terça-feira, 16 de outubro de 2012

Lord Monckton: ambientalismo não pensa no ambiente mas no neo-marxismo

 

Lord Monckton: ambientalismo não pensa no ambiente
mas no neo-marxismo
 
Catolicismo — Obviamente, o movimento ambientalista não cuida apenas do ambiente. Que ideologias ou doutrinas estão por detrás dele?

Lord Monckton — Ele absolutamente não tem mais nada a ver com o ambiente. Os ambientalistas não passam de melancias: verdes por fora e vermelhas por dentro.

Eu também os chamo de tendência de semáforo: verdes muito amarelinhos de medo de admitir que são realmente vermelhos.

Pode-se talvez pensar que isto seja mera retórica, mas conheci um dos fundadores do Greenpeace, o falecido Eric Ellington, a pessoa menos inclinada à política que se poderia conhecer.

Sua preocupação genuína era de que ninguém bagunçasse o planeta, e ele e seus amigos co-fundadores tinham noções mais bem idealistas sobre o objetivo que desejavam obter.

Ele me disse que após um ou dois anos todos tiveram de sair porque não eram políticos.

Quando os marxistas entraram e, em suas palavras, “tomaram o movimento”, eles não foram capazes de detê-los por não saberem como. Eles não eram políticos. Assim, politicamente, a extrema esquerda “passou a perna” neles.


Catolicismo — Então o Greenpeace foi sequestrado...

Lord Monckton — Sim, sim, o Greenpeace foi completamente dominado pelos marxistas e tem sido conduzido por eles desde então.

Analogamente, muitas das outras organizações ambientalistas são dirigidas por pessoas da extrema esquerda.

Assim, é claro que existe interesse ideológico, e há também um tipo de estatismo, um desejo de que o Estado passe a dirigir tudo, o que naturalmente faz parte da filosofia da esquerda.

Mas há também um tipo de estatismo egoísta entre burocratas e políticos desejosos de se sentirem úteis, de terem uma razão de existir e de impor tributos às pessoas até tirar o sangue.

Greenpeace ficou dominada por marxistas infiltrados
E o ambientalismo é para eles uma via mágica de extrair grandes quantidades de dinheiro das nações através de impostos de combustíveis fósseis, comércio de carvão, etc., etc., e existe o simples interesse financeiro da parte de muitas pessoas que estão ficando franca e desordenadamente ricas graças a este medo.

Catolicismo — Mais ainda, poder-se-ia dizer que o movimento ambientalista dá muitos sinais de ser uma nova religião. Gorbachev, por exemplo, disse que a Carta da Terra deve substituir os Dez Mandamentos como base da nossa sociedade. O senhor teria exemplos ou poderia comentar isso?

Lord Monckton — A ideia de que o ambientalismo possa ser uma religião crível já demonstrou ser falsa pelo trenzinho assombrado do aquecimento global, em cujos vagões os fanáticos subiram e cujas rodas imediatamente começaram a se soltar.

Agora todo mundo vê que eles estavam errados. Portanto, por que estariam certos a respeito das outras coisas que dizem?

 Essa abordagem é naturalmente um pouco ilógica, porque teoricamente eles poderiam estar errados numa coisa e certos em outra, mas acontece que eles têm um histórico de serem errados, repetidamente errados.

Erraram, por exemplo, quanto à camada de ozônio. Recentemente descobriu-se que o impacto dos carbonos de clorofluoro na fina camada estratosférica de ozônio, que em alguma medida nos defende de raios nocivos do sol, foi dez vezes exagerado.

Não se trata de um errinho qualquer, foi exagerado dez vezes.

Sem esse exagero, não haveria nem de fato há qualquer justificação para o Protocolo de Montreal, mas assim mesmo ele fecharia milhares de indústrias perfeitamente respeitáveis do mundo inteiro que produzissem ou usassem os carbonos de clorofluoro.

Portanto, eles estavam errados. Errados também sobre o HIV, quando disseram que não se podia designá-la uma doença de notificação obrigatória.

Ninguém devia ser examinado, e os que a tivessem contraído não podiam ser isolados. O resultado foi que 33 milhões de pessoas morreram, 33 milhões estão infectadas e vão morrer, e ainda não há nenhum sinal de que esse movimento vá parar.

Lord Monckton: esquerda se apossou do ambientalismo
Lord Monckton: esquerda se apossou do ambientalismo
Tudo porque a esquerda se apossou do problema desde o início e errou o tiro completamente. Portanto, o histórico da esquerda é terrível.

Os esquerdistas erraram a propósito do aquecimento global. Não houve nenhum aquecimento ao longo de pelo menos 15 ou 20 anos, absolutamente nenhum, apesar do registro do aumento de concentrações de dióxido de carbono na atmosfera, e isso sugere que o aquecimento que deveria ter ocorrido — de qualquer forma teria sido relativamente pequeno —, foi facilmente superado pelo esfriamento natural resultante de um declínio das atividades solares por volta de 1960, a partir de um pico de 10 mil anos.

Portanto, eles erraram novamente e agora estão querendo prever que o índice de aquecimento nos próximos 100 anos será três vezes o que temos visto nos últimos 60 anos, mas não há nenhuma base científica para tamanho salto.

Assim como erraram tão frequentemente no passado — e erraram diametralmente a respeito de tudo —, deve-se levantar a questão de se, objetivamente falando, eles estejam mesmo fazendo algum esforço para obter a verdade científica.

Em questões científicas não é apropriado fazer o que faz a esquerda ou os ambientalistas, tomando na realidade uma posição política.

Religião ambientalista fracassou tentando manipular a ciência,
diz Lord Monckton. Na foto: Rajendra Pachauri, diretor do IPCC
Pelo contrário, deve-se manter uma certa distância e ver o problema sem paixão, para tentar resolvê-lo: “Há um problema? Qual é a sua gravidade? Como podemos descobri-lo?”. E ainda que possamos fazer algo a respeito, compensa fazê-lo ou seria mais barato não fazer nada, posto que o problema não é tão grande quanto dizem?

Portanto, essa quase-religião falhou precisamente por tentar instrumentalizar a ciência.

A religião e a ciência operam em campos diferentes. Ambas são orientadas na direção da verdade, mas é a religião que começa, a priori, como dizem: existe um Criador, e o Big Bang começou porque assim foi o Seu desígnio, seja por ação direta ou por algum método indireto; mas foi um evento não criado por nós, de modo que podemos crer que o universo teve origem divina e não há ciência alguma que prove que isto esteja errado.

Claro está que as leis da física só entraram em vigor alguns milésimos de segundo após o Big Bang e, portanto, não temos como verificar por que o Big Bang aconteceu.

Assim, sem contrariar a ciência, estamos no direito de acreditar que se tratou de uma ação divina. Não podemos provar que foi uma ação divina, mas tampouco eles podem provar que não o foi. Nossas crenças diferem.

Não há futuro em tentar acreditar que é possível provar cientificamente que certas coisas são falsas, como fazem os ambientalistas.

E como faziam muitos eruditos — James Lovelock até recentemente, Fritz Vahrenholt, Bjorn Lomborg e todos os que renunciaram suas antigas posições sobre o aquecimento global —, porque sabem que o assunto foi inflado e que é inútil alardear sobre algo que a ciência contradiz.

 
Fonte: Verde: a cor nova do comunismo

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ambientalismo: imprensa brasileira bate recorde de desinformação e parcialidade supera o 97% dos artigos, diz instituto francês





Em estudo elaborado pelo Institute of Physics (IOP) da França e reproduzido no seu órgão Environmental Research Letters, o público brasileiro aparece como o mais mal informado pela sua imprensa no tocante à polêmica ambiental, comparado com o público dos EUA, Grã-Bretanha, França, Índia, e até da ditatorial e hiper-censurada imprensa socialista chinesa.

O IOP estudou a atitude dos grandes jornais desses países durante dois períodos.

O primeiro foi em 2007, por ocasião da publicação do relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change ou Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da ONU) sobre a evolução do clima.

O segundo foi entre o fim de 2009 e início de 2010, durante o “climategate” que abalou a credibilidade de dito relatório e de muitos cientistas apóstolos do alarmismo climático.

No total, o IOP analisou perto de 3.300 artigos de imprensa.

O resultado foi considerado inapelável pelo diário parisiense “Le Monde”, ele próprio caixa de ressonância do alarmismo climático e que se saiu muito mal nesta prova.

34% dos artigos publicados pelos jornais americanos “The New York Times” e “The Wall Street Journal”, ao informar sobre fatos polêmicos como o “aquecimento global” e questões climáticas, em geral concediam espaço aos cientistas tratados não sem certo menosprezo de “céticos”.


Pior do que na China: unilateralismo do "Estado de S.Paulo" e da "Folha de S.Paulo"
nas informaçoes ambientais, supera o 97% dos artigos,
constatou o Institute of Physics - IOP da França

Dos 511 artigos estudados na imprensa britânica – jornais “The Guardian”, “The Observer”, “Daily Telegraph” e “Sunday Telegraph” – 19% concediam algum espaço aos “céticos”.

Já na imprensa altamente censurada da China, só 7% dos artigos publicados nos diários “People's Daily” e “Beijing Evening News” mencionaram os que denunciavam as estrepolias do catastrofismo ambientalista.

Na Índia, a porcentagem foi ainda pior: só 6% – “The Hindu” e “Times of India”.

A França ficou no baixíssimo patamar indiano. Jornais analisados: “Le Monde” e “Le Figaro”.

Mas a imprensa brasileira venceu o ranking: menos de 3%! É preciso esclarecer que o trabalho do IOP se limitou à “Folha de S.Paulo” e ao “Estado de S.Paulo” como representantes da mídia nacional.

James Painter e Teresa Ashe, pesquisadores do IOP e autores do estudo, destacaram a importância das páginas de Opinião nos EUA e na Grã-Bretanha, em que os contribuintes não são discriminados com tanto viés ideológico.

Nos países de língua inglesa, nas páginas de livre opinião, os comentários “céticos” representam 79%. Mas nos de língua francesa caem para o 21%.
“Os dois jornais escolhidos na França e nos três países em desenvolvimento concedem muito menos espaço aos ‘céticos’ se comparados com os jornais americanos e ingleses”, concluiu o estudo.

O trabalho do IOP confirma uma realidade que estamos experimentando há vários anos.

O público brasileiro precisa ser informado equilibradamente, e não de modo enviesado, a respeito de “aquecimento global”, mudanças climáticas, etc.

Esses temas atingem de cheio a vida nacional – por exemplo, a propósito do desmatamento e do Código Florestal.

Mais uma razão de encômio do livro de D. Bertrand de Orleans e Bragança “Psicose ambientalista – Os bastidores do eco-terrorismo para implantar uma religião ecológica, igualitária e anticristã”.

Ele vem a preencher a espantosa desinformação espalhada no Brasil sobre o tema.

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo
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ISLAMISMO ESTÁ DOMINANDO O MUNDO...

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Esqueça a geoengenharia: Professor pede uma "Engenharia Humana" para salvar a terra

English: Logo of the Food and Agriculture Orga...
English: Logo of the Food and Agriculture Organization (Photo credit: Wikipedia)
Por Melissa Melton

É quase impossível ler as manchetes hoje em dia sem se perguntar se a realidade que estamos vivendo é o mundo real ou alguma terra da fantasia de um cientista maluco.

Desde o primeiro projeto de bebês geneticamente modificados, a acusações de atletas geneticamente melhorados competindo nas olimpíadas, o mundo como o conhecemos tem sido lançado em um laboratório de ciências e agitado até ficar borrado.

Agora o diretor do programa master em bioética na Universidade de Nova York, Martin Liao, publicou um artigo intitulado, "Humanos manufaturados talvez guardem a chave para salvar o mundo", afirmando que, a fim de combater as mudanças climáticas feitas pelo homem, deveríamos considerar "construir pessoas amigáveis a terra" usando "engenharia humana".

Liao afirma que uma série de intervenções humanas- de intolerância a carne induzida por medicamento a "pré-implante de diagnóstico genético" para criar crianças menores para melhoramentos cognitivos que fariam as mulheres parar de engravidar- são não apenas possíveis em um "futuro próximo", mas teriam "amplo apelo". No papel, ele realmente avança a ideia de pais dando hormônios a suas crianças a fim de atrasar o crescimento delas, junto com a adoção de políticas onde as pessoas têm de decidir se querem ou não "uma criança grande, duas crianças de tamanho médio ou três crianças pequenas".

Enquanto tais "melhoramentos" supostamente seriam voluntários, Liao continua a vender sua ideia pregando para as pessoas vivendo em uma depressão econômica global, oferecendo incentivos de taxas e serviço médico grátis em troca da disposição de modificação biomédica.

As razões pelas quais humanos precisam ser cientificamente editados, Liao argumenta, é que a ciência da geoengenharia "parece muito arriscada" para o planeta. Trasnformar as pessoas em experimentos cientificos, contudo, é cem por cento mais seguro.

Tais táticas de intimidação não são, infelizmente, novas. Um menu favorito da Nova Ordem Mundial é a contínua inundação através da cultura pop e da mídia de massa da ideia de que a humanidade é a culpada pelo aquecimento global e alguma coisa tem de ser feita para salvar a terra de nós humanos produtores de carbono. O think tank elitista ambientalista Clube de Roma se gabava que eles inventaram o conceito de aquecimento para unir o homem sob um governo mundial porque a humanidade é a inimiga. Mais uma prova de que o aquecimento global feito pelo homem foi ele próprio feito pelo homem veio quando o escândalo Climategate estourou em 2009, e o mundo foi informado do fato de que o aquecimento global antropogênico nada mais era do que uma fraude manipulada de muitas bilhões de dólares para maior controle do mundo através de iniciativas do imposto de carbono e do projeto limitar e negociar. Porque a terra não estava legitimamente ficando mais quente (sem uma flagrante troca de dados), a frase "mudança climática" substituiu "aquecimento global". Um movimento semântico brilhante considerando que o clima, bom ou mau e como tudo o mais na natureza, está assegurado mudar independentemente.

Apenas algumas semanas atrás, a Reuters relatou que 100 milhões de pessoas morrerão até 2030 se não fizermos alguma coisa rápido sobre o aquecimento global causado pelo homem. Citando um relatório emitido pela assim chamada "organização humanitária" DARA, a Reuters continua a apontar que a mudança climática não está somente matando milhões de pessoas, mas está custando $1,2 trilhões ao mundo em produto interno bruto global ao ano. O que a Reuters falha em mostrar, no entanto, é que os parceiros da DARA incluem o Conselho Europeu de Relações Exteriores, A Estratégia Internacional das Nações Unidas para Redução de Desastres e ALNAP, uma rede de ação humanitária cujos membros incluem A Organização Mundial da Saúde, a FAO entre outras.

Enquanto estes grupos todos têm objetivos humanitários na superfície até certo ponto, eles têm estado ligados a ideia de que os recursos do mundo estão acabando, e a única maneira de parar isso é através da redução da população. Em outras palavras, eles vendem às pessoas a ideia de eugenia, mas a disfarçam sob o véu fino do ambientalismo.

Nas considerações finais Liao avisa, "dados os gigantescos riscos associados com a mudança do meio ambiente, deveríamos levar muito a sério a ideia de que podemos precisar mudar a nós mesmos". O professor está falando em termos literais aqui. A parte mais assustadora é que esse mais recente ataque sobre a humanidade livre não é a linguagem descontrolada e selvagem de algum lunático rabiscada na parede de algum banheiro público. É uma proposta genuína do diretor de um programa de pós-graduação de bioética de uma grande universidade que provavelmente atrairá mais estudantes para o mundo que pensa que humanos são uma praga no planeta e que tem de ser simplesmente modificados, a fim de viver.


Fonte: www.infowars.com





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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Para ONU, Brasil está no caminho dos Objetivos do Milênio

Relatório independente de peritos da Organização das Nações Unidas (ONU) indica que apenas 13 de 75 países avaliados estão no bom caminho para atingir os Objetivos do Milênio. O Brasil está na relação, assim como Bangladesh, China, Egito, Guatemala, Libéria, Madagascar, Marrocos, Nepal, Peru, Tadjiquistão e Vietnã.

O trabalho elogia ainda os esforços e os progressos obtidos por países como Afeganistão, Angola, Burundi, Camboja, Congo, Iraque, Coréia, Libéria, Madagascar, Suazilândia e Zâmbia. No entanto, segundo o relatório, há países que estão se afastando¿ das metas, como Azerbaijão, Botsuana, Burkina Faso, Haiti e Lesoto.

Os pesquisadores alertam para o fato de que a maioria dos países com elevadas taxas de mortalidade infantil e materna deverá falhar no cumprimento dos Objetivos do Milênio no que se refere à saúde de mães e filhos até 2015. O estudo também chama a atenção para a tendência de países, que sofrem os efeitos da crise econômica internacional, não conseguirem fazer as doações que se comprometeram.

De acordo com o relatório, se concretizadas, as duas tendências vão resultar em consequências devastadoras. O grupo analisou 75 países nos quais são registradas 98% das mortes maternas, neonatais e infantis no mundo.

Apesar de reconhecer uma grande evolução nos indicadores, principalmente a queda da quantidade de crianças mortas com menos de 5 anos, o grupo adverte que ainda há muitas preocupações.

Entre as Metas do Milênio estão a erradicação da pobreza extrema e da fome, ampliação da educação básica, promoção da igualdade entre os sexos e a capacidade da mulher, redução da mortalidade infantil, melhorias da saúde materna e o combate à aids, além da malária e garantias de sustentabilidade ambiental.

Fonte: Portal Terra.

metas do milênio

“A governança global pode ser definida como a soma de todas as maneiras pelas quais todos os indivíduos e instituições, públicas ou particulares, administram seus interesses. É um processo contínuo pelo qual interesses conflitantes ou divergentes podem ser solucionados e assim adotar uma ação cooperativa. A governança global envolve tanto organizações não-governamentais, como as governamentais, movimentos de cidadania, corporações multinacionais e o mercado global de capital. Interagindo com todos eles encontram-se os meios de comunicação globais.”Farhang Sefidvash

Em 2000, as "8 Metas do Milênio" foram aprovadas por 191 países da ONU, em Nova Iorque, na maior reunião de dirigentes mundiais de todos os tempos. Estiverem presentes 124 Chefes de Estado e de Governo. Os países, inclusive o Brasil, se comprometeram a cumprir os 8 objetivos, que seguem abaixo, até 2015.

1. Acabar com a fome e a miséria· Reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, a proporção da população com renda inferior a um dólar PPC por dia.· Reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, a proporção da população que sofre de fome.

2. Educação básica e de qualidade para todos Garantir que, até 2015, todas as crianças, de ambos os sexos, terminem um ciclo completo de ensino básico.

3. Igualdade entre sexos e valorização da mulher Eliminar a disparidade entre os sexos no ensino primário e secundário, se possível até 2005, e em todos os níveis de ensino, a mais tardar até 2015.4

4. Reduzir a mortalidade infantil· Reduzir em dois terços, entre 1990 e 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos.

5. Melhorar a saúde das gestantes· Reduzir em três quartos, entre 1990 e 2015, a taxa de mortalidade materna.

6. Combater a aids, a malária e outras doenças Até 2015, ter detido a propagação do HIV/Aids e começado a inverter a tendência atual.· Até 2015, ter detido a incidência da malária e de outras doenças importantes e começado a inverter a tendência atual.

7. Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais e reverter a perda de recursos ambientais.· Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população sem acesso permanente e sustentável a água potável segura.· Até 2020, ter alcançado uma melhora significativa nas vidas de pelo menos 100 milhões de habitantes de bairros degradados.

8. Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento

-Avançar no desenvolvimento de um sistema comercial e financeiro aberto, baseado em regras, previsível e não discriminatório.

-Atender as necessidades especiais dos países menos desenvolvidos.

-Atender às necessidades especiais dos países sem acesso ao mar e dos pequenos Estados insulares em desenvolvimento.

-Tratar globalmente o problema da dívida dos países em desenvolvimento, mediante medidas nacionais e internacionais de modo a tornar a sua dívida sustentável a longo prazo.

-Em cooperação com os países em desenvolvimento, formular e executar estratégias que permitam que os jovens obtenham um trabalho digno e produtivo.

-Em cooperação com as empresas farmacêuticas, proporcionar o acesso a medicamentos essenciais a preços acessíveis, nos países em vias de desenvolvimento; em cooperação com o setor privado, tornar acessíveis os benefícios das novas tecnologias, em especial das tecnologias de informação e de comunicações.

A etapa 8 chamada diz: “Todo mundo trabalhando pela Nova Ordem Mundial” está cada dia mais próxima de ser concretizada. Todos os governantes e lideres religiosos devem fazer parte da grande assembléia mundial. Até mesmo muitas igrejas, a pedido do ,Secretário da ONU , já começam a trocar a Bíblia pela agenda 21 em seus cultos esse método é chamado de diaprax. O primeiro parágrafo da etapa 8 também já fala abertamente da nova ordem econômica (a marca da besta).

Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima. (Lucas 21 : 28)


http://www.pnud.org.br/odm/index.php?lay=odmi&id=odmi

Fonte: http://apocalipsetotal.blogspot.com.br

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FMI: Federal Mafia Internacional - CAOS ECONÔMICO MUNDIAL

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Pentágono se prepara para guerra cibernética

Por Agências

A instituição está criando um sistema de compra rápida de ferramentas virtuais para defender redes militares

WASHINGTON – O Pentágono está estabelecendo um processo de aquisição rápida que permitiria o desenvolvimento de novas ferramentas de guerra cibernética em questão de dias ou meses, se isso fosse urgentemente necessário, afirmou o Departamento da Defesa dos Estados Unidos em relatório ao Congresso norte-americano.


O processo, que seria supervisionado por um novo Conselho de Administração do Investimento Cibernético, quer enxugar os procedimentos tradicionalmente lentos para aquisição de equipamento de defesa a fim de se enquadrar ao ritmo acelerado dos acontecimentos no ciberespaço, segundo o relatório.

O Congresso, em uma lei de defesa aprovada no ano passado, instruiu o Pentágono a desenvolver uma estratégia que permitiria adquirir rapidamente armas, aplicativos e outras ferramentas de guerra cibernética. 

O Pentágono enviou um relatório ao Congresso no final do mês passado para delinear essa estratégia.

Conforme o relatório, do qual a Reuters obteve uma cópia nesta quinta-feira, 12, o processo de aquisição de ferramentas de guerra cibernética pelo Pentágono terá duas linhas – uma acelerada e uma regular -, e o caminho escolhido seria selecionado de acordo com a urgência do assunto.

“Essa estrutura permite que processos alternativos de aquisição sejam adaptados à complexidade, custo, urgência da necessidade e cronograma de implementação associados ao desenvolvimento da ferramenta de guerra cibernética que esteja sendo desenvolvida”, afirma o relatório.

“Os programas com maior risco e maior tempo de implementação, e portanto maior custo e complexidade, serão administrados com maior fiscalização e abordagens mais centralizadas”, acrescenta.

Sob o processo, as necessidades cibernéticas poderiam ser identificadas e definidas por muitas organizações diferentes no departamento.

O Comando Cibernético das forças armadas norte-americanas, uma organização de combate criada quase dois anos atrás para defender as redes militares e executar operações ofensivas de guerra cibernética caso assim instruído, validaria as necessidades. O pessoal do Comando Cibernético definiria qual das duas linhas de aquisição seria usada.

A abordagem rápida seria em geral empregada “em resposta a necessidades urgentes e críticas para nossas missões, em apoio a operações correntes ou para combater novas ameaças”, afirma o relatório.

/REUTERS

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