segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Por que a terra pode estar entrando em uma nova era do gelo?

Por que a terra pode estar entrando em uma nova era do gelo?

Por Helium.com

Todos os dados apontam para o sol como a fonte primária das mudanças climáticas de curto prazo e de longo prazo na terra. Enquanto erupções vulcânicas como a atual na Islândia podem afetar as condições de curto prazo do clima sobre uma região, o clima planetário é governado pela atividade solar, ou falta dela.

A primeira suspeita de que algo mudou com o sol foi o reconhecimento de um anormal ciclo das manchas solares. Depois os astrônomos notaram que todos os planetas estavam esquentando, até o pequeno Plutão na periferia de nosso sistema solar.

Enquanto climatologistas na terra massageavam os dados para fazerem parecer que o aquecimento global provocado pelo homem era real, maiores mudanças climáticas estavam ocorrendo em marte.



Durante o pico do debate do aquecimento global, a prestigiosa revista National Geographic publicou um artigo inovador de Habibullo Abdussamatov em 2007, "Derretimento de Marte dá pista de causa solar, não humana, para o aquecimento, diz o cientista."



Habibullo Abdussamatov, um astrofísico e chefe de pesquisa espacial no Observatório Astronômico Pulkovo de São Petersburgo na Rússia, afirmou que a atividade solar causou a mudança climática na terra e que as observações de Marte revelaram o encolhimento da cobertura de gelo de dióxido de carbono na região do pólo sul marciano.

Nesse artigo, Abdussamatov explicou: "O aumento de longo prazo na irradiação solar está aquecendo tanto a terra como Marte." O cientista, preciso em previsões anteriores, recentemente pronunciou sua crença de que a terra entrará em uma "pequena era do gelo: tão cedo quanto 2014 e durando até dois séculos. A última ocorreu entre 1650 e 1850 e foi responsável por muitas quebras de safra, surtos de fome e migrações em massa.

Abdussamatov sustenta, "Variações de longo prazo na quantidade de energia solar alcançando a terra são as razões principais e motivos dirigindo e definindo o mecanismo completo das mudanças climáticas do aquecimento global, as pequenas eras do gelo aos grandes períodos glaciais."

Se sua teoria é verdadeira, e a Estação Espacial Internacional estará testando partes dela nos próximos seis anos, então o uso de tecnologia de hidrocarbonetos não deve ser diminuída, mas aumentada. Somente através de aplicações tecnológicas em economias em crescimento a humanidade seria capaz de "manter crescimento econômico a fim de se adaptar a vindoura nova pequena era do gelo, em meados do século 21," ele afirma.

Visto que o aquecimento global seria uma coisa boa (a despeito das previsões sombrias) uma mini era do gelo poderia ser desastrosa: as épocas de cultivo seriam encurtadas, mais energia tem de ser despendida para se aquecer, e escassez de alimentos pode levar a irrupção de guerras regionais.





"Observações do sol mostram que quanto ao aumento de temperatura, o dióxido de carbono não é culpado." O cientista russo está preocupado acerca dessa mudança na direção de um período de esfriamento prolongado. Ele afirma, "quanto ao que está a frente nas décadas futuras, não é um aquecimento catastrófico, mas uma global e muito prolongada queda de temperatura."


Se os cálculos de Abdussamatov são verdadeiros, e os dados observáveis e históricos parecem apoiá-los, então os países do mundo estão se movendo exatamente na direção errada para lidar com uma iminente era do gelo. Apesar de Al Gore, o esfriamento global é muito mais perigoso do que o aquecimento global.




"O aquecimento global observado do clima da terra não é causado pelas emissões antropogênicas de gases do efeito estufa, mas pela extraordinária alta intensidade solar que se prolongou sobre virtualmente todo o século passado," Abdussamatov escreveu. "O futuro declínio na temperatura global ocorrerá mesmo se a ejeção antropogênica de dióxido de carbono na atmosfera subir a níveis recordes.

"Durante a década passada," Abdussamatov alerta, "a temperatura global na terra não tem aumentado; o aquecimento global cessou, e já há sinais da futura profunda queda de temperatura."

Fonte: www.icecreations.com  

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A Agenda Transhumanista

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FBI grampeando usuários da internet. "Todos os seus dados pertencem a nós,"

The Seal of the United States Federal Bureau o...Image via WikipediaFBI grampeando usuários da internet. "Todos os seus dados pertencem a nós".

Uma vigilância global contínua da web

Por Tom Burghardt

Em mais um sinal de que o falso regime "progressista" de Barack Obama em breve buscará novo e amplo braço de poder do Executivo, o The New York Times divulgou na semana passada que o chefe do FBI e o extraordinário especialista em encobrimento, Robert S. Mueller III, "viajaram para o vale do silício na terça-feira para se reunir com os principais executivos de diversas empresas de tecnologia a respeito da proposta de facilitar a escuta de usuários da internet."

O jornalista da Times Charlie Savage relatou que Mueller e a advogada chefe do Bureau (FBI) , Valerie Caproni, "estavam agendados para se reunir com os administradores sênior de diversas grandes empresas, incluindo Google e Facebook, de acordo com diversas pessoas familiarizadas com as discussões."

O administrador de política pública do Facebook Andrew Noyes confirmou que Mueller "está visitando o Facebook durante sua viagem ao vale do silício; "Google, por outro lado, "evitou comentar."

No mês passado, o Antifascist Calling relatou que o estado secreto dos Estados Unidos, em uma reprise das crypto wars dos anos 1990, está procurando uma nova legislação do congresso que "consertaria" as Communications Assistance to Law Enforcement Act (CALEA) e reduzir ainda mais os nossos direitos civis e de privacidade.

Quando a administração lançou a proposta em setembro, o The New York Times revelou que entre os "consertos" procurados pelo FBI e outras agências intrusivas de espionagem, estavam exigências de que os provedores de comunicações construíssem backdoors em seus aplicativos e redes que dessem mensagens falsas escondidas "encriptadas para transferidores de e-mail como BlackBerry, websites de redes sociais como Facebook e software que permite mensagem direta peer-to-peer como Skype" os meios para "interceptar e decifrar mensagens codificadas."

E com um novo congresso com "mentalidade de segurança" pronto para se reunir em janeiro, com os "conservadores" do Tea Party e ultranacionalistas ignorantes, as chances de que a administração conseguirá tudo que eles querem, e ainda mais, é uma aposta segura.





"Todos os seus dados pertencem a nós"

Caproni e sua coorte, sempre prontas ao desafio quando se trata de pegar nossos dados pessoais, igual a porcos fuçando sobre uma floresta úmida à procura de trufas ou aquelas mais raras, mais elusivas delicadezas nomeadas "inteligência acionável" pelos nossos supervisores, confessaram que disseram que emendas legislativas são requisitos "razoáveis" e "necessários" que "evitarão a erosão" dos "poderes de investigação" do Bureau (FBI).

Não importa que o FBI, como a Wired Magazine revelou três anos atrás, "tenha construído um sofisticado sistema de vigilância aponte-e-clique que realiza escutas instantâneas em praticamente qualquer dispositivo de comunicação".

O jornalista de segurança Ryan Singel relatou que o Sistema de Rede de Coleta Digital do Bureau ou DCS-3000, uma mais nova iteração do sistema Carnivore dos anos 1990, "conecta as salas de escutas telefônicas do FBI aos interruptores controlados por operadores tradicionais de linhas terrestres, provedores internet-telefonia e companhias de telefones celulares."

Documentos obtidos pela Electronic Frontier Foundation através do Processo Legal da Lei de Liberdade de Informação revelaram que o sistema foi criado para "interceptar serviços de comunicação pessoal entregues via tecnologias digitais emergentes usadas por operadoras de telefonia móvel." Um segundo sistema, o Red Hook, coleta "dados de chamadas de voz e então processa e exibe a informação interceptada."

Não importa que, como a Wired também nos informou, o "computador verificador do protocolo de endereços da internet," ou CIPAV, uma vez chamado de Lanterna Mágica, é uma peça de software malicioso, um leitor de teclas digitadas, que "reúne uma vasta gama de informações, incluindo o endereço IP do computador; endereço MAC; portas abertas; o tipo de sistema operacional, versão e número serial; navegador de internet preferido e a versão; o proprietário registrado do computador e o nome registrado da companhia; o nome do atual usuário logado e a última URL visitada."

Insidiosamente, o Tribunal de Apelação do Nono Circuito dos Estados Unidos decidiu na época, que desde que o malware do Bureau não capture o conteúdo das comunicações, pode ser realizado sem um mandado para grampear, porque, como nossos guardiões judiciais opinaram; os usuários "não têm qualquer expectativa razoável de privacidade" quando estão usando a internet.

E com o estado secreto clamando pelo acesso mais amplo possível aos nossos dados, se tornou um negócio lucrativo para os nossos gananciosos, quero dizer patriotas, provedores que cobram preços mais altos pelos serviços prestados na interminável "guerra ao terror."

Segurança é patriótica, e lucrativa também!

Na semana passada The Register nos informou que o pesquisador de privacidade e segurança Christopher Soghoian revelou que embora "Microsoft não cobre ao governo pela vigilância de seus clientes," o Google, por outro lado, cobra $25 por usuário."

Essa informação foi revelada em um documento obtido pelo intrépido ativista sob a Lei de Liberdade de Informação.

Soghoian, cujo website Slight Paranoia quebrou um grande número de histórias sobre a conspiratória, e patentemente ilegal, colaboração entre subornos nas empresas de telecomunicações, nicho de empresas de espionagem e o estado secreto, revelou em março que o sistema Security Socket Layer (SSL) já tinha sido comprometido (violado) pelos Estados Unidos e outras agências de inteligência.  (SSL é o minúsculo cadeado que aparece em seu browser quando você entra em um site supostamente "seguro" para operações bancárias ou outras transações online.)

Em um documento com a co-autoria do pesquisador Sid Stamm, Certified Lies: Detecting and Defeating Governmente Interception Attacks Against SSl, Soghoian revelou que um "novo ataque" contra a privacidade online, "o ataque da criação de  documentos de certificado obrigatório, no qual as agências do governo forçam uma autoridade de certificação a emitir falsos certificados SSl que são então usados pelas agências de inteligência para secretamente interceptar e sequestrar comunicações seguras  baseadas na web de indivíduos....está em uso ativo."

A mais recente divulgação por Soghoian de descoberta de evidências de que a Administração de Combate as Drogas (DEA) dos Estados Unidos desembolsou cerca de $ 6.7 milhões por gravação de chamadas e $6.5 milhões por grampos. Enquanto os grampos proporcionam aos agentes da lei "conversas reais por telefone ou internet", um gravador de chamadas "simplesmente pega números e endereços que mostram quem está fazendo a comunicação," declarou The Register.   

Enquanto a Microsoft não cobra ao governo por espionar seus usuários, convenientemente acabando com um rastro de papel bagunçado no processo, Google recebe $25 e Yahoo $29 dos contribuintes pelo privilégio de serem vigiados. Soghoian assinala que "Google e Yahoo! podem lucrar mais da vigilância que eles conseguem diretamente dos usuários do email deles. Contas básicas de email do Google e Yahoo! são grátis. Documentos do Departamento de Justiça mostram que companhias telefônicas podem cobrar até $2.000 por uma gravação de chamada."

Este relatório de 2006 do Gabinete do Inspetor Geral do Departamento de Justiça informava que para facilitar a concordância a CALEA, "o congresso destinou $500 milhões para reembolsar as operadoras pelos custos diretos de modificação dos sistemas instalados ou implantados em ou depois 1 de janeiro de 1995."

Depois de 10 anos e $450 milhões depois, o Bureau estima que "somente 10 ou 20 por cento das chaves fixas, e aproximadamente 50 por cento das chaves sem fio pré-1995 e 90 por cento das pós-1995, respectivamente, têm o software CALEA ativado e, portanto são consideradas em concordância com o CALEA."

Parece uma crise séria, certo? Bem, não exatamente. Os auditores do Gabinete do Inspetor Geral (OIG, em inglês) afirmaram que "nós não podemos oferecer garantias sobre a precisão dessas estimativas;" uma maneira sutil de dizer que o FBI poderia estar distorcendo os números - e alegado "ameaças" a nação colocadas por uma internet aberta e redes sem fio.



E, como se vê, isto também é um proverbial desvio do assunto.

Se as próprias chaves são "conformes o CALEA" ou não é um ponto discutível uma vez que a grande maioria dos provedores de internet retém dados de buscas "nas nuvens" indefinidamente, assim como o cache de geolocalização das operadoras de celular e dados de números discados em enormes depósitos de dados aparentemente até o fim dos tempos, tudo prontamente acessível as agências de aplicação da lei - por um preço.

Descendo o martelo

O elo mais fraco na batalha para preservar os direitos a privacidade, como o Washington Technology revelou, são as corporações malandras que se alimentam no cocho federal. Que com o mais novo centro de crescimento do mercado de "cybersegurança" para os ousados piratas capitalistas, por que morder a mão que alimenta? 

Junte isso com o animado mercado privado de pegar dados de usuários online e vendê-los pelo lance mais alto, como o The Wall Street Journal revelou em sua excelente série "What They Know" na web- e rastreamento de telefone celular, se torna claro que os lucros sempre superam o controle democrático e dos direitos de privacidade.    

A luz dessas tendências perturbadoras, o CNET News relatou que "políticos democratas estão propondo uma nova abordagem para a cybersegurança: multar as empresas de tecnologia em $100.000 por dia a menos que elas concordem com as diretivas impostas pelo Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos.

O jornalista investigativo Declan McCullagh nos informa que a legislação apresentada na semana passada pelo congresso fraco "permitiria a Secretária do DHS Janet Napolitano taxar com estas e outras penalidades civis as empresas não concordantes que o governo considere "críticas", um termo amplo que poderia varrer as empresas da web, provedores de banda larga, e até companhias de software e mecanismos de busca. 

O vigarista do congresso, representante Bennie Thompson, o presidente demissionário do Comitê de Segurança Interna do congresso, afirmou que o projeto de lei "fará a nossa nação mais segura e colocará o DHS em melhor posição - o 'ponto focal para a segurança do cyberespaço' - para cumprir sua missão critica de segurança interna," alinhado com a Agência de Segurança Nacional como o Antifascist Calling informou no mês passado.

Jim Harper, um analista político do direitista Cato Institute contou ao CNET que "o Congresso está avançando para regulamentar algo que não tem nenhuma ideia de como regulamentar. É um nível de burocracia que na verdade não acrescenta absolutamente nada."

Embora a afirmação de Harper seja precisa até esse ponto, ele está perdendo o barco na medida como exigências por expansão - e não regulamentadas - autorizadas pelos mentores políticos para acessar qualquer coisa e tudo mesmo que remotamente ligado a "segurança nacional", de email a pesquisas na web e de transações financeiras a planos de viagens, é precisamente o ponto de um estado policial eletrônico.

O projeto de lei, Lei de Proteção da Infraestrutura Física e Cybersegurança Interna (HSCPIPA, em inglês), tem "outros apoiadores de alto perfil", incluindo a representante Jane Harman e Yvette Clarke, a presidente do subcomitê de cybersegurança que está saindo.

Na semana passada, o Antifascist Calling informou que Clarke proclamou que "a probabilidade de um cyberatack que possa derrubar a malha elétrica é de... 100%. Nossas redes já estão sendo penetradas enquanto permanecemos aqui. Já estamos sob ataque.

Clarke, que levantou $267.938 em contribuições de campanha durante o atual ciclo de eleição, de acordo com o OpenSecrets.org, incluindo dezenas de milhares de dólares de vigaristas de defesa e segurança como a Honeywell International, Dell, AT&T, Raytheon, Verizon, Boeing e General Dynamics, sem mencionar aquele autêntico cidadão e farol da transparência financeira, Goldman Sachs.

Com um rosto sério, ela asseverou: "Temos de parar de nos perguntar 'isso poderia acontecer conosco? ' e mudarmos para uma postura padrão que reconhece estes fatos e em vez disso pergunta 'o que podemos fazer para nos protegermos'?"

Com a apresentação da HSCPIPA, agora temos a resposta!

Dificilmente se mostram fracos quando se trata de se alimentarem no cocho da segurança corporativa, Harman arrecadou $654.787 de firmas como Northrop Grumman, Boeing, Raytheon e Science Applications International Corporation (SAIC), enquanto Thompson arrecadou $584.938 de firmas como SAIC, Boeing, General Dynamics, Raytheon e Lockheed Martin, todos eles fazem o trabalho de cavalaria, como todos os leitores estão cientes, para "nos manter seguros."

Embora nenhum republicano tenha assinado o projeto de lei, o futuro presidente do Comitê de Segurança Interna do congresso, o louco ultra-direitista, representante Peter King, arrancou em torno de $664.657 de seus leais contribuintes: General Dynamics, Goldman Sachs, AT&T, Lockheed Martin e Raytheon, o OpenSecrets nos contou.

King, um apologista das políticas Bush-Obama de "guerra ao terror", disse ao Político no início desse mês que a prática de torturar suspeitos de terrorismo "salvou muitas, muitas vidas." E, como a colega Clarke do Partido Democrata, King afirma que "cyberespiões de países estrangeiros já penetraram no nosso sistema elétrico, mapearam-no e deixaram para trás softwares que causaram interrupções e desabilitaram nosso sistema elétrico."

Embora nenhum representante tenha proporcionado nenhum fragmento de evidência para apoiar suas espantosas afirmações, ambos escrupulosamente evitam abordar a questão de quem são os mais flagrantes perpetradores de "cyber espionagem" atualmente.

Uma vigilância global contínua da Web

Em um sinal de que o decadente império americano fará das novas regras de escuta um custo de fazer negócios com o grande país que já foi um dia, governos estrangeiros e empresas que fazem negócios nos Estados Unidos foram avisados que os provedores de serviços de internet estrangeiros "teriam que encaminhar as comunicações através de um servidor no solo dos Estados Unidos onde eles poderiam ser grampeados," informou o Times.       

Isso certamente daria aos vigaristas de nossas corporações uma vantagem sobre a competição!

Considerando que a plataforma de vigilância ECHELON da Agência de Segurança Nacional, acusada pelo Parlamento Europeu em seu relatório de 2001 de roubar comunicações de empresas da União Europeia e passá-las aos seus "amigos" corporativos, eu tenho certeza de que eles apenas sorrirão e absorverão. 

De acordo com o informe, a NSA rotineiramente usou o programa para espionagem corporativa e industrial e esta informação era virada para empresas americanas para vantagem financeira delas.

Por exemplo, investigadores da União Europeia descobriram que os espiões do ECHELON "roubaram... todos os faxes e chamadas telefônicas" entre a fabricante de aeronave europeia Airbus e a Saudi Arabian Airlines. A informação colhida foi então usada por duas companhias americanas, Boeing e MacDonnell Douglas, para tirar vantagem da rival Airbus e ganhar um contrato de $6 bilhões. Investigadores também descobriram que a companhia francesa Thomson-CSF perdeu um negócio de satélite de $1.3 bilhões para a Raytheon da mesma maneira.

Semelhantemente, o novo regime de espionagem de comunicações proposto pelo FBI também tem uma longa e sórdida história. Em janeiro, o jornalista investigativo Nicky Hager informou que sob os termos da Lei de (Capacidade de Interceptação) de Telecomunicações de 2004 da Nova Zelândia, "uma garantia básica de interceptação... permite a eles acesso a todos os seus emails, navegação na internet, encontros e compras online, chamadas, textos e localização de celulares, e muito mais - tudo entregue quase instantaneamente para as agências de vigilância."

Soa familiar? Deveria, uma vez que o modelo de espionagem de arrastão originou-se nas entranhas do Acordo de Segurança Inglaterra/EUA e a Agência de Segurança Nacional, a entidade obscura do Pentágono que criou o ECHELON.

Hager, o autor de Secret Power, o primeiro a soprar a cobertura do ECHELON em uma porção de 1996 para o Covert Action Quarterly. Ele revelou que as origens do novo sistema da Nova Zelândia "pode ser rastreada a 10 atrás quando pesquisadores britânicos descobriram documentos da polícia da União Europeia planejando exatamente o mesmo tipo de sistema de vigilância na Europa."

Esse plano secreto que Hager relata, "conhecido como Enfopol 98... objetivava criar 'uma contínua vigilância de comunicações da web' através da Europa, e envolvia nações da União Europeia adotando 'Requisitos para Interceptação de Usuário Internacional', para padronizar as capacidades de vigilância."

Quem, por favor, estava no meio desse negócio desagradável? De acordo com Hager, pesquisadores europeus descobriram "que as mudanças seguiram 'um exercício de lobby de 5 anos das agências americanas como o FBI'."

Hager nos conta que medida semelhante a esta se move para dentro dos Estados Unidos, a ilha do Serviço Secreto de Inteligência da nação (SIS) forçada através da legislação que autorizou os fantasmas a "capturar... comunicações, incluindo de pessoas usando email baseado no exterior ou outros serviços, todas as redes de comunicações locais são grampeadas também, monitorar mensagens a caminho do exterior." 

A origem dessas medidas intrusivas, Hager informa, é uma série de conferências, primeiro organizadas pelo FBI - realizadas no Seminário Internacional de Aplicação de Leis de Telecomunicações (ILETS) começando em meados dos anos 1990.

De acordo com o documento postado pelo site retalhador de segredos Cryptome bisbilhoteiros internacionais afirmaram que "as agências de aplicação da lei requerem acesso a todos os assuntos operacionais de interceptação temporária ou permanentemente atuando dentro de um sistema de telecomunicações," e que "as agências de aplicação da lei requerem tempo real, capacidade de monitoramento em tempo integral das telecomunicações. Dados associados a chamadas devem também ser providenciados em tempo real."

Avançamos uma década e aprendemos, Hager escreve, que junto com os Estados Unidos, a "Nova Zelândia está integrada dentro da 'vigilância contínua de telecomunicações da web' ao redor do globo - um sistema que desde o começo tinha primeiramente sido a respeito das agências dos Estados Unidos quererem capacidades de vigilância além de suas fronteiras."

Assim, o desejo do estado secreto, como informou o The New York Times, é por autoridade legislativa exigindo que cidadãos estrangeiros e empresas encaminhem suas comunicações além mar através de servidores americanos "onde elas poderão ser grampeadas."

E com o último impulso por "consciência total de informação" - retenção de dados - ficando cada vez maior no horizonte, provedores de internet e redes sem fio "são forçados pelo governo a armazenar todos os emails, textos, uso de internet e dados de telefone de seus usuários... tornando-os disponíveis para a polícia e agências espiãs para bisbilhotar a correspondência e atividades passadas das pessoas."

"Estes desenvolvimentos" Hager escreve, "têm sido introduzidos quietamente. Nem o governo nem as companhias telefônicas e de internet estão ansiosas para fazer propaganda de suas atividades de Big Brother."

Agora a repressora agência de inteligência doméstica americana que nos trouxe o COINTELPRO (Programa de Contra Inteligência), mira o movimento anti-guerra para "tratamento especial" e dá "ajuda e conforto" para terroristas internacionais como o agente triplo da Al-Qaeda, o especialista em falsa bandeira Ali Mohamed, está fazendo lobby em favor das empresas de internet Facebook e Google em uma tentativa para expandir seus onerosos poderes de vigilância.

Como assinalou a União das Liberdades Civis Americana (ACLU) na semana passada em sua denúncia da legislação de procurados do FBI, "essa proposta não é simplesmente aplicar o mesmo tipo de sistema de grampo que temos de telefones para internet; ela exigirá reconfigurar e mudar a natureza da internet."

Laura W. Murphy, Diretora do Escritório Legislativo da ACLU em Washington disse que "eles continuam muito preocupados que esta proposta é uma clara receita para abusos e tornará mais fácil para o governo ganhar acesso a nossas informações mais pessoais."

"Os americanos," Murphy declarou, "não deveriam simplesmente render sua privacidade e outros valores fundamentais em nome da segurança nacional."

E com uma crescente revolta com os mais flagrantes abusos sexuais e revistas de nudez virtual pelos tontos da Agência de Segurança de Transportes (TSA) ameaçando irromper entre os viajantes aéreos, incluindo chamadas para resistir a ser bombardeado com radiação ionizante e humilhantes revistas da TSA, estamos no limite de uma rebelião mais organizada contra o estado de vigilância capitalista?

Tom Burghardt é um pesquisador e ativista baseado na área da baía de São Francisco.    

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

EUA se preparam para guerra virtual

EUA se preparam para guerra virtual

Proliferação de vírus que ataca fábricas mostra necessidade de preparação

Proteger poços de água e reservatórios de grãos contra invasões inimigas é uma atividade tão antiga quanto a guerra. Na Idade Média, recursos vitais eram acumulados por trás das muralhas dos castelos, protegidos por fossos, pontes levadiças e cavaleiros armados de espadas afiadas. Hoje, os planejadores de segurança nacional dos Estados Unidos estão propondo que a infraestrutura crítica do século 21 (redes de energia, comunicações, água e serviços financeiros) seja protegida da mesma maneira contra invasores virtuais e outros inimigos.

Um estudo feito pela Reuters com base em entrevistas com militares, funcionários do governo e especialistas externos demonstra que as forças armadas norte-americanas estão se preparando para combates digitais de maneira ainda mais extensa do que deram a entender em público. E manter as indústrias essenciais do país em funcionamento é aspecto importante, mas controverso, da missão.

William Lynn, secretário assistente da Defesa norte-americano, diz que "as melhores defesas das redes militares terão pouca importância, a menos que nossa infraestrutura civil também seja capaz de resistir a ataques".

Qualquer grande conflito futuro, diz ele, envolverá inevitavelmente guerra cibernética que poderia bloquear redes de energia, transportes e serviços bancários, causando "imensos" problemas econômicos.

Mas nem todos concordam que as forças armadas deveriam proteger essas redes. Na verdade, alguns observadores do setor privado temem que transferir a responsabilidade para o Pentágono seja tecnologicamente difícil e possivelmente improdutivo.

Por enquanto, os defensores da ação do governo estão em vantagem. Os argumentos deles foram reforçados pela recente emergência do Stuxnet, um vírus de computador que se espalha por pendrives e outros dispositivos USB e infecta sistemas industriais.

Até agora, segundo empresas de segurança, o software já afetou aproximadamente 100 mil computadores em todo o mundo.

O mistério em torno da origem de um dos vírus de computador mais perigosos do mundo fica cada vez mais complicado - tanto quanto o vírus em si. Alguns especialistas em segurança dizem que o alvo do Stuxnet eram as fábricas nucleares iranianas, para dificultar os planos do país de ter uma arma nuclear.

O Stuxnet atingiu o Irã de forma especialmente forte, prejudicando o programa nuclear de Teerã, mas também causou problemas em outros locais. Rússia, China, Israel e outros países estão correndo para fechar as brechas de suas redes.

Autoridades norte-americanas têm demonstrado cada vez mais preocupação sobre supostas invasões russas e chinesas na rede de eletricidade, que depende da Internet para funcionar. Além de garantir a integridade dos computadores do Departamento de Defesa dos EUA, o comando poderia promover ataques por redes de computadores no exterior.

O mundo teve um relance sobre como pode se parecer uma guerra eletrônica em 2007, na Estônia, e na Geórgia, em 2008, quando ciberataques interromperam redes de comunicação durante conflitos com a Rússia.

Agora o Stuxnet está assumindo os holofotes das preocupações dos especialistas em segurança ao ser considerado como o primeiro caso descoberto de software invasivo projetado para sabotar controles industriais. A fabricante de antivírus Kasperky Lab diz que "o Stuxnet é um protótipo alarmante de uma ciberarma que levará a uma nova corrida armamentista no mundo".

– Desta vez será uma corrida por armas eletrônicas.

Copyright Thomson Reuters 2009




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sábado, 4 de dezembro de 2010

George Soros aposta na China como líder da Nova Ordem Mundial

DAVOS/SWITZERLAND, 27JAN10 - George Soros, Cha...Image via WikipediaGeorge Soros aposta na China como líder da Nova Ordem Mundial

Escrito por Raven Clabough

O bilionário esquerdista George Soros continua a fazer manchetes com seus sentimentos perturbadores relativos a Nova Ordem Mundial. No Conselho Internacional canadense na noite de segunda-feira, onde ele recebeu seu prêmio de globalista do ano, Soros não somente defendeu a formulação da Nova Ordem Mundial, mas declarou que a China deveria ser um dos líderes globais.

Na cerimônia, "Soros anunciou que a aderência da China a economia global está ficando mais apertada e comparou o desastre recente da economia dos Estados Unidos ao do Reino Unido depois da 2a. Guerra Mundial," relata The Blaze.

Suas afirmações vieram depois de duras críticas de paralisia política no Capitol Hill, que ele sustenta ter protelado reformas econômicas nos Estados Unidos.

Soros mantém que a China "tem crescido rapidamente buscando seus próprios interesses." (Parece que vale a pena salientar que o elogio de Soros pela China priorizar seus próprios interesses é confuso, enquanto ele tem criticado os Estados Unidos e a economia capitalista por fazer o mesmo na série de vídeos Story of Stuff).

Em seu discurso de aceitação ele acrescenta, "Eles agora têm de aceitar responsabilidade pela ordem mundial e os interesses das outras pessoas também."

Os sentimentos de Soros são reminiscências de declarações que ele fez em 2009 para o Financial Times, declarando que a China suplantaria os Estados Unidos como líder da Nova Ordem Mundial, e que a América deveria simplesmente aceitar e não ficar no caminho do progresso mundial. Como resultado, o governo americano, de acordo com Soros, não deveria resistir ao declínio do dólar, nem ao declínio dos padrões de vida e a introdução da moeda global.

Quando o Financial Times perguntou a Soros o que Obama deveria discutir em sua de visita de 2009 a China, ele respondeu:

Esta seria a hora porque eu acho que você realmente precisaria trazer a China para a criação da Nova Ordem Mundial, a ordem financeira mundial. 

Eu acho que precisamos de uma Nova Ordem Mundial, que a China tem de ser parte do processo de criação dela e eles têm de comprar, eles têm de possuí-la do mesmo modo que os Estados Unidos possuem... a ordem atual. 

Ele acrescentou que o declínio ordenado do dólar era "desejável", uma vez que permitirá que todo o sistema fosse reconstituído em direção a moeda global.  

De acordo com o Prison Planet, em 2009:

Soros previu que a China se tornaria o novo motor da economia global, substituindo os Estados Unidos, e que isso retardaria o crescimento econômico e reduziria os padrões de vida.

Soros caracterizou os Estados Unidos como um entrave na economia global por causa do declínio do dólar.

Na época, Soros acrescentou que o G-20 era o movimento na direção certa para a governança global.

Na segunda-feira, contudo, Soros proclamou seu desapontamento com o  G-20:

A ordem mundial como nós a conhecemos está se tornado um desastre. O G-20 parecia a nova área central de cooperação, e realmente desempenhou o papel na conferência inicial, mas desde então as opiniões têm se dispersado e em Seul eu acho que o processo foi levado um passo adiante.

Soros reconhece que o caminho para a Nova Ordem Mundial não será fácil. O Globe and Mail relata, "Olhando para a frente, o Sr. Soros disse que a governança global é uma preocupação premente, mas é difícil de implementar."

Soros afirma, "Considerando que a globalização e desregulamentação se espalham como um vírus, a regulamentação é extremamente difícil de alcançar em escala internacional."

Novamente, o Globe and Mail:

O Sr. Soros escolheu não atacar os Estados Unidos por acelerar suas prensas de impressão em sua nova rodada de flexibilização quantitativa, concentrando-se em vez disso nas políticas de câmbio da China. Falando em uma festa de gala organizada pelo Conselho Internacional Canadense em Toronto, o S. Soros disse que a moeda Chinesa desvalorizada manipula o comércio mundial e distorce a recuperação da economia global. 

Mais perturbadoramente, Soros indicou na festa de gala, "Hoje, a China tem não somente a economia mais vigorosa, mas, na verdade, um governo funcionando melhor que o dos Estados Unidos."   

Para esclarecer, o progressista Soros está afirmando que o governo da China - o mesmo que suprime a divergência, força abortos de seus cidadãos, e tortura membros da fé Falun Gong - é um governo funcionando melhor do que aquele dos Estados Unidos.

Em certa medida, as alegações de Soros fazem sentido, pois são representativas da típica mentalidade progressista de que um governo central maior e mais poderoso (e sufocante) é o governo ideal.  

Por exemplo, o presidente progressista Woodrow Wilson uma vez disse, "Vocês sabem que foi Jefferson quem disse que o melhor governo é aquele que governa o menos possível... mas esse tempo é passado. A América não é agora e não pode no futuro ser um lugar para empreendimento individual irrestrito."

Dado que Soros espera representar um papel na formulação da Nova Ordem Mundial, tem provado desempenhar ele mesmo papeis influentes no colapso dos regimes, tem visado os Estados Unidos como um "obstáculo" no caminho da Nova Ordem Mundial, e agora confessadamente favorece as políticas do governo chinês, não deveriam os americanos estar preocupados?

Fonte: http://www.thenewamerican.com 

Nota: Tudo o que o Sr. Soros afirma em suas declarações é o que há anos a grande mídia tem rotulado de teoria da conspiração e ridicularizado seus defensores; temos nessas declarações não só a confirmação de um plano para enfraquecer os Estados Unidos, como também a forma para obter sucesso nessa empreitada.

Note-se que a crise financeira iniciou-se nesse país e que a moeda americana perde valor diariamente, e vários presidentes e instituições já se declararam a favor abandonar o dólar como moeda internacional de troca. Inclusive o presidente Lula que faz parte do G-20, e já se declarou a favor de fortalecer o FMI como o grande fiscalizador das finanças internacionais, assumindo poderes mais vigorosos na intromissão de assuntos internos dos países, seria um futuro banco central mundial. 

  

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

WORLD DECEPTION 2 : PT26 (CHEMTRAIL INDOCTRINATION 1/2)

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