sábado, 26 de maio de 2012

ONGs verdes estrangeiras assumem controle ilegal de áreas brasileiras


 
“O sol, a lua e as estrelas há muito teriam desaparecido
se tivessem ficado ao alcance de mãos predatórias humanas”:
“religião” verde é a base. Ou é mero pretexto?

Programa de desmatamento evitado” é o nome de um novo artifício ambientalista para bloquear o crescimento ou a saída da pobreza de vastas regiões do planeta.

Ele já está sendo explorado no Brasil.

O recurso utilizado chama-se REDD, ou mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (sigla em inglês).
Em tese, ele visa impedir o desmatamento e o progresso da agropecuária, a instalação de barragens e, em geral, obras básicas para a melhoria de vida em regiões longínquas.
Viridior descreve projetos em seu site

Os grupos verdes exploram o REDD – que parece ter sido entalhado à sua medida – apresentando-se diante da imprensa como outros Robin Hood defensores das florestas “captoras” de carbono das quais dependeria a sobrevivência do planeta. 
Os ambientalistas “altruístas” apelam a grupos locais mais ou menos fracassados ou interesseiros, exigindo-lhes o compromisso de manter intocado o “santuário” das matas nativas.

O “altruísta” parceiro verde, porém, se reserva o direito de explorar a mata, ficando com a negociação dos “créditos de carbono” no mercado mundial que assembleias ambientalistas em nível de governo promovidas pela ONU querem estabelecer.

Na prática, ludibriados ou não, os países acabam abrindo mão de sua soberania sobre as regiões “preservadas” em favor de internacionais ambientalistas que trabalham por um governo verde planetário.

A
Viridor Carbon Services (britânica) assinou um compromisso de “programa de desmatamento evitado” com o cacique Marcelo Cinta Larga da reserva Roosevelt (Rondônia e Mato Grosso). A foto e o projeto no site da Viridor.
Viridor Carbon Services entregou ao cacique Marcelo Cinta-larga
(rosto pintado) duas caminhonetes como "adiantamento" do projeto

Como se fossem espelhinhos, a Viridor Carbon Services entregou ao cacique duas caminhonetes em troca ou como pagamento para combater a emissão de CO2!!!

A reserva Roosevelt possui uma das maiores reservas de diamante do mundo. O território cinta-larga soma 27 mil quilômetros quadrados ou 18 vezes o tamanho da cidade de São Paulo.

Embora pela legislação brasileira os contratos sejam contestáveis, os ambientalistas possuem fortes amizades ideológicas no País, engajadas num objetivo análogo: engessar o crescimento do Brasil.

Os índios cintas-largas participaram de atritos contra brancos, mas parecem bem instalados no negócio do carbono e outros. Administrador regional da Funai em Cacoal, já em 2009 Pio Cinta Larga declarava: “também estamos aprendendo como funciona o projeto de venda de créditos de carbono”.
Pio Cinta Larga, administrador regional da FUNAI em Cacoal:
“estamos aprendendo como funciona a venda de créditos de carbono”

Outro acordo foi feito pela empresa irlandesa Celestial Green Ventures com 10 indígenas munducuru (Jacareacanga, Pará). O cacique Osmarino Manhoari Munduruku assegura que esses 10 não representam a etnia.

Mas, sinceramente ou não, a ideologia ambientalista passa por cima de direitos em nome da missão “divina” de “salvar o planeta”.

Segundo o cacique, o projeto proíbe os indígenas durante três décadas de “caçar, plantar, pescar, retirar frutas do mato, ou cortar madeiras quando preciso”.

A empresa “verde” fica com direitos, embora ilícitos, de uso das terras indígenas para “realizar todas as análises e estudos técnicos, incluindo irrestrito acesso de seus agentes e representantes em toda a área com a finalidade de efetuarem a escolha de dados”.

O objetivo – expresso no palavreado ambientalista – é a “máxima validação de crédito de carbono na floresta”.
Representante da Celestial Green com um cacique

A empresa fica com “direitos” sobre a biodiversidade local.

A empresa prometeu pagar anualmente aos índios US$ 4 milhões durante 30 anos.

 O dano que pode ser causado ao Brasil supera incontáveis vezes essa cifra e não se mede sobre tudo em dinheiro, mas em perda de controle de valiosa parcela do território nacional.

Mais de 30 etnias brasileiras estão recebendo propostas de negócios semelhantes.

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo
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