segunda-feira, 13 de setembro de 2010

A psicologia da negação da conspiração

A Psicologia da Negação da Conspiração

O escritor da revista Wired Jonah Lehrer afirma que seus críticos estão se engajando em "dissonância cognitiva", expressando preocupação sobre vacinas experimentais, que de fato é a perfeita descrição para o próprio comportamento de Lehrer.

Por Paul Joseph Watson

Prison Planet.com

O escritor Jonah Lehrer da revista Wired tenta compensar a resposta esmagadoramente crítica para o seu ataque a Alex Jones por caracterizar o ceticismo da autoridade no contexto das vacinas e medicação em massa como uma disfunção psicológica, a despeito do fato de que a história da pesquisa médica financiada pelo governo nos Estados Unidos está repleta com exemplos de abuso científico contra vítimas involuntárias.

Lehrer dá outra rajada na controvérsia que rodeia as vacinas alteradoras do cérebro que eliminam o stress e induzem a estados artificiais de "calma focalizada" pela retratação daqueles que estão preocupados sobre o potencial abuso de tais tratamentos como membros de cultos paranóicos que acreditam em alienígenas espaciais vindo para resgatá-los do apocalipse iminente.

Incapaz de lidar apropriadamente com o vídeo jornal de Alex Jones sobre os perigos das vacinas alteradoras da mente ponto por ponto, Lehrer se utiliza ao invés disso de recontar uma história completamente sem ligação dos anos 50 sobre uma mulher em Minneapolis que pensava que uma espaçonave gigante a resgataria do fim do mundo.

De acordo com Lehrer as pessoas que estão preocupadas a respeito da água fluoretada e a Nova Ordem Mundial, em outras palavras, qualquer um que expresse consternação a respeito do que eles estão colocando em seus próprios corpos ou o que pessoas poderosas estão planejando fazer com o planeta, são membros de cultos mentalmente perturbados que são vítimas de dissonância cognitiva.

É claro, a tática de Lehrer do rotulamento daqueles que discordam dele apontando que há propósitos muito reais para medicar o fornecimento de água das massas com lítio, além da já predominante neurotoxina fluoreto de sódio, com uma disfunção psicológica, poderia facilmente ser aplicada ao próprio Lehrer. 

O teste de ácido sobre quem está se envolvendo em dissonância cognitiva e "se dobrando" em suas crenças mesmo a luz de evidências conflitantes, seja Lehrer ou os "teóricos da conspiração", é que tem de ir aos fatos básicos. 

É um fato que o próprio colega de Lehrer, erudito de Oxford Julian Savulescu, em seus escritos de 2008, pediu que a população fosse medicada em massa através de medicamentos de "melhorias cognitivas" adicionados ao fornecimento de água.

É um fato que o Professor Allan Young do Instituto de Saúde Mental de Vancouver disse a BBC que "experimentos de larga escala que impliquem a adição de Lítio no abastecimento de água potável podem... ser viáveis," na sequência de afirmações de que o lítio levara a uma redução no número de suicídios no Japão e ajudou a aliviar os "transtornos de humor".

É um fato que o czar da ciência de Barack Obama John P. Holdren advogou em seu próprio livro Ecoscience que um "regime planetário" deveria empregar uma "força policial global" para reforçar as medidas totalitárias de controle da população, incluindo abortos forçados, programas de esterilização em massa conduzidos através do fornecimento de alimentos e água.

Estes fatos não são produtos de algum link espúrio da internet encontrado no Google, como Lehrer pensa, nem têm eles nada a ver com espaçonaves alienígenas ou o apocalipse, eles ou foram escritos ou ditos diretamente pelos próprios indivíduos.

No primeiro artigo de Lehrer sobre o assunto, ele escreveu que pessoas que expressavam preocupação a respeito de propostas de por lítio, assim como esterilizantes no fornecimento de água, estavam traficando com "teorias conspiratórias idiotas". 

A negação automática de Lehrer destes fatos manifestamente provados que ele ridiculariza como "teorias conspiratórias idiotas" é prova positiva de que o próprio Lehrer, e não os teóricos da conspiração, que está se comprometendo em dissonância cognitiva e "se dobrando" em suas crenças mesmo a luz de evidências conflitantes.

O comportamento de Lehrer é um caso clássico de dissonância cognitiva - quando apresentado ao fato de que propostas estão colocadas para medicar em massa o fornecimento de água, ele continua a desconversar sobre alienígenas do espaço dos anos 50, enquanto defende seu sistema de crença com xingamentos imaturos e estereótipos desacreditados que tentam rotular qualquer um que discorde com ele como mentalmente instável.

Dada a história documentada de muitas décadas do governo dos Estados Unidos de usar sua própria população como cobaias involuntárias para os mais detestáveis experimentos científicos e testes, negar que tais tramas poderiam ser planejadas hoje é o ponto mais alto da dissonância cognitiva.

O argumento de Lehrer se enquadra no ceticismo de autoridade no contexto das vacinas e assistência médica como uma desordem mental, uma característica de pessoas que são suscetíveis a cultos, pessoas que acreditam em alienígenas do espaço e no apocalipse. 

De fato, o ceticismo de autoridade no contexto da assistência médica é a mentalidade mais racional e intelectual que alguém poderia possivelmente abraçar.

Apenas veja a devastação causada pelo Gardasil em moças e mulheres jovens. A injeção foi suspeita de desencadear "reações adversas" em milhares de pacientes e matado diversas. Veja as dez vezes mais no aumento em convulsões e ataques que a vacina da gripe sazonal está causando em menores de 5 anos.

Se as vítimas do infame estudo da sífilis de Tuskegee, conduzido pelo Serviço de Saúde Pública dos Estados Unidos entre 1932 e 1972, tivessem ignorado o aviso dos médicos que lhes disseram para confiar e procurado tratamento médico adequado, elas poderiam ter salvado suas próprias vidas bem como as das gerações futuras que nasceram com sífilis congênita como consequência de as autoridades de saúde dos Estados Unidos deliberadamente reterem o tratamento.

Se as vítimas do Projeto SHAD, participantes involuntárias e não informadas no programa do Departamento de Defesa que deliberadamente os expôs a armas químicas e biológicas como VX e gás asfixiante Sarin, não tivessem confiado em seus superiores então elas poderiam ter evitado doenças debilitantes por toda a vida e mortes prematuras.

Se os pais de crianças mentalmente deficientes da Escola Estadual Willowbrook em Staten Island, New York, não tivessem confiado em Saul Krugman da Universidade de Nova York, que lhes disse que suas crianças estavam sendo alistadas para "vacinas” que iriam ajudar quando de fato estavam sendo deliberadamente infectadas com hepatite viral, então mais sofrimento poderia ter sido evitado.

Se as pessoas expressassem mais preocupação na época sobre as experiências de radiação que levaram os cientistas do governo, "Alimentar com comida radiativa crianças com deficiência ou objetores de consciência, inserindo hastes de radium nos narizes de crianças em idade escolar, liberando deliberadamente produtos químicos radiativos em cidades dos Estados Unidos e do Canadá, medindo os efeitos na saúde das partículas radiativas de testes de bomba nuclear, injetando mulheres grávidas e bebês com produtos químicos radiativos, e irradiando os testículos de presidiários", teria isso sido uma forma de ceticismo saudável para se adotar?   

A lista é infindável - a história de experiências humanas desenvolvidas pelos cientistas do governo em vítimas involuntárias reforça o fato de que expressar preocupação a respeito de vacinas experimentais que prometem induzir um estado de "calma focalizada" não é se engajar em delírios de paranóia ou dissonância cognitiva, como Lehrer caracteriza, é uma resposta saudável e informada para o registro multi-geracional de abuso científico de pesquisa de assistência médica nos Estados Unidos.

Fonte: Prison Planet.com   

                                      

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