segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A Ilusão da Democracia no Mundo Moderno

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A Ilusão da Democracia no Mundo Moderno

Por Gregory Fegel
Publicado em 11/11/09
Pravda.ru


A maioria de bombas "terroristas" dos últimos sessenta anos tem sido ataques de falsa-bandeira que foram na realidade cometidos pelo MOSSAD israelense, pela CIA e pela Inteligência Britânica. Por seis décadas as agências de inteligência aliadas do ocidente têm desempenhado uma campanha progressiva para enquadrar os muçulmanos por explosões que na realidade foram perpetradas pelas próprias agências de inteligência ocidentais. Os ataques ao World Trade Center e ao Pentágono em 11/9/2001 foram uma operação de falsa-bandeira conjunta entre a CIA/Pentágono/MOSSAD que foi planejada para proporcionar uma desculpa para as invasões e ocupações subsequentes da coalizão liderada pelos Estados Unidos do Afeganistão e do Iraque.

As nações ocidentais não são as únicas no uso de explosões de falsa-bandeira para suscitar apoio público para uma política de agressão do governo. O governo russo culpou os "terroristas" chechenos pela perpetração das horríveis explosões nos apartamentos de Moscou no verão de 1999, mas agentes da FSB russa foram vistos colocando explosivos de tipo militar no subsolo um prédio de apartamentos em Ryazan, próximo a Moscou.

Os Estados Unidos são governados por uma rica elite dirigente cujo braço de aplicação da lei, a CIA, opera secretamente e sem prestar contas a nenhuma autoridade a não ser seus mestres da elite. O congresso dos Estados Unidos e o Presidente dos Estados Unidos são meras marionetes da elite dirigente, e seu propósito é proporcionar ao público uma ilusão ou falsa fachada de democracia.

O Presidente dos Estados Unidos é uma cabeça falante escolhida pela elite dirigente, que controla os dois maiores partidos políticos dos Estados Unidos. As funções do Presidente são porta voz, vendedor, e facilitador para as políticas da elite dirigente.

A mídia convencional nos Estados Unidos, na Grã-Bretanha, Israel e outras nações aliadas, está totalmente infiltrada e controlada pelas agências de inteligência ocidentais aliadas, liderada pela CIA e o MOSSAD. A CIA controla as funções da mídia convencional como o braço de propaganda da elite dirigente.

O sistema bancário nos Estados Unidos e suas nações aliadas é controlado pela elite dirigente, cujos agentes - os banqueiros, corretores e gerentes de fundos - manipulam o mercado para desviar fundos, tanto públicos como privados, para dentro dos cofres da elite dirigente. O atual historicamente sem precedentes e cada vez maior buraco entre os rendimentos e fortunas dos ricos e dos pobres no mundo todo é o resultado da avarenta manipulação do mercado pela elite dirigente.

A elite dirigente se reúne privadamente e em segredo em reuniões da Comissão Trilateral, do Conselho de Relações Exteriores, do Grupo Bilderberg, do Bohemian Grove, e outros fóruns que não estão abertos ao escrutínio público. A elite dirigente controla efetivamente as operações da Comissão Mundial do Comércio, do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional e das Nações Unidas.

A maioria das "democracias” ocidentais é na verdade governadas por uma quadrilha de ricos elitistas que são essencialmente senhores da guerra gângster que controlam e manipulam a política nacional e internacional, a economia global e a mídia convencional para servirem as suas mesquinhas e insaciáveis ambições.

Fonte: http://english.pravda.ru/opinion/columnist/11-11-2009/110420-democracy-o

Tradução: O Observador


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Um comentário:

Anônimo disse...

A Democracia real ainda é um ideal não atingível, e ainda não existe "democracia plena, exemplar, real e verdadeira” - esse belo rótulo que alguns países se qualificam, ou que se proclamam de os campeões de “Democracia”.
O sistema pelo qual rege o egocêntrico, insolente e extremista regime imperialista dos EUA; o qual se julga o campeão de “Democracia”, por exemplo - não é senão um poder tirânico da burguesia e do capital monopolista, visto que, na organização do poder político estadunidense, todos os poderes estão reunidos em mãos da classe dominante; a qual não permite nenhuma ameaça ao seu domínio e, que não pode ser contrariada, criticada ou ter oposição organizada desfavorável as prerrogativas, ideários ou princípios burgueses – pois, o capital e os interesses da burguesia em primeiro lugar, e tem que ser defendidos a qualquer custo.
O regime tirânico imperialista estadunidense, esta sempre comprimido nos limites estreitos da exploração e, por conseguinte, permanece sempre em essência um regime para a minoria burguesa exploradora, singularmente para as classes possuidoras, e apenas para os ricos.
As funções das instituições políticas da ilusória “democracia” burguesa consistem em assegurar o domínio politico de classe (a ditadura) da burguesia e seus privilégios.
Nos EUA, dois partidos são conluiados e que tem compromissos com a minoria privilegiada; sendo que; cada um é sustentado por grupos restritos da burguesia e do capital monopolista; os quais visam exclusivamente enriquecer ou atender a seus próprios interesses.
Os dois partidos não acrescentam em nada para maioria, e ainda disfarçam simulando existência de posição de oposição ideológica um ao outro - porém, a essência é sempre imutável, ou seja num sentido mais amplo, a burguesia estará sempre no comando, controlando ou conduzindo tranquila o poder com qualquer forma de administração (com seus dois, ou mais partidos análogos) sem objeção em sua ditadura.
“A Democracia é para o império estadunidense, quando os EUA, mandam e ditam as regras e principios, subjugam ou submetem os povos a condição e posição de servidão, exploração, passividade, dependência, obediência, sujeição, subserviência e controle - mas, quando as nações livres se exsurgem e tentam oporem-se contra a ingerência, ganância, dominação, tirania, vontade ou interesses dos EUA – então, essa postura das nações do mundo livre, serão sempre consideradas de ditadura para o império estadunidense.”
E, assim, deixando de reza na cartilha dos EUA, as nações livres e soberanas são perseguidas, e suas eleições livres e Justas, serão consideradas pelo império de irregulares ou fraudadas, pois, o império estadunidense aceita apenas eleições de regimes perrengues, inócuos, inermes, fantoches, subservientes, favoráveis e sequazes. Ademais, o governo eleito por esses povos livres que não aceitam se sujeitarem aos caprichos dos EUA - serão sempre rotulados ou assacados de totalitário, tirânico, ditadura e seus inimigos.
Confutando aos interesses dos EUA, que são a maior tirania do mundo - então de pronto - vem por parte do império estadunidense, tratamento cruento, hostil e injusto, infligido com encarniçamento as nações livres - desaparecendo desse modo - as tão propaladas e exaustivamente apregoadas palavras “Liberdade” e “Democracia” que usadas de maneira hipócrita pelo império como estratégia, quando submetem as massas populares a uma terrível lavagem cerebral, mesmerizada e condicionada; para que os tolos, inocentes ou ingênuos fiquem acreditando ou aceitando os EUA; como legitimo defensor da plena “Democracia”.
Não se pode defender a tirania imperialista dos EUA, em relação ao mundo livre, ou mesmo, defender qualquer forma de ditadura – no entanto, somente é cabível aos povos realmente livres, soberanos e independentes de toda e qualquer força ou poder imperialista; estabelecer as bases e metas para lutar constantemente pela construção do seu processo de democracia e liberdade, conforme seus ideais de desenvolvimento, soberania, liberdade e independência.

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