quarta-feira, 31 de março de 2010

A mente não tem firewall

ESP ButtonImage by dweekly via Flickr

A Mente não tem Firewall

Por Timothy L. Thomas

Carlisle-www.army.mil

De Parameters, primavera de 1998, pág. 84/92

"Está completamente claro que o Estado que for o primeiro a criar tais armas alcançará incomparável superioridade." - Major I. Chernishev, Exército Russo [1].

O corpo humano, semelhante a um computador, contém diversos processadores de dados. Eles incluem, mas não estão limitados a, atividade eletro-química do cérebro, coração, e sistema nervoso periférico, os sinais enviados da região do córtex do cérebro para outras partes de nosso corpo, as minúsculas células do cabelo do ouvido interno que processam os sinais auditivos, a retina e a córnea dos olhos sensível a luz que processam a atividade visual. [2] Estamos no limiar de uma era na qual esses processadores de dados do corpo humano poderão ser manipulados ou debilitados. Exemplos de ataques não planejados a capacidade de processamento de dados do corpo estão bem documentadas. Luzes estroboscópicas são conhecidas por causar crises epilépticas. Há não muito tempo atrás no Japão, crianças assistindo a desenhos animados foram sujeitas a luzes pulsantes que causaram crises de epilepsia em algumas e fez outras muito doentes.

Defender os amigos e atacar as capacidades de processamento dos dados do corpo do adversário parece ser uma área de fraqueza na abordagem dos americanos na teoria da guerra da informação, uma teoria orientada pesadamente na direção dos sistemas de processamento de dados e planejada para conquistar o predomínio da informação no campo de batalha. Ou assim parece a partir da informação aberta, não sujeita a classificação de secreta. Essa desvantagem dos Estados Unidos pode ser bastante séria, tendo em vista que a capacidade de alterar o processamento de dados do corpo já existe. Uma recente edição da U.S. News and World Report salientou diversas dessas "armas assombrosas" (acústicas, de micro-ondas, lasers) e notou que os cientistas estão "pesquisando os espectros eletromagnéticos e sônicos por comprimentos de ondas que possam afetar o comportamento humano.” [3] Um recente artigo militar da Rússia oferecia um ponto de vista levemente diferente para o problema, declarando que "a humanidade se encontra a beira de uma guerra psicotrônica" com a mente e o corpo como o foco. Esse artigo discutia as tentativas russas e internacionais de controlar a condição psico-física do homem e seus processos de tomada de decisão pelo uso de geradores de VHF, "cassetetes silenciosos," e outras tecnologias.

Um arsenal de armas inteiramente novas, baseadas em dispositivos desenhados para introduzir mensagens subliminares ou alterar as capacidades psicológicas e de processamento de dados do corpo, poderiam ser usadas para incapacitar indivíduos. Estas armas objetivam controlar ou alterar a mente, ou atacar vários sistemas sensoriais e de processamento de dados do organismo humano. Em ambos os casos, a meta é confundir ou destruir os sinais que normalmente mantém o corpo em equilíbrio.

Esse artigo examina armas baseadas em energia, armas psicotrônicas, e outros desenvolvimentos planejados para alterar a habilidade do corpo humano de processar estímulo. Uma consequência dessa avaliação é que a maneira como comumente usamos o termo "guerra de informação" está aquém quando o soldado individual, não seu equipamento, se torna o alvo do ataque.

A teoria da guerra de informação e o elemento de processamento de dados dos humanos.

Nos Estados Unidos a percepção comum é de que a guerra de informação focaliza primariamente as capacidades de sistemas de hardware tais como computadores, satélites, e equipamentos militares que processam dados em suas várias formas. De acordo com a Diretiva do Departamento de Defesa S-3600.1 de 9 de dezembro de 1996, guerra de informação é definida como "uma operação de informação conduzida durante tempos de crise ou conflito para alcançar ou promover objetivos específicos sobre um adversário ou adversários." Uma operação de informação é definida na mesma diretiva como "ações tomadas para afetar informações adversárias e sistemas de informação enquanto defendemos as nossas próprias informações e sistemas de informação." Estes "sistemas de informação" estão no cerne do esforço de modernização das forças armadas americanas e de outros países, e se manifestam como o hardware, software, capacidades de comunicação e indivíduos altamente treinados. Recentemente, o exército dos Estados Unidos conduziu uma batalha simulada que testou estes sistemas sob condições simuladas de combate.

O Manual de Campo do exército dos Estados Unidos 101-5-1, Termos Operacionais e Gráficos (lançado em 30 de setembro de 1997), define guerra de informação como "ações tomadas para atingir superioridade de informação afetando uma informação hostil, processos baseados em informação, e sistemas de informação, enquanto defendem sua própria informação, processos de informação e sistemas de informação." O mesmo manual define operações de informação como "operação militar contínua dentro do ambiente de informação militar que capacita, melhora e protege a habilidade das forças amigas para coletar, processar e agir sobre a informação para alcançar uma vantagem através de uma gama completa de operações militares. [operações militares incluem] interagir com o Ambiente de Informação Global... e explorar ou impedir as capacidades de informação e decisão do adversário.” [4]

Esses "sistemas" abordam o estudo da ênfase da guerra de informação no uso de dados, referidos como informação, penetrar as defesas físicas que protegem dados (informação) de um adversário a fim de obter vantagem operacional ou estratégica. Isso tem tendido a ignorar o papel do corpo humano como uma informação ou processador de dados nessa busca por domínio, exceto naqueles casos onde a lógica de um indivíduo ou o pensamento racional pode ser subvertido através da desinformação ou engano. Como consequência pouca atenção é dirigida em direção a proteção da mente e do corpo com um firewall como temos feito com os sistemas de hardware. Nem tem alguma técnica para fazer isso sido prescrita. Ainda que o corpo seja capaz não somente de ser ludibriado, manipulado, ou receber informação falsa, mas também desligado ou destruído - do mesmo jeito que qualquer outro sistema de processamento de dados. Os "dados" que o corpo recebe de fontes externas - tal como a eletromagnética, vortex, ou ondas de energia acústica - ou cria através de seu próprio estímulo elétrico ou químico pode ser manipulado ou mudado da mesma forma como os dados (informação) em qualquer sistema de hardware poder ser alterado.

O único elemento de guerra da informação relacionado ao corpo considerado pelos Estados Unidos são as operações psicológicas (PSYOP). Na publicação conjunta 3-13.1, por exemplo, PSYOP é listada como um dos elementos de comando e controle de guerra. A publicação nota que "o alvo final da [guerra de informação] é o processo que depende da informação, seja humano ou automático. . . Comando e controle de guerra (C2W) é uma aplicação de guerra da informação em operações militares . . . C2W é o uso integrado de PSYOP, engano militar, operações de segurança, guerra eletrônica e destruição física."[5]

Uma fonte define informação como um "sinal não acidental usado como uma entrada em um computador ou sistema de comunicação.” [6] O corpo humano é um sistema de comunicação complexo constantemente recebendo sinais de entrada não acidental e acidentais, tanto externos como internos. Se o objetivo final da guerra de informação é o processo que depende de informação, "seja humano ou automático," então a definição na publicação conjunta implica que o processamento humano de dados de sinais internos e externos pode claramente ser considerado um aspecto da guerra de informação. Pesquisadores estrangeiros notaram o elo entre humanos como processadores de dados e a condução da guerra de informação. Enquanto alguns estudam somente o elo PSYOP, outros vão além disso. Como um exemplo do último, um recente artigo russo descrevia uma guerra de informação ofensiva como planejada para "usar os canais da internet para o propósito de organizar PSYOP bem como para "advertência política antecipada" de ameaças aos interesses americanos. "[7] A afirmação do autor foi baseada no fato de que "toda a mídia de massa é usada para PSYOP. . . [e] hoje isso deve incluir a internet." O autor afirmou que o Pentágono queria usar a internet para "reforçar influências psicológicas" durante operações especiais conduzidas fora das fronteiras dos Estados Unidos para alistar simpatizantes, que desempenhariam muitas das tarefas anteriormente confiadas a unidades especiais das forças armadas dos Estados Unidos.

Outros, contudo, olham além das amarras simples de PSYOP para considerar outros aspectos da capacidade de processamento de dados do corpo. Um dos principais pesquisadores de open source sobre o relacionamento da guerra de informação para a capacidade de processamento de dados do corpo é o Dr. russo Victor Solntsev do Instituto Técnico Baumann em Moscou. Solntsev é um jovem pesquisador bem intencionado tentando mostrar ao mundo os perigos potenciais da interface operador-computador. Apoiado por uma rede de institutos e academias, Solntsev produziu alguns conceitos interessantes. [8] Ele insiste que o homem deve ser visto como um sistema aberto invés de simplesmente como um organismo ou sistema fechado. Como um sistema aberto, o homem se comunica com o seu meio ambiente através de fluxos de informação e meios de comunicação. O meio ambiente físico de alguém, seja através de efeitos eletromagnéticos, gravitacional, acústico, ou outros, pode causar uma mudança na condição psico-fisiológica do organismo, na opinião de Solntsev. Mudanças desse tipo poderiam afetar diretamente o estado mental e a consciência de um operador de computador. Isso não seria guerra eletrônica ou guerra de informação no sentido tradicional, mas particularmente em um sentido não tradicional e no sentido não americano. Isso poderia abranger, por exemplo, um computador modificado para se tornar uma arma pelo uso de sua saída de energia para emitir sons que enfraqueçam o operador. Isso também poderia abranger, como indicado abaixo, armas futuras dirigidas contra o "sistema aberto" humano.

Solntsev também examinou o problema do "barulho de informação", o qual cria um denso escudo entre uma pessoa e a realidade externa. Esse barulho pode se manifestar na forma de sinais, mensagens, imagens, ou outros itens de informação. O objetivo principal desse barulho seria a consciência de uma pessoa ou de um grupo de pessoas. A Modificação do comportamento poderia ser um alvo do barulho de informação; um outro poderia ser perturbar a capacidade mental de um indivíduo a tal ponto de impedir reação a qualquer estímulo. Solntsev conclui que todos os níveis da psique da pessoa (subconsciência, consciência e "superconsciência") são alvos potenciais para desestabilização.

De acordo com Solntsev, um vírus de computador capaz de afetar a psique de uma pessoa é o vírus russo 666. Ele se manifesta em cada 25 frames de uma exibição visual, onde produz uma combinação de cores que supostamente coloca os operadores de computador em transe. A percepção subconsciente de um novo padrão eventualmente resulta em arritmia do coração. Outros especialistas de computador russos, não apenas Solntsev, falam abertamente sobre esse "efeito do 25o. frame" e sua habilidade de sutilmente manipular a percepção dos usuários de computador. O propósito dessa técnica é injetar um pensamento no subconsciente do espectador. Isso pode lembrar algumas das controvérsias da propaganda subliminar nos Estados Unidos nos idos dos anos 50.

A Concepção dos Estados Unidos sobre as "Armas Maravilhosas": Alteração da habilidade de processamento de dados do corpo

Que tecnologias foram examinadas pelos Estados Unidos que possuem o potencial de interromper as capacidades de processamento de dados do organismo humano? A edição de 7 de julho de 1997 do U.S. News and World Report descreveu diversas delas planejadas, entre outras coisas, para vibrar o interior dos humanos, abalá-los ou nauseá-los, colocá-los para dormir, esquentá-los, ou derrubá-los com uma onda de choque.[9] As tecnologias incluem lasers ofuscantes que podem forçar as pupilas a fecharem; frequências acústicas ou sônicas que causam vibração das células capilares do ouvido interno e causar enjoo, vertigem, e náusea, ou frequências que ressoam nos órgãos internos causando dor e espasmos; e ondas de choque com potencial para nocautear pessoas ou aviões e que podem ser misturadas com spray de pimenta ou substâncias químicas.[10]

Com modificações, estas aplicações tecnológicas podem ter muitos usos. Armas acústicas, por exemplo, poderiam ser adaptadas para uso como rifles acústicos ou como campos acústicos que, uma vez estabelecidos, poderiam proteger instalações, ajudar em resgate de reféns, controle de tumultos, ou limpar trajetos de comboios. Estas ondas, que podem penetrar prédios, oferecem uma grande quantidade de oportunidades para os militares e oficiais de imposição da lei. Armas de microondas, pelo estímulo de nervos do sistema periférico, podem aquecer o corpo, induzir ataques semelhantes aos ataques epilépticos, ou causar parada cardíaca. Radiação de baixa frequência afeta a atividade elétrica do cérebro e pode causar sintomas como o da gripe e náusea. Outros projetos buscam induzir ou impedir o sono, ou afetar o sinal da porção motora do córtex cerebral, anulando os movimentos musculares voluntários. Essas últimas são referidas como armas de pulso de ondas, e o governo russo relatou que comprou cerca de 100.000 cópias da versão "Viúva Negra" dessas armas. [11]

Contudo, essa visão das "armas maravilhosas" foi contestada por alguém que deveria conhecê-las. O general brigadeiro Larry Dodgen, Assistente Adjunto do Secretário de Defesa para Política e Missões, escreveu uma carta para o editor sobre as "numerosas incorreções" no artigo da U.S. News and World Report que "deturpa as opiniões do Departamento de Defesa."[12] A queixa fundamental de Dodgen pareceu ter sido de que a revista deturpou o uso dessas tecnologias e o valor delas para as forças armadas. Ele também ressaltou que a intenção dos Estados Unidos de trabalhar no âmbito de qualquer dos tratados internacionais relativos a sua aplicação, bem como os planos de abandonar (ou pelo menos redesenhar) qualquer arma para a qual as contramedidas são conhecidas. Somos deixados com o sentimento, contudo, de que a pesquisa nessa área é intensa. Uma preocupação não mencionada por Dodgen é que outros países ou atores não estatais podem não estar restritos as mesmas limitações. É difícil de imaginar alguém com um desejo maior do que os terroristas para por as mãos nestas tecnologias. "Psico-terrorismo" poderá ser a próxima palavra-chave.

A Visão Russa da "Guerra Psicotrônica"

O termo "psico-terrorismo" foi cunhado pelo escritor russo N. Anisimov do Centro Anti-Psicotrônico de Moscou. De acordo com Anisimov, armas psicotrônicas são aquelas que agem para "tirar uma parte da informação que está guardada no cérebro do homem. É enviada para um computador, que a retrabalha para o nível necessário para aqueles que precisam controlar o homem, e a informação modificada é então reinserida no cérebro." Estas armas são usadas contra a mente para induzir alucinações, indisposição, mutação em células humanas, "zumbificação", ou até mesmo a morte. Incluídas no arsenal estão geradores de VHF, raios X, ultrasom, e ondas de rádio. O major do exército russo I. Chernishev, escrevendo no jornal militar Orienteer em fevereiro de 1997, declarou que armas "psi" estão sob desenvolvimento por todo o globo. Tipos específicos de armas apontadas por Chernishev (nem todas elas têm protótipos) eram:

* Um gerador psicotrônico, que produz uma poderosa emanação eletromagnética capaz de ser enviada através de linhas telefônicas, TV, emissoras de rádio, tubulações de abastecimento e lâmpadas incandescentes.
*Um gerador autônomo, um dispositivo que opera na faixa de 10 a 150 Hertz, que na faixa de 10 a 20 Hertz forma uma oscilação infrassônica que é destrutiva para todas as criaturas.
*Um gerador de sistema nervoso, planejado para paralisar o sistema nervoso central dos insetos, que poderia ter a mesma aplicação nos humanos.
*Emanações de ultra-som, que um instituto afirma ter desenvolvido. Dispositivos usando emanações de ultra-som são supostamente capazes realizar operações internas sem derramamento de sangue e sem deixar marca na pele. Elas também podem, de acordo com Chernishev, serem usadas para matar.
*Cassetetes silenciosos. Chernishev afirma que os japoneses desenvolveram a habilidade de colocar padrões de voz de frequência ultra-baixa através de música, padrões que são detectados pelo subconsciente. Os russos afirmam que estão usando "bombardeios" semelhantes com programação de computador para tratar alcoolismo e tabagismo.
*O efeito do 25o. frame, aludido acima, uma técnica onde a cada 25o. frame do rolo de filme ou de sequência do filme contém uma mensagem que é apanhada pelo subconsciente. Essa técnica, se funcionar, poderia possivelmente ser usada para conter o tabagismo e o alcoolismo, mas ela tem aplicações mais amplas e mais sinistras se usada sobre um público de TV ou um operador de computador.
*Psicotrópicos, definidos como os arranjos clínicos usados para induzir um transe, uma euforia ou depressão. Referidos como "minas de ação lenta", eles poderiam ser colocados sutilmente na comida de um político ou dentro do suprimento de água de uma cidade inteira. Os sintomas incluem dor de cabeça, ruídos, vozes ou comandos no cérebro, tontura, dor na cavidade abdominal, arritmia cardíaca, ou mesmo a destruição do sistema cardiovascular.

Há confirmação de pesquisadores dos Estados Unidos de que esse tipo de estudo está acontecendo. Dra. Janet Morris, co-autora do Warrior's Edge, supostamente esteve no Instituto de Psicorrelações de Moscou em 1991. Lá lhe mostraram uma técnica pioneira do Departamento Russo de Psico-Correção na Academia Médica de Moscou em que os pesquisadores analisam eletronicamente a mente humana a fim de influenciá-la. Eles introduzem mensagens de comando subliminares, usando palavras chaves transmitidas em "ruídos brancos" ou música. Usando um infra-som, transmissão de frequência muito baixa, a mensagem de psico-correção acústica é transmitida através da condução pelos ossos.[13]

Em resumo, Chernishev notou que alguns dos aspectos significativos militarmente dos armamentos "psi" merecem uma pesquisa mais profunda, incluindo métodos não tradicionais de interferência na mente de um indivíduo:

*Pesquisa ESP (Percepção Extra Sensorial): determinação das propriedades e condição de objetos sem mesmo fazer contato com eles e "leitura dos pensamentos das pessoas"
*Pesquisa de clarividência: observar objetos que estão localizados além do mundo do visível - para propósitos de inteligência.
*Pesquisa de telepatia: transmissão de pensamentos à distância - usada para operações secretas.
*Pesquisa de telecinese: ações envolvendo a manipulação de objetos físicos usando o poder do pensamento, fazendo-os se moverem ou pararem - usada contra sistemas de comando e controle, ou para interromper o funcionamento de armas de destruição em massa.
*Pesquisa de psicocinese: interferência nos pensamentos de indivíduos, ou também no nível estratégico ou tático.

Enquanto muitos cientistas americanos indubitavelmente questionam essa pesquisa, ela recebe grande apoio em Moscou. O ponto a enfatizar é que os indivíduos na Rússia (como também em outros países) acreditam que esses meios podem ser usados para ataque ou roubo da unidade de processamento de dados do corpo humano.

A pesquisa de Solntsev, mencionada acima, difere levemente daquela de Chernishev. Por exemplo, Solntsev está mais interessado nas capacidades de hardware, especificamente o estudo da fonte da energia da informação associada com a interface operador-computador. Ele frisa que se estas fontes de energia puderem ser capturadas e integradas nos computadores modernos, o resultado será uma rede mais valiosa do que "uma simples soma de seus componentes." Outros pesquisadores estão estudando geradores de alta frequência (aqueles planejados para abalar a mente com ondas de alta frequência tais como as eletromagnéticas, acústicas, e gravitacional); a manipulação ou reconstrução dos pensamentos de alguém através de medidas planejadas tais como processos de controle reflexivo; o uso de psicotrônica, parapsicologia, bioenergia, biocampos, e psicoenergia; [14] e "operações especiais" não especificadas ou treinamento anti-ESP.

O último item é de particular interesse. De acordo com uma emissora de TV russa, as forças de foguetes estratégicos começaram um treinamento anti-ESP para assegurar que nenhuma força exterior possa tomar as funções de comando e controle da força. É isso aí, eles estão tentando construir um firewall ao redor das cabeças dos operadores.

Conclusões

No final de julho de 1997, os organizadores da Demonstração de Interoperabilidade da Junta de Guerra '97' "enfatizaram as tecnologias que melhoram o planejamento colaborativo em tempo real em uma força tarefa multinacional do tipo usado na Bósnia e na Operação Tempestade no Deserto. A rede JWID (sigla em inglês) '97', chamada Coalizão Rede de Área Ampliada (CWAN, em inglês), é a primeira rede militar que permite nações aliadas participar como parceiros plenos e iguais.” [15] A demonstração, com efeito, foi uma feira de negócios para as companhias privadas demonstrarem suas mercadorias; ministros da defesa tinham que decidir onde e como gastar o dinheiro deles sabiamente, em muitos casos sem incorrer no custo dos protótipos. É um bom exemplo de fazer melhores negócios com menos. As tecnologias demonstradas incluíam: [16]

*Soldados usando laptops para arrastar linhas finas como fios de cabelo sobre mapas para atrair ataques aéreos.
*Soldados carregando beepers e celulares invés de armas.
*Generais rastreando os movimentos de cada unidade, contando o número preciso de granadas lançadas ao redor do globo, e inspecionando em tempo real os estragos infligidos aos inimigos, tudo em gráficos multicoloridos. [17]

Cada explicação desse exercício enfatizava a habilidade dos sistemas para processar dados e proporcionar realimentação da informação através do poder investido em seus microprocessadores. A habilidade de afetar ou defender a capacidade do processamento de dados dos operadores humanos desses sistemas nunca foi mencionada durante o exercício; recebeu apenas leve atenção durante incontáveis exercícios durante esses últimos anos. Chegou a hora de perguntarmos porque parecemos estar ignorando os operadores de nossos sistemas. Claramente o operador da informação, exposto na presença de uma gama de armas potencialmente imobilizadoras, é o ponto fraco em qualquer recurso militar de uma nação. Há poucos acordos internacionais protegendo o soldado individual, e estes se apóiam na boa vontade dos combatentes. Algumas nações, e terroristas de toda estirpe, não se importam com tais acordos.

Esse artigo tem usado o termo processamento de dados para demonstrar sua importância para verificar de que se trata a assim chamada guerra da informação e operações de informação. Processamento de dados é a ação que essa nação e as outras precisam proteger. Informação é nada mais do que o produto dessa atividade. Como resultado, a ênfase na terminologia relativa a guerra da informação ("domínio da informação", carrossel da informação") que tem proliferado por uma década não parece se encaixar na situação diante de nós. Em alguns casos a batalha para afetar ou proteger elementos de processamentos de dados contrapõe um sistema mecânico contra outro. Em outros casos, sistemas mecânicos podem ser confrontados pelo organismo humano, ou vice versa, uma vez que os humanos normalmente podem desativar qualquer sistema mecânico com o apertar de um botão. Na realidade, o jogo é sobre proteger ou afetar sinais, ondas, e impulsos que pode influenciar os elementos de processamento de dados dos sistemas, computadores ou pessoas. Nós somos potencialmente as maiores vítimas da guerra da informação, porque temos negligenciado proteger a nós mesmos.

Nossa obsessão com um "sistema dos sistemas", "domínio da informação", e outras tecnologias semelhantes é mais provavelmente uma causa principal de nossa negligência do fator humano em nossas teorias e nosso paradigma conceitual. Nossa terminologia está nos confundindo e nos enviando em direções que lidam primariamente com o hardware, software e componentes das comunicações do espectro do processamento de dados. Precisamos gastar mais tempo pesquisando como proteger os humanos em nossas estruturas de gestão de dados. Nada nestas estruturas pode ser mantido se nossos operadores tiverem sido debilitados por adversários potenciais ou terroristas que - agora mesmo - podem estar planejando os meios de abalar o componente humano de nossa noção cuidadosamente construída de sistema dos sistemas.



NOTAS
1. I. Chernishev, "Can Rulers Make `Zombies' and Control the World?" Orienteer, February 1997, pp. 58-62.
2. Douglas Pasternak, "Wonder Weapons," U.S. News and World Report, 7 July 1997, pp. 38-46.
3. Ibid., p. 38.
4. FM 101-5-1, Operational Terms and Graphics, 30 September 1997, p. 1-82.
5. Joint Pub 3-13.1, Joint Doctrine for Command and Control Warfare (C2W), 7 February 1996, p. v.
6. The American Heritage Dictionary (2d College Ed.; Boston: Houghton Mifflin, 1982), p. 660, definition 4.
7. Denis Snezhnyy, "Cybernetic Battlefield & National Security," Nezavisimoye Voyennoye Obozreniye, No. 10, 15-21 March 1997, p. 2.
8. Victor I. Solntsev, "Information War and Some Aspects of a Computer Operator's Defense," talk given at an Infowar Conference in Washington, D.C., September 1996, sponsored by the National Computer Security Association. Information in this section is based on notes from Dr. Solntsev's talk.
9. Pasternak, p. 40.
10. Ibid., pp. 40-46.
11. Ibid.
12. Larry Dodgen, "Nonlethal Weapons," U.S. News and World Report, 4 August 1997, p. 5.
13. "Background on the Aviary," Nexus Magazine, downloaded from the Internet on 13 July 1997 from www.execpc.com/vjentpr/nexusavi.html, p.7.
14. Aleksandr Cherkasov, "The Front Where Shots Aren't Fired," Orienteer, May 1995, p. 45. This article was based on information in the foreign and Russian press, according to the author, making it impossible to pinpoint what his source was for this reference.
15. Bob Brewin, "DOD looks for IT `golden nuggets,'" Federal Computer Week, 28 July 1997, p. 31, as taken from the Earlybird Supplement, 4 August 1997, p. B 17.
16. Oliver August, "Zap! Hard day at the office for NATO's laptop warriors," The Times, 28 July 1997, as taken from the Earlybird Supplement, 4 August 1997, p. B 16.
17. Ibid.
________________________________________
Lieutenant Colonel Timothy L. Thomas (USA Ret.) is an analyst at the Foreign Military Studies Office, Fort Leavenworth, Kansas. Recently he has written extensively on the Russian view of information operations and on current Russian military-political issues. During his military career he served in the 82d Airborne Division and was the Department Head of Soviet Military-Political Affairs at the US Army's Russian Institute in Garmisch, Germany.
Article from: http://carlisle-www.army.mil/usawc/Parameters/98spring/thomas.htm







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domingo, 28 de março de 2010

A criação da inteligência mais esperta do que a humana.

Cover of "The Collected Stories of Vernor...Cover of The Collected Stories of Vernor Vinge

A criação da inteligência mais esperta do que a humana.

Por Singularity Institute

quantumbiocommunication.com

A Singularidade é a criação tecnológica da inteligência mais esperta do que a humana. Há diversas tecnologias que são frequentemente mencionadas como caminhando nessa direção.

A mais comumente mencionada é provavelmente a Inteligência Artificial, mas há outras: interfaces diretas cérebro-computador, aumento biológico do cérebro, engenharia genética, rastreamento de ultra-alta-resolução do cérebro seguida por simulação por computador.

Algumas dessas tecnologias parecem prováveis de chegar mais cedo do que outras, mas há, não obstante, diversas tecnologias independentes todas caminhando na direção da Singularidade - diversas tecnologias diferentes que, se elas alcançassem um limiar de nível de sofisticação, capacitariam a criação da inteligência mais esperta do que a humana.

Além de Maiores e Melhores Gadgets

Um futuro que contenha mentes mais espertas do que a humana será genuinamente diferente de um jeito que vai além das visões usuais de um futuro cheio de maiores e melhores gadgets. Vernor Vinge originalmente cunhou o termo "Singularidade" observando que, da mesma forma que nosso modelo de física fracassa quando tenta modelar a singularidade no centro de buraco negro, nosso modelo de mundo fracassa quando tenta modelar um futuro que contenha entidades mais inteligentes do que a humana.

A inteligência humana é a fundação da tecnologia humana; toda tecnologia é no final das contas o produto da inteligência. Se a tecnologia puder dar a volta e melhorar a inteligência, isso fecha o círculo, criando um efeito de feedback positivo. Mentes mais inteligentes serão mais efetivas na construção de mentes ainda mais inteligentes. Esse círculo aparece mais claramente no exemplo de uma Inteligência Artificial aperfeiçoando seu próprio código fonte, mas também produziria, embora em uma escala de tempo mais lenta, humanos com interfaces diretas cérebro-computador criando a próxima geração de interfaces cérebro-computador, ou humanos biologicamente aumentados trabalhando em um projeto de Inteligência Artificial.

Algumas das mais fortes tecnologias de Singularidade, tais como a Inteligência Artificial e interfaces cérebro-computador, oferecem a possibilidade de inteligência mais rápida bem como inteligência mais esperta. Por fim, acelerar a inteligência é provavelmente comparativamente insignificante ao lado da criação de uma inteligência melhor; todavia, as diferenças potenciais na velocidade valem a pena mencionar porque elas são enormes.

Comparando a velocidade

Neurônios humanos operam pelo envio de sinais eletroquímicos que se propagam a uma velocidade máxima de 150 metros por segundo ao longo dos neurônios mais rápidos. Por comparação, a velocidade da luz é de 300.000.000 de metros por segundo, dois milhões de vezes maior. Similarmente, a maioria dos neurônios humanos pode atingir o pico máximo de 200 vezes por segundo; até mesmo isso pode exagerar a capacidade de processamento de informação dos neurônios, visto que as mais modernas teorias de processamento de dados neurais exigem que as informações sejam carregadas pela frequência dos picos de uma série mais do que por sinais individuais.

Por comparação, as velocidades nos chips dos computadores modernos estão atualmente por volta de 2Ghz - uma diferença de um milhão de vezes - e ainda crescendo exponencialmente. No mínimo deveria ser fisicamente possível alcançar uma aceleração de um milhão para um no pensamento, taxa na qual um ano subjetivo passaria em 31 segundos físicos. Nessa taxa um intervalo de tempo subjetivo inteiro de Sócrates na Grécia antiga até a humanidade dos dias modernos passaria em menos de 22 horas.

Limites do Cérebro

Os humanos também enfrentam um limite superior no tamanho de seus cérebros. A estimativa corrente é de que o cérebro humano típico contém algo como cem bilhões de neurônios e cem trilhões de sinapses. Isso é uma enorme quantidade de pura força bruta computacional em comparação com os computadores de hoje - embora se tivéssemos de escrever programas que rodassem em CPUs de 200Hz também precisaríamos de paralelismo maciço para fazer qualquer coisa em tempo real. Contudo, na indústria da computação, as avaliações de desempenho crescem exponencialmente, tipicamente com um tempo de duplicação de um a dois anos.

A lei de Moore original diz que o número de transistores em uma dada área de silício dobra a cada dezoito meses; hoje há uma lei de Moore para a velocidade dos chips, uma lei de Moore para a memória dos computadores, uma lei de Moore para o armazenamento dos discos rígidos por dólar, uma lei de Moore para a conectividade da internet, e uma dúzia de outras variantes.

Por contraste, todos os cinco milhões de anos de evolução dos humanos modernos a partir dos primatas envolveram um aumento de 3 vezes na capacidade do cérebro e um aumento de seis vezes no córtex pré-frontal. Nós atualmente não podemos aumentar o poder de nosso cérebro, além disso; de fato, nós gradualmente perdemos neurônios enquanto envelhecemos. (Vocês devem ter ouvido que os humanos usam somente 10% de seus cérebros. Infelizmente isso é uma completa lenda urbana; não apenas insustentável, mas categoricamente negada pela neurociência).

Usando Computação Paralela

Um possível uso das interfaces cérebro-computador de banda larga seria para sincronizar neurônios através de cérebros humanos e observar se os cérebros podem aprender a falar uns com os outros - telepatia mediada por computador, que tentaria superar o problema do rompimento dos códigos do cérebro vendo se eles podem ser decodificados por outro cérebro. Se o aumento de seis vezes no poder cerebral pré-frontal foi suficiente para sustentar a transição dos primatas para humanos, o que poderia ser realizado com o agrupamento das mentes de sessenta e quatro humanos? Ou mil?

(E antes que você grite "Borg!", considere que os Borg são uma pura fabricação dos roteiristas de Hollywood. Não temos razão para acreditar que telepatas necessariamente são pessoas más. Uma sociedade telepata poderia facilmente ser um lugar mais agradável para viver do que este.) Ou se o pensamento de humanos agrupados lhe dá nos nervos, considere a discussão completa como sendo sobre Inteligência Artificial.

Algumas discussões da Singularidade supõem que o momento crítico na história não será quando a primeira Inteligência Artificial equivalente a humana vier a existência, mas alguns anos depois quando a persistência da Lei de Moore produzir mentes de Inteligência Artificial duas vezes ou quatro vezes mais rápidas do que a humana. Isso ignora a possibilidade de que a primeira invenção da Inteligência Artificial será seguida pela compra, aluguel, ou absorção menos formal de uma substancial proporção de todo poder de computação na então atual internet - talvez centenas ou milhares de vezes mais poder de computação do que entrou na Inteligência Artificial original.

Quantidade vs. Qualidade

Mas o verdadeiro coração da Singularidade é a ideia de uma melhor inteligência ou mentes mais espertas. Humanos não são apenas grandes chimpanzés; nós somos melhores chimpanzés. Essa é a parte mais difícil para a Singularidade discutir - é fácil olhar para um neurônio e um transistor e dizer que um é lento e o outro é rápido, mas a mente é mais difícil de compreender. Às vezes a discussão da Singularidade tende a se focalizar em cérebros mais rápidos ou cérebros maiores porque cérebros são relativamente fáceis de se falar comparados a mentes; mais fáceis de visualizar e mais fáceis de descrever. Isso não significa que é impossível de discutir.

Contudo, que mente mais esperta é mais difícil de discutir do que cérebros mais rápidos ou maiores não mostram que mentes mais espertas são mais difíceis de desenvolver - mais profunda para refletir, certamente, mas não necessariamente mais resistentes como um problema. Pode até mesmo ser que aumentos genuínos na esperteza poderiam ser alcançados apenas adicionando mais poder computacional ao cérebro humano já existente - embora isso não seja conhecido nesse momento. O que é conhecido é que ir dos primatas para os humanos não precisou de aumentos exponenciais no tamanho do cérebro ou melhorias de milhares de vezes na velocidade de processamento.

Relativo aos chimpanzés, os humanos têm cérebros três vezes mais largos, áreas pré-frontais seis vezes mais largas, e DNA 98.4% similar; dado que o genoma humano tem 3 bilhões de pares base, isso implica que no máximo 12 milhões de bytes extra de 'software' transformam chimpanzés em humanos. E não há sugestão em nossa história evolucionária de que a evolução achou mais e mais difícil construir cérebros cada vez mais espertos; Na verdade, a evolução dos hominídeos pareceu aumentar a velocidade ao longo do tempo, com menores intervalos entre os maiores desenvolvimentos.

O Que Significa Mais Esperta Do Que a Humana?

Mas deixemos de lado por um momento a questão de como desenvolver mentes mais espertas, e perguntemos o que "mais-esperta-do-que-a-humana" realmente significa. E como uma definição básica de Singularidade indica; isso é exatamente o ponto no qual nossa habilidade de extrapolar falha. Nós não sabemos por que não somos assim tão espertos. Estamos tentando adivinhar o que é ser um adivinhador melhor-do-que-os humanos. Poderia uma reunião de símios ter predito o surgimento da inteligência humana, ou compreendê-la se ela fosse explicada? Pela mesma razão, poderia o século 15 ter previsto o século 20, sem falar no século 21? Nada mudou no cérebro humano desde o século 15; se as pessoas do século 15 não podiam prever cinco séculos a frente através de mentes constantes, o que nos faz pensar que podemos sobrepujar a inteligência genuinamente mais-esperta-do-que-a humana?

Porque nós temos uma história passada de pessoas fazendo previsões falhas de um século a frente, aprendemos, culturalmente, a desconfiar de tais previsões - nós sabemos o progresso humano ordinário, dado um século para se trabalhar, cria um abismo que as previsões humanas não podem cruzar. Não aprendemos essa lição com respeito a melhorias genuínas na inteligência porque a última melhoria genuína foi a centenas de milhares de anos atrás. Mas a ascensão da humanidade moderna criou um abismo imensamente maior do que o abismo entre o século 15 e o século 20. Essa melhoria na inteligência criou todo um ambiente de progresso humano, incluindo todo o progresso entre o século 15 e o século 20. É um abismo tão largo que do outro lado encontramos, não previsões falhas, mas absolutamente nenhuma previsão.

Inteligência-mais-esperta-do-que-a humana, inteligência mais-rápida-do-que-a humana, e inteligência auto-melhoradora são todas inter-relacionadas. Se você for mais inteligente isso torna mais fácil entender como desenvolver cérebros rápidos ou melhorar sua própria mente. Por sua vez, ser capaz de remodelar sua própria mente não é apenas um jeito de iniciar uma vertente de auto-melhoramentos recursivos; ter completo acesso a seu próprio código é, em si mesmo, um tipo de esperteza que os humanos não têm. Auto-melhoramento é mais difícil do que aperfeiçoar códigos; não obstante, a mente com a habilidade de reescrever seu próprio código fonte pode potencialmente fazer-se mais rápida também. E cérebros mais rápidos também se relacionam a mentes mais espertas; acelerar uma mente toda não a faz mais esperta, mas adicionando mais poder de processamento aos processos cognitivos inerentes a inteligência é uma questão diferente.

Inteligência Mais Esperta Do a Humana

Mas a despeito da inter-relação, o momento chave é a ascensão da inteligência-mais-esperta-do-que-a humana, mais do que auto-melhoramento de maneira repetitiva ou inteligência mais rápida do que a humana, porque é isso que faz o futuro genuinamente diferente do passado. Isso não necessita de mentes milhões de vezes mais rápidas do que as humanas, ou melhorias após melhorias empilhadas ao longo de uma curva íngreme de auto-aperfeiçoamento recorrente. Uma mente significativamente além do nível humanamente possível representaria uma Singularidade completa. Que não sejamos aptos a estar lidando com "um único" melhoramento não faz o impacto de um melhoramento menos importante.

Combine uma inteligência mais rápida, uma inteligência mais esperta, e uma inteligência recursivamente auto-melhorada, e o resultado é um evento tão grande que não há metáfora adequada. Não há nada que sobre para poder compará-la.

A Singularidade é mais que enorme, mas pode começar com algo pequeno. Se uma inteligência-mais-esperta-do-que-a humana existir, essa mente achará mais fácil criar mentes ainda mais espertas. A esse respeito a dinâmica da Singularidade se assemelha a outros casos onde causas pequenas podem ter enormes efeitos; fazer cair o primeiro dominó em uma cadeia, começar uma avalanche com uma pedrinha, modificar o movimento de um objeto em posição vertical equilibrado em sua extremidade. (A civilização tecnológica humana ocupa um estado de metástase no qual a Singularidade é um atrator; uma vez que o sistema comece a se mover para um novo estado, o movimento acelera).

Tudo que é necessário é uma tecnologia - Inteligência Artificial, interfaces cérebro-computador, ou talvez alguma coisa inesperada - que avance para ao ponto de criar mentes-mais-espertas-do-que-a humana. Esse único avanço tecnológico é o equivalente da primeira substância química que deu origem a vida na terra.

Artigo do: http://www.quantumbiocommunication.com/ideas/the-creation-of-smarter-than-human-intelligence.html

Nota: Artigo interessante, especulação científica de altíssimo nível, mas baseado nos princípios errados do evolucionismo.


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sexta-feira, 26 de março de 2010

Como Orwell advertiu, as crianças agora espionam os adultos.

aquecimento global | Futuro de seus filhosImage by Carlos Eduardo R. via Flickr

Como Orwell advertiu, as crianças agora espionam os adultos.

Por Brendan O'Neill

Brendan O'Neill diz que o New Labour (Partido Trabalhista Inglês) está empregando táticas maoístas para usar o 'poder de chateação' das crianças para reprimir 'eco-crimes' e pretensos comportamentos anti-sociais de seus pais.

Quando eu era uma criança, o 'poder de chateação' significava fazer pirraça em uma loja. Envolvia pouco mais do que implorar a mamãe em uma voz irritante pelo mais novo boneco de ação do He-Man ou por um daqueles incomuns milk-shakes grossos cor de rosa de um lugar chamado McDonalds. Era uma força débil, esse alegado poder de chatear, facilmente vencido por um puxão de orelhas ou por aquela ameaça mais sinistra emitidas pelas mães em apuros: 'Espere até seu pai chegar em casa...'

Como os tempos mudaram. Hoje, o 'poder de chateação' é uma poderosa ferramenta política. O governo do Partido Trabalhista está explicitamente recrutando crianças para sua mudança climática e respectivas agendas - seus programas de policiamento do pensamento de promoção de 'bom comportamento' mesquinhos e conformistas - na esperança de que eles poderiam, 'usar seu poder de chateação de um jeito positivo: lembrando aos adultos como se comportar. ' Depois de cobrir a Inglaterra com câmeras de vigilância, o governo está agora educando um batalhão de Crianças Espiãs, um exército de Veruca Salts (personagem de Charlie e a fábrica de chocolate) eticamente preocupados, para harry e hector os adultos mal comportados do século 21 na Inglaterra.

Mais cedo neste mês o New York Times relatou a emergência em Nova York da 'eco-polícia-dos-baixinhos': 'crianças ambientalmente muito conscientes' que 'desdenham' de seus pais por qualquer coisa, de deixar as luzes acesas a falhar em separar as caixas de ovos de cima das garrafas quando reciclam o lixo semanalmente. Especialistas se referem a eles como um 'exército de eco-crianças' que tem sido 'mergulhado no ambientalismo na escola, em casas de culto, através do escotismo e até através da cultura popular'.

Isso não é curiosidade americana. Aqui (Inglaterra), também, as crianças são ativamente encorajadas, pelas autoridades e pela cultura popular, a monitorar o comportamento ambiental de seus pais. Eco-Escolas, um projeto financiado pelo governo em 5.500 escolas através do Reino Unido, pede aos professores para integrar o ambientalismo no currículo como uma forma de 'outorgar poder as crianças' para policiar seus pais. Andrew Suter, chefe do projeto, diz que isso permite as crianças 'dizer aos seus pais o que fazer para uma mudança'.

Um batalhão de milhares de pestinhas eticamente habilitadas irritando seus familiares sobre quão frequentemente eles usam a máquina de lavar ou que tipo de combustível eles colocam no carro. Alguns pais não estão felizes. Em uma escola em Worcestershire uma mãe se queixou: 'Vocês podem, por favor, dizer a minha filha que nós podemos ter algumas luzes acesas - ela nos deixa sentados no escuro como cogumelos. ' Michael, um pai de dois filhos em North London, conta que sua filha recentemente chegou em casa da escola com uma 'eco-lista' para descobrir quão verde seu lar é. 'Eu costumava ajudá-la com seu dever de casa. Agora o dever de casa dela é sobre me ajudar a ser uma pessoa melhor!' ele explode.

Na politização do 'poder de chateação' está toda a raiva nos círculos de educação de inclinação verde. David Uzzell, um professor de psicologia ambiental na Universidade de Surrey, relata o comparecimento a uma conferência educacional alguns anos atrás onde 'todo mundo estava absolutamente convencido... que o 'poder de chateação' era a resposta [para o problema da mudança climática]'. Um relatório de 2006 do Departamento de Comércio e Indústria disse que a eficiência de energia ambiental deveria ser feita dentro de 'uma parte integral da mentalidade [de um colegial] de forma que ele ou ela possa ajudar a 'moldar as atitudes em uma comunidade maior' e trazer a desejada mudança cultural'.

A inclinação liberal, alguém poderia até dizer Maoísta, para essa campanha para transformar as crianças em eco-policiais é tornada clara no livro Como Tornar Seus Pais Verdes de James Russell, publicado no ano passado. Ele encoraja as crianças a 'incomodar, chatear, aborrecer, atormentar e castigar as pessoas que estão alegremente arruinando nosso mundo' - isso é, os adultos, ou 'os Grandes', que passam seu tempo 'caídos em frente da TV' ou 'babando sobre uma brochura de férias' e que envenenam o mundo com 'o Lixo Nojento, o Diabólico Fertilizante e os Pesticidas Pestilentos'. Russell diz que as crianças deveriam 'canalizar seu poder de chateação', 'reclamar' por cenouras orgânicas, e emitir multas contra seus pais e outros 'transgressores' do código ambientalista. As crianças deveriam ser as 'Guardiãs do Glorioso Futuro Verde', incomodando os 'Grandes' até eles assinarem a 'Gloriosa Carta Verde'.

Intimidar e incomodar os 'transgressores' da eco-ortodoxia...crianças como os arautos do Glorioso Futuro Verde...armando o poder de chateação das crianças para trazer 'a desejada mudança cultural' do governo em eco-atitudes...Eu não posso ser a única pessoa que está impressionada com essa linguagem ameaçadora. Quanto tempo antes das crianças carregarem Pequenos Livros Verdes e delatar seus pais ao Glorioso Conselho Verde se eles reservarem um voo barato ou comerem uma maçã importada do Quênia?

Quando as crianças não estão bisbilhotando por 'crimes do clima' em casa, como James Russell descreve, elas têm sido cooptadas para espionar adultos nas ruas. Em abril do último ano a Força Tarefa de Respect do Governo lançou uma competição nas escolas para descobrir crianças para proporcionar 'a voz' para as primeiras 'câmeras de vigilância falantes': câmeras que não nos observam apenas, mas nos dizem para ficar longe também. Em 20 cidades e bairros, colegiais foram pedidos para desenhar cartazes que reclamam do comportamento anti-social. Os desenhistas vencedores foram convidados para sentarem nas salas de controle das câmeras de vigilância da localidade no dia que as 'câmeras falantes' verdadeiramente Orwellianas foram reveladas, de onde eles admoestavam os cidadãos por jogar lixo, vagabundagem, bebedeira e assim por diante. Respect disse que isso era sobre fazer as crianças 'usarem o poder de chateação delas de um jeito positivo: lembrar aos adultos como se comportar'.

No mês passado o Daily Telegraph relatou que os conselhos locais pelo país estão recrutando pessoas jovens como 'Vigilantes de Rua Júnior' para espionar, e até fotografar e filmar, pessoas que fazem sujeira, jogam detritos na rua ou crimes de lixeira (isto é, por o lixo errado na lixeira errada ou permitir que o lixo espalhe na rua).

Alguns conselhos se referem a esses juniores como 'fontes escondidas da inteligência humana' e até dá a eles nomes código no estilo James Bond. O conselho de Ealing em West London admitiu que 'centenas de observadores de ruas juniores, com 8 a 10 anos de idade, [tinham sido] treinados para identificar e relatar casos de crimes ambientais tais como grafite e jogar lixo em locais proibidos'. O conselho de Harlow em Essex disse que tinha 25 'campeões de incidente de rua', todos com idade entre 11 e 14 anos, que são encorajados a mandar e-mail ou telefonar para o conselho se eles suspeitarem que um 'crime ambiental' - variando de vandalismo de abrigos de ônibus a despejo de detritos em larga escala - estiver sendo cometido.

Isso é a marca de um regime verdadeiramente autoritário, o recrutamento de crianças para incomodar pais fora de sintonia ou espionar cidadãos desobedientes. Um escritor do Guardian celebra o poder de eco-chateação sobre a base de que crianças se constituem 'em candidatos naturais - sem tonalidades de cinza, sem argumentos sutis, apenas cargas de emoção e clareza'. Sim, e é também por causa disso que governos impiedosos, dos Soviéticos ao presidente Mao, cultivaram pequenos policiais mirins zelosos: porque as mentes infantis são facilmente modeladas para aceitar ortodoxias políticas. No livro 1984 de Orwell era 'quase normal para pessoas de mais de 30 anos estarem com medo de suas próprias crianças' porque elas eram 'pequenos selvagens incontroláveis' que espionavam para o Partido. Antes que fiquemos temerosos de nossas crianças também - porque elas patrulham nossas casas, falam conosco de câmeras de vigilância, ou nos delatam para os conselhos - eu sugiro lidar com poder de chateação politizado do mesmo modo que minha mãe lidava com minhas exigências infantis: administrando um puxão de orelhas coletivo nas crianças espiãs.

Fonte: www.spectator.co.uk

Nota: Esse tipo de doutrinação de crianças e adolescentes também está acontecendo no Brasil, talvez os país devessem prestar mais atenção ao que está sendo ensinado nas aulas de ciência e de meio ambiente.

As crianças e os adolescentes, principalmente no Brasil, onde os livros didáticos e os meios de comunicação estão totalmente dominados pela teoria falida do aquecimento global antropogênico, são vítimas fáceis desse engodo da ONU e das ONGs.





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quarta-feira, 24 de março de 2010

Endgame

New World Order (film)Image via Wikipedia

Endgame

Attention! Attention!! All citizens are ordered to report to their District detention centers! Do not return to your homes; do not contact anyone! Do not use any cellular or GPS devices! Surrender all weapons at once! Attention! This way to the camps!

I woke up in a black FEMA box
Darkness was all around me, in my coffin
My dreams are all nightmares anymore
And this is what I dream every night

The Leader of the New World Order, the President of the United States
Has declared anyone now residing inside the US of A
Without the RFID chip, you're just an illegal alien
An enemy combatant of America, welcome to the New World Order

This is the end of the road; this is the end of the line
This is the end of your life; this is the . . .

A society in a society, inside the fence life as you know it stops
They got their rules of conduct and we got ours
Be quick or be dead, you crumble up and die, the clock is
Ticking so slowly and so much can happen in an hour

I learned my lessons the hard way, every scar I earned
I had to bleed, inside the day yard
A system of controlled movement, like a giant ant farm
Any time is long time, now you're not in charge of your time anymore

The Ex-President signed a secret bill that can
Land a legal US Citizen in jail and the
Patriot act stripped away our constitutional rights
They say a Concentration camp just popped up, yeah, right!

Refuse the chip? Ha! Get persecute and beat by the
Tyranny of Mind control, for the mark of the beast
All rights removed, you're punished, captured, and enslaved
Believe me when I say, "This IS the Endgame!"

Tradução:

Atenção! Atenção! Todos os cidadãos devem ser apresentar aos centros de detenções de seus distritos! Não voltem pra casa, não entrem em contato com ninguém! Não utilize celulares ou aparelhos de GPS! Entreguem suas armas de uma vez! Atenção! Sigam esse caminho para os acampamentos!

Acordei em uma caixa preta da FEMA
Escuridão a minha volta, no meu caixão
Meus sonhos são apenas pesadelos agora
E é com isso que sonho toda noite

O líder da Nova Ordem Mundial, o Presidente Dos Estados Unidos
Declarou que qualquer um que estiver morando nos Estados Unidos
Sem um chip RFID, são todos estrangeiros ilegais
Um inimigo combatente da America, bem vindos a Nova Ordem Mundial

Este é o fim da estrada; este é o fim da linha
Este é o fim de sua vida, essa é...

Uma sociedade dentro de outra, dentro de cercas a vida que você conhecia acaba
Eles tem as leis deles de conduta e nós temos as nossas
Seja rápido ou morra, você desmorona e morre, o relógio está
Tique taqueando tão vagarosamente e tanto pode acontecer em uma hora

Aprendi minha lições do modo mais difícil, cada cicatriz que conquistei
Tive que sangrar, dentro do pátio diurno
Um sistema de movimentos controlados, como uma fazenda de formigas gigante
Qualquer tempo é tempo demais, agora você não controla mais o seu tempo

O Ex-Presidente assinou um lei que pode
Mandar um cidadão americano para cadeia
E os atos patrióticos arrancam nossos direitos constitucionais
Eles dizem que um campo de concentração acabou de aparecer, tá bem!!

Recusar o chip? Ha! Será perseguido e espancado pela
Tirania do controle mental, pois é a marca da besta
Todos os direitos revogados, será castigado, capturado e escravizado
Acreditem quando eu digo, "Esse é o Fim do Jogo!”

Fonte: http://www.anovaordemmundial.com, extraído do blog O Libertário

Letra da música do grupo de Metal Rock Megadeth, inspirada no documentário de mesmo nome de Alex Jones.

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href="http://www.youtube.com/watch?v=npS-1Tjk22k">

terça-feira, 23 de março de 2010

Equipe desenvolve chave de DNA para interfacear organismos vivos com computadores

NanotecnologíaImage by fernand0 via Flickr

Equipe desenvolve chave de DNA para interfacear organismos vivos com computadores.

De: physorg.com

Pesquisadores da Universidade de Portsmouth, Inglaterra, desenvolveram uma chave eletrônica baseada em DNA - a primeira descoberta do mundo na bio-nanotecnologia que proporciona uma base para a interface entre organismos vivos e computadores.

A nova tecnologia é chamada um "nanoactuator" ou um dínamo molecular. O dispositivo é invisível a olhos nus - cerca de um milésimo de fio de cabelo humano.

A chave de DNA foi desenvolvida pelo especialista britânico de biotecnologia molecular Dr. Keith Firman da Universidade de Portsmouth trabalhando em colaboração com outros pesquisadores europeus.

Dr. Firman e sua equipe internacional foram premiados com 2 milhões de euros da Comissão Europeia concedidos para desenvolver mais essa nova tecnologia inovadora.

Mas a chave de DNA tem aplicação prática imediata na detecção de toxina, e poderia ser usada em um papel de biodefesa como um sensor biológico para detectar elementos patogênicos aéreos.

As futuras aplicações também são consideráveis, incluindo dispositivos mecânicos em escala molecular para interfacear membros artificiais controlados por computador.

'As possibilidades são muito estimulantes. O nanoactuator que desenvolvemos pode ser usado como um comunicador entre os mundos biológicos e de silício, ' disse Dr. Firman.

'Eu poderia vê-lo proporcionando uma interface entre músculos e dispositivos externos, mas tem que ser notado que tal aplicação ainda está distante uns 20 ou 30 anos.

A chave molecular compreende um filamento de DNA fixado em um minúsculo canal de um microchip, um grânulo magnético, e um motor biológico acionado pela fonte de energia que ocorre naturalmente e encontra-se em células vivas, adenosina trifosfato (ATP).

Estes elementos trabalhando juntos criam um efeito dínamo que por sua vez gera eletricidade. O resultado é um dispositivo que emite sinais elétricos - sinais que podem ser enviados para um computador. A chave, no entanto, liga o mundo biológico com o mundo de silício dos sinais eletrônicos.

O nanoactuator foi patenteado pela Universidade de Portsmouth, e uma aplicação da patente para conceitos básicos de biosensoriamento está pendente.

Fonte: Universidade de Portsmouth

Artigo de: http://www.physorg.com/news81006721.html

Nota: A cada dia a tecnologia nos surpreende mais. A inteligência humana parece não conhecer limites, pena que nem sempre seja usada para o bem das pessoas.



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sábado, 20 de março de 2010

O caso das vacinas contra a gripe porcina (suína) - de novo!

Epidemia de Pánico / Panic EpidemyImage by Eneas via Flickr

O caso das vacinas contra a gripe Porcina - de novo!

Graça Salgueiro | 19 Março 2010
Artigos - Globalismo

Trata-se da mais aberrante empulhação criminosa, o que está custando vidas com lesões neurológicas permanentes, além de óbitos desnecessários pois, como diz na própria resolução, vacinou-se pessoas saudáveis para fazê-las adoecer.

Recebi hoje de manhã um e-mail de um amigo querendo confirmação a respeito de uma nota escrita por mim no ano passado sobre a gripe Porcina (H1N1) e, embora não fosse minha intenção voltar a falar neste assunto, pelo menos não no Notalatina, vi-me forçada a fazê-lo considerando que começou a vacinação no Brasil desde o dia 10. Na nota que escrevi em 10 de outubro do ano passado, eu já alertava para o perigo de se tomar a tal vacina e da fraude monstruosa que fora criada para justificar uma vacinação em massa absolutamente desnecessária, e qualificar tal enfermidade como sendo uma "pandemia".

Baseava-me, naquela ocasião, nos depoimentos de duas pessoas sérias: a monja beneditina catalã, Teresa Forcades, e a jornalista austríaco-irlandesa Jane Bürgermeister. Continuo acreditando na seriedade do trabalho dessas duas senhoras e confiando que ambas falam a verdade. E é por isso que retomo o tema, considerando que o tal "alarme pandêmico" vem sendo desacreditado desde janeiro deste ano pela União Européia, baseada nas denúncias feitas por essas duas estudiosas, mas mesmo assim, o Brasil fez vista grossa e continua, apesar de meses de atraso, a se acumpliciar com esta farsa criminosa.

Em 15 de janeiro de 2010, o informativo argentino "Urgente24" trazia uma matéria intitulada: "Falsa pandemia: a União Européia investigará as farmacêuticas e a OMS por enganar a população". Segue abaixo o texto traduzido, que prefiro reproduzi-lo na íntegra dada a sua gravidade:

"O Conselho dos Estados membros da Europa porá em marcha uma investigação em fevereiro de 2010 sobre a influência das empresas farmacêuticas na campanha mundial da gripe Porcina, centrando-se especialmente no grau de influência da indústria farmacêutica sobre a OMS (Organização Mundial da Saúde).

A Comissão de Saúde do parlamento da União Européia aprovou por unanimidade uma Resolução instando tal investigação. O passo é um movimento de longo prazo com o objetivo de conseguir transparência pública do 'Triangulo Dourado' de corrupção da OMS, da Indústria Farmacêutica e dos cientistas acadêmicos que geraram danos à vida de milhões de pessoas.

O Parlamento Europeu ficará encarregado de investigar a OMS e o porquê do escândalo da 'pandemia'.

A moção parlamentar foi apresentada pelo Dr. Wolfgang Wodarg, ex-deputado do SPD no Bundestag (Parlamento alemão) e agora presidente da Comissão de Saúde do Parlamento Europeu.

Wodarg é um doutor em medicina e epidemiologista, especialista em enfermidades pulmonares e em medicina ambiental. Ele considerou que a campanha da OMS contra a 'pandemia' da gripe Porcina foi 'um dos maiores escândalos médicos do século'. O texto da resolução, que foi respaldado pelas Nações Unidas e um suficiente número de membros do Conselho do Parlamento Europeu, diz entre outras coisas:

'A fim de promover seus medicamentos patenteados e suas vacinas contra a gripe, as empresas farmacêuticas fizeram uso de sua influência sobre os cientistas e sobre os organismos oficiais, responsáveis por estabelecer as normas de saúde pública, para alarmar os governos de todo o mundo e fazê-los gastar mal os recursos sanitários em ineficientes estratégias de vacinação e expor desnecessariamente milhões de pessoas saudáveis ao risco de uma desconhecida quantidade de efeitos secundários das vacinas que foram insuficientemente provadas. A campanha da gripe aviária (2005-2006), combinada com a campanha da 'gripe Porcina', parece ter carregado um alto nível de danos não só em alguns pacientes vacinados e aos orçamentos públicos sanitários, mas também à credibilidade e à prestação de contas de importantes organismos internacionais da saúde'.

A investigação parlamentar examinará a questão da 'falsa pandemia' porque foi declarada pela OMS em junho de 2009 assessorada por seu grupo de experts acadêmicos, SAGE, muitos dos quais provou-se que têm fortes vínculos financeiros com os próprios gigantes farmacêuticos como Glaxo, SmithKline, Roche, Novartis, que se beneficiaram com a produção de fármacos e das não testadas vacinas contra a gripe H1N1. Também se investigará a influência da indústria farmacêutica na criação de uma campanha mundial contra as denominadas gripes aviária e H5N1 da gripe Porcina H1N1. Será dado um caráter de urgência e prioridade à investigação na assembléia geral do Parlamento.

Wodarg diz que o papel da OMS e sua declaração de emergência pandêmica em junho de 2009, devem ser o primeiro objetivo da investigação do Parlamento Europeu. Os critérios da OMS para a declaração de uma pandemia foram modificados pela primeira vez em abril de 2009, requeridos simultaneamente com a notificação dos primeiros casos de gripe Porcina no México, sem sinalizar para o risco real de uma enfermidade, senão que modificou-se o número de casos para a declaração de uma pandemia. Ao classificar a gripe Porcina como uma pandemia, os países viram-se obrigados à aplicação de planos de pandemia e à compra de vacinas contra a enfermidade, mesmo quando ainda não era necessário.

Como a OMS não se acha submetida a controle parlamentar algum, Wodarg argumenta que é necessário que os governos exijam uma prestação de contas. “A investigação examinará também o papel dos organismos públicos alemães encarregados de emitir diretrizes sobre a pandemia: o Paul-Ehrlich e o Instituo Robert-Koch”.

Bem, como vocês puderam atestar, trata-se da mais aberrante empulhação criminosa, o que está custando vidas com lesões neurológicas permanentes, além de óbitos desnecessários, pois como diz na própria resolução, vacinou-se pessoas saudáveis para fazê-las adoecer.

Mas NADA disto foi noticiado no Brasil pelos jornalões e muito menos pelo Ministério da Saúde, que estabeleceu uma tabela de vacinação e já começou esta prática criminosa. Deus permita que não tenham inoculado o vírus letal em muitas pessoas. Eu tenho esta informação desde janeiro deste ano, mas conforme disse acima, como este não é o tema abordado pelo Notalatina li com preocupação e arquivei; por isso agradeço ao amigo que me "cutucou" sobre o assunto, pois senão nem eu mesma ia lembrar. Como agora o insensato e comunista governo brasileiro resolveu dar sua contribuição à patifaria criminosa, não posso me calar, sob pena de estar cometendo crime por omissão. Espero que vocês, leitores deste blog, divulguem a quantas pessoas puderem alertando-as a não se submeterem a este crime de lesa-humanidade como cordeiros que seguem calados ao abatedouro sem berrar. Fiquem com Deus e até a próxima!


Comentários e tradução: G. Salgueiro

Fonte: www.midiasemmascara.org

Nota: Neste blog temos vários artigos que tratam desse tema e mostram o perigo dessa vacina para a população.

Este artigo serve como alerta e reflexão para quem está no grupo que será vacinado.

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quinta-feira, 18 de março de 2010

É o sistema financeiro quem controla os governos.

WASHINGTON - MARCH 26:  Soros Fund Management ...Image by Getty Images via Daylife

É o sistema financeiro quem controla os governos.

Folha de São Paulo

CLÓVIS ROSSI

Mercados içam a bandeira negra

Episódios recentes ilustram uma subversão das regras do jogo: é o sistema financeiro quem controla os governos


NA SEMANA passada, o "Wall Street Journal" deu conta de rumores de que um grupo de investidores, capitaneados pelo inoxidável George Soros, havia se reunido para discutir a estratégia para atacar o euro. Objetivo: levá-lo à paridade com o dólar.

Até ontem à tarde, o objetivo, se o rumor for verdadeiro, não havia sido alcançado. O euro, na hora do fechamento dos mercados europeus, estava a US$ 1,35. Mesmo assim, 10% abaixo da cotação de US$ 1,50 que foi mais ou menos a constante no início do ano.

O importante, no caso, não é se o objetivo foi ou não alcançado. Nem se houve ou não a tal reunião conspiratória.

O essencial é que ela, bem como o objetivo traçado, é verossímil. Ainda mais por envolver Soros, um nome lendário no mercado de apostas: em 1992, ele ganhou US$ 1 bilhão apostando contra a libra esterlina. O Tesouro britânico perdeu 3,4 bilhões de libras, que, a valores de hoje, corresponderiam a R$ 8 bilhões, quantia ponderável em qualquer moeda, em qualquer tempo.

O que me choca no episódio é a maneira digamos normal como o caso foi noticiado, como se tratasse de uma reuniãozinha de Beatas de Maria para organizar uma jornada de orações.

Não é. São corsários erguendo a bandeira negra para o ataque.

Imagine o escândalo que haveria se fosse o contrário, se um punhado de chefes de governo tivesse se reunido para estabelecer rígidos regulamentos para os mercados financeiros. Basta lembrar o que aconteceu na sequência do pacote que o presidente Barack Obama anunciou em janeiro, exatamente com esse objetivo. Obama disse, em dado momento: "Se [o sistema financeiro] quer guerra, terá guerra".

Posto de outra maneira ergueu a bandeira das listas e estrelas para enfrentar a negra dos corsários. Reação da banca, na palavra de Charles Dallara, o executivo do Instituto da Finança Internacional, o conglomerado das grandes instituições planetárias: "É um moleque".

O episódio é apenas mais uma ilustração da subversão das regras do jogo que está em curso já faz algum tempo, sem que haja reações proporcionais ao tamanho da subversão: em vez de os governos controlarem os mercados financeiros, são os mercados financeiros que impõem suas regras ao governo.

No caso da Grécia, o coro predominante, o chamado pensamento único, só fala dos abusos praticados pelos governantes de um desses países-cigarras, que vivem fazendo farra enquanto outros trabalham duro.

É claro que houve abusos e maquiagens estatísticas na Grécia. Mas e o Reino Unido, a menina dos olhos do pensamento único desde Margaret Thatcher, passando pelos trabalhistas que convergiram para essa linha de comportamento a partir da ascensão de Tony Blair? A libra esterlina também foi atacada no início da semana e fecha-a no valor mais baixo em nove meses.

Claro que o Reino Unido também tem um baita déficit, mas incorreu nele para impedir o colapso da economia, na esteira da crise que se tornou exponencial com a quebra do Lehman. Os governos gastaram US$ 11 trilhões para salvar os mercados, o que dá oito "Brasis", grosso modo.

Mas quem disse que corsários têm piedade ou ética?

Nota: Essa notícia é emblemática do poder sem limites e da ganância dos mega banqueiros illuminati.

George Soros é um dos principais financistas internacionais e um dos únicos, se não o único, com know how suficiente para realizar esse tipo de operação. Ele já fez o mesmo com o Brasil, a Rússia e o México em décadas passadas.


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quarta-feira, 17 de março de 2010

Bill Gates: Use vacinas para reduzir a população

PALO ALTO, CA - FEBRUARY 19:  In this handout ...Image by Getty Images via Daylife

Bill Gates: Use vacinas para reduzir a população

O chefe da Microsoft ecoa o apelo de John P. Holdren para um maciço programa de esterilização, quer o imposto de CO2.

Por: Paul Joseph Watson

Segunda-feira, 01/03/2010

O fundador da Microsoft Bill Gates disse em recente conferência TED (Tecnologia, Entretenimento, Desenho), uma organização que é patrocinada por um dos maiores poluidores de lixo tóxico do planeta, que as vacinas precisam ser usadas para reduzir os números da população mundial a fim de resolver o aquecimento global e diminuir as emissões de CO2.

Afirmando que a população global estava caminhando para 9 bilhões, Gates disse, "se a gente fizer um trabalho realmente grande com as novas vacinas, cuidados de saúde, serviços de saúde reprodutiva (aborto), nós poderemos diminuir isso talvez 10 ou 15 por cento."

Exatamente como uma melhoria nos cuidados de saúde e vacinas que supostamente salvam vidas levaria a uma diminuição da população global é um oximoro, a menos que Gates esteja se referindo a vacinas que esterilizam pessoas, que é exatamente o mesmo método advogado no livro Ecoscience do conselheiro de ciência da Casa Branca John P. Holdren, que pede um "regime planetário" ditatorial para aplicar medidas draconianas de redução da população através de todas as maneiras de técnicas opressivas, incluindo esterilização.

"Eu não estou certo o que a explicação nada-para-ver-aqui é para a teoria de Bill Gates de que "novas vacinas" podem ajudar a diminuir a população do mundo," ressalta o blog Cryptogon, "Mas eu pensei a respeito dos incidentes dos anos 90 onde a Organização Mundial de Saúde estava providenciando uma "vacina contra o tétano" para garotas e mulheres pobres (e apenas garotas pobres e mulheres) que continham gonadotrofina coriônica humana (hCG). Para aqueles que não querem se aprofundar nisso, em resumo, foi um experimento da Organização Mundial da Saúde; um teste de uma vacina contra gravidez."

Depois de apresentar uma equação que incluía o número de pessoas no planeta e emissões de CO2, Gates disse, "Provavelmente um desses números vai chegar bem perto de zero."

Mais tarde na apresentação, Gates menciona pegar uma vacina, "que é uma coisa que eu amo," que seria usada para diminuir as emissões globais de CO2.

Ele também advoga despejar mais dinheiro no esquema do aquecimento global por meio das Nações Unidas, bem como um "imposto de CO2" e cap and trade (comércio de carbono), enquanto deixava claro que o mundo desenvolvido teria de reduzir seus padrões de vida pelo corte de serviços essenciais que geram CO2.

Gates disse que uma redução de 20 por cento nas emissões de CO2 era necessária por volta de 2020, uma redução de 50 por cento por volta de 2050, e finalmente que teria de haver zero emissões globalmente, uma medida que reverteria completamente centenas de anos de progresso tecnológico e retornaria o homem para a era agrária, tudo em nome da prevenção de suposto aumento minúsculo de temperatura que foi provado estar baseado em modelos de dados fraudulentos a luz do escândalo do Climategate.

Uma das propostas de Gates para redução das emissões de CO2 é o uso de biocombustíveis, o que como ressalta um novo relatório, tem resultado em milhões de acres de florestas sendo destruídos, que no final das contas significa um aumento líquido em emissões de CO2 de biocombustíveis quando comparado aos combustíveis fósseis, sem mencionar a maciça devastação causada a vida selvagem.

Como temos documentado, uma redução de CO2 de 50 a 80 por cento, sem mencionar os 100 por cento, infligiria uma nova grande depressão nos Estados Unidos, reduzindo o PIB em 6.9 por cento - um número comparável com o desastre econômico de 1929 e 1930.

Adicionalmente, a "revolução pós-industrial" sendo proposta por Gates e sua classe levaria a maciças perdas de empregos.

A implantação dos assim chamados "empregos verdes" em outros países tem devastado economias e custado milhões de empregos. Como relatou o Seattle Times em junho passado, a incrível taxa de desemprego na Espanha de cerca de 18 por cento foi parcialmente devido a maciça perda de empregos como resultado de tentativas de substituir a indústria existente com parques eólicos e outras formas de energia alternativa.

Na assim chamada "economia verde", "Cada novo emprego obriga a perda de 2,2 outros empregos que ou são perdidos ou não criados em outras indústrias por causa da política de alocação - sub-ótima em termos de eficiência econômica - de capital," afirma o relato.

O fato de que Gates estaria tão aberto em seu apelo para usar vacinas para diminuir a população global (sem uma palavra sobre consideração dos direitos humanos), provavelmente tem muito a ver com a plateia assistindo a seu discurso.

A organização da TED admite que é elitista, "de um jeito bom," e cobra gritantes $6.000 dólares de taxa de associação que deve ser paga pelas convidados da conferência. A TED também cobra perto de $1.000 dólares apenas pela sua conferência ao vivo através da transmissão da web. Os patrocinadores da organização incluem a IBM e a chefe do complexo industrial militar a General Electric, que tem uma notória história de crimes ambientais, sendo ranqueada a quarta maior produtora corporativa de poluição do ar nos Estados Unidos, com mais de 4.4 milhões de libras por ano (2.000 toneladas) de produtos químicos liberados no ar. A GE é também a maior contribuinte para o problema do lixo tóxico, fazendo seu patrocínio de uma organização que afirma estar procurando soluções para problemas ambientais completamente hipócrita.

Fonte: www.prisonplanet.com






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segunda-feira, 15 de março de 2010

O Pentágono procura criar 'Organismos Sintéticos' Imortais (com dispositivo de destruição incluido).

Concept art of the Danger Room before the setp...Image via Wikipedia



Por Katie Drummond, wired.com

O braço de ciência maluca do Pentágono propôs seu projeto mais radical até agora. Darpa (Defense Advanced Research Projects Agency) está procurando reescrever as leis da evolução para benefício dos militares, criando "organismos sintéticos" que podem viver para sempre - ou podem ser aniquilados com o clique de um interruptor molecular.

Como parte de seu orçamento para o próximo ano, Darpa está investindo $6 milhões em um projeto chamado BioDesign, com o objetivo de eliminar "a aleatoriedade do avanço evolucionário natural." O plano reuniria o mais recente conhecimento biotecnológico para chegar a criaturas vivas, respirando, que seriam geneticamente construídas para "produzir o efeito biológico pretendido." Darpa quer que os organismos sejam fortalecidos com moléculas que reforçariam a resistência da célula a morte, de forma que os monstros de laboratório poderiam "no final das contas viver indefinidamente."

É claro, Darpa tem de impedir as super espécies de serem seduzidas para fazer o trabalho do inimigo - assim eles codificarão a lealdade bem dentro do DNA, pelo desenvolvimento de travas geneticamente programadas para criar células "invioláveis". Mais, o organismo sintético será rastreável, usando algum tipo de manipulação de DNA, "semelhante a um número de série em um revólver." E se isso não funcionar, não se preocupe. No caso do plano do Darpa de algum modo dar horrivelmente errado, eles também apostam em um último recurso, um dispositivo de segurança geneticamente codificado:

Desenvolver estratégias para criar uma opção de organismo sintético "autodestrutivo" para ser implementada após uma remoção ilegal do organismo.

O projeto conhecido como Darpa também planeja jogar $20 milhões em um novo programa biológico sintético, e $7,5 milhões em "aumentar em várias décadas a velocidade com a qual sequenciamos, analisamos e editamos funcionalmente genomas celulares."

É claro, Darpa está contra algumas irritantes e fundamentais leis da natureza - para não mencionar bioéticas - enquanto embarcam no programa da besta de laboratório. Primeiro, eles podem querer repensar a ideia da evolução como uma série de eventos aleatórios, diz o professor de biologia da Universidade de Nova York David Fitch. "Evolução por seleção não é um processo aleatório de jeito nenhum, e é realmente um algoritmo de projeto altamente eficiente usado extensivamente em computação e engenharia," ele responde da Danger Room.

Mesmo se Darpa conseguir superar a inteligência inerente dos processos evolucionários, superar a inevitável morte pode ser complicado. Apenas pergunte a todas as outras equipes de pesquisa quem fez tentativas, experimentando de tudo desde inanição celular a tratamentos de hormônio. Terapia genética, onde genes artificiais são inseridos em um organismo para estimular a vida da célula é a mais recente e o melhor em ciência de extensão da vida, mas só foi provada a extensão da expectativa de vida em 20 por cento em ratos.

Mas suponhamos que a terapia de genes faça grandes avanços, e Darpa consiga obter o direito de ciência evolucionária. Eles terão ainda uma grande dificuldade ética para ultrapassar. Os pesquisadores de biologia sintética já estão enfrentando as mesmas questões, como relata o sumário do Projeto de Biologia Sintética:

A preocupação de que os humanos podem estar extrapolando quando criamos organismos que nunca existiram antes pode ser uma preocupação de segurança, mas também retorna para nós desacordos sobre qual é nosso próprio papel no mundo natural (um debate largamente sobre danos não físicos ou danos ao bem estar).

Até mesmo especialistas em genética molecular não sabem o que fazer do projeto. Ou isso, ou eles estão temem que Darpa possa iniciar um ataque de robô biológico sobre eles. "Eu amaria comentar, mas infelizmente Darpa instalou um dispositivo de destruição em mim," um especialista anônimo conta a Danger Room.

Fonte: wired.com

Nota: É muita arrogância e desejo de brincar de Deus.



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domingo, 14 de março de 2010

Bilderberg: um clube secreto que governa o mundo.

bilderberg-konferenzImage by 37sechsblogger via Flickr

Bilderberg: um clube secreto que governa o mundo

Criado há 53 anos, o Clube Bilderberg reúne anualmente, em caráter sigiloso, nomes influentes da política, da economia e da mídia do Ocidente para debater assuntos de interesse mundial. Seus defensores dizem que essas conferências são uma ocasião única para a busca de consenso, mas seus críticos afirmam que em tais encontros se trama o destino do mundo


Por Eduardo Araia

É tudo muito discreto: quem atende ao telefone do Clube Bilderberg, em Leiden, na Holanda, é uma impessoal voz feminina que, após repetir o número, sugere que a pessoa deixe uma mensagem após o sinal. Alguém mais desavisado poderia até pensar que ligou por engano para uma residência. Mas o que está por trás do tal número de telefone vai muito, além disso: para muitos, o Clube Bilderberg é o maestro oculto da política e da economia ocidental há mais de cinco décadas. Todo o segredo que cerca suas atividades (nem portal na Internet ele tem) só contribui para essa imagem.

Fundado em 1954, pelo príncipe Bernhard, da Holanda, pelo primeiro-ministro belga Paul Van Zeeland, pelo conselheiro político Joseph Retinger e pelo presidente da multinacional Unilever na época, o holandês Paul Rijkens, o Clube Bilderberg é uma organização não-oficial que nasceu supostamente para promover a "cooperação transatlântica" e debater "assuntos relevantes em nível mundial" - o que, em plena Guerra Fria, equivalia a discutir a ameaça comunista. O nome Bilderberg vem do hotel holandês que abrigou a primeira reunião, em 1954. O sucesso desse evento convenceu os seus organizadores a realizá-lo anualmente, em algum país europeu, nos Estados Unidos ou no Canadá.

Atualmente, os encontros do Clube reúnem cerca de 120 personalidades européias e norte-americanas influentes na política, na economia e na mídia. Eles ocorrem em hotéis sofisticados e preferencialmente isolados, que são fechados por ocasião do evento.

Nesse período, um fortíssimo esquema de segurança, a cargo de agentes norte-americanos e de vários outros países europeus, além da polícia local, garante a privacidade dos participantes. A conferência mais recente foi realizada no Ritz-Carlton de Istambul, na Turquia, entre os dias 31 de maio e 3 de junho.

O COMITÊ organizador das conferências tem sido bastante criterioso nas suas seleções de convidados, como se pode constatar pelas listas disponíveis. O polêmico ex-secretário de Defesa norte-americano Donald Rumsfeld era nome habitual nos encontros, assim como Peter Sutherland (ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio, atual diretor-executivo da British Petroleum e da Goldman Sachs International e membro do comitê organizador do Bilderberg), Paul Wolfowitz (ex-subsecretário de Defesa do governo de George W. Bush e ex-presidente do Banco Mundial) e Henry Kissinger (ex-secretário de Estado norte-americano).


... Clã de seletos

Ao lado, no sentido horário, alguns dos nomes que já o integraram ou que ainda fazem parte dele: a rainha Beatrix, da Holanda; o bilionário David Rockefeller; Henry Kissinger, ex-secretário de Estado norte-americano; Donald Rumsfeld, ex-secretário de Defesa dos Estados Unidos; e Javier Solana, ex-secretário-geral da OTAN.

Bill Clinton, Tony Blair, o ex-secretário- geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) Javier Solana e os bilionários David Rockefeller e Bill Gates também já integraram essa exclusiva relação (veja no quadro alguns dos nomes convidados para a conferência deste ano).

Ao reunir tanta riqueza e poder e zelar pela privacidade absoluta em seus eventos (nenhum participante pode falar sobre o que viu e ouviu nos encontros), o Clube Bilderberg se tornou prato cheio para as teorias conspiratórias. Segundo elas, a organização manipula políticas nacionais e eleições, provoca guerras e recessões e chega a ordenar assassinatos e renúncias de líderes mundiais - como teria acontecido, respectivamente, com o presidente norte-americano John Kennedy e a primeira-ministra britânica Margaret Thatcher.

PARA MUITOS sérvios, o Bilderberg foi o responsável pela queda de Slobodan Milosevic. Fala-se ainda que três famosos terroristas - Timothy McVeigh (responsável pelo atentado de Oklahoma City), David Copeland (um dos responsáveis pelo atentado ao metrô de Londres) e Osama Bin Laden - também pensam que os governos nacionais dançam conforme a música tocada pelo Clube.

O curioso é que o Bilderberg incomoda tanto conservadores quanto liberais. Para os primeiros, a organização é um plano sionista liberal. Para os outros, com tanto cacife e sigilo envolvidos, coisa boa não deve sair dali. "Quando tanta gente com tanto poder se reúne em um só lugar, acho que nos devem uma explicação sobre o que está acontecendo", disse o ex-jornalista britânico Tony Gosling ao jornalista Jonathan Duffy, do BBC News Online Magazine ("Bilderberg: The Ultimate Conspiracy Theory", de 3 de junho de 2004).

Por mais verossímeis ou DESCABELADAS que sejam, as ESPECULAÇÕES sobre a verdadeira ATUAÇÃO do Clube Bilderberg dificilmente poderão ser CONFIRMADAS ou refutadas.


... Influência

Na página oposta, a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, possível vítima do Clube; Bill Gates já teria participado das reuniões secretas; e o terrorista Osama Bin Laden, que acredita no poder de decisão do Bilderberg.

Segundo Gosling, o economista britânico Will Hutton, ex-participante das conferências do Bilderberg, comparou o evento ao encontro anual do Fórum Econômico Mundial, no qual "o consenso estabelecido é o pano de fundo contra o qual a política é feita em nível mundial". Gosling exemplificou os perigos desse "consenso": "Um dos primeiros lugares onde ouvi sobre a determinação de as forças norte-americanas atacarem o Iraque foi ao encontro de 2002 do Bilderberg, graças a um vazamento de informação."

Os organizadores se defendem. Para o belga Étienne Davignon, ex-vice- presidente da Comissão Européia, vice-presidente da multinacional francesa Suez-Tractebel e atual presidente da conferência do Clube Bilderberg, é impossível pensar em comando mundial único.

"Não creio numa classe governante global porque não creio que tal classe exista", disse ele ao jornalista da BBC Bill Hayton ("Inside the secretive Bilderberg Group", de 29 de setembro de 2005). "Apenas penso que são pessoas influentes interessadas em conversar com outras pessoas influentes."

O jornalista Martin Wolf, do diário inglês Financial Times, que foi convidado para alguns encontros, também pensa que não há fogo atrás dessa fumaça: "A idéia de que tais eventos não podem ser realizados na privacidade é fundamentalmente totalitária", disse a Duffy. "Não é um organismo executivo. Nenhuma decisão é tomada lá."

O EX-CHANCELER britânico Denis Healey, uma das presenças de primeira hora das conferências do Clube Bilderberg, também minimizou as críticas: "Nunca procuramos atingir um consenso sobre os grandes temas nas conferências", disse a Duffy.

"É simplesmente um lugar para discussões." Healey é só elogios ao Clube: "O Bilderberg é o grupo internacional mais útil do qual participei. A confidencialidade permite às pessoas falarem honestamente, sem medo das repercussões", acrescentou ele.

Por mais verossímeis ou descabeladas que sejam, as especulações sobre a verdadeira atuação do Clube Bilderberg dificilmente poderão ser confirmadas - ou refutadas - por completo. Elas, aliás, não surpreendem o pesquisador britânico Alasdair Spark, especialista em teorias conspiratórias ouvido por Duffy.

"A idéia de que uma panelinha sombria está mandando em todo o mundo não é nada nova", comentou Duffy. "Por centenas de anos as pessoas acreditaram que o mundo é governado por um grupo de judeus. Não deveríamos esperar que os ricos e poderosos organizassem as coisas em seu próprio interesse? Isso é chamado de capitalismo."
Lista seleta

Os 20 nomes relacionados a seguir, convidados pelo Clube Bilderberg para a conferência deste ano em Istambul, são uma amostra da elite ocidental reunida pela organização.

✧ Rainha Beatrix, da Holanda.
✧ Lloyd Blankfein, presidente e chefe-executivo do banco Goldman Sachs.
✧ Paul Gigot, editor da página de editoriais do Wall Street Journal.
✧ Jaap de Hoop Scheffer, secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte.
✧ Rei Juan Carlos I, da Espanha.
✧ Muhtar Kent, presidente e diretor de operações da Coca-Cola.
✧ Henry Kissinger, ex-secretário do ex-presidente Richard Nixon e atual presidente da Kissinger Associates.
✧ Klaus Kleinfeld, presidente da Siemens.
✧ John Mickletwait, editor do The Economist.
✧ Jorma Ollila, chairman da Nokia e da Shell.
✧ Príncipe Philippe, da Bélgica
✧ Eric Schmidt, presidente e chefe-executivo do Google.
✧ Klaus Schwab, presidenteexecutivo do Fórum Econômico Mundial
✧ Javier Solana, secretário-geral do Conselho da União Européia.
✧ Michael Tilmant, presidente do ING Group.
✧ Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu.
✧ Daniel Vasella, presidente e chefe-executivo da Novartis.
✧ Jeroen van der Veer, chefeexecutivo da Shell.
✧ Paul Wolfowitz, presidente do Banco Mundial.
✧ Robert Zoellick (na época, executivo do Goldman Sachs. Assumiu a presidência do Banco Mundial em julho).

Fonte: Revista Planeta

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