sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Implantes de Microchip, Controle da Mente e Cibernética.


Implantes de Microchip, Controle da Mente e Cibernética

Por Rauni-Leena Luukanen-Kilde, médica, Ex-Médica Chefe Oficial da Finlândia

Em 1948 Norbert Weiner publicou um livro, Cybernetics, definido como uma teoria de comunicação e controle neurológico já em uso em pequenos círculos naquele tempo. Yoneji Masuda, "Pai da Sociedade de Informação," declarou sua preocupação em 1980 de que nossa liberdade está ameaçada pela tecnologia cibernética de estilo orweliano totalmente desconhecida para a maioria das pessoas. Essa tecnologia conecta os cérebros das pessoas via microchips implantados a satélites controlados por supercomputadores baseados no solo.

Os primeiros implantes de cérebro foram cirurgicamente inseridos em 1974 no estado de Ohio, nos Estados Unidos e em Estocolmo, na Suécia. Eletrodos cerebrais foram inseridos em esqueletos de bebês em 1946 sem o conhecimento dos pais deles. Nos anos 50 e 60, implantes elétricos foram inseridos em cérebros de animais e humanos, especialmente nos Estados Unidos, durante pesquisas sobre modificação de comportamento, e funcionamento do cérebro e do corpo. Métodos de controle da mente (MC) foram usados em tentativas para mudar o comportamento e atitudes humanas. Influenciar as funções cerebrais se tornou uma meta importante dos militares e serviços de inteligência.

Trinta anos atrás implantes cerebrais mostravam em raios X o tamanho de um centímetro. Implantes subsequentes encolheram para o tamanho de um grão de arroz. Eles eram feitos de silício, mais tarde ainda de arsenieto de gálio. Hoje eles são suficientemente pequenos para serem inseridos no pescoço ou nas costas, e também intravenosamente em diferentes partes do corpo durante operações cirúrgicas, com ou sem o consentimento do sujeito. Agora é quase impossível detectá-los ou removê-los.

É tecnicamente possível para até mesmo um recém nascido ser injetado com um microchip, o qual poderia então funcionar para identificar a pessoa pelo resto da vida dele ou dela. Tais planos estão sendo discutidos secretamente nos Estados Unidos sem nenhuma discussão pública das questões de privacidade envolvidas. Na Suécia, o primeiro ministro Olof Palme deu permissão em 1973 para implante em prisioneiros, e o ex- diretor de verificação de dados General Jan Freese revelou que pacientes de casa de repouso foram implantados em meados dos anos 80. A tecnologia está revelada no relatório de estado sueco 1972:47, Statens Officiella Utradninger (SOU).

Seres humanos implantados podem ser rastreados em qualquer lugar. Suas funções cerebrais podem ser remotamente monitoradas pelos supercomputadores e até mesmo alteradas através de mudanças de frequências. Cobaias em experimentos secretos têm incluído prisioneiros, soldados, doentes mentais, crianças deficientes, pessoas surdas e mudas, homossexuais, mulheres solteiras, os idosos, estudantes, e qualquer grupo de pessoas consideradas "marginais" pelos pesquisadores da elite. As experiências publicadas de prisioneiros na prisão no estado de Utah, por exemplo, são chocantes para a consciência.

Os microchips de hoje operam por meio de ondas de rádio de baixa frequência que os direciona. Com a ajuda de satélites, a pessoa implantada pode ser rastreada em qualquer lugar do globo. Tal técnica estava entre um número de outras testadas na Guerra do Iraque, de acordo com o Dr. Carl Sanders, que inventou a interface biótica equipada de inteligência (IMI), a qual é injetada na pessoa. (Antes durante a Guerra do Vietnam, soldados foram injetados com o chip Rambo, desenvolvido para aumentar o fluxo de adrenalina na corrente sanguínea.) Os supercomputadores de 20 bilhões de bits/segundo na Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) poderiam agora "ver e ouvir" o que os soldados experimentavam no campo de batalha com os sistemas de monitoramento remoto (RMS).

Quando um microchip de 5 micro milímetros (o diâmetro de um fio de cabelo é de 50 micro milímetros) é posto no nervo ótico, ele extrai neuroimpulsos do cérebro que incorporam as experiências, cheiros, visões, e vozes da pessoa implantada. Uma vez transferidas e estocadas em um computador, estes neuroimpulsos podem ser projetados de volta para o cérebro da pessoa via microchip para serem reexperimentados. Usando um RMS, um operador de computador baseado no solo pode enviar mensagens eletromagnéticas (codificadas como sinais) para o sistema nervoso, afetando o desempenho do alvo. Com o RMS, pessoas saudáveis podem ser induzidas a verem alucinações e ouvir vozes em suas cabeças.

Cada pensamento, reação, audição, e observação visual causam um certo potencial neurológico, pequenos impulsos elétricos, e padrões no cérebro e seu campo eletromagnético, que agora pode ser decodificado em pensamentos, figuras, e vozes. Estimulação eletromagnética pode assim mudar as ondas cerebrais de uma pessoa e afetar a atividade muscular, causando dolorosas câimbras musculares experimentadas como uma tortura.

O sistema de vigilância eletrônica da NSA pode seguir e manipular simultaneamente milhões de pessoas. Cada um de nós tem uma frequência de ressonância bioelétrica única no cérebro, assim como temos impressões digitais únicas. Com a estimulação da frequência eletromagnética (EMF) do cérebro completamente codificada, sinais eletromagnéticos pulsantes podem ser enviados para o cérebro, causando os efeitos de voz e visão desejados para serem experimentados pelo alvo. Esta é uma forma de guerra eletrônica que os astronautas dos Estados Unidos foram implantados antes de serem enviados para o espaço, assim seus pensamentos podiam ser seguidos e todas as emoções deles podiam ser registradas 24 horas por dia.

O The Washington Post relatou em maio de 1995 que o príncipe William da Grã Bretanha foi implantado com a idade de 12 anos. Dessa forma, se ele alguma vez fosse sequestrado, uma onda de rádio com uma frequência específica poderia ser direcionada para o microchip dele. O sinal do chip poderia ser rastreado através de um satélite para a tela do computador do quartel general da polícia, onde os movimentos do príncipe poderiam ser seguidos. Ele poderia realmente ser localizado em qualquer lugar do globo.

A mídia de massa não relata que a privacidade de uma pessoa implantada desaparece para o resto da vida dele ou dela. Ela pode ser manipulada de várias maneiras. Usando diferentes frequências, o controlador secreto desse equipamento pode até mudar a vida emocional da pessoa. Ela pode ser tornada agressiva ou letárgica. Pode ser artificialmente influenciada sexualmente. Sinais de pensamentos e pensamentos subconscientes podem ser lidos, sonhos afetados ou mesmo induzidos, tudo sem o conhecimento ou consentimento da pessoa implantada.

Um cyber soldado perfeito pode dessa forma ser criado. Essa tecnologia secreta tem sido usada pelas forças militares e pela OTAN em certos países desde 1980 sem que a população civil e acadêmica tenha ouvido qualquer coisa sobre ela. Dessa forma, pouca informação sobre tais sistemas de controle mental invasivos está disponível em revistas profissionais e acadêmicas.

O grupo de sinais de inteligência da NSA pode monitorar remotamente informação de cérebros humanos pela decodificação dos potenciais evocados (3.50 Hz, 5 miliwatt) emitidos pelo cérebro. Prisioneiros testados tanto em Gothenburgo, Suécia, e Viena, Áustria, foram descobertos tendo evidentes lesões cerebrais. Circulação sanguínea diminuída e falta de oxigênio nos lobos frontais temporais resultam onde os implantes cerebrais estão normalmente em operação. Um experimento finlandês experimentou atrofia do cérebro e ataques intermitentes de inconsciência devido a falta de oxigênio.

Técnicas de controle mental podem ser usadas para propósitos políticos. O objetivo dos controladores da mente hoje é induzir as pessoas ou grupos visados a agirem contra as convicções delas ou deles e contra seus melhores interesses. Indivíduos zumbificados podem até ser programados para matar e não se lembrar de nada de seus crimes depois. Exemplos alarmantes desse fenômeno podem ser encontrados nos Estados Unidos.

Essa "guerra silenciosa" está sendo conduzida contra civis ignorantes e soldados pelos militares e agências de inteligência. Desde 1980, a estimulação eletrônica do cérebro (ESB) tem sido usada secretamente para controlar pessoas visadas sem o conhecimento delas ou consentimento. Todos os acordos internacionais de direitos humanos proíbem a manipulação não consensual de seres humanos - até mesmo prisioneiros, sem falar das populações civis.

Sob a iniciativa do senador dos Estados Unidos John Glenn, discussões foram iniciadas em janeiro de 1997 sobre os perigos da irradiação populações civis. Atingindo as funções cerebrais das pessoas com campos eletromagnéticos e feixes (de helicópteros e aviões, satélites, de vans estacionadas, casas da vizinhança, postes telefônicos, acessórios elétricos, celulares, TV, rádio, etc.) é parte do problema de radiação que deveria ser discutido em corpos governamentais democraticamente eleitos.

Além do controle eletrônico da mente, métodos químicos também têm sido desenvolvidos. Drogas alteradoras da mente e diferentes gases odoríficos que afetam negativamente as funções cerebrais podem ser injetados dentro de dutos de ar ou canos de água. Bactérias e vírus também foram testados dessa maneira em diversos países.

A supertecnologia de hoje, conectando nossas funções cerebrais via microchips (ou mesmo sem eles, de acordo com a mais recente tecnologia) a computadores através de satélites nos Estados Unidos ou Israel, põe a mais grave ameaça para a humanidade. Os mais novos supercomputadores são suficientemente poderosos para monitorar toda a população mundial. O que acontecerá quando pessoas tentadas por falsas promessas permitirem microchips em seus corpos? Uma isca será o cartão de identidade microchip. Legislação compulsória tem mesmo sido proposta secretamente nos Estados Unidos para criminalizar a remoção do implante de uma identidade digital.

Estamos nós prontos para a robotização da humanidade e a total eliminação da privacidade, incluindo a liberdade de pensamento? Quantos de nós gostaríamos de ceder nossa vida inteira, incluindo nossos mais secretos pensamentos ao Big Brother? Todavia a tecnologia existe para criar Uma Nova Ordem Mundial totalitária. Sistemas de comunicação neurológica secretos estão posicionados para cancelar o pensamento independente e controlar a atividade social e política em favor dos interesses particulares egoístas e dos militares.

Quando nossas funções cerebrais já estiverem conectadas aos supercomputadores por meio de implantes de rádio e microchips, será tarde demais para protestar. Essa ameaça pode ser derrotada apenas pela educação do público, usando a literatura disponível sobre biotelemetria e informações trocadas em congressos internacionais.

Uma razão pela qual essa tecnologia tem permanecido como segredo de estado é o prestígio predominante do IV Manual psiquiátrico de Estatística Diagnóstica produzido pela Associação Psiquiátrica Americana dos Estados Unidos (APA) e impresso em 18 línguas. Psiquiatras trabalhando para as agências de inteligência americanas sem dúvida participaram na escrita e revisão desse manual. A "bíblia" psiquiátrica encobre o desenvolvimento secreto de tecnologias de controle da mente rotulando alguns de seus efeitos como sintomas de esquizofrenia paranóica.

Vítimas de experiências de controle da mente são assim rotineiramente diagnosticadas, automaticamente, como doentes mentais pelos médicos que aprenderam pela lista de "sintomas" do Manual de Diagnóstico na escola de medicina. Os médicos não têm sido ensinados que os pacientes podem estar dizendo a verdade quando relatam que tem sido guiados contra sua vontade ou sendo usados como cobaias para as formas de guerra psicológica, eletrônica, química e bacteriológica.

O tempo está se esgotando para mudar a direção da medicina militar, e assegurar o futuro da liberdade humana.

Fonte: http://www.illuminati-news.com/Luukanen-Kilde.html

Nota: Quem diria que um artigo como esse já tem dez anos de publicado. Este artigo foi originalmente publicado em um jornal de medicina da Finlândia, em 1999.

Quanto conhecimento sobre o cérebro humano e como manipulá-lo já não terão essas agências secretas? Com todo esse conhecimento científico e a tecnologia da informação que se multiplica a cada ano é apenas questão de bem pouco tempo para alguém querer usar, se é que já não estão usando contra a humanidade.

Filmes como soldado do futuro, com Jean Claude Van Damme e o homem de seis milhões de dólares, com Lee Majors, um grande sucesso dos anos 70, são um sinal de que a ficção não está tão longe da realidade, talvez sirva até para encobrir a realidade, na medida em que parece uma coisa absurda para a maioria da população.

A dra. Rauni-Kilde teve um vídeo publicado no youtube onde ela alertava para a vacina da gripe suina e afirmava que a tal gripe era fabricada em laboratório como o objetivo de controle populacional. Esse vídeo foi postado aqui no blog também.


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2 comentários:

Anônimo disse...

Não é mais necessário a utilização de implantes para a manipulação de funções cerebrais. Pode-se manipular o cérebro a distância através através de EEG remoto. Para mais detalhes veja o site: https://sites.google.com/site/controlemental/

Anônimo disse...
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