindique para si mesmo autoridade ou se associe com autoridade e apresente seu argumento com o “jargão” ou “minúcias” o suficiente para ilustrar que você é “quem sabe”, e simplesmente diga que não é assim, sem discutir as questões ou demonstrar concretamente o porquê ou citar fontes.
9. Banque o idiota. Não importa o argumento de que a evidência ou lógica é oferecido, evite discutir questões negando que elas têm qualquer credibilidade, fazem qualquer sentido, fornecem qualquer prova, contém ou esclarecem uma questão, tem lógica, ou dão apoio a uma conclusão. Misture bem para ter o máximo efeito.

10. Associe as acusações do adversário com notícias antigas. Normalmente um derivado da estratégia do “espantalho”, em qualquer assunto de grande escala e alta visibilidade, alguém irá fazer acusações no início que podem ser ou já foram resolvidos facilmente. Se futuras acusações forem previsíveis, faça o seu lado levantar uma questão “espantalho” e a trate no início, como parte dos planos de contingência. As acusações subseqüentes, independentemente da validade ou mesmo que cubram novas descobertas, elas geralmente podem ser associadas com a acusação inicial e refutadas como sendo uma simples repetição que pode ser refutada sem a necessidade de abordar as questões atuais – ainda melhor quando o adversário está ou esteve envolvido com a fonte original.

11. Estabeleça posições onde você possa retroceder. Usando uma questão ou elemento menos importante dos fatos, aja com classe “confesse” com franqueza que algum erro inocente, em retrospecto, foi feito, mas que os adversários aproveitaram a oportunidade para colocar tudo fora de proporção e implicam criminalidades maiores que, simplesmente “não é assim.” Outros podem reforçar isto em seu nome mais tarde. Feito corretamente, isso pode angariar a simpatia e o respeito de “jogar limpo” e “reconhecer” os seus erros, sem abordar as questões mais graves. Esta tática foi muito utilizada pelo IPCCquando veio a público que grande parte de suas estimativas de derretimento de geleiras, perda da floresta amazônica, entre outros, eram exageradas e não eram baseadas em estudos científicos.

12. Enigmas não têm solução. Inspirando-se na cadeia de eventos em torno do crime e da multiplicidade de participantes e eventos, pinte todo o assunto como muito complexo para ser resolvido. Isso faz com que aqueles que acompanhem o assunto comecem a perder o interesse mais rapidamente sem ter que resolver os problemas reais.

13. Lógica da “Alice no País das Maravilhas”. Evite o debate das questões raciocinando de trás para a frente com uma aparente lógica dedutiva de uma forma que deixe de fora qualquer fato material real.

14. Exija soluções completas. Evite as questões exigindo de seus opositores a resolução do crime atual completamente, um truque que funciona melhor para itens que qualifiquem-se para a regra 10 (Associe as acusações do adversário com notícias antigas).

15. Encaixe os fatos em conclusões alternativas. Isto requer um pensamento criativo, a menos que o crime tenha sido planejado com conclusões de contingência.

16. Desapareça com provas e testemunhas. Se elas não existirem, não existe fato, e você não terá de resolver o problema.

17. Mude de assunto. Normalmente utilizado em conexão com um dos outros estratagemas listados aqui, encontre uma maneira de desviar a discussão com os comentários abrasivos ou controversos, na esperança de chamar a atenção para um tema novo, mais fácil de lidar. Isto funciona especialmente bem quando os oponentes podem “discutir” com você sobre o tópico novo e polarize a arena de discussões, a fim de evitar discutir questões mais fundamentais.

18. Emotive, antagonize, e incite os oponentes. Se você não poder fazer mais nada, repreenda e insulte os seus adversários e os leve a respostas emocionais que possam fazê-los parecer tolos e emotivos, o que geralmente tornam o seu material um pouco menos coerente. Não só você vai evitar discutir os problemas em primeiro lugar, mas mesmo que a sua resposta emocional foque na questão em discussão, você pode ainda evitar as questões ao se concentrar em como eles “são sensíveis a críticas”.

19. Ignorar a prova apresentada, e exija provas impossíveis. Esta é talvez uma variante da regra do “banque o tolo”. Independentemente do material que possa ser apresentado por um adversário em fóruns públicos, alegue que a prova material seja irrelevante e exija uma que seja impossível para o adversário mostrar (ela pode existir, mas não pode estar à sua disposição, ou pode ser algo que seja sabido que possa ser facilmente destruída ou retida, tal como a arma de um crime). Para evitar completamente discutir questões desminta categoricamente e seja crítico da mídia ou livros como fontes válidas, negue que as testemunhas sejam aceitáveis, ou mesmo negue que as declarações feitas por autoridades governamentais ou outras têm qualquer significado ou relevância.

20. Falsas provas. Sempre que possível, introduza novos fatos ou pistas projetados e fabricados para entrar em conflito com as apresentações do adversário para neutralizar questões sensíveis ou dificultar a resolução. Isso funciona melhor quando o crime foi planejado com contingências para este propósito, e os fatos não podem ser facilmente separados das invenções.

21. Chame um Grande Júri, Promotoria Especial, ou outro organismo habilitado para investigações.Subverta o processo para seu próprio benefício e efetivamente neutralize todas as questões sensíveis, sem uma discussão aberta. Uma vez convocado, as evidências e testemunhos devem ser secretos. Por exemplo, se o advogado de acusação estiver do seu lado, ele pode garantir que o Grande Júri não ouça nenhuma evidência útil e que as provas sejam vedadas e indisponíveis para investigações posteriores. Depois de um veredicto favorável (geralmente, esta técnica é aplicada para inocentar o culpado, mas também pode ser utilizada para obter acusações quando se procura enquadrar uma vítima) for alcançado, o assunto pode ser considerado oficialmente encerrado.

22. Fabrique uma nova verdade. Crie o seu próprio perito(s), grupo(s), autor(es), líder(es) ou influencie os existentes para forjar novos caminhos através de pesquisa científica, investigativa ou social, ou testemunho que conclua favoravelmente. Desta forma, se você realmente precisar lidar com as questões relevantes, você pode fazê-lo com autoridade.

23. Crie distrações maiores. Se as estratégias acima não funcionarem para desviar questões sensíveis, ou para impedir a indesejável cobertura da mídia de eventos que não se possa impedir, tais como julgamentos, crie notícias mais importante (ou as trate como tal) para distrair as multidões.

24. Silencie os críticos. Se os métodos acima não funcionarem, considere remover os oponentes de circulação através de uma solução definitiva, para que a necessidade de abordar as questões seja totalmente removida. Isso pode ser através de sua morte, prisão e detenção, chantagem ou destruição do seu carácter pela liberação de informações de chantagem, ou simplesmente pela intimidação adequada usando chantagem ou outras ameaças.

25. Desapareça. Se você é um portador de segredos importantes relacionados a algum crime ou conspiração e você acha que o calor está ficando muito quente, para evitar os problemas, desapareça.

Todos os comentários são muito bem vindos, mas os leitores deste blog mais experientes podem contribuir apresentando exemplos específicos de cada regra, os quais eu irei incluir no artigo.
Fontes:



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As 4 fases do Projeto Blue Beam

sábado, 25 de agosto de 2012

Já notaram?

Logo of the Family Research Council.Logo of the Family Research Council. (Photo credit: Wikipedia)
A inversão, mecanismo básico do modus pensandi revolucionário, é acima de tudo
um sintoma histérico.

Vocês já notaram que, de uns anos para cá, a simples opinião contrária ao casamento gay, ou à legalização do aborto, passou a ser condenada sob o rótulo de "extremismo", como se casamentos homossexuais ou abortos por encomenda não fossem novidades chocantes, revolucionárias, mas sim práticas consensuais milenares, firmemente ancoradas na História, na natureza humana e no senso comum, às quais realmente só um louco extremista poderia se opor?


Já notaram que o exibicionismo sexual em praça pública, as ofensas brutais à fé religiosa, a invasão acintosa dos templos, passaram a ser aceitos como meios normais de protesto democrático por aquela mesma mídia e por aquelas mesmas autoridades constituídas que, diante da mais pacífica e serena citação da Bíblia, logo alertam contra o abuso "fundamentalista" da liberdade de opinião?


Já notaram que o simples ato de rezar em público é tido como manifestação de "intolerância", e que, inversamente, a proibição de rezar é celebrada como expressão puríssima da "liberdade religiosa"? (Se não notaram, vejam em http://andrebarcinski.blogfolha.uol.com.br/2012/08/15/brasil-e-ouro-em-intolerancia/.)

Já notaram que, após terem dado ao termo "fundamentalista" uma acepção sinistra por sua associação com o terrorismo islâmico, os meios de comunicação mais respeitáveis e elegantes passaram a usá-lo contra pastores e crentes, católicos e evangélicos, como se os cristãos fossem os autores e não as vítimas inermes da violência terrorista no mundo?

O que certamente não notaram é que a transição fácil dos epítetos do gênero "extremista" e "fundamentalista" para o de "terrorista" já ultrapassou até mesmo a fase das mutações semânticas para se tornar um instrumento real, prático, de intimidação estatal. 


Não o notaram porque nunca foi noticiado no Brasil que, nos EUA, qualquer cristão que se oponha ao aborto ou contribua para campanhas de defesa de seus correligionários perseguidos é tido pelo Homeland Security, ao menos em teoria, como alvo preferencial para averiguações de "terrorismo" (é só ver http://touchstonemag.com/merecomments/2012/07/big-sibling-janet-napolitano-may-be-looking-for-you/), embora o número de ações terroristas cometidos até agora por esse tipo de pessoas seja, rigorosamente, zero. 

Em contrapartida, qualquer sugestão de que as investigações deveriam tomar como foco principal os muçulmanos ou os esquerdistas – autores da maioria absoluta dos atentados no território americano – é condenada pelo governo e pela mídia como "hate speech".

Nenhum membro do Family Research Council tinha jamais atirado em ninguém, nem esmurrado, nem sequer xingado quem quer que fosse, quando a ONG esquerdista South Poverty Law Center colocou aquela organização conservadora na sua "Hate List". Quando um fanático gayzista entrou lá gritando slogans anticristãos e dando tiros em todo mundo, nem um só órgão de mídia chamou isso de "crime de ódio".

Em todos esses casos, e numa infinidade de outros, a estratégia é sempre a mesma: quebrar as cadeias normais de associação de ideias, inverter o senso das proporções, forçar a população a negar aquilo que seus olhos veem e a enxergar, em vez disso, aquilo que a elite iluminada manda enxergar.

Não, não se trata de persuasão. As crenças assim propagadas permanecem superficiais, saindo da boca para fora enquanto as impressões que as negam continuam entrando pelos olhos e ouvidos. O que se busca é o contrário da persuasão genuína: é instilar no público um estado de insegurança histérica, em que a contradição entre o que se percebe e o que se fala só pode ser aplacada mediante o expediente de falar cada vez mais alto, de gritar aquilo que, no fundo, não se crê nem se pode crer. É um efeito calculado, uma obra de tecnologia psicológica. 

Algum militante gayzista pode sinceramente crer que, num país com cinquenta mil homicídios por ano, cento e poucos assassinatos de homossexuais provem a existência de uma epidemia de ódio anti-gay? É claro que não.

Justamente porque não pode crê-lo, tem de gritá-lo. Gritá-lo para não se dar conta da farsa existencial em que apostou sua vida, e da qual depende para conservar seus amigos, seu bem protegido lugar na militância, sua falsa identidade de perseguido e discriminado numa sociedade que não ousa dizer contra ele uma só palavra.
O militante ideal desses movimentos não é o crente sincero, mas o fingidor histérico. O primeiro consente em mentir em favor de suas crenças, mas conserva alguma capacidade de julgamento objetivo e pode, em situações de crise, transformar-se num perigoso dissidente interno. O histérico, em vez disso, não tem limites na sua compulsão de tudo falsificar. O militante sincero usa da mentira como um instrumento tático; para o histérico, ela é uma necessidade incontornável, uma tábua de salvação psicológica. 

A inversão, mecanismo básico do modus pensandi revolucionário, é acima de tudo um sintoma histérico. É por isso que há décadas os movimentos revolucionários já desistiram da persuasão racional, perderam todo escrúpulo de honorabilidade intelectual e não se vexam de agitar aos quatro ventos bandeiras ostensivamente, propositadamente absurdas e autocontraditórias. 

Eles não precisam de "verdadeiros crentes", cuja integridade causa problemas. Precisam de massas de histéricos, cheios da "passionate intensity" de que falava W. B. Yeats, prontos a encenar sofrimentos que não têm, a lutar fanaticamente por aquilo em que não creem, precisamente porque não creem e porque só a teatralização histérica mantém vivos os seus laços de solidariedade militante com milhares de outros histéricos.


Publicado no Diário do Comércio.

Fonte: www.midiasemmascara.org
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