domingo, 29 de novembro de 2009

Uma estratégia imperial para a Nova Ordem Mundial: As origens da Terceira Guerra Mundial.

Bush & CheneyImage by Jaume d'Urgell via Flickr

Uma estratégia imperial para a Nova Ordem Mundial: As Origens da Terceira Guerra Mundial.

Parte 1

Por Andrew Gavin Marshall


Introdução

Em face do total colapso econômico global, as perspectivas de uma maciça guerra internacional estão crescendo. Historicamente, os períodos de declínio imperial e crise econômica são marcados pelo crescimento da violência internacional e de guerra. O declínio dos grandes impérios europeus foi marcado pela primeira e segunda guerra mundial, com a Grande Depressão tomando o lugar no período intermediário.

Atualmente, o mundo está testemunhando o declínio do império americano, ele mesmo um produto nascido da segunda guerra mundial. Como a hegemonia imperial do pós guerra, a América administrou o sistema monetário internacional e reinou como uma defensora e árbitro da política econômica global.

Para gerenciar a política econômica global, Os Estados Unidos criaram a maior e mais poderosa força militar da história mundial. O controle constante sobre a economia global requer uma presença militar constante e ação.

Agora que tanto o império americano como a política econômica global estão em declínio e em colapso, a perspectiva de um fim violento para a era imperial americana está aumentando drasticamente.

Este ensaio está dividido em três partes. A primeira parte cobre a estratégia geopolítica EUA-OTAN desde o fim da guerra fria, até o começo da Nova Ordem Mundial, resumindo a estratégia imperial do Ocidente que levou a guerra na Yugoslávia e a "Guerra ao Terror". A parte dois analisa a natureza das "Revoluções Suaves" ou "Revoluções Coloridas" na estratégia imperial dos Estados Unidos, focalizando no estabelecimento da hegemonia sobre a Europa Oriental e a Ásia Central. A parte três analisa a natureza da estratégia imperial para construir a Nova Ordem Mundial, focalizando no crescimento dos conflitos no Afeganistão, Paquistão, Irã, América Latina, Europa Oriental e África; e o potencial político que esses conflitos têm para começar uma nova Guerra Mundial com a China e a Rússia.

Definindo uma Nova Estratégia Imperial

Em 1991, com o colapso da União Soviética, a política externa USA-OTAN teve que reimaginar seu papel no mundo. A guerra fria serviu como um meio de justificar a expansão imperialista dos Estados Unidos através do globo com o objetivo de "contenção" da ameaça Soviética. A própria OTAN foi criada e existiu por um só propósito de forjar uma aliança antisoviética. Com o fim da URSS, a OTAN não tinha mais razão para existir, e os Estados Unidos tinham de encontrar um novo propósito para sua estratégia imperialista no mundo.

Em 1992, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, sob a liderança do Secretário de Defesa Dick Cheney (depois vice-presidente de George Bush Jr.), tinha a política do pentágono sujeita ao Secretário de Defesa, Paul Wolfowitz (depois representante do Secretário de Defesa no governo de George Bush Jr. e presidente do Banco Mundial), escreveu um documento de defesa para guiar a política externa americana na era pós- guerra fria, comumente referida como "Nova Ordem Mundial."

O documento de direção do planejamento de defesa foi vazado em 1992, e revelava que, "em uma ampla nova declaração política que está em sua fase de rascunho final, o Departamento de Defesa afirma que a missão política e militar da América na era pós- guerra será assegurar que não seja permitido que nenhuma superpotência rival surja na Europa Ocidental, Ásia ou nos territórios da extinta União Soviética," e que, "o documento confidencial torna desnecessária no caso de um mundo dominado por uma superpotência cuja posição pode ser perpetuada por um comportamento construtivo e suficiente poderio militar para deter qualquer nação ou grupo de nações de desafiar a primazia americana."

Além do mais, "o novo rascunho delineia um mundo no qual há apenas uma potência militar dominante cujos líderes 'devem manter os mecanismos de dissuadir potenciais competidores de até aspirar a um papel regional ou global mais amplo'." Entre os desafios necessários da supremacia americana, o documento "postulava guerras regionais contra a o Iraque e a Coreia do Norte,” e identificava China e Rússia como suas maiores ameaças. Mais adiante "sugere que os Estados Unidos poderiam também considerar estender as nações da Europa Oriental e Central compromisso de segurança similar aqueles concedidos a Arábia Saudita, Kuwait e outros estados árabes ao longo do golfo pérsico.

OTAN e Yugoslávia

As guerras na Yugoslávia durante os anos 90 serviram como justificação para a continuada existência da OTAN no mundo, e a expansão os interesses imperiais americanos na Europa Oriental.

O Banco Mundial e o FMI armaram o palco para a desestabilização da Yugoslávia. Depois que o ditador da Yugoslávia por longo tempo, Josip Tito, morreu em 1980, uma crise de liderança se desenvolveu. Em 1982, os funcionários da política externa americanos organizaram um conjunto de empréstimos do FMI e do Banco Mundial, sob as recentemente criadas SAPs (Programas de Ajustamento Estrutural), para lidar com a crise de $20 bilhões de débitos com os Estados Unidos. O efeito dos empréstimos, sob as SAPs, foi que eles "causaram uma devastação econômica e política...A crise econômica ameaçava a estabilidade política...Também ameaçava agravar a temperatura das tensões étnicas."

Em 1989, Slobodan Milosevic se tornou presidente da Sérvia, a maior e mais poderosa de todas as repúblicas yugoslavas. Também em 1989, o primeiro ministro da Yugoslávia viajou para os Estados Unidos para encontrar o presidente George H.W. Bush com o objetivo de negociar outro pacote de ajuda financeira. Em 1990, o programa do Banco Mundial/FMI começou, e as despesas do estado yugoslavo foram direcionadas para o repagamento do débito. Como resultado, os programas sociais foram desmantelados, a moeda desvalorizada, os salários congelados, e os preços subiram. As "reformas acenderam as tendências secessionistas que se alimentaram dos fatores econômicos bem como das divisões étnicas, virtualmente assegurando a secessão de fato da república," levando a secessão da Croácia e da Eslovênia em 1991.

Em 1990, a comunidade de inteligência dos Estados Unidos liberou uma Avaliação da Inteligência Nacional (NIE, em inglês), prevendo que a Yugoslávia se dividiria, irromperia em uma guerra civil, e o relatório então colocava a culpa no presidente Milosevic pela desestabilização vindoura.

Em 1991, o conflito irrompeu entre Yugoslávia e Croácia, quando ela também declarou independência. Um cessar fogo foi alcançado em 1992. Porém, os croatas continuaram com pequenas ofensivas militares até 1995, participando do mesmo modo na guerra da Bósnia. Em 1995, a operação tempestade foi empreendida pela Croácia para tentar retomar a região de Krajina. Um general croata foi recentemente levado a julgamento em Haia por crimes de guerra durante a batalha, que foi decisiva para tirar os sérvios da Croácia e "consolidar a independência croata." Os Estados Unidos apoiaram a operação e a CIA providenciou ativamente inteligência para as forças croatas, levando a evacuação de entre 150.000 e 200.000 sérvios, principalmente através de meios de assassinato, saques, incêndio de vilas e limpeza étnica. O exército croata foi treinado por assessores dos Estados Unidos, e o general em julgamento foi até mesmo apoiado pessoalmente pela CIA.

A administração Clinton deu a "luz verde" para o Irã armar os muçulmanos bósnios e "de 1992 a janeiro de 1996, houve um influxo de armas e assessores iranianos na Bósnia." Além do mais, "Irã e outros estados muçulmanos, ajudaram a trazer os guerreiros mujahedins para a Bósnia para lutar com os muçulmanos contra os sérvios, 'guerreiros sagrados do Afeganistão, Chechênia, Iêmen e Algéria, alguns dos quais tinham ligações suspeitas com os campos de treinamento de Osama Bin Laden no Afeganistão."

Foi a "intervenção ocidental nos Bálcãs que exarceberam as tensões e ajudaram a prolongar as hostilidades. Pelo reconhecimento das alegações das repúblicas e grupos separatistas em 1990/1991, as elites ocidentais - americanas, britânicas, francesas e alemãs - minaram as estruturas do governo da Yugoslávia, aumentaram a insegurança, inflamaram conflitos e elevaram as tensões étnicas. E pelo oferecimento de apoio logístico a vários lados durante a guerra, a intervenção ocidental sustentou o conflito até meados dos anos 1990. A escolha por Clinton dos muçulmanos bósnios como a causa a promover na cena internacional, e a exigência de sua administração de que o embargo de armas pela ONU fosse levantado para que os muçulmanos e os croatas pudessem se armar contra os sérvios deveria ser vistos sob esta luz."

Durante a guerra na Bósnia, havia "um grande canal secreto para o contrabando de armas apesar da Croácia. Isso foi arranjado pelas agências clandestinas dos Estados Unidos, Turquia e Irã, juntos com uma série de grupos islâmicos radicais, incluindo os mujahedins afegãos e o grupo pró-iraniano Hezbolah." Além do mais, "os serviços secretos da Ucrânia, Grécia e Israel estavam ocupados armando os sérvios bósnios." A agência de inteligência alemã, a BND, também realizava carregamentos de armas para os muçulmanos bósnios e para a Croácia para lutarem contra os sérvios.

Os Estados Unidos tinham influenciado a guerra na região de variados modos. Como o The Observer relatou em 1995, a maior faceta de seu envolvimento foi através da "Recursos Militares Profissionais Inc. (MPRI), uma companhia privada baseada na Virgínia de generais aposentados e oficiais da inteligência. O embaixador americano em Zagreb admite que a MPRI está treinando os croatas, sob licença do governo americano." Também, os holandeses "estavam convencidos de que as forças especiais dos Estados Unidos estavam envolvidas no treinamento do exército bósnio e do exército bósnio croata (HVO)."

Lá atrás em 1988, o líder da Croácia se reuniu com o chanceler alemão Helmut Kohl para criar "uma política conjunta para separar a Yugoslávia," e trazer a Eslovênia e a Croácia para dentro da "zona econômica alemã". Assim, oficiais do exército dos Estados Unidos foram despachados para a Croácia, Bósnia, Albânia, e Macedônia como "conselheiros" e trouxeram as forças especiais dos Estados Unidos para ajudar. Durante os nove meses de cessar fogo na guerra da Bósnia-Herzegovina, seis generais americanos se reuniram com os líderes do exército bósnio para planejar a ofensiva bósnia que rompeu o cessar fogo.

Em 1996, a máfia albanesa, em colaboração com o Exército de Libertação de Kosovo (KLA), uma organização guerrilheira militante, tomou o controle sobre as enormes rotas de tráfico de heroína dos Bálcãs. O KLA estava ligado aos antigos lutadores mujahedins afegãos no Afeganistão, incluindo Osama Bin Laden.

Em 1997, o KLA começou a lutar contra as forças sérvias, e em 1998, o Departamento de Estado dos Estados Unidos removeram o KLA da sua lista de organizações terroristas. Antes e depois de 1988, o KLA esteve recebendo armas, treinamento e apoio dos Estados Unidos e OTAN, e a Secretária de Estado de Clinton, Madeline Albright, tinha um relacionamento político estreito com o líder do KLA Hashim Thaci.

Ambas a CIA e a inteligência alemã, o BND, apoiavam os terroristas do KLA na Yugoslávia antes e depois do bombardeio da Yugoslávia pela OTAN em 1999. O BND tinha contato com o KLA desde o início dos anos 90, o mesmo período que o KLA estava estabelecendo seus contatos com a Al-Qaeda. Os membros do KLA eram treinados por Osama Bin Laden em campos de treinamento no Afeganistão. Mesmo os Estados Unidos afirmavam que muito da violência que ocorreu veio de membros do KLA, "especialmente daqueles aliados com Hashim Thaci."

O bombardeio de Kosovo em março de 1999 pela OTAN foi justificado pela pretensão de pôr um fim na opressão sérvia dos albaneses de Kosovo, que foi chamada de genocídio. A administração Clinton fez queixas de que pelo menos 100.000 albaneses de Kosovo estavam desaparecidos e "poderiam ter sido assassinados" pelos sérvios. Bill Clinton pessoalmente comparou os eventos em Kosovo ao Holocausto. O Departamento de Estado dos Estados Unidos afirmava que temia-se que cerca de 500.000 albaneses estavam mortos. Finalmente, a estimativa oficial foi reduzida para 10.000, contudo, depois de exaustivas investigações, foi revelado que a morte de menos de 2.500 albaneses poderia ser atribuída aos sérvios. Na campanha de bombardeio da OTAN, entre 400 e 1.500 civis sérvios foram assassinados, e a OTAN cometeu crimes de guerra, incluindo o bombardeio de uma estação de TV sérvia e de um hospital.

Em 2000, o Departamento de Estado dos Estados Unidos, em cooperação com o Instituto Americano de Empreendimentos, AEI, realizou uma conferência sobre integração Euro-Atlântico na Eslováquia. Entre os participantes estavam muitos chefes de Estado, funcionários de assuntos exteriores e embaixadores de vários Estados europeus bem como funcionários da ONU e da OTAN. Uma carta da correspondência entre um político alemão presente na reunião e o chanceler alemão, revelou a verdadeira natureza da campanha da OTAN em Kosovo. A conferência exigia uma rápida declaração de independência para Kosovo, e que a guerra na Yugoslávia era travada com o objetivo de aumentar a OTAN, a Sérvia era para ser excluída permanentemente do desenvolvimento europeu para justificar a presença militar dos Estados Unidos na região, e a expansão no final das contas foi planejada para conter a Rússia.

De grande significado foi que, "a guerra criou uma razão de ser para a continuada existência da OTAN em um mundo pós guerra, enquanto ela tentava desesperadamente justificar a existência e desejo por expansão." Além do mais, "os russos presumiram que a OTAN se dissolveria no fim da guerra fria. Em vez disso, não somente a OTAN se expandiu, ela foi a guerra em uma disputa interna em um país europeu oriental eslavo." Isso foi visto como uma grande ameaça. Assim, "muito das tensas relações entre os Estados Unidos e a Rússia na década passada podem ser traçadas até a guerra da Yugoslávia em 1999.

A Guerra ao Terror e o Projeto para um Novo Século Americano (PNAC).

Quando Bill Clinton se tornou presidente, os falcões neoconservadores da administração George H.W. Bush formaram um think thank chamado Projeto para um Novo Século Americano, ou PNAC. Em 2000 eles publicaram um relatório chamado, Reconstruindo as Defesas Americanas: Estratégia, Forças, e Recursos para um Novo Século. No documento de orientação para construção de uma política de defesa, eles afirmam que, "os Estados Unidos devem reter forças suficientemente capazes para rapidamente ficar de prontidão e ganhar múltiplas e simultâneas guerras em larga escala." Além do mais, há "necessidade de reter suficientes forças de combate para lutar e vencer, em múltiplos, quase simultâneos, grandes teatros de guerra," e que "o Pentágono precisa começar a calcular a força necessária para proteger, independemente, os interesses dos Estados Unidos na Europa, Leste da Ásia e o Golfo o tempo todo.

Interessantemente, o documento afirmava que, "os Estados Unidos têm por décadas procurado desempenhar um papel mais permanente na segurança da região do Golfo. Enquanto o conflito não solucionado com o Iraque proporciona a justificação imediata, a necessidade para uma substancial presença da força americana no Golfo transcende a questão do regime de Saddam Hussein." Contudo, em defesa de um aumento maciço dos gastos de defesa e da expansão do império americano pelo globo, incluindo a poderosa destruição de múltiplos países através de grandes teatros de guerra, o relatório afirmava que, "além disso, o processo de transformação, mesmo se trouxer mudanças revolucionárias, é provável que seja longo, ausente algum evento catastrófico e catalisador - como um novo Pearl Harbor." Esse evento veio um ano depois com os eventos de 11/9. Muitos dos autores do relatório e membros do Projeto para um Novo Século Americano se tornaram funcionários na administração Bush, e estavam convenientemente no lugar para executar seu "Projeto" depois que eles tiveram seu "Novo Pearl Harbor."

Os planos para a guerra estavam "já sob desenvolvimento pelos think thanks da extrema direita nos anos 90, organizações nas quais os guerreiros da guerra fria do círculo interno dos serviços secretos, das igrejas evangélicas, das corporações de armas e companhias de petróleo forjaram planos surpreendentes para a Nova Ordem Mundial". Para fazer isso, "os Estados Unidos precisariam usar todos os meios - diplomático econômico e militar, até guerras de agressão - para o controle de longo prazo dos recursos do planeta e a habilidade de manter qualquer possível rival fraco."

Entre as pessoas envolvidas no PNAC e nos planos para o império, "Dick Cheney - vice presidente, Lewis Libby - chefe de pessoal de Cheney, Donald Rumsfeld - Ministro da Defesa, Paul Wolfowitz, adjunto de Rumsfeld, Peter Rodman - encarregado de "questões de segurança global", John Bolton - Secretário de Estado para controle de armas, Richard Armitage - adjunto do ministro do exterior, Richard Perle - ex-adjunto do Ministro da Defesa sob Reagan, e agora diretor do Conselho de Política de Defesa, William Kristol - diretor do PNAC e conselheiro de Bush, e conhecido com o cérebro do presidente, Zalmay Khalilzad," que se tornou embaixador tanto no Afeganistão como no Iraque seguindo as mudanças de regimes nestes países.

O grande tabuleiro de xadrez de Brzezinski

O estrategista arqui-falção, Zbigniew Brzezinski, co-fundador da Comissão Trilateral com David Rockefeller, ex-Conselheiro de Segurança Nacional e arquiteto chave da política externa na administração de Jimmy Carter, também escreveu um livro sobre geoestratégia americana. Brzezinski é também membro do Conselho de Relações Exteriores (CFR) e do Grupo Bilderberg, e também tem sido membro do comitê da Anistia Internacional, do Conselho do Atlântico e da Fundação Nacional para a Democracia. Atualmente, é administrador e conselheiro no Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS), um proeminente think thank de política dos Estados Unidos.

Em seu livro de 1997, o Grande Tabuleiro de Xadrez, Brzezinski delineou uma estratégia para a América no mundo. Ele escreveu, "Para a América, o principal prêmio geopolítico é a Eurásia. Por meio milênio, os assuntos do mundo foram dominados pelas potências eurasianas e povos que lutavam uns com os outros pelo domínio regional e para alcançar o poder global." Mais, "como a América 'controla' a Eurásia é crítico. A Eurásia é o maior continente do globo e é geopoliticamente axial. Um poder que dominar a Eurásia controlará duas das três regiões mais avançadas e economicamente produtivas. Uma mera olhada no mapa também sugere que o controle sobre a Eurásia quase automaticamente obrigaria a subordinação africana."

Ele continuou delineando uma estratégia para o império americano, afirmando que, "é imperativo que nenhum desafiante eurasiano surja capaz de dominar a Eurásia e assim de também desafiar a América. A formulação de uma geoestratégia eurasiana abrangente e integrada é, portanto, o propósito deste livro." Ele explicou que, "Dois passos básicos são assim requeridos: Primeiro, identificar os estados eurasianos geoestrategicamente dinâmicos que tenham o poder de causar uma mudança potencialmente importante na distribuição internacional de poder e decifrar as metas externas centrais de suas respectivas elites políticas e prováveis consequências de tentar conquistá-las: (e) segundo, formular políticas dos Estados Unidos específicas para contrabalançar, cooptar, e/ou controlar os supracitados."

O que isto significa é que é de fundamental importância primeiro identificar estados que possam potencialmente serem o pivô sobre o qual o equilíbrio do poder na região sai da esfera de influência dos Estados Unidos; e em segundo lugar, "contrabalançar, cooptar, e/ou controlar" tais estados e circunstâncias. Um exemplo disso seria o Irã; sendo um dos maiores produtores de petróleo, e em uma posição estrategicamente significativa no eixo da Europa, Ásia e Oriente Médio. O Irã poderia possuir o potencial de alterar o equilíbrio de poder na Eurásia se ele se aliasse proximamente com a Rússia e a China, ou ambos - dando a essas nações um grande fornecimento de petróleo bem como uma esfera de influência no Golfo, dessa forma desafiando a hegemonia americana na região.

Brzezinski retirou toda sutileza de suas inclinações imperialistas, e escreveu, "Pondo em uma terminologia que foi dita anteriormente na era mais brutal dos impérios antigos, os três grandes imperativos de uma geoestratégia imperial são evitar conspiração e manter os vassalos dependentes de segurança, manter os contribuintes dóceis e protegidos, e evitar os bárbaros de se juntarem."

Brzezinski se referiu as repúblicas da Ásia Central como os "Bálcãs Eurasianos", escrevendo que, "Além do mais, elas (as repúblicas da Ásia Central) são de importância do ponto de vista da segurança e das ambições históricas para pelo menos três dos seus mais imediatos e mais poderosos vizinhos, a saber, Rússia, Turquia e Irã, com a China também sinalizando um crescente interesse político na região. Mas os Bálcãs Eurasianos são infinitamente mais importantes como um potencial prêmio econômico: uma enorme concentração de gás natural e reservas de petróleo estão localizadas na região, em adição a importantes minerais, incluindo ouro." Ele mais adiante escreveu que,” Segue que o interesse primário da América é ajudar a assegurar que nenhuma potência sozinha venha a controlar esse espaço geopolítico e que a comunidade global tenha acesso financeiro e econômico irrestrito a isso." Este é um claro exemplo do papel da América como uma locomotiva do império; com a política externa imperial desenhada para manter as posições estratégicas dos Estados Unidos, mas primariamente e "infinitamente mais importante", é assegurar um "prêmio econômico" para "a comunidade global." Em outras palavras, os Estados Unidos são uma hegemonia imperial trabalhando para os interesses financeiros internacionais.

Brzezinski também advertiu que, "Os Estados Unidos podem ter de determinar como lidar com coalizões regionais que procuram tirar a América da Eurásia, dessa forma ameaçando o status da América como potência global," e ele, "põe como bonificação a manobra e manipulação para evitar a emergência de uma coalizão hostil que possa eventualmente procurar desafiar a primazia americana." Assim, "A tarefa mais imediata é ter certeza de que nenhum estado ou combinação de estados ganhe a capacidade de expulsar os Estados Unidos da Eurásia ou até diminuir significativamente seu decisivo papel de arbitragem."

A Guerra ao Terror e o Excesso de Imperialismo

Em 2000, o Pentágono liberou um documento chamado Visão Conjunta 2020, que delineava um projeto para alcançar o que eles chamavam, "Domínio de Espectro Total," como o projeto para o Departamento de Defesa no futuro. "Domínio de Espectro Total significa a habilidade das forças dos Estados Unidos operarem sozinhas ou com aliados, derrotar qualquer adversário e controlar qualquer situação através de diversas operações militares." O relatório "dirige o domínio de espectro total através de diversos conflitos, de guerra nuclear aos maiores teatros de guerras até as contingências de menor escala. Também se dirige a situações amorfas como manutenção da paz e ajuda humanitária não combatente." Mais, "O desenvolvimento de uma rede global de informação proporcionará o ambiente para superioridade nas decisões."

Como economista político, Ellen Wood, explicou, "Dominação ilimitada da economia global, e dos múltiplos estados que a administram, requer ação militar sem fim, em propósito ou tempo." Além do mais, "Dominação imperial em uma economia capitalista global requer um equilíbrio delicado e contraditório entre supressão da competição e manutenção de condições em economias concorrentes que geram mercados e lucros. Esta é uma das contradições mais fundamentais da Nova Ordem Mundial."

Em seguida ao 11/9, a "Doutrina Bush" foi posta no lugar, que pedia por "um direito unilateral e exclusivo para ataques preventivos, a qualquer hora, qualquer lugar, sem aprovação de acordos internacionais, para assegurar que 'nossas forças serão fortes o suficiente para dissuadir potenciais adversários de perseguirem o desenvolvimento militar na esperança de superar, ou igualar, o poder dos Estados Unidos'."

A OTAN realizou sua primeira invasão terrestre de uma nação em toda a sua história, com a invasão e ocupação do Afeganistão em outubro de 2001. A guerra do Afeganistão foi na realidade, planejada antes dos eventos de 11/9, com o colapso dos negócios do grande oleoduto entre as grandes companhias ocidentais de petróleo e o talibã. A própria guerra foi planejada no verão de 2001 com o plano operacional de ir a guerra em meados de outubro.

O Afeganistão é extremamente significativo em termos geopolíticos, à medida que, "Transportar todo o combustível fóssil da bacia do mar Cáspio através da Rússia ou Azerbaijão aumentaria grandemente o controle político e econômico da Rússia sobre as repúblicas da Ásia Central, o que é precisamente o que o Ocidente gastou 10 anos tentando impedir. Canalizar através do Irã enriqueceria um regime que os Estados Unidos têm procurado isolar. Enviar no longo caminho ao redor da China está completamente fora das cogitações estratégicas, seria proibitivamente caro. Mas oleodutos através do Afeganistão permitiriam aos Estados Unidos tanto perseguir seu objetivo de 'diversificar o fornecimento de energia' e penetrar nos mercados mais lucrativos do mundo."

Como apontou o San Francisco Chronicle apenas duas semanas após os ataques de 11/9, "Além da determinação americana de contra atacar os perpetradores dos ataques de 11/9, além da possibilidade de batalhas mais longas e arrastadas produzirem mais perdas civis nos meses e anos a frente, os interesses escondidos na guerra contra o terrorismo podem ser resumidos em uma única palavra: petróleo." Explicando melhor, "o mapa dos santuários e alvos terroristas no oriente médio e Ásia Central é também, em grau extraordinário, um mapa das principais fontes de energia do mundo no século 21. A defesa das fontes de energia - mais do que uma simples confrontação entre o Islã e o Ocidente - será o ponto de atrito primário do conflito global nas décadas por vir."

Entre os muitos estados notáveis onde há intercâmbio entre terrorismo e petróleo e reservas de gás de importância vital para os Estados Unidos e o Ocidente, estão Arábia Saudita, Líbia, Bahrein, os Emirados do Golfo, Irã, Iraque, Egito, Sudão e Algéria, Turquemenistão, Kazaquistão, Azerbaijão, Chechênia, Geórgia e Turquia oriental. Significativamente, "Esta região conta com mais de 65 por cento da produção de petróleo e gás natural do mundo." Além disso, "É inevitável que a guerra contra o terrorismo seja vista por muitos como uma guerra em favor das americanas Chevron, ExxonMobil e Arco; da francesa TotalFinaElf; da British Petroleum; da Royal Dutch Shell e outras gigantes multinacionais, que têm centenas de bilhões de dólares de investimento na região."

Não é segredo que a guerra do Iraque tinha muito a ver com Petróleo. No verão de 2001, Dick Cheney convocou uma Força Tarefa de Energia, que fez altamente secreta série de reuniões nas quais a política de energia era determinada pelos Estados Unidos. Nas reuniões e em vários outros meios de comunicação, Cheney e seus assessores se encontraram com altos funcionários e executivos da Shell Oil, British Petroleum (BP), Exxon Mobil, Chevron, Conoco. Na reunião que teve lugar antes de 11/9 e antes que houvesse qualquer menção da guerra do Iraque, documentos dos campos de petróleo do Iraque, oleodutos, refinarias e terminais de petróleo foram apresentados e discutidos, e "documentos da Arábia saudita e Emirados Árabes Unidos igualmente apresentava um mapa dos campos de petróleo de cada país, os oleodutos, refinarias e terminais tanqueiros." Tanto a Royal Dutch Shell como a British Petroleum receberam desde então os maiores contratos para aperfeiçoar os campos de petróleo do Iraque.

A guerra do Iraque, bem como a guerra do Afeganistão, também serve amplamente aos americanos especificamente, e mais amplamente, aos interesses imperiais estratégicos do Ocidente na região. Em particular, as guerras foram estrategicamente planejadas para eliminar, ameaçar ou conter as potências regionais, bem como instalar dezenas de bases militares na região, estabelecendo firmemente uma presença imperial. O propósito disso é principalmente dirigido a outros grandes jogadores regionais e especificamente, cercar a Rússia e a China e ameaçar o acesso deles as reservas de petróleo e gás da região. O Irã está cercado agora, com o Iraque de um lado e o Afeganistão do outro lado.

Observações finais

A parte 1 desse ensaio delineou a estratégia imperial EUA-OTAN para entrar na Nova Ordem Mundial, seguindo a derrocada da União Soviética em 1991. O objetivo primário foi concentrado no cerco da Rússia e da China e na prevenção do surgimento de uma nova superpotência. Os Estados Unidos deviam agir como um império hegemônico, servindo aos interesses financeiros internacionais na imposição da Nova Ordem Mundial. A próxima parte desse ensaio examina as "revoluções coloridas" através da Europa Oriental e Ásia Central, continuando a política dos Estados Unidos e da OTAN de contenção da Rússia e da China; enquanto controla o acesso as maiores reservas de gás natural e rotas de transporte. As "revoluções coloridas" têm sido a força central na estratégia geopolítica imperial, e analisá-las é a chave para compreender a Nova Ordem Mundial.

Andrew Gavin Marshall é associado de pesquisa com o Centro de Pesquisa sobre Globalização (CGR). Ele está atualmente estudando Economia Política e História na Universidade Simon Fraser.



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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Estudo afirma que até os mais sofisticados leitores de notícias podem ser manipulados.

Jornal de NotíciasImage via Wikipedia

Estudo afirma que até os mais sofisticados leitores de notícias podem ser manipulados.

Por Melinda Burns, Miller-McCune.com
Novembro de 2009

Revelação do resultado de um estudo europeu mostra que notícias tendenciosas podem ter um feito "bomba relógio".

Não há ninguém mais cético sobre a mídia do que o europeu médio.

Somente 12 por cento dos europeus afirmam confiar na mídia, comparado com os 15 por cento dos norte-americanos, 29 por cento dos asiáticos do pacífico e 48 por cento dos africanos, a BBC descobriu.

Ainda assim uma nova pesquisa da London School of Economics and Political Science sugere que mesmo os mais endurecidos europeus podem sucumbir a manipulação da mídia e mudar sua visão política se eles forem bombardeados tempo suficiente com notícias tendenciosas.

Michael Bruter, um professor titular em Política Europeia na London School, alimentou com uma dieta constante de informativos desvirtuados sobre a Europa e a União Europeia - todos com boas notícias ou todos com más notícias - 1.200 cidadãos de seis países por dois anos.

Com o tempo, Bruter descobriu, e sem exceção, que os leitores subconscientemente adotaram o viés em graus variados e mudaram sua visão da união europeia e de si mesmos como europeus, alguns deles ao extremo. Surpreendentemente, eles não registraram qualquer mudança logo depois que os informativos pararam - não até seis meses completos depois, quando eles obviamente tiveram que baixar a guarda.

Bruter chama isso o efeito "bomba relógio" de notícias de um lado só. Seu estudo pinta um quadro duro de como o ceticismo, longe de inocular os cidadãos para resistir a persuasão política, meramente atrasa o impacto.

"Sabemos que uma crescente proporção de cidadãos desconfia da mídia e que alguns explicitamente afirmam descontar o viés das notícias que eles recebem," ele escreveu. "Contudo, mostramos que a despeito desta qualificada estratégia de leitura, o efeito das notícias ressoa ao longo do tempo.

Bruter não estudou a mídia americana, mas sua pesquisa levanta perguntas sobre os efeitos de longo prazo da exposição polarizada das notícias da televisão em redes como a Fox e MSNBC - que são a primeira e a segunda respectivamente nos índices de audiência de notícias a cabo. A administração Obama recentemente chamou o Canal Fox News de adversário político e não uma verdadeira organização de notícias.

O efeito "bomba relógio" desafia a precisão de se o ceticismo dos cidadãos dos dias modernos realmente os faz mais vulneráveis a fontes jornalísticas que eles desconfiam muito e se sentem imunes, diz Bruter.

Assim, cidadãos britânicos, os mais céticos de todos, devem estar alertas da inclinação anti-europeia da mídia deles, ainda o estudo sugere que eles podem, todavia, ser manipulados para se sentirem menos europeus do que os outros, Bruter disse.

A mídia, ele disse - e particularmente os tablóides - deveriam parar de ignorar acusações de viés com afirmações de que "seu público é maduro e sofisticado e pode entender o que eles dizem com uma pitada de sal."

"Por contraste, minhas descobertas sugerem que mesmo audiências sofisticadas são efetivamente suscetíveis a manipulação," ele disse. "Como tal, a grande lição para a mídia é que ela tem muita responsabilidade."

Bruter ficou intrigado com a questão da mídia e da identidade depois que os cidadãos da França e da Holanda derrotaram a proposta de constituição para a União Europeia em 2005. Este contratempo, ele disse, fez imperativo descobrir se a mídia está influenciando "porque alguns cidadãos se sentem mais europeus do que outros."

Bruter planejou uma experiência de dois anos na qual ele enviou bissemanalmente informativos distorcidos contendo notícias sobre a Europa e a União Europeia para até 200 cada no Reino Unido, França, Alemanha, Bélgica, Portugal e Suécia. Estes países representavam tanto os membros da União Europeia grandes como os pequenos, os ricos e os pobres, os pró-europeus e os "euro céticos."

Cada informativo de 4 páginas, compilados de jornais europeus diariamente e semanalmente, incluíam duas páginas de artigos exclusivamente sobre a Europa e a União Europeia, ou todos positivos ou todos negativos.

Assim, por exemplo, um grupo de participantes leria sobre como os chefes de estado europeus concordavam em lutar contra o tráfico de drogas, como a Airbus superou a Boeing como a fabricante de aviões número 1 do mundo, e o valor do euro subindo, enquanto o outro grupo leria sobre o valor do euro caindo, a Airbus perdendo uma grande encomenda da China para a Boeing, e os chefes de estado falhando em concordar em como combater o crime organizado do extinto bloco oriental.

Em adição, os informativos das "boas novas" continham três fotografias ou desenhos de símbolos pró-europeus tais como mapas da Europa e fotografias da bandeira da União Europeia (um círculo amarelo centrado em um fundo azul), enquanto os informativos das "más notícias" continham fotografias neutras de pessoas e paisagens.

Antes que o primeiro informativo fosse enviado, os participantes preencheram um questionário planejado para medir suas identidades cívicas, culturais e suas identidades europeias. Eles responderam tais questões (em diferentes idiomas) como, "Em geral, você é a favor ou contra os esforços que estão sendo feitos para unificar a Europa?" "Em geral, você se consideraria um cidadão da Europa?" "Você diria que se sente mais próximo de seus camaradas europeus do que, digamos, dos chineses, australianos ou das pessoas americanas?"

Também, foi pedido aos participantes para descreverem suas reações se eles vissem alguém queimando uma bandeira europeia, e a reação deles se eles vissem alguém queimando a bandeira de seu próprio país.

Eles receberam essencialmente o mesmo questionário mais duas vezes - logo depois que os informativos pararam e seis meses depois disso.

As descobertas mostraram que as noticias distorcidas não tinham virtualmente nenhum efeito em se os cidadãos se sentiam mais ou menos europeus em relação a União Europeia, diretamente depois que a experiência de dois anos terminou. Mas seis meses depois que o último informativo chegou, os resultados mostraram que eles foram afetados de maneira inequívoca.

A Exposição constante a símbolos da Europa e da União Europeia - bandeiras, mapas e cédulas de euro - funcionaram imediatamente para fazer as pessoas se sentirem mais europeias, o estudo mostrou. E seis meses depois da experiência, os participantes que foram regularmente expostos aos símbolos estavam cada vez mais conscientes deles na vida real. Com efeito, eles tinham sido "preparados" pelos informativos para notá-los.

Mas a “bomba relógio” das notícias distorcidas foi mais efetiva do que a exposição aos símbolos na manipulação dos membros do "amplamente cético público europeu," Bruter disse.

"Mostra que mesmo a propaganda mais "inacreditável" pode ter um efeito ao longo do tempo e que os boatos mais enganosos e sem base, por exemplo, podem moldar a opinião em algum grau, "Bruter disse.

Hoje, a União Europeia cresceu para 27 estados membros, dos seis originais que se engajaram em uma cooperação econômica mútua em 1957. O Tratado de Lisboa, um substituto para a Constituição Europeia que fracassou em 2005, está pronto para entrar em efeito este ano: 26 dos 27 países membros o ratificaram, incluindo a França e a Holanda. A República Tcheca é a última retardatária (a República Tcheca já disse que vai assinar o Tratado esse mês).

Mas apesar do que os governos fazem a questão do por que e como os cidadãos de diferentes países europeus começam a se sentir menos britânicos ou dinamarqueses ou portugueses, e mais um europeu de coração é ainda alguém muito receptivo. A mídia, Bruter disse, pode impedir ou encorajar esse sentimento ao longo do tempo.

"O efeito das notícias em última instância contribui e assim influencia a identidade europeia dos cidadãos com notável influência no longo prazo," ele disse.


"Bomba relógio? O efeito dinâmico das notícias e dos símbolos na identidade política dos cidadãos europeus," apareceu no início desse ano no Journal Comparative Political Studies.

Melinda Burns foi anteriormente escritora sênior do Santa Barbara News-Press, cobrindo imigração, planejamento urbano, ciência e meio ambiente.

Fonte: http://www.alternet.org/media/ 143831

Nota: E o que dizer de nós brasileiros que somos bombardeados com notícias tendenciosas todos os dias? Vemos nos meios de comunicação os governos fazendo propaganda e mostrando as cidades e o país como verdadeiros paraísos, mostrando obras que ainda nem saíram do papel e iludindo os desavisados com a maior cara de pau, e qual a nossa reação? Nenhuma. Pagamos impostos dignos de países europeus desenvolvidos e temos serviços públicos iguais aos dos países mais pobres. E qual a nossa atitude? Vamos as urnas e votamos nas mesmas pessoas. Porque já estamos condicionados, não reagimos mais, somos ovelhas prontas para o matadouro.


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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Computador psíquico mostra pensamentos na tela

Minority reportImage by Unhindered by Talent via Flickr

Computador psíquico mostra pensamentos na tela.

Por Chris Gourlay
Global Research, novembro de 2009

Cientistas descobriram como "ler" mentes através do escaneamento da atividade cerebral e reprodução das imagens do que as pessoas estão vendo - ou mesmo lembrando.

Pesquisadores foram capazes de converter em filmes de vídeo rudes a atividade cerebral estimulada pelo que a pessoa está observando ou lembrando.

O atalho levanta a possibilidade de benefícios significativos, tais como permitir que pessoas que são incapazes de se mover ou falar se comunicar via visualização dos seus pensamentos; gravar os sonhos das pessoas; ou permitir a polícia identificar criminosos pela gravação das lembranças de uma testemunha.

Contudo, isso poderia anunciar uma nova era do Big Brother, similar aquela imaginada pelo filme de Hollywood Minority Report, no qual pensamentos particulares de um indivíduo podem ser acessados pelas autoridades.

Jack Gallant e Shinji Nishimoto, dois neurologistas da Universidade da Califórnia, Berkeley, no ano passado conseguiram correlacionar a atividade do córtex visual do cérebro com imagens estáticas vistas pela pessoa. Na semana passada eles deram um passo adiante revelando que é possível "decifrar" os sinais gerados no cérebro por cenas móveis.

Em uma experiência que ainda tem de ser revisada pelos colegas, Galant e Nishimoto, usando a tecnologia da ressonância magnética funcional por imagem (fMRI), escanearam os cérebros de dois pacientes enquanto eles assistiam vídeos.

Um programa de computador foi usado para procurar por ligações entre a configuração das formas, cores e movimentos nos vídeos, e padrões de atividade no córtex visual dos pacientes.

Que mais tarde foi alimentado com mais de 200 dias de clipes dignos do youtube e pedido para predizer quais áreas do cérebro os clipes estimulariam se as pessoas estivessem assistindo aos vídeos.

Finalmente, o software foi usado para monitorar os cérebros dos dois pacientes enquanto eles assistiam a um novo filme.

Extraordinariamente, o programa de computador foi capaz de mostrar sequências contínuas dos filmes que eles estavam assistindo - embora com imagens embaçadas.

Em uma cena que apresentava o ator Steve Martin vestindo uma camisa branca, o software recriou sua forma tosca e o torso branco, mas perdeu outros detalhes, tais como suas características faciais.

Em outra cena, mostrando um avião voando em direção a câmera contra a linha do horizonte da cidade, foi reproduzida com menos sucesso. O computador recriou a imagem da linha do horizonte, mas omitiu o avião completamente.

"Algumas cenas se traduzem melhor do que outras”, disse Gallant. "Nós podemos decifrar close ups muito bem. Mas uma passagem rápida da câmera através de uma cena confunde o algoritmo.

"Você pode usar um dispositivo como esse para fazer algumas coisas muito legais. No momento quando você vê alguma coisa e quer descrever para alguém você tem de usar palavras ou desenhar e isso não funciona muito bem.

"Você poderia usar essa tecnologia para transmitir a imagem para alguém. Poderia ser útil para artistas ou para permitir a você recuperar a memória do testemunho de um crime."

Tal tecnologia não pode ser confinada ao aqui e agora. Cientistas da University College London conduziram testes separados que detectam, com uma precisão de cerca de 50%, memórias lembradas por pacientes.

As descobertas chegam em meio a um torvelinho de desenvolvimentos no campo da ciência cerebral. Pesquisadores também têm usado a tecnologia de escaneamento para medir habilidade acadêmica, detectar sinais precoces de Alzheimer e outras condições degenerativas, e até mesmo predizer a decisão que uma pessoa está para tomar antes que elas estejam conscientes de tomá-la.

Tais desenvolvimentos podem ter ramificações controversas. Na Inglaterra, a tecnologia de escaneamento fMRI foi vendida para companhias multinacionais, tais como Unilever e McDonald's, capacitando-as a ver como nós subconscientemente reagimos ao nome dos produtos.

Na América, agências de segurança estão pesquisando o uso dos scanners de cérebro para interrogar prisioneiros, e a Lockheed Martin, prestadora de serviço da defesa dos Estados Unidos, informou-se que ela estudou a possibilidade do escaneamento de cérebros a distância.

Isso permitiria que os pensamentos e inquietações de um indivíduo fossem examinados sem seu conhecimento em locais sensíveis como aeroportos.

Russell Foster, um neurocientista da Universidade de Oxford, disse que os rápidos avanços em seu campo estavam levantando dilemas éticos.

"É absolutamente crítico para os cientistas informarem ao público sobre o que estamos fazendo assim eles podem se engajar no debate sobre como este conhecimento deveria ser usado," ele disse.

"É o problema de sempre: Conhecimento é poder e pode ser usado tanto para o bem quanto para o mal."

Fonte: http://www.globalresearch.ca/index

Tradução: O Observador


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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Aquecimento global, escândalo: Cientistas são acusados de "manipulação de dados do aquecimento global".

Aquecimento Global: isso dá medo!Image by Daniel F. Pigatto via Flickr

Cientistas do clima acusados de "manipulação de dados do aquecimento global"

Alguns dos principais cientistas do clima do mundo estão sendo acusados de manipulação dos dados sobre o aquecimento global depois que centenas de emails particulares foram roubados por hackers e publicados na rede.

Publicado em 21/11/2009


O material foi tirado dos servidores da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia, Inglaterra - um centro de pesquisa de mudança climática de fama mundial - depois foi publicado em websites administrados por céticos da mudança climática.

Foi afirmado que os emails mostram que os cientistas manipularam dados para reforçar seus argumentos de que o aquecimento global é verdadeiro e está sendo causado pelas ações humanas.

Um email mostrado pelos céticos como suposta evidência disso refere-se a um "truque" sendo empregado para manipular as estatísticas de temperatura para "esconder o declínio".

A universidade confirmou ontem que dados de pesquisa tinham sido roubados e publicados na rede e disse que tinha informado a quebra de segurança para a polícia.

Um porta voz disse: "Estamos cientes que as informações de um servidor usado para pesquisar informação em uma área da universidade foram tornadas disponíveis em websites públicos.

"Por causa do volume dessas informações não podemos atualmente confirmar que todo o material é verdadeiro.

"Estas informações foram obtidas e publicadas sem nossa permissão e tomamos ação imediata para tirar o servidor em questão de operação. Estamos realizando uma completa investigação interna e envolvemos a polícia nesta investigação."

Os arquivos aparentemente foram descarregados para um servidor na Rússia e então espelhados através internet.

Uma declaração anônima acompanhando os emails dizia: "Sentimos que a ciência do clima é importante demais para ser mantida sob as cobertas. Nós, por meio disto, liberamos uma seleção aleatória da correspondência, códigos, e documentos. Esperamos que isso dê alguma percepção da ciência e das pessoas por trás dela."

Um dos emails sob escrutínio, datado de novembro de 1999, diz: "Eu acabei de completar o truque do Mike's Nature (o jornal de ciência) do acréscimo nas temperaturas reais para cada série dos últimos 20 anos (isto é, de 1981 em diante) e de 1961 para Keith esconder o declínio."

Os cientistas que são os pretensos autores dos emails em questão recusaram-se a comentar sobre este assunto.

Fonte: http://www.telegraph.co.uk

Nota: Este é mais escândalo a abalar a confiança nos prognósticos alarmistas do fim do mundo por causa do aquecimento global.

A conferência de Copenhague parece estar mesmo ameaçada depois do recuo dos Estados Unidos e da China em estabelecer metas para emissão de CO2 e agora este escândalo de falsificação de dados.

Mas para nós brasileiros continua tudo como antes, uma imprensa vendida que repete os dogmas ambientalistas como um mantra e que até agora, pelo menos que eu saiba, não deu uma cobertura adequada a esse fato importante.

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A Ilusão da Democracia no Mundo Moderno

DN logoImage via Wikipedia

A Ilusão da Democracia no Mundo Moderno

Por Gregory Fegel
Publicado em 11/11/09
Pravda.ru


A maioria de bombas "terroristas" dos últimos sessenta anos tem sido ataques de falsa-bandeira que foram na realidade cometidos pelo MOSSAD israelense, pela CIA e pela Inteligência Britânica. Por seis décadas as agências de inteligência aliadas do ocidente têm desempenhado uma campanha progressiva para enquadrar os muçulmanos por explosões que na realidade foram perpetradas pelas próprias agências de inteligência ocidentais. Os ataques ao World Trade Center e ao Pentágono em 11/9/2001 foram uma operação de falsa-bandeira conjunta entre a CIA/Pentágono/MOSSAD que foi planejada para proporcionar uma desculpa para as invasões e ocupações subsequentes da coalizão liderada pelos Estados Unidos do Afeganistão e do Iraque.

As nações ocidentais não são as únicas no uso de explosões de falsa-bandeira para suscitar apoio público para uma política de agressão do governo. O governo russo culpou os "terroristas" chechenos pela perpetração das horríveis explosões nos apartamentos de Moscou no verão de 1999, mas agentes da FSB russa foram vistos colocando explosivos de tipo militar no subsolo um prédio de apartamentos em Ryazan, próximo a Moscou.

Os Estados Unidos são governados por uma rica elite dirigente cujo braço de aplicação da lei, a CIA, opera secretamente e sem prestar contas a nenhuma autoridade a não ser seus mestres da elite. O congresso dos Estados Unidos e o Presidente dos Estados Unidos são meras marionetes da elite dirigente, e seu propósito é proporcionar ao público uma ilusão ou falsa fachada de democracia.

O Presidente dos Estados Unidos é uma cabeça falante escolhida pela elite dirigente, que controla os dois maiores partidos políticos dos Estados Unidos. As funções do Presidente são porta voz, vendedor, e facilitador para as políticas da elite dirigente.

A mídia convencional nos Estados Unidos, na Grã-Bretanha, Israel e outras nações aliadas, está totalmente infiltrada e controlada pelas agências de inteligência ocidentais aliadas, liderada pela CIA e o MOSSAD. A CIA controla as funções da mídia convencional como o braço de propaganda da elite dirigente.

O sistema bancário nos Estados Unidos e suas nações aliadas é controlado pela elite dirigente, cujos agentes - os banqueiros, corretores e gerentes de fundos - manipulam o mercado para desviar fundos, tanto públicos como privados, para dentro dos cofres da elite dirigente. O atual historicamente sem precedentes e cada vez maior buraco entre os rendimentos e fortunas dos ricos e dos pobres no mundo todo é o resultado da avarenta manipulação do mercado pela elite dirigente.

A elite dirigente se reúne privadamente e em segredo em reuniões da Comissão Trilateral, do Conselho de Relações Exteriores, do Grupo Bilderberg, do Bohemian Grove, e outros fóruns que não estão abertos ao escrutínio público. A elite dirigente controla efetivamente as operações da Comissão Mundial do Comércio, do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional e das Nações Unidas.

A maioria das "democracias” ocidentais é na verdade governadas por uma quadrilha de ricos elitistas que são essencialmente senhores da guerra gângster que controlam e manipulam a política nacional e internacional, a economia global e a mídia convencional para servirem as suas mesquinhas e insaciáveis ambições.

Fonte: http://english.pravda.ru/opinion/columnist/11-11-2009/110420-democracy-o

Tradução: O Observador


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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O Armagedom começou

Antigenic shiftImage via Wikipedia



Um conto de duas histórias: A erupção europeia da guerra biológica e a censura dela no noticiário da mídia convencional...

Por Lord Stirling
Publicado em 12/11/2009
Europe


A maior história no planeta hoje é a erupção do vírus de uma guerra biológica muito séria e avançada na Europa. A segunda maior história do planeta é a supressão dessa história por quase duas semanas pelos noticiários da mídia convencional pertencentes as corporações.

Há bastante que sabemos e bastante que podemos apenas especular sobre o que está se desenrolando na Europa Central. Nós sabemos que em meados de outubro, menos de um mês atrás, havia um número crescente de casos do que muitos pensavam ser gripe suina (A/H1N1) na parte ocidental da Ucrânia. Sabemos que muitas centenas se não milhares de pessoas na Ucrânia Ocidental testemunharam luzes de aeroplanos voando baixo borrifando alguma coisa sobre as cidades ucranianas durante os dias de 29 e 31 de outubro de 2009. Sabemos que no inicio da noite de 29 de outubro um grande número de pessoas começou a ficar muito doente. Sabemos que o governo ucraniano emitiu uma declaração negando que estivesse fazendo qualquer pulverização aérea para combater o crescimento de doenças ou autorizado qualquer pulverização sobre as cidades ucranianas. Sabemos que em 30 de outubro as autoridades ucranianas fecharam todas as escolas por três semanas e proibiram reuniões públicas.

Nós não sabemos com qual doença as pessoas estavam/estão enfermadas. Nós sabemos que os médicos estão descrevendo a doença como Peste Pneumônica, ou como algum tipo de febre hemorrágica, ou como gripe hemorrágica, ou como pneumonia hemorrágica. Sabemos que a enfermidade, qualquer que seja ela, não parece ser A/H1N1. Nós não sabemos se a doença é uma recombinação do A/H1N1 com outros vírus ou algum vírus totalmente diferente ou se é de fato um vírus. Nós sabemos que a Organização Mundial da Saúde (OMS) teve vários dias para sequenciar os genes da doença, mas falhou em liberar esses dados.

Sabemos que a OMS não pediu por quarentena na Ucrânia ou o fechamento de qualquer viagem global para/da área da infecção e que isso é a mesma coisa que eles fizeram quando a gripe suina mexicana (A/H1N1) estourou e que a falha em conter aquele vírus cedo assegurou sua dispersão pelo mundo todo.

Sabemos que a temperatura interna dos pulmões daqueles em caso terminal do que muitos estão chamando "Peste Ucraniana" é frequentemente de 54,4 a 57,2 graus. Sabemos que as autópsias mostram que os pulmões estão cheios com sangue, e estão de cor preta, e que o tecido do pulmão se tornou amolecido. Sabemos que os pacientes que mostram qualquer sinal inicial da doença normalmente desabam em menos de 48 horas, ás vezes no mesmo dia.

Sabemos que a doença estava se espalhando por cerca de 200.000 por dia, mas que isso diminuiu para cerca de 100.000 por dia agora, na Ucrânia, enquanto as pessoas tomam passos extraordinários para conter o avanço da doença. Sabemos bem que entre um e três milhões de pessoas na Ucrânia estão muito enfermas com a doença (de acordo com publicação de fonte oficial) e que cerca de 60.000 estão hospitalizadas em condições de sérias para críticas. Sabemos que a doença tem taxa de transmissão muito alta com provavelmente baixa quantidade material (se isso é de fato um vírus) viral necessário para causar uma infecção. Sabemos que os relatórios oficiais de mortes estão abaixo de 300 na Ucrânia. Nós sabemos também que é normal para admissões em hospitais de pessoas com infecção respiratória aguda ter uma taxa de mortalidade de 5 a 10%. Sabemos que fontes não oficiais estavam relatando cerca de 3.000 mortes diversos dias atrás e que este número está mais em sintonia com a taxa de mortalidade de 5 a 10% do que os números oficiais.

Não sabemos quais são os tratamentos efetivos para esta doença. Sabemos que adultos jovens parecem em maior perigo dessa doença. Suspeitamos que 'uma tempestade de citocina' similar aquela da gripe espanhola de 1918, que matou aproximadamente 50 milhões de pessoas, está tomando lugar.

Sabemos dos relatórios oficiais do Ministério da Saúde Ucraniano que a doença não testa para Gripe Suina Mexicana (A/H1N1). Não sabemos se a vacina para gripe suina existente tem algum efeito, mas baseado na resposta não positiva em reagentes para a gripe suina, suspeitamos que a vacina é ineficaz porque a capa viral de proteína é diferente do A/H1N1 (se de fato é um vírus que causa a doença).

Sabemos que a doença se espalhou para a Polônia, onde cerca de um quarto de milhão de pessoas estão agora muito doentes. Sabemos que ela se espalhou para Bielorússia e para Hungria e outros lugares na Europa Central. Sabemos que é dito que 900.000 pessoas têm a gripe suina na Noruega, mas não sabemos se isso está relacionado a praga na Ucrânia de algum modo.

Sabemos que em 8 de novembro um site Sul Africano (fto.co.za) transmitiu o seguinte:

"Aeronaves suspeitas foram forçadas a pousar. Um AN-24 operado pelos Estados Unidos (avião de transporte pesado de longo alcance fabricado na Rússia) mudou seu sinal de comunicação de civil para militar o que então disparou uma resposta da IAF (Força Aérea Indiana) sobre a entrada no espaço aéreo paquistanês (forçando) o avião a pousar em Mumbai enquanto uma segunda foi forçada a descer por jatos de combate nigerianos que também prendeu a tripulação."

"De acordo com as informações, a Força Aérea do Exército de Libertação do Povo da China contactou funcionários da inteligência da Índia e da Nigéria sobre a presença destas aeronaves ucranianas operadas pelos Estados Unidos em meio a grande preocupação de que os Estados Unidos estivesse espalhando 'agentes biológicos' na atmosfera da terra, o que alguns funcionários chineses acreditavam ser uma tentativa para (cometer) genocídio em massa via propagação da gripe suina H1N1."

Estas aeronaves "estavam carregando sistemas de 'descarte de resíduos' que poderiam borrifar até 45.000 kg de um tipo de neblina aérea de sofisticados...nano tubos" nas asas dos aviões - chamados rastros químicos.

Sabemos que a Baxter International Pharmaceuticals enviou 72 kgs de material da vacina da gripe humana H3N2 para 16 laboratórios de nações europeias que continham vírus vivos da gripe aviária H5N1. Sabemos que isso só foi descoberto quando um laboratório tcheco testou o material em diversos furões (os furões têm sistema respiratório similar ao humano) e todos os furões morreram em breve período. Sabemos que a Baxter alegou que isso foi um erro humano. Também sabemos que tal 'erro humano' é basicamente impossível com os protocolos de contenção em um lugar como a Baxter e qualquer outro biolaboratório moderno usando a tecnologia de laboratório Biossegurança nível 3 (BLS-3).

Sabemos que em meados de agosto Joseph Moshe, que é especialista do MOSSAD em guerra biológica, ligou para um talk show de rádio nacional Dr. A. True Ott e informou que a Baxter estava se aprontando para liberar uma praga mortal de seu laboratório ucraniano e que ele estava em breve se reunindo com o procurador dos Estados Unidos em Los Angeles para dar as evidências disso. Sabemos que logo depois Moshe foi apreendido pelos agentes federais e pela polícia de L.A. e levada ao consulado israelense. Sabemos que ele foi rapidamente enviado para Israel e desde então nenhuma palavra veio dele.

Sabemos nos últimos três anos mais ou menos um grande número de especialistas em biologia, de diversos lugares do mundo todo, morreu de estranhas mortes e que isso foi comentado por várias publicações no passado.

Sabemos que a súbita aparição da gripe suina mexicana (A/H1N1) virtualmente tem de ter sido uma liberação de um laboratório de guerra biológica. Sabemos que A/H1N1 tem sequências de genes de três diferentes tipos (americana, asiática e africana) de gripe suina, gripe aviária e dois diferentes tipos de gripe humana sazonal, e da gripe espanhola e que tal recombinação é tão improvável na natureza que chega a ser virtualmente impossível. Sabemos que as políticas da OMS de não requerer uma grande quarentena no México assegurou que o A/H1N1 se espalhasse pelo mundo todo.

Sabemos que a corrente 'vacina' da gripe suina é quase totalmente não testada, e que os fabricantes estão protegidos de processos legais por até atos deliberados que resultem em mortes e que das nações adquirentes da vacina é requerido que assinem contratos concordando em não liberar informações negativas sobre a "vacina" para o público. Sabemos que aditivos publicados para a "vacina" incluem substâncias altamente perigosas para a saúde humana.

Sabemos que os noticiários da mídia convencional pertencentes as corporações (com fortes ligações com famílias de banqueiros globais) tem censurado essa história de um jeito que nunca aconteceu antes. Sabemos que a erupção de uma doença desconhecida mas mortal e de rápida difusão na Europa é a maior história da terra mas que não está sendo noticiada.

Fonte: http://europebusines.blogspot.com/2009/11/armageddon-has-begun.html

Tradução e adaptação: O Observador

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ftalato Aviso: Medicamentos contêm produto químico que 'feminiliza' fetos masculinos

Cover of the 41st edition, 2005, of the book &...Image via Wikipedia

Ftalato aviso: Medicamentos contêm produto químico que "feminiliza" fetos masculinos.

Terça-feira, 17/11/09
Por Mike Adams, editor de NaturalNews


(NaturalNews) - Em uma descoberta explosiva que tem implicações de longo alcance para a sociedade e a cultura, cientistas da Universidade de Rochester descobriram que ftalato - o produto químico encontrado em muitos produtos plásticos e de vinil - tende a "feminilizar" garotos, alterando seus cérebros para expressar características mais femininas. O estudo foi publicado no Jornal de Andrologia.

Ftalatos são encontrados em produtos de vinil (incluindo assoalhos de vinil), cortinas de chuveiro de PVC, mobília de plástico e até em revestimentos de plástico da parte interna de máquinas de lavar louças.

O processo de feminilização acontece durante a gravidez quando a exposição ao ftalato causa interrupção de hormônio para bebês ainda não nascidos. Este produto químico feminiliza machos interrompendo a ação do hormônio testosterona.

Neste estudo recente, os pesquisadores descobriram uma forte correlação entre tipos de brinquedos que os meninos brincam e o nível de ftalato encontrado em suas mães quando estavam grávidas. Os pesquisadores descobriram que garotos expostos a altos níveis de ftalato no útero tendem a evitar brincar com carros, trens ou armas de brinquedo. Eles também evitavam brincadeiras rudes, preferindo em lugar disso, brinquedos e atividades mais femininas. (Barbie?).

Ftalato usado em revestimentos de remédios.

O que muito poucas pessoas sabem sobre o ftalato é que eles são muito usados em coberturas de remédios para criar coberturas "intestinais".
Isso significa que muitas pessoas que tomam certos remédios estão inadvertidamente comendo ftalato. Se mães grávidas tomam tais remédios durante a gravidez, elas podem dessa forma feminilizar seus bebês masculinos ainda no útero.

Como sabemos que o ftalato está sendo usado em remédios? Este link do Google books (http://books.google.com/books?id=e7...) mostra a página de um guia de fórmulas para a fabricação de remédios: produtos sem receita. Nele, é dada uma receita para produção de uma cobertura entérica (intestinal) transparente. Os ingredientes são:

Acetona
Água purificada
Ftalato de Celulose Hydroxypropyl Methyl
Baunilha
Monoglicerídeos Acetilados
Ácool

Essa combinação de produtos químicos altamente tóxicos é cozida, mexida e então usada para cobrir pílulas farmacêuticas que as pessoas normalmente engolem!

Aqui está a patente que descreve o processo com mais detalhe: http://www.wikipatents.com/5723151.html

Ftalato em drogas antidepressivas inibidoras seletivas de reutilização de serotonina

Esses produtos químicos de ftalato são também usados em drogas antidepressivas. Aqui está a patente que descreve o processo: "Composição de liberação controlada de um agente antidepressivo". Http://www.faqs.org/patents/app/200...

Como explica a patente:

"...o polímero da cobertura entérica é selecionado do grupo que consiste de ftalato de acetato de celulose, ftalato de acetato de polyvinyl, copolímero de methacrylicacid, acetato de celulose de trimelitato, goma-laca, ftalato de methylcelulose hidroxypropyl, sucinato de acetato de methylcelulose hidroxypropyl e a combinação disso."



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terça-feira, 17 de novembro de 2009

H1N1 "a super gripe", a praga na Ucrânia desperta preocupação sobre teorias da conspiração acerca de suas origens.

Influenza A - H1N1 - Gripe suínaImage by Fernando Freitas - FF via Flickr

H1N1 "a super gripe", a praga na Ucrânia desperta preocupação sobre teorias da conspiração acerca de suas origens.

Segunda-feira, 16/11/09
Por Mike Adam, Editor de NaturalNews


(NaturalNews) - aqui está o que sabemos com algum grau de certeza sobre o vírus H1N1 na Ucrânia até agora: quase 300 pessoas morreram da cepa viral, e mais de 65.000 pessoas foram hospitalizadas (os números atuais estão crescendo a cada hora). O vírus parece ser ou uma mutação altamente agressiva da cepa H1N1 que está circulando globalmente, ou a combinação de três diferentes cepas de gripe agora circulando na ucrânia. Alguns observadores suspeitam que esta nova "super gripe" poderia ser rotulada pneumonia hemorrágica viral (significando que ela destrói o tecido dos pulmões até os pulmões sangrarem tanto que você se afoga em seu próprio fluido), mas isso não foi confirmado por nenhuma fonte oficial das que estamos atentos.

O presidente ucraniano Viktor Yushchenko emitiu ordens de quarentena de emergência para nove das regiões do país e ordenou a preparação de hospitais militares móveis. Ele anunciou que a nação tinha sido atingida simultaneamente por duas cepas diferentes de gripe sazonal mais o H1N1 - e então sugeriu que todas três se recombinaram em uma nova super gripe ucraniana mortal.

Em suas próprias palavras, como relatadas pelo Daily Mail,"Diferente de epidemias similares em outros países, três causas de sérias infecções virais juntaram-se simultaneamente na Ucrânia: duas gripes sazonais e a gripe californiana. Virologistas concluem que esta combinação de infecções pode produzir um vírus ainda mais agressivo como resultado da mutação."

Em 6 de novembro, o representante do Ministro da Saúde da Ucrânia Zinovy Mytnyk anunciou que mais de 600.000 cidadãos já tinham adquirido a nova gripe. Cientistas britânicos estão agora conduzindo testes da nova cepa viral para descobrir porque ela parece ser tão mortal. (http://www.dailymail.co.uk/news/wor...)

A mídia convencional está culpando o sistema de saúde pobre da Ucrânia pelas taxas relativamente altas de hospitalização e morte (http://www.nytimes.com/2009/11/14/w...), mas eles se recusam a mencionar (ainda novamente) a deficiência de vitamina D encontrada através dessa população vivendo em alta latitude no inverno, onde a luz do sol é relativamente escassa.

NaturalNews

Nota: Essa gripe está mesmo muito esquisita. Parece até uma das pestes do livro do Apocalipse, só que neste caso parece ter a mão do homem por trás.



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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática em Copenhague: Governo Mundial Comunista sem Bife e Unidade Religiosa Global sem Deus.

DesmatamentoImage by Ludmila Tavares via Flickr

Conferência das Nações Unidas sobre mudança climática em Copenhague: Governo Mundial Comunista sem Bife e Unidade Religiosa Global sem Deus.

Por Anders
Publicado em 06/11/2009 - Euro-med.dk

Sumário: A conferência de mudança climática da ONU em Copenhague de 7 a 13 de dezembro é apenas questão climática de faz de conta, apesar de que a União Europeia estar considerando a apresentação das taxas de CO2 em adição a farsa do comércio de emissão de CO2 na bolsa de valores climática de Londres (ECX). Isso é sobre concordar com uma estrutura para um governo mundial, como o Secretário Geral da ONU disse claramente. Para esse fim o discípulo do Dalai Lama na Comissão Mundial sobre Espiritualidade e Consciência Global, Al Gore, está abrindo programas de treinamento para os líderes crédulos das maiores religiões. Primeiro eles irão brigar externamente sobre a distribuição da riqueza de mais de 100 bilhões de euros. Reuniões secretas prévias estão tendo lugar entre ministros em intervalos regulares (do jeito que o parlamento dinamarquês fez quando debateu o Tratado de Lisboa com o objetivo de nos enganar no referendum). A política mentirosa - não científica – as ONG, o IPCC, vão esboçar a diretriz de CO2. Especialmente os africanos, que têm muito pouca emissão de CO2, devem ter realocação de verbas por supostamente se tornarem "refugiados do clima". Os ocidentais têm de se tornar vegetarianos, diz Lord Stern, ex-economista chefe do Banco Mundial e um socialista Fabiano. Para depois de Copenhague, a carne se tornará tão cara que não poderá ser comprada. Razão: Os animais emitem muito metano! E esse é o novo evangelho de Al Gore que afirma que o CO2 é o único responsável por 40% do aquecimento global - muito para o aborrecimento dos globalistas famintos por impostos.


O programa da Nova Ordem Mundial para o século 21 é chamado "Agenda 21". Ele é descrito como a mais radical transformação que o mundo já viu. Ele é sustentável (comunista), inclusivo, baseado em consenso (antidemocrático), redistribuirá riqueza globalmente (impostos de CO2, visto que conecta meio ambiente e economia), parceiro, bane a atividade humana de vastas áreas, junta-nos em pequenas áreas ao longo de auto-estradas e estradas de ferro em arranha-céus com o objetivo de monitorar as pessoas, sequestra uma geração de crianças para doutriná-las na religião da sustentabilidade (comunismo ambientalista). Todo país deve ser desarmado e haverá um exército permanente da ONU para esmagar rebeliões, um banco central global e uma moeda única. Democracia e liberdade já pertencem ao passado. O illuminista, membro do CFR George Soros, agora exige um governo mundial da ONU como o modelo comunista chinês.

A conferência sobre mudança climática da ONU em Copenhague tem acima de tudo um objetivo político: Governo Mundial. O The Wall Street Journal de 28/10/2009: Os países desenvolvidos enviarão um fluxo de dinheiro para os países menos desenvolvidos via ONU - um imposto de 2% sendo arrecadado nas transações financeiras... Esse (climático) tratado parece ter sido objeto de tentativas pouco comuns de cancelar seu intricado conteúdo. E... Há um bocado de rascunhos de cláusulas descritas como "alternativas" e "opcionais" que deveriam levantar a ira de países livres e democráticos preocupados com a preservação de sua soberania. Lord Christopher Monkton só ficou ciente dos extraordinários poderes a ser investidos neste Novo Governo Mundial quando um amigo encontrou uma cláusula obscura no website da ONU em um documento designado uma "Nota do Secretariado".

Mas com o intuito de atingir este objetivo, um apelo as religiões do mundo torna-se necessário pelo papa da religião climática luciferiana, Al Gore, que se tornou o primeiro bilionário do CO2 do mundo através de suas próprias políticas de CO2.

The Guardian 2/11/2009: Al Gore: "Eu fiz um programa de treinamento cristão (baseado no cristianismo); Eu tenho um programa de treinamento muçulmano e um programa de treinamento judeu está em andamento, também está em andamento um programa de treinamento hindu. Eu treinei 200 ministros cristãos e coloquei os líderes aqui em Nashville em uma versão de slide show que está repleta com referências das escrituras. E então ele mantém silêncio sobre ser um discípulo do Dalai Lama na Comissão do Mundo sobre Consciência Global e Espiritualidade/Conselho Global sobre Política Espiritual&Cidadania Global, onde ele está na companhia de um dos autores de sua bíblia, a Carta da Terra, a saber Mikhail Gorbatchev. Contudo, a fé CO2 é agora atacada de surpresa por - Al Gore, que afirma que o CO2 só é responsável por 40% do aquecimento global. Então qual é a lógica da taxação do CO2? Não obstante, um juiz britânico acabou de fazer a fé CO2 comparável a uma religião!

Por trás da ideia de um mundo comunista de redistribuição através da taxa climática permanece o Clube de Roma dos Rockefellers. Edmund de Rothschild em 1987 enriqueceu o plano através do cambalacho do CO2: "É sobre dinheiro," ele diz em um vídeo. Na Grã-Bretanha a família média será oprimida com 245,39Kg por ano devido ao imposto de CO2 na União Europeia - e isso é apenas o início!! Esta é a verdadeira agenda. A mudança climática é a maior mentira e escândalo científico da história. O Secretário Geral da ONU confirma o plano com clareza incomum.

Mas o verdadeiro objetivo do engodo do clima é criar a estrutura do Governo Mundial através da ONU, sem o qual - assim eles tentam nos amedrontar - o fim do mundo com o aquecimento global é certo dentro de um futuro próximo!

A política do clima da Nova Ordem Mundial é apenas - conspiração e mentira. Aqui está como isso é mantido unido.

Conferência de Mudança Climática COP15 da ONU em Copenhague de 7/18 de dezembro de 2009: "Ministros de mais de 20 países reuniram-se no verão de 2005 na Groenlândia com o objetivo de ver com seus próprios olhos algumas das consequências da mudança climática."
Comentário: Esse turismo político vai para a geleira Jakobshaun que está derretendo por causa da mudança da direção da corrente de Irminger - um braço da corrente do Golfo. Isso não tem coisa alguma a ver com o inexistente aquecimento global.

"Ao mesmo tempo em que se supunha que reunião proporcionaria um refúgio para os políticos conversarem uns com os outros sem restrições. De acordo com um código de conduta posto com antecedência: Não haveria documentação para consulta, nem imprensa, somente um funcionário por ministro, não haveria conclusões a ser feitas sobre nada, e posteriormente nada do que os participantes dissessem era para ser relatado.

Este refúgio para diálogo foi um sucesso, e por esta razão tem sido seguido por diálogos similares na África do Sul em 2006, na Suécia em 2007 e na Argentina em 2008.

Star Tribune.com 16/10/2009

Na sexta-feira, o Serviço Nacional do Tempo confirmou que nunca tinha havido duas primeiras semanas de outubro tão frias. Isso quebra a antiga marca de 11 graus negativos de 1875.

Resumos do Rascunho do Tratado de Mudanças Climáticas de Copenhague.

37. Os inventários nacionais serão:

(a) Tomados em concordância com os mais recentes Parâmetros do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) para os inventários do Gás do Efeito Estufa nacional.

Página 122, item 17. (a) Compensar pelos danos as economias dos países menos desenvolvidos e também compensar pela perda de oportunidades, recursos, vidas, terras e dignidade, devido a que muitos se tornarão refugiados do meio ambiente;

(b) A África, no contexto da justiça ambiental, deveria ser equitativamente compensada pelas perdas do meio ambiente, sociais e econômicas que surgem da implantação das medidas de resposta.

The Times 27/10/2009: As pessoas precisarão se tornar vegetarianas se o mundo quiser vencer as mudanças climáticas, de acordo com uma importante autoridade em aquecimento global. Em uma entrevista com o The Times, Lord Stern de Brentford disse: "Carne é um uso dissipador de água e cria um bocado de gases do efeito estufa."

Emissões diretas de metano de vacas e porcos são uma fonte significativa de gases do efeito estufa. Lord Stern, autor da influente Revista Stern em 2006 sobre o custo de parar o aquecimento global, disse que um acordo bem sucedido na Conferência de Mudança Climática de Copenhague em dezembro levaria a elevação dos custos para a carne e outros alimentos que geram grandes quantidades de gases estufa. Ele previu que a atitude das pessoas se desenvolveria até que comer carne se tornasse inaceitável. Lord Stern é um ex economista chefe do Banco Mundial e agora professor de economia na London School of Economics (isto é, socialista Fabiano). Os números da ONU sugerem que a produção de carne é responsável por cerca de 18 por cento das emissões globais de carbono.

No World System 20/10/2009: Lord Christopher Monkton, o homem que alertou muitos esta semana sobre o tratado, apareceu no programa de rádio de Glenn Beck, ele tornou claro que o tratado criará um Governo Mundial Ditatorial que terá completa autoridade sobre todas as nações pela intervenção na economia e no meio ambiente de qualquer país individual do mundo sem o seu consentimento. O tratado também permitirá a redistribuição de riqueza dos países desenvolvidos como os Estados Unidos para os países do terceiro mundo como a África. A América já está sob o manuseio do Governo Mundial em mais de uma maneira. Para compreender o que está para ocorrer na América devemos compreender o que é a Agenda 21, ela é o desenho da agenda da Nova Ordem Mundial para o século 21.

Agenda 21 é um abrangente plano de ação a ser conduzido globalmente, nacionalmente e localmente por organizações do Sistema das Nações Unidas, Governos, e os Principais Grupos em toda área na qual tem lugar os impactos humanos sobre o meio ambiente.

Resumo: "A efetiva execução da Agenda 21 vai requerer uma profunda reorientação de toda a sociedade humana, diferente de tudo que o mundo já tenha experimentado, uma grande mudança nas prioridades tanto dos governos como dos indivíduos e uma reorganização sem precedentes dos recursos humanos e financeiros. Essa mudança demandará que uma preocupação pelas consequências ambientais de cada ação humana seja integrada em uma tomada de decisão individual e coletiva em cada nível." Agenda 21: "A terra da liberdade": As zonas vermelhas não são para atividade humana ordinária. As zonas amarelas serão para fins altamente regulados.

Aqui está um resumo adicional: Neste programa de meio ambiente das Nações Unidas é afirmado:

2.1. Com o objetivo de enfrentar os desafios do meio ambiente e do desenvolvimento, os Estados decidiram estabelecer uma Nova Parceria Global. Esta parceria Compromete Todos os Estados a empenharem-se em um Diálogo contínuo e construtivo, inspirado pela necessidade de atingir uma economia mundial mais eficiente e Equitativa, mantendo em vista a crescente Interdependência da Comunidade das Nações, e que o desenvolvimento sustentável deveria se tornar um item prioritário na agenda da Comunidade Internacional. É conhecido que, para o sucesso dessa parceria, é importante superar confrontos e estimular um clima de genuína Cooperação e Solidariedade. É igualmente importante consolidar políticas nacionais e internacionais e multinacional de cooperação para adaptarem-se as novas realidades.

2.4. Os Governos reconhecem que há um novo esforço global para associar os elementos do sistema econômico internacional e as necessidades da humanidade para um meio ambiente natural seguro e estável... Em consenso.

Comentário: Sem discussão! Disciplina como de robô! As palavras em negrito dão o programa da agenda dessa Nova Ordem Mundial comunista: Redistribuição obrigatória de riqueza em um consenso forçado em nome da necessidade ambiental.

Agenda 21 - É a Admirável Nova Ordem Mundial, abolição da propriedade privada, da família, das fronteiras nacionais e soberanias bem como introduzir restrições a mobilidade. Você é culpado até que prove o contrário. As pessoas serão concentradas em pequenas manchas ao longo de estradas de ferro e auto-estradas em arranha-céus. As crianças serão educadas pelo Estado para a religião da sustentabilidade (A Carta da Terra é como "os dez mandamentos de nosso tempo" - Gorbachev). Uma geração está sendo roubada para ser doutrinada. O que é certo é decidido por consenso - não pela matemática.

Um Governo Mundial não é mais teoria da conspiração - mas a prática sendo estabelecida. Em 'Nossa Vizinhança Global “(vídeo – Our Global Neighbourhood)) isso se torna realidade: Um exército permanente sob o Secretário Geral da ONU, conselho de segurança econômica com a Organização Mundial do Comércio e o FMI, e uma moeda mundial. A agenda 21 foi assinada por mais de 100 chefes de estado. Avaliação da biodiversidade global: Áreas protegidas: 382 áreas de vida selvagem ao redor do mundo são o núcleo das áreas selvagens. 50% dos americanos são para ficar fora do limite das terras selvagens - conectados por corredores entre eles e cercados por zonas intermediárias com limitada atividade humana. Os humanos serão realocados em comunidades "sustentáveis". O ecossistema governamental deve ser reforçado pela lei.

Verdens-undergang Métodos de Propaganda do Governo.

The Daily Mail 21/10/2009: A Autoridade de Padrões de Publicidade é para investigar um anúncio controverso de mudança climática na TV que apresenta um cachorro se afogando e coelhos morrendo de sede. O Departamento de Energia e Mudança Climática (DECC) lançou um comercial como parte de seu feito na campanha do CO2.

A campanha, na forma de uma estória de ninar, começa com um pai lendo para sua filha, mas se torna em uma horrível descrição do impacto das mudanças climáticas. O pai é visto explicando que os cientistas dizem que o estranho clima 'estava sendo causado pelo excesso de CO2, que subiu para o espaço quando os adultos usavam energia'. Ouve-se ele adicionando que 'alguns lugares poderiam desaparecer debaixo do mar' acrescentando que 'crianças teriam de viver com as horríveis consequências'.

EurActiv 18/09/2009:"Todos os países, exceto os menos desenvolvidos, deveriam contribuir," a declaração dizia,"com as finanças distribuídas de acordo com a necessidade, de forma que os países em desenvolvimento recebam mais do que estão contribuindo". A comissão europeia estima que o financiamento total para ajudar as nações em desenvolvimento "poderia montar a cerca de 100 bilhões de euros anualmente por volta de 2020” (EurActiv 11/09/09). De qualquer forma os países em desenvolvimento se sentem prejudicados e exigem 700 bilhões de dólares! França e Alemanha taxarão alimentos de países que não se juntarem as metas da Conferência de Copenhague.

Comentário Max_dees

...preocupação pelas consequências no meio ambiente de cada ação humana será integrada em cada tomada de decisão individual e coletiva em todos os níveis. "Esta é a receita do Controle Total do Indivíduo em Nome da Religião do Clima - mas na verdade pelos banqueiros illuministas e suas corporações. Isto é Perda Total da Liberdade. Eles tentam nos fazer acreditar que nós devemos aos países menos desenvolvidos um insignificante débito de CO2, enquanto fomos previamente ditos que devemos a eles por causa dos dias das colônias (sem os países menos desenvolvidos ainda estaríamos no estágio da idade da pedra).
Angela Merkel parece ser a que vai atacar a farsa da Nova Ordem Mundial em Copenhague - algo que realmente preocupa o globalista Bilderberg José Barroso, como ele disse diante de seus mestres, do Conselho de Relações Exteriores (CFR).
A Conferência de Copenhague não é sobre salvar o planeta do desastre climático. É sobre a ideia, que Karl Marx de acordo com Friedrich Engels teve do illuminista da Revolução da França, Babeuf, que teve suas doentias ideias revolucionárias do programa de seis pontos de Adam Weishaupt.

A agenda 21 está claramente almejando escravizar a humanidade, concentrando-a em pequenas áreas e levando a recompensa dos diligentes e espertos para entregá-la aos banqueiros - e um pouquinho dos ignorantes e preguiçosos. Eles governarão pelo "consenso" e desarmarão todos os países e deixarão para um exército mundial dirigir o mundo junto com princípios comunistas.

A redistribuição da riqueza vai ter lugar através dos impostos de CO2, negociado na bolsa de valores climática de Londres - Rockefeller, Rothschild e Al Gore sendo os pinos mestres esperando em breve enriquecerem ainda mais na bolsa de valores climática de
Chicago.

Fonte: http://euro-med.dk/?p=11495

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